BAND Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 28719
COMPOSIÇÃO
(RS)-2,4’–difluoro-α-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl) benzhydryl alcohol (Flutriafol) .... 500 g/L (50,0% m/v) Outros ingredientes ................................................................................................. 668 g/L (66,8 % m/v) GRUPO G1 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida GRUPO QUÍMICO: Triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. ALAMEDA RIO NEGRO 585 SL 145 EDIF JACARI AND 14 ALPHAVILLE -BARUERI – SP - CEP:06454-000 CNPJ: 39.496.730/0001-60 Telefone:(11) 2970-3020. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: FLUTRIAFOL TÉCNICO SV LOVELAND (Registro MAPA n° 1317) JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD (UNIT I). 28 Changbei Road, Zhangjiagang, Jiangsu 215600, China JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD (UNIT II). North Area of Dongsha Chem. Zone, Zhangjiagang, Jiangsu 215600, China FLUTRIAFOL TÉCNICO AL PRENTISS (Registro MAPA n° 33717) ASTEC LIFESCIENCES LIMITED B/16-17 M.I.D.C., Dist. Raigad, 402 301 Mahad, Maharashtra, Índia SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD Nº 9 Weijiu Road Shangyu Economic and Technological Development Area Hagzhou Bay-312369, Zhejiang China FLUTRIAFOL TÉCNICO LOVELAND (Registro MAPA n° 14508) JIANGSU SWORD AGROCHEMICALS CO., LTD Binhai Economic Development Zone, Coastal Industrial Park, 224500, Binhai, Jiangsu, China ATUANTT TÉCNICO (Registro MAPA n° 11818) IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Avenida Liberdade, n° 1701 – Cajuru do Sul – CEP 18087-170 Sorocaba/SP – CNPJ 61.550/0001-30 Número de registro do estabelecimento no Estado: 8 - CDA/SP JIANGSU AGROCHEM LABORATORY CO., LTD. Nº 1218 North Changjiang Road, Hi-Tech Development Zone 213034, Changshou, Jiangsu, China JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD (UNIT II). North Area of Dongsha Chem. Zone, Zhangjiagang, Jiangsu 215600, China
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD. The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, China FORMULADORES/MANIPULADORES: JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD (UNIT I). 28 Changbei Road, Zhangjiagang, Jiangsu 215600, China JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD (UNIT II). North Area of Dongsha Chem. Zone, Zhangjiagang, Jiangsu 215600, China JIANGSU SWORD AGROCHEMICALS CO., LTD No. 1008, East Guanhua Road, Jianhu County, Jiangsu Province, China PRENTISS QUÍMICA LTDA. Rodovia PR - 423 s/nº - km 24,5 - Jardim das Acácias - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR Fone/Fax: (41) 3370-3700 - CNPJ: 00.729.422/0001-00 Número de registro do estabelecimento no Estado: 002669 - ADAPAR/PR CHIZHOU BIOAGRILAND MULTICHEM CO., LTD. Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou, Anhui Province, China JIANGSU CORECHEM CO., LTD. 18 Shilian Avenue, 223000 Huaian, Jiangsu, China FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - CEP: 18120-970 - Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 Número de registro do estabelecimento no Estado: 031 - CDA/SP SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. East Renmin Road, Zhangjiagang City, Jiangsu Province, China SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD. Lingang Industrial Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong, China OURO FINO QUÍMICA S.A. Av. Filomena Carta Fina, 22335 – Quadra 14 – Lote 4 – Distrito Industrial III, CEP: 38044-750 Uberaba /MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 Número de registro do estabelecimento no Estado: 8764/IMA/MG QINGDAO AUDIS BIO-TECH CO., LTD. Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, China QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao Shandong, China RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD. The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, China NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. Beihai Road 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, 315040, Xiepu Town, Zhenha District, Ningbo, Zhejiang, China TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Pássaros, Paulínia – SP – CNPJ: 03.855.423/000181. Número de registro do estabelecimento no Estado: 477 - CDA/SP TECNOMYL S.A. Parque Industrial Avay, Villeta, Paraguai
XI’AN MTI CO., LTD. Nº 12 South Jingwei Road, Jinghe Industry Park, Xi’an, Shaanxi Province, China UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A Avenida Maeda, S/N, Distrito Industrial – Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0003-14 Número de registro do estabelecimento no Estado: 1049 - CDA/SP UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP CNPJ: 02.974.733/0010-43 Número de registro do estabelecimento no Estado: 4153 - CDA/SP SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Avenida Parque Sul, 2138 - Distrito Industrial I, CEP 61900-000 - Maracanaú/CE CNPJ: 07.467.822/0001-26 Número de registro do estabelecimento no Estado: 358/2021 – SEMACE/CE
| Nº do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III - PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE COR DA FAIXA: VERDE (Verde PMS Green 347 C)
INSTRUÇÕES DE USO
Culturas indicadas BAND é um fungicida de ação sistêmica e de contato, indicado para o controle de doenças foliares nas culturas abaixo descritas: CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| ALGODÃO | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Ramulária, Falso-oídio | Ramularia areola | 0,2 – 0,25 | 3 | 200 (aplicação terrestre) 10 a 40 (aplicação aérea) |
| Ramulose | Colletotrichum gossypii | |||
| Número, época e intervalo de aplicação: efetuar no máximo 3 aplicações na cultura do algodão, com intervalo de 15 dias entre aplicações. Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir, se necessário, no intervalo de 15 dias, dependendo da evolução da doença. |
| AVEIA | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Ferrugem-da-folha | Puccinia coronata var. avenae | 0,1875 – 0,25 | 2 | 200 a 300 (aplicação terrestre) 10 a 40 (aplicação aérea) |
| Número, época e intervalo de aplicação: efetuar no máximo 2 aplicações na cultura de aveia, com intervalo de 15 dias entre aplicações. A primeira aplicação deve ser feita quando a ferrugem-da-folha apresentar o nível de infecção de 5%. |
| BANANA | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Sigatoka-amarela | Mycosphaerella musicola | 0,25 – 0,3125 | 4 | 15 L de óleo mineral ou 15 L de água + 5 L de óleo mineral (aplicação terrestre) 15L de óleo mineral (aplicação aérea) |
| Sigatoka-negra | Mycosphaerella fijiensis | 0,25 – 0,375 | ||
| Número, época e intervalo de aplicação: Sigatoka-amarela: iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 14 dias nos períodos de maior incidência da doença. Sigatoka-negra: para pulverização, iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 30 dias nos períodos de maior incidência da doença, efetuando até 4 aplicações. |
| BATATA | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Pinta-preta | Alternaria solani | 0,1875 – 0,25 | 4 | 600 (aplicação terrestre) |
| Número, época e intervalo de aplicação: efetuar no máximo 4 aplicações na cultura da batata com intervalo de 7 dias entre aplicações. O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. |
| CAFÉ | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Ferrugem-do-cafeeiro, Ferrugem | Hemileia vastatrix | 0,375 – 0,5 (aplicação foliar) | 2 (aplicação foliar) | 500 (aplicação terrestre) |
| Número, época e intervalo de aplicação: Para aplicação foliar: efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%, e repetir se necessário com intervalo de 30 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança. |
| FEIJÃO | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Mancha-angular | Phaeoisariopsis griseola | 0,125 – 0,15 | 3 | 400 (aplicação terrestre) |
| Número, época e intervalo de aplicação: efetuar no máximo 3 aplicações na cultura do feijão com intervalo de 15 dias entre as aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de acordo com as condições climáticas e pressão da doença. |
| MAMÃO | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/planta) |
| Varíola | Asperisporium caricae | 0,25 – 0,375 | 2 | 0,2 (aplicação terrestre) |
| Número, época e intervalo de aplicação: efetuar no máximo 2 aplicações na cultura do mamão, com intervalo de 15 dias entre aplicações. Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, repetir a aplicação após 15 dias. |
| MELÃO | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (mL/100 L d´água) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Oídio, Míldio-pulverulento | Sphaerotheca fuliginea | 20 – 40 | 3 | 1000 (aplicação terrestre) |
| Número, época e intervalo de aplicação: efetuar no máximo 3 aplicações durante a safra da cultura. As menores doses devem ser aplicadas antes do início dos primeiros sintomas e as maiores doses quando as condições climáticas forem favoráveis à doença (clima seco com altas temperaturas) e a partir do início dos primeiros sintomas da doença. Normalmente, iniciam-se as aplicações 28 dias após a emergência da cultura, sendo que as aplicações devem ser repetidas semanalmente. |
| SOJA* | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Oídio | Microsphaera diffusa | 0,1 – 0,15 | 2 | 200 (aplicação terrestre) |
| Mancha-púrpura-da- semente, Crestamento- foliar | Cercospora kikuchii | 0,2 – 0,25 | 1 | |
| Mancha-parda, Septoriose | Septoria glycines | |||
| Número, época e intervalo de aplicação: Oídio: deve-se observar que o índice de infecção foliar esteja entre 20 e 30% para a primeira aplicação. Uma segunda aplicação poderá ser efetuada com intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança. Mancha-púrpura-da-semente, Crestamento foliar, Mancha-parda e Septoriose: única aplicação que deverá ser efetuada quando a soja atingir o estágio fonológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das vagens (R.5.1). |
| TOMATE | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Pinta-preta | Alternaria solani | 0,1875 – 0,25 | 4 | 1000 (aplicação terrestre) |
| Número, época e intervalo de aplicação: efetuar no máximo 4 aplicações na cultura do tomate com intervalo de 7 dias entre as aplicações. O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas. |
Número, época e intervalo de aplicação: efetuar no máximo 4 aplicações na cultura do tomate com intervalo de 7 dias entre as aplicações. O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas.
| TRIGO | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Helmintosporiose, Mancha-marrom, Podridão comum-da-raíz | Bipolaris sorokiniana | 0,25 | 2 | 200 (aplicação terrestre) 10 a 40 (aplicação aérea) |
| Ferrugem-da-folha | Puccinia triticina | 0,1875 | ||
| Oídio, Cinza | Blumeria graminis f sp. tritici | |||
| Número, época e intervalo de aplicação: Helmintosporíase, Mancha-marrom, Podridão-comum-da-raíz e Ferrugem-da-folha: a primeira aplicação deve ser realizada quando qualquer uma das doenças apresentar os níveis de infecção de 5%; a segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. Oídio, Cinza: a primeira aplicação deve ser realizada quando qualquer uma das doenças apresentar os níveis de infecção 10 a 20%; a segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. |
tritici Número, época e intervalo de aplicação: Helmintosporíase, Mancha-marrom, Podridão-comum-da-raíz e Ferrugem-da-folha: a primeira aplicação deve ser realizada quando qualquer uma das doenças apresentar os níveis de infecção de 5%; a segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. Oídio, Cinza: a primeira aplicação deve ser realizada quando qualquer uma das doenças apresentar os níveis de infecção 10 a 20%; a segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. *Adicionar 0,5% a 1,0% de óleo mineral. Outras modalidades de aplicação:
| CAFÉ (VIA SOLO) | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Ferrugem-do-cafeeiro, Ferrugem | Hemileia vastatrix | 0,875 - 1,375 | 1 | 500 (aplicação terrestre) |
| Número, época e intervalo de aplicação: realizar uma única aplicação do produto, durante o ciclo, quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55). |
Número, época e intervalo de aplicação: realizar uma única aplicação do produto, durante o ciclo, quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55).
| BANANA (APLICAÇÃO LOCALIZADA – AXIAL) | ||||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (mL/planta) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Sigatoka-negra | Mycosphaerella fijensis | 0,5 | 1 | 500 (aplicação terrestre) |
| Número, época e intervalo de aplicação: para aplicação localizada, via axila da 2ª folha, realizar uma única aplicação, alternando-se com fungicidas de outros grupos químicos. |
Número, época e intervalo de aplicação: para aplicação localizada, via axila da 2ª folha, realizar uma única aplicação, alternando-se com fungicidas de outros grupos químicos. MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DA APLICAÇÃO: Aplicação terrestre: pulverizadores tratorizados. Bicos de pulverização, tipo leque ou jato cônico de acordo com as recomendações dos fabricantes. Manter a calda de pulverização, sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado, durante as paradas e manobras com o equipamento, de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas. Banana: aplicação terrestre - Evite que o produto atinja o cacho, pois o óleo mineral é fitotóxico. Aplicação aérea: equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barras de bicos série D, com difusor 25 a 45. A pressão: 20 a 30 lb/pol2, Densidade de gotas: maior que 20 gotas/cm2. Altura de voo: 3-4 metros. Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme, (aeronave Ipanema: 15 metros). Evite a sobreposição das faixas de aplicação.Ângulos dos bicos em relação à direção de voo: 135º Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Aplicação localizada (via axila): aplicar o produto com pistola dosadora com haste longa diretamente na axila da folha número 2 (a segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo), visando atingir a inserção das folhas. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, evitando perdas por deriva e evaporação: - Temperatura do ar: menor que 25 ºC; - Umidade relativa do ar: maior que 50%; - Velocidade do vento: entre 3 e 5 km/h. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. INTERVALOS DE SEGURANÇA:
| Cultura | Intervalo de Segurança |
|---|---|
| Algodão | 21 dias |
| Aveia | 14 dias |
| Banana (Foliar) | 3 dias |
| Banana (Aplicação localizada – Axial) | 60 dias |
| Batata | 14 dias |
| Café | 30 dias (aplicação foliar) 120 dias (aplicação via solo) |
| Feijão | 14 dias |
| Mamão | 7 dias |
| Melão | 10 dias |
| Soja | 28 dias |
| Tomate | 3 dias |
| Trigo | 20 dias |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivamente agrícola. • Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. • Alertamos que todos os cultivares a serem lançados deverão ser previamente testados com aplicação do produto. • Evite que o produto atinja o cacho da banana, pois o óleo mineral é fitotóxico. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO G1 FUNGICIDA O produto BAND é composto por Flutriafol que apresenta mecanismo de ação C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
PRECAUÇÕES RELATIVAS À SAÚDE HUMANA: ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Pele: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa a um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, utilizando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR BAND (FLUTRIAFOL 500 g/L SC)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Triazóis |
|---|---|
| Classe toxicológica | PRODUTO NÃO CLASSIFICADO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | As informações disponíveis sobre a toxicocinética de Flutriafol são limitadas. A cinética de absorção de Flutriafol seguida de exposição dérmica, oral ou inalatória não é encontrada na literatura disponível. No entanto, dados disponíveis, embora escassos, sugerem que o Flutriafol absorvido pela pele não cause efeitos tóxicos sistêmicos. O estudo dos mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol com animais em laboratório, indicam que o produto foi rapidamente absorvido e excretado, predominantemente pelas fezes e urina, sendo que 90 a 96% foram excretadas nas primeiras 48 horas. A análise do produto nos órgãos e tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos. |
| Toxicodinâmica | O efeito tóxico mais consistente observado em mamíferos após a exposição é a perda de peso, além disso, algumas informações sugerem que doses repetidas de Flutriafol podem causar aumento no tamanho do fígado. |
| Sintomas e sinais clínicos | Os efeitos adversos em humanos não foram relatados até o momento. A administração de altas doses em animais, provocou salivação, convulsão, letargia, redução na atividade, tremor, diarreia e ataxia. |
| Diagnóstico | A ocorrência dos sintomas acima descritos, associados a confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação. |
| Tratamento | Não há tratamento ou antídoto específico. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Em caso de ingestão de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico, tais como a lavagem gástrica, poderão ser realizados. O carvão ativado poderá ser administrado para diminuir a absorção gastrointestinal, devendo ser ministrado associado a laxantes salinos. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo, medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além da assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico seguida de oclusão e encaminhamento para avaliação oftalmológica. |
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não se conhecem contraindicações medicamentosas relacionadas ao produto. |
| Efeitos das interações químicas | Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos diferentes ingredientes deste agrotóxico. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefones de Emergência da empresa: 0800 701 0450 Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Em estudos relativos aos mecanismos de absorção, excreção e metabolismo do Flutriafol em animais de laboratório, utilizando-se produto radio marcado, verificou-se que o produto foi rapidamente absorvido e excretado. A excreção do produto foi predominantemente efetuada pelas fezes e urina e foi rápida em ambos os sexos. A quantidade eliminada da dose administrada em 48 horas, nos ratos machos foi de 40-50% excretada na urina e 46-58% nas fezes, enquanto nos ratos fêmeas, 46-60% da dose foi eliminada na urina e 37-51% nas fezes. Não houve diferença pronunciada entre os sexos. Após sete dias, abaixo de 1% da dose administrada estava presente. A análise do produto nos órgãos e tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos: • DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. • DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. • CL50 inalatória em ratos (4h): não determinada nas condições do teste. • Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado a pele dos animais não causou reações dérmicas e sinais clínicos de toxicidade. O estudo foi concluído na avaliação de 72 horas. • Corrosão/Irritação ocular em coelhos: o produto aplicado no olho dos animais causou: irite em 3/3 olhos; hiperemia e presença de secreção em 3/3 olhos e quemose em 1/3 olhos. Houve regressão das reações oculares na avaliação de 48 horas, finalizando o estudo após a avaliação de 72 horas. • Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. • Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: Um estudo em ratas prenhes foi realizado para avaliar os efeitos reprodutivos do Flutriafol. Foi observada redução na ossificação fetal em todos os grupos tratados. Foi relatado também aumento na incidência de fetos com costela supranumerária. Em coelhos após a administração do Flutriafol, o ganho de peso maternal foi reduzido, houve aumento na perda da pós-implantação fetal e redução dos fetos viáveis na maior dose administrada. O NOEL em coelhos foi considerado de 7,5 mg/kg/dia. Em outro estudo de dois anos em ratos o Flutriafol levou a uma redução do ganho de peso, aumento do peso hepático, hipertrofia centrolobular hepática, aumento da atividade da aminopirina-N-demetilase hepática.
PRECAUÇÕES RELATIVAS AO MEIO AMBIENTE: 1, PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas –(ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa Agriconnection Importadora e Exportadora de Insumos Agrícolas Ltda pelo telefone da empresa (11) 2970-3020 (Horário comercial) ou pelos telefones de emergência 0800-701-0450 - Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água e siga as instruções a seguir:
• Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DES-
TINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça essa operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.