BAIKAL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 18521
COMPOSIÇÃO
4-fenoxyphenyl (RS)-2-(2-pyridyloxy) propyl ether (PIRIPROXIFEM)........................................................................................................100 g/L (10% m/v) Outros ingredientes...........................................................................................822,30 g/L (82,23% m/v)
GRUPO 7 C INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: inseticida de contato e translaminar GRUPO QUÍMICO: éter piridiloxipropílico TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO(*): ASCENZA BRASIL LTDA. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP. CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP (*) Importador do produto formulado FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS: PIRIPROXIFEM ASCENZA TÉCNICO – Registro no MAPA nº 18216 Jiangxi Anlida Chemical Co., Ltd N° 1 Zheji Road, Jinshawan Industrial Zone, Jiujiang City, Jiangxi, 332500 - China Rudong Zhongyi Chemical Co., Ltd. Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, 226407, Jiangsu, China Hemani Industries Ltd. Unit-IV, Plot Nº T35, 36, 37 & 45, 46, 47, GIDC Industrial Estate, Saykha, Taluka-Vagra, District Bharuch 392 140, Bharuch, Gujarat, India Meghmani Organics Limited. Plot No. CH-1 & CH-2/A, GIDC, Industrial Estate, Dahej Vagra, Dist. Bharuch, Gujarat, India Tagros Chemicals India Private Limited. A-4/1 & 2 SIPCOT Industrial Complex, Pachayankuppam, Cuddalore 607 005, Cuddalore, Tamilnadu, India TIGER TÉCNICO – Registro no MAPA n° 04898 Sumitomo Chemical CO., Ltd. 27 – 1, Shinkawa 2 – Chome, Chuo – KU, Tokyo – Japão Rudong Zhongyi Chemical Co. Ltd. The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, 226407 Rudong, Jiangsu - China
FORMULADORES: Ascenza Agro, S.A. Avenida do Rio Tejo, Herdade das Praias, 2910-440, Setúbal, Portugal Rudong Zhongyi Chemical Co., Ltd. The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, 226407, Jiangsu, China Meghmani Organics Limited Plot No. 22/2, (Phase-IV) G.I.D.C. Industrial Estate, Panoli-394116, Tal: Ankleshwar, Dist: Bharuch, Gujarat, Índa Tagros Chemicals India Private Limited. A-3/2 & 3/3 Sipcot Industrial complex, Pachayankuppam Cuddalore 607 005, Tamilnadu, Índia Fersol Indústria e Comércio S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, s/n, km 68,5, Olhos D’água CEP: 18120-970, Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 N° do Registro no Estado: Nº 31 CDA/SAA/SP Ouro Fino Química S.A. Av. Filomena Cartafina, 22.335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III CEP: 38044-750, Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 N° do Registro no Estado: 8.764 IMA/MG Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5, Jardim das Acácias CEP: 83603-000, Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 N° do Registro no Estado: 002669 ADAPAR/PR Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459, Bairro Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030, Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 N° do Registro no Estado: 477 CDA/SAA/SP Kubix Agroindustrial Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Cruz Alta CEP: 13348-780, Indaiatuba/SP CNPJ Nº 47.754.052/0001-17 N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122, Bairro Campo Largo, CEP: 18160-000, Município de Salto de Pirapora/SP CNPJ: 02.974.733/0010-43 N° do Registro no Estado: 4153 CDA/SAA/SP
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/nº, Distrito Industrial, CEP: 14500-000, Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0003-14 N° do Registro no Estado: 1049 CDA/SAA/SP MANIPULADOR: Arcad Industrialização Química Ltda. Av. Dr. Roberto Moreira, 4500, Condomínio CLIP, Betel CEP: 13148-150, Paulínia/SP CNPJ: 40.726.678/0001-70 N° do Registro no Estado: Nº 4327 CDA/SAA/SP IMPORTADORES: Agroallianz S.A. Rua Avelino Silveira Franco, 149, sala 432, Condomínio Comercial L'Office, Sainte Hèlène CEP: 13105-822, Campinas/SP CNPJ: 27.150.699/0001-22 Nº do Registro no Estado: 1280 CDA/SAA/SP Oro Agri Brasil Produtos Para Agricultura Ltda. Rodovia PR 218, Km 05, s/n, Bairro Jardim Universitário CEP: 86702-670, Arapongas/PR CNPJ: 10.549.479/0002-54 N° do Registro no Estado: 003996 ADAPAR/PR Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay CEP: 13186-904, Hortolândia/SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 Nº do Registro no Estado: 958 CDA/SAA/SP
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÃO DE USO: BAIKAL é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens se tornem adultos. As fêmeas que entram em contato com o produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.
| CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL E VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|
| Algodão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300-500 mL/ha Volume de calda: 200-250 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. | |||
| Berinjela | Tripes Thrips palmi | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 500-1000 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 a 10 dias. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |||
| Café | Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 500-1000 mL/ha Volume de calda: 400-500 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser feitas com intervalos de 15 a 20 dias. | |||
| Citros | Psilídio-dos-citros Diaphorina citri | 6,25 mL/100 L de água Volume de calda: 10 L/planta | 02 |
| Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 10 L/planta | ||
| Cochonilha-de-placa Orthezia praelonga | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 10 L/planta | ||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações com intervalo de 30 dias. | |||
| Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 250 mL/ha Volume de calda: 200-250 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se iniciar a aplicação do produto BAIKAL quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. | |||
|---|---|---|---|
| Gérbera | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 1200 L/ha | 03 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser realizadas com intervalos de 10 a 15 dias. | |||
| Maçã | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L de água Volume de calda: 1000 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer as aplicações sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | |||
| Melancia | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75-100 mL/100 L de água Volume de calda: 1000 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se realizar as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | |||
| Melão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75-100 mL/100 L de água Volume de calda: 600-1000 L/ha | 01 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se realizar 1 aplicação durante o ciclo da planta. | |||
| Pepino | Tripes Thrips palmi | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 500-1000 L/ha | 02 |
| Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 800-1300 L/ha | ||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias. | |||
| Pimentão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 400-800 L/ha | 03 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias. | |||
| Repolho | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 625 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar com intervalos de 7 dias. | |||
| Rosa | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 400 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se realizar as aplicações com intervalo de 10 dias. | |||
|---|---|---|---|
| Soja | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 250 mL/ha Volume de calda: 200-300 L/ha | 01 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar a aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B. | |||
| Tomate | Mosca-branca Bemisia tabaci | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 400-1000 L/ha | 03 |
| Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-100 mL/100 L de água Volume de calda: 400-1000 L/ha | ||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | |||
| Uva | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 500-1000 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se aplicar durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 dias entre as aplicações. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se aplicar durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 dias entre as aplicações. *O volume de calda recomendado pode variar conforme o porte do cultivo e o equipamento de aplicação utilizado As aplicações do BAIKAL devem ser realizadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos. No controle, principalmente da Mosca Branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o BAIKAL.
MODO DE APLICAÇÃO
BAIKAL deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual ou motorizado ou pulverizador de barra tratorizado, munido de bicos adequados. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotado com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipo D2, D3 ou série X2, X3, e pressão de 80 a 150 lbs/pol². Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos de 30 a 50 cm entre si. Usando-se outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27 ºC, unidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 Km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de dúvidas, consultar um engenheiro agrônomo.
Recomendações gerais para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura) - O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. Diâmetro das gotas: - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: - Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores. - Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. - Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. Ventos: - A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade: - Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: - O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo.
A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Intervalo de Segurança |
|---|---|
| Algodão e Tomate | 7 dias |
| Berinjela, Melancia e Pimentão | 3 dias |
| Café | 15 dias |
| Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 dias |
| Gérbera e Rosa | UNA* |
| Maçã | 45 dias |
| Pepino | 1 dia |
| Soja | 30 dias |
Culturas Intervalo de Segurança Algodão e Tomate 7 dias Berinjela, Melancia e Pimentão 3 dias Café 15 dias Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva 14 dias Gérbera e Rosa UNA* Maçã 45 dias Pepino 1 dia Soja 30 dias *Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado entes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 7 C INSETICIDA
A resistência de insetos a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida BAIKAL pertence ao grupo 7C (Mímicos do hormônio juvenil) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do BAIKAL como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 7C. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar BAIKAL ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de BAIKAL podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do BAIKAL, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos 7C não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do BAIKAL ou outros produtos do Grupo 7C quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; e - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: ATENÇÃO: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
| - Provoca lesões oculares graves; - Provoca irritação à pele; - Pode provocar reações alérgicas na pele. | |
|---|---|
| PERIGO |
- INTOXICAÇÕES POR BAIKAL -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Classe Toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
|---|---|
| Vias de Exposição | Piriproxifem: Oral, inalatória, ocular e dérmica. Solvente Nafta de Petróleo Aromático Leve: Dérmica, inalatória, oral e mucosa. |
| Toxicocinética | Piriproxifem: Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Piriproxifem é absorvido, distribuído e extensivamente metabolizado. As principais reações de biotransformação são a oxidação, clivagem e a conjugação. Aproximadamente 88 - 96% do Piriproxifem é excretado através das fezes (81 - 92% da dose) e urina (5 - 12% da dose) após 02 dias da administração. A concentração nos tecidos, após 7 dias, foi menor do que 0,3%. Solvente Nafta de Petróleo Aromático Leve: Estudos conduzidos em ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos), atingem o sistema nervoso central (SNC). A eliminação destes solventes, tanto em animais como no homem, ocorre principalmente pelo trato respiratório. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes. |
| Toxicodinâmica | Piriproxifem: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade do Piriproxifem em seres humanos e nem em animais de laboratório. Não há a produção de metabólitos tóxicos conhecidos. Animais expostos em diferentes concentrações apresentaram um aumento no colesterol total e dos triglicerídeos, redução na contagem dos hematócritos e hemoglobina, redução no ganho de peso e anemia leve. Solvente Nafta de Petróleo Aromático Leve: É um depressor do sistema nervoso central (SNC). A toxicidade é menor que para outros hidrocarbonetos aromáticos como o benzeno e o xileno. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Piriproxifem: Os animais que receberam doses letais ou próximas apresentaram redução de atividade espontânea, andar atáxico, perda de reflexos, respiração irregular, lacrimejamento, incontinência urinária, diarreia e piloereção. Solvente Nafta de Petróleo Aromático Leve: Toxicidade aguda - População em risco: Pacientes com doenças respiratórias e dérmicas pré-existentes. Exposição Sinais e Sintomas Altas concentrações de vapor/ aerossol irritam os olhos e as vias respiratórias. Podem causar transtornos no SNC Respiratória (cefaléia, vertigem, efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência), e em menor proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito. |
| Exposição | Sinais e Sintomas |
|---|---|
| Respiratória | Altas concentrações de vapor/ aerossol irritam os olhos e as vias respiratórias. Podem causar transtornos no SNC (cefaléia, vertigem, efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência), e em menor proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito. |
| Quando ingeridos, não causam toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, a exceção de Oral pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos, até o óbito. O contato frequente ou prolongado pode causar leve Dérmica irritação e dermatite. Pode agravar uma lesão pré- existente. Ocular Leve irritante. Toxicidade crônica - quando doses elevadas são administradas a ratos, o produto produz lesões no estômago, fígado, tireoide e bexiga urinária. Esses efeitos devem ser considerados para indivíduos submetidos à exposição ocupacional. Suspeito de produzir efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento (em animais produz aborto pós-implantação, redução do peso fetal e do tamanho da ninhada). Em estudos em animais não foi sensibilizante nem mutagênico. | |
|---|---|
| Diagnóstico | Piriproxifem: Noções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. Conjuntivas congestionadas. Vômitos em caso de ingestão. Solvente Nafta de Petróleo Aromático Leve: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | Piriproxifem: Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila. Pele: Lavar abundantemente com água corrente e sabão neutro. Olho: Lavar por, pelo menos 15 minutos com soro fisiológico, mantendo as pálpebras abertas e evitando a contaminação do outro olho (posição lateral da cabeça). Ingestão: Se o produto foi ingerido até 1 hora antes da chegada ao hospital, praticar lavagem gástrica com a proteção das vias respiratórias. Carvão ativado: Se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h). Dose: Suspensão (240 mL de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1 - 12 anos) e 1,0 g/kg em crianças menores que 1 ano. Inalação: Verificar necessidade de oxigenação. Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico recomendado. Solvente Nafta de Petróleo Aromático Leve: Antídoto: Não há antídoto específico. Tratamento: Medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitada a inalação do produto e o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas. |
| Oral | Quando ingeridos, não causam toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos, até o óbito. |
|---|---|
| Dérmica | O contato frequente ou prolongado pode causar leve irritação e dermatite. Pode agravar uma lesão pré- existente. |
| Ocular | Leve irritante. |
| Contraindicações | Piriproxifem: Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma. Solvente Nafta de Petróleo Aromático Leve: O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração. |
|---|---|
| Efeitos das Interações Químicas | Piriproxifem: Não há ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos diferentes inertes. Solvente Nafta de Petróleo Aromático Leve: Não conhecidos. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da Empresa: 0800 70 10 450. |
0800 70 10 450. MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Testes realizados em animais de laboratório mostram o Piriproxifen é absorvido, distribuído e extensivelmente metabolizado. As principais reações de biotransformação são a oxidação, clivagem e a conjugação. Aproximadamente 88 - 96% do Piriproxifen é excretado através das fezes (81 - 92% da dose) e urina (05 - 12% da dose) após 02 dias da administração. A concentração nos tecidos, após 07 dias, foi menor do que 0,3%.
EFEITOS AGUDOS
DL50 via oral em ratos: >2000 mg/kg p.c. DL50 via dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste. Irritação dérmica em coelhos: os coelhos testados apresentaram eritema e edema. O edema regrediu totalmente aos 14 dias enquanto o eritema não foi totalmente revertido. Não houve corrosão nos animais testados. Irritação ocular em coelhos: irritante. Em um dos animais a irritação (vermelhidão e quemose da conjuntiva) foi completamente reversível em 12 dias após a realização do teste. Porém, no outro animal testado os sintomas (opacidade, vermelhidão e quemose da conjuntiva) permaneceram até 21 dias. Sensibilização cutânea em porquinhos-da-índia: produto considerado sensibilizante. Mutagenicidade: produto não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS
Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados durante toda ou boa parte de suas vidas, expostos ao Piriproxifem, em diferentes concentrações, os animais apresentaram um aumento no colesterol total e dos triglicerídios, redução na contagem dos hematócitos e hemoglobina, redução no ganho de peso, anemia leve.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. 2. DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (0,225; 0,250; 0,450; 0,500; 0,600; 1; 1,5; 2; 3; 5; 10 e 20 L) LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis) Hortolândia/SP, 28 de julho de 2025.