AZOXISTROBINA CCAB 250 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 30318
COMPOSIÇÃO
Methyl(E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate (AZOXISTROBINA) .................................................................................................................................................250 g/L (25% m/v) Outros Ingredientes ...................................................................................................840 g/L (84% m/v) GRUPO C3 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Estrobilurina. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César CEP: 01419-100 São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773 (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: AZOXISTROBIN TÉCNICO CCAB – Registro no MAPA no 25316 SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD. N° 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang 312369 – China. JIANGSU GOOD HARVEST-WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, Qidong City, 226221, Jiangsu – China. AZOXISTROBINA TÉCNICO AGRISOR - Registro no MAPA no 31319 CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD. Fourth Huanghai Road Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County 226407 Nantong, Jiangsu – China. AZOXYSTROBIN TÉCNICO AGROGILL - Registro no MAPA no 23319 YANCHENG LIMIN CHEMICAL CO., LTD. Nº 2 Weiy Road, Funing Ao Yang, Industrial Park, Yancheng – China. AZOXISTROBINA TRADECORP TÉCNICO III – Registro no MAPA no 20217 HEBEI VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD. Nº 6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Industry Park, Shijiazhuang City, Hebei – China.
AZOXYSTROBIN TÉCNICO COROMANDEL - Registro no MAPA n° TC08224 COROMANDEL INTERNATIONAL LIMITED Plot Nº 3204, G.I.D.C. Industrial Estate, Dist. Bharuch 393002 Ankleshwar, Guarujat – Índia. AZOXYSTROBIN TÉCNICO CCAB II - Registro no MAPA n° TC10724 HEBEI VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD. Nº 6, Middle Huagong Road, Circulation, Chemical Industry Park . Shijiazhuang, Hebei, China. SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD. Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone Weifang, Shandong, China. AZOXYSTROBIN TÉCNICO ZS, Registro MAPA nº 31519. (Fourth Huanghai Road) Yangkou - Chemical Industrial Park, Rudong County 226407 Nantong, Jiangsu - China. FORMULADOR: HANGZHOU QINGFENG AGROCHEMICAL CO., LTD. No. 9777, Hong-Shiwu Road, Linjiang Industrial Park, Xiaoshan District, Hangzhou City Zhejiang 311228 – P.R. China. TECNOMYL S.A. Parque Industrial Avay, Villeta, Central – Paraguai. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040 – China. JIANGSU GOOD HARVEST-WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, Qidong City, Jiangsu 226221 – China. PHYTEUROP Rue Pierre My – Z.I. Grande Champagne – 49260, Montreuil Bellay – França. HEBEI VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD. No 6, Middle Huangong Road, Circulation Chemical Industry Park, Shijiazhuang City, Hebei – China. SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD. Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Developtment Zone, Weifang, Shandong – China. SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD Binhai Economic Development Area, Weifang Shandong China 262737 – China. CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD. Fourth Huanghai Road.Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, Jiangsu Province – China. ANHHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD. Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde, Xuancheng City, 242235, Anhui – China.
CHIZHOU BIOAGRILAND MULTICHEM CO., LTD. Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou City, Anhui Province – China. YANCHENG LIMIN CHEMICAL CO., LTD. No.2 Weiyi Road, Aoyang Industrial Park, Funing, Yancheng, Jiangsu – China. FERSOL INDUSTRIA E COMÉRCIO S/A Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 68,5 - Olhos D` Água Mairinque – SP – CEP: 18120-970 CNPJ: 47.226.493/0001-46. OURO FINO QUÍMICA S.A Avenida Filomena Cartafina nº 22335, quadra 14, lote 5. Distrito Industrial III – Uberaba – MG – CEP: 38044750 CNPJ: 09.100.671/0001-07. OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA Rua Minervino de Campos Pedroso,13 - Parque Industrial Carlos Tonanni Jaboticabal – SP – CEP: 14871-360 CNPJ: 65.011.967/0001-14. PRENTISS QUÍMICA LTDA. Rodovia PR 423 – km 24,5 - Campo Largo /PR - CNPJ: 00.729.422/0001-00. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Avenida Roberto Simonsen, 1.459 - Recanto dos Pássaros Paulínia – SP – CEP: 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81. ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ross, n° 260 - Bairro Cruz Alta Indaiatuba – SP - CEP: 13.348-790 CNPJ: 50.025.469/0004-04. SHANGHAI HIGH VICTORY FINE CHEMICAL CO. LTD. nº 4688, Jinshan Avenue, Jinshan District, Shanghai, China. SHANGHAI HEBEN-EASTSUN MEDICAMENTS CO., LTD. No. 2 Linbao Road, Tinglin Town, Jinshan, Shanghai, P.R. China. HENAN JINPENG CHEMICALS CO., LTD., West side of Jingwu RD, South side of Weiwu RD, Chemical Industrial. Park, Kaifeng, Henan, China. SHANDONG WEIFANG SHUANGXING PESTICIDE CO.,LTD., North of Industrial Street, Binhai Development Zone, Weifang, Shandong China. GUANGDONG LIWEI AGRICULTURA TECHNOLOGY CO., LTD., Main Bld. 2nd Floor, Jintang Town, Maonan District, Maoming City, Guangdong Province, China. INNER MONGOLIA YONGTAI CHEMICAL CO., LTD.,
No. 1, Xihuan Road, Low Carbon Industrial Park, Wuhai High-tech Industrial Development Zone, Hainan District, Wuhai City, lnner Mongolia – China. MANIPULADOR: OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 Jaboticabal/SP CEP: 14871-360 - C.N.P.J.: 65.011.967/0001-14 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 101 CDA/SP. ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 – Bairro Cruz Alta Indaiatuba/SP - C.N.P.J.: 50.025.469/0004-04. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Av. Roberto Simonsem, 1459 Paulínia/SP - CEP: 13140-000 - C.N.P.J.: 03.855.423/0001-81 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 477 CDA/CFICS/SP.
| N° do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: AZOXISTROBINA CCAB 250 SC é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preferencialmente preventivas, para o controle das doenças da parte aérea das culturas de Algodão, Arroz, Aveia, Banana, Cevada, Soja e Trigo, conforme a tabela abaixo:
| Doses | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Volume de | |||||
| Cultura | Nome científico | Nome comum | Produto | Ingrediente | calda (L/ha) |
| comercial | ativo | ||||
| Algodão | Ramularia areola | Ramulária | 200 mL/ha (usar adjuvante específico a 0,2% do volume de calda de aplicação) | 50 g/ha | Aplicação terrestre: 200 a 300 L de água/ha Aplicação aérea: 30 a 40 L de calda/ha |
| Arroz | Bipolaris oryzae | Mancha- parda | 400 mL/ha | 100 g/ha | Aplicação terrestre: 200 L de água/ha Aplicação aérea: 30 a 40 L de calda/ha |
| Pyricularia grisea | Brusone |
AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deverá ser aplicado preferencialmente de maneira preventiva para o controle de Ramulária. O intervalo de aplicações deve ser de 14 dias. Duas aplicações são em geral suficientes para o controle da doença, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação. AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deverá ser aplicado de maneira preventiva para o controle da Brusone e da Manchaparda. O intervalo de aplicação deve ser de 10 a 14 dias para Brusone e 14 a 21 dias para Manchaparda. Duas aplicações são em geral suficientes para o controle das doenças, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação.
| Doses | Número / Época / Intervalo de aplicação AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deverá ser aplicado preferencialmente de maneira preventiva para controle da Ferrugem-da-folha. Pode-se aplicar também nos estágios iniciais de infecção da Ferrugem-da- folha (traços a no máximo 5%); dá-se preferência ao uso em conjunto com adjuvante. O intervalo de aplicações deve ser de 14 a 21 dias. Duas aplicações são em geral suficientes para o controle da doença, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação. | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Volume de | ||||||
| Cultura | Nome científico | Nome comum | Produto | Ingrediente | calda (L/ha) | |
| comercial | ativo | |||||
| Aveia | Puccinia coronata var. Avenae | Ferrugem- da- folha | 200 a 300 mL/ha (usar adjuvante específico a 0,5% do volume de calda de aplicação) | 50 a 75 g/ha | Aplicação terrestre: 100 a 200 L de água/ha Aplicação aérea: 30 a 40 L de calda/ha |
| Doses | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Volume de | |||||
| Cultura | Nome científico | Nome comum | Produto | Ingrediente | calda (L/ha) |
| comercial | ativo | ||||
| Banana | Mycosphaerella musicola | Sigatoka- amarela | 200 a 400 mL/ha | 50 a 100 g/ha | Aplicação terrestre: 100 a 200 L de água/ha Aplicação aérea: 20 L de calda/ha (15 L de água + 5 L de óleo + 1,0% de espalhante adesivo) |
AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deve ser aplicado preventivamente a intervalos de 30 dias entre as aplicações, durante todo o período de potencial desenvolvimento da Sigatoka-amarela na bananeira. Visando o manejo de resistência, é recomendado que essa aplicação de fungicida a cada 30 dias seja feita na verdade de forma intercalada com fungicidas de outros grupos químicos e modo de ação, como chlorothalonil, triazóis e benzimidazóis. A dose mais baixa pode ser usada quando as condições climáticas forem desfavoráveis ao desenvolvimento da doença, ou seja, em regiões onde a pressão da doença seja mais baixa. Quatro aplicações são em geral suficientes para o controle da doença.
| Doses | Número / Época / Intervalo de aplicação AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deverá ser aplicado preferencialmente de maneira preventiva para controle da Mancha-reticular. Pode-se aplicar também nos estágios iniciais de infecção da doença (traços a no máximo 5%); dá- se preferência ao uso em conjunto com adjuvante. O intervalo de aplicações deve ser de 14 a 21 dias. Duas aplicações são em geral suficientes para o controle da doença, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação. | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Volume de | ||||||
| Cultura | Nome científico | Nome comum | Produto | Ingrediente | calda (L/ha) | |
| comercial | ativo | |||||
| Cevada | Drechslera teres | Mancha- reticular | 200 mL/ha (usar adjuvante específico a 0,5% do volume de calda de aplicação) | 50 g/ha | Aplicação terrestre: 100 a 200 L de água/ha Aplicação aérea: 30 a 40 L de calda/ha |
| Doses | Número / Época / Intervalo de aplicação AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deve ser aplicado preventivamente entre os estádios R5 e R5.5. Duas aplicações podem ser necessárias para o controle das doenças para as quais o produto é recomendado, observando-se um intervalo de 14 a 21 dias entre as aplicações. Uma aplicação pode ser suficiente em variedades de soja com maior tolerância ou menor susceptibilidade às doenças ou quando as condições climáticas não forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Para o controle da Ferrugem- da-soja realizar a aplicação de forma preventiva. | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Volume de | ||||||
| Cultura | Nome científico | Nome comum | Produto | Ingrediente | calda (L/ha) | |
| comercial | ativo | |||||
| Soja | Cercospora kikuchii | Crestamento- foliar | 200 mL/ha (usar adjuvante específico a 0,5% do volume de calda de aplicação) | 50 g/ha | Aplicação terrestre: 100 a 200 L de água/ha Aplicação aérea: 30 a 40 L de calda/ha | |
| Septoria glycines | Mancha- parda |
| Doses | Número / Época / Intervalo de aplicação AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deverá ser aplicado nos estádios iniciais de infecção (traços a 5%) das doenças foliares do trigo, observando- se um intervalo de aplicações de 14 a 21 dias. Duas aplicações são em geral suficientes para o controle das doenças para as quais o produto é recomendado. As doses menores devem ser escolhidas para uso no controle de doenças foliares em variedades de trigo com comprovada tolerância ou menor susceptibilidade às doenças. | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Volume de | ||||||
| Cultura | Nome científico | Nome comum | Produto | Ingrediente | calda (L/ha) | |
| comercial | ativo | |||||
| Trigo | Bipolaris sorokiniana | Mancha- marrom | 200 a 400 mL/ha (usar adjuvante específico a 0,5% do volume de calda de aplicação) | 50 a 100 g/ha | Aplicação terrestre: 100 a 200 L de água/ha Aplicação aérea: 30 a 40 L de calda/ha | |
| Drechslera tritici repentins | Mancha- bronzeada- da- folha | |||||
| Puccinia triticina | Ferrugem- da- folha |
MODO DE APLICAÇÃO
AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água para as culturas de Trigo, Soja, Aveia, Cevada, Algodão, Arroz e Banana; para a cultura da banana, onde são comuns as aplicações aéreas com óleo, AZOXISTROBINA CCAB 250 SC deve ser aplicado em água + óleo + emulsificante. APLICAÇÃO TERRESTRE Diluir o produto em 100 a 200 L de água/ha para Trigo, Aveia, Banana, Cevada e Soja; 200 L de água/ha para Arroz e 200 a 300 L de água/ha para Algodão. Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. APLICAÇÃO AÉREA Utilizar barra com um volume de 30 a 40 L de calda/ha para Trigo, Aveia, Cevada, Arroz, Algodão e Soja e 20 L de calda/ha para Banana (15 L de água + 5 L de óleo + 1,0% de espalhante adesivo) e altura de voo de 2 a 3 metros. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco “core” inferior a 45.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em L/ha para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Recomendam-se velocidade de vento entre 3 a 15 km/h, temperatura de até 27°C e umidade relativa superior a 60%, evitando horários com evapotranspiração alta ou formação de corrente convectiva, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA
ALGODÃO 30 dias ARROZ 30 dias AVEIA 20 dias BANANA 7 dias CEVADA 20 dias SOJA 21 dias TRIGO 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. LIMITAÇÃO DE USO: Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas. Outras restrições a serem observadas: Não há.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC - BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida Azoxistrobina CCAB 250 SC é composto por Azoxistrobina que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores do complexo III: Citocromo bcl (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, pertencente ao Grupo C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas) INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Não aplicável, trata-se de um fungicida.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida; • Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR AZOXISTROBINA –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Estrobilurina Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
| Estrobilurina | |
|---|---|
| CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO | |
| Oral, inalatória, ocular e dérmica | |
| Absorção: a principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundárias. Após a administração oral em ratos foi bem absorvido e extensivamente metabolizado. Distribuição: foi constatada após a administração via oral em ratos uma pequena radioatividade nos tecidos. Menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos e carcaças de ratos de ambos os sexos. A maior radioatividade presente em tecidos foi encontrada no rim, concentrações menores foram encontradas no fígado e sangue. Ação: A AZOXISTROBINA é bem metabolizada, resultando na formação de no mínimo 15 metabólitos. As duas principais rotas metabólicas são: hidrolise ao metoxiácido, seguida pela conjugação da glucoronide e a conjugação da glutationa ao anel cianofenil, seguido pelo posterior metabolismo via um número de intermediários ao metabólito mercaptúrico ácido. AZOXISTROBINA também poder ser hidroxilada a posição 8 e 10 do anel cianofenil, seguido da conjugação goronide. Os metabolitos resultantes são polares e, consequentemente, excretados, em sua grande maioria em 48 horas. Excreção: A excreção foi rápida, não ocorreu acumulação nos tecidos. Não ocorreu diferença no metabolismo de ratos fêmeas e machos. Em estudo in vitro, o Azoxistrobina foi pouco absrovido através da pele humana. Principal via de eliminação é através das fezes. | |
| Inibe prev | o transporte de elétrons entre citocromos b e c1 nas mitocôndrias, assim enindo a formação de ATP. |
Toxicocinética Toxicodinâmica
Os dados de laboratório disponíveis indicam que os sinais de intoxicação para Azoxistrobina, são inespecíficos e transitórios. As exposições ocupacionais ocorrerão provavelmente pelas vias dérmicas e/ou por inalação. A toxicidade aguda reportada é referente ao ingrediente químico puro e pode não refletir a toxicidade de produtos pesticidas formulados: Contato cutâneo-mucoso: em coelhos, produtos do grupo das Estrobilurinas causaram moderadas irritações oculares e dérmicas. Ingestão: em estudos com animais expostos a fungicidas do grupo das estrobilurinas foram observados incremento no peso do fígado, hipertrofia hepática, alterações histopatológicas e lesões no fígado. Em exposições severas podem ocorrer diarreias, vômitos, insuficiência renal, enfraquecimento da consciência e dificuldade respiratória. Inalação: exposição à poeira do produto pode ocasionar irritação do nariz, garganta e pulmões Sintomas e Sinais clínicos Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado; 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por, no mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas; 3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Tratamento Tratamento sintomático e de manutenção. Contraindicações Não induzir o vômito em razão do risco potencial de aspiração. É recomendável evitar administrar qualquer medicamento que tenha o mesmo mecanismo de ação de Azoxistrobina (inibição do sistema de transporte de elétrons na respiração mitocondrial). Efeitos das interações químicas Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Atenção Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600 AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: 5.000 mg/kg peso corporal DL50 dermal em ratos: > 2.000 mg/kg peso corporal CL50 inalatória em ratos: > 6,240 mg/L Irritação dermal em coelhos: Não causou irritação cutânea Irritação ocular em coelhos: Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em 48h Sensibilização dérmica: Não é sensibilizante Efeitos Crônicos: Em estudo de 3 meses com ratos, o produto técnico AZOXISTROBINA administrado através da dieta causou uma diferença no desenvolvimento do peso corpóreo nos animais tratados com a dose de 6.000 ppm. A avaliação histopatológica demonstrou que o órgão alvo foi o fígado. A dose testada de efeito não observado (NOEL) foi correspondente a 20 mg/kg de peso corpóreo/dia. Em estudos de dois anos com ratos, o tratamento com o produto AZOXISTROBINA foi através da dieta. O fígado foi considerado o órgão alvo e houve ocorrências de hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto biliar e hiperplasia biliar do fígado. As alterações no fígado foram consideradas como secundárias para a toxicidade do ducto biliar. Não houve evidências de que AZOXISTROBINA tenha sido carcinogênico aos ratos. O nível de dosagem de 18 mg/kg de peso corpóreo/dia foi tanto o NOEL como NOAEL. No estudo de 18 meses com camundongos, a administração de AZOXISTROBINA na dieta foi tolerada sem a ocorrência de toxicidade excessiva. Houve uma redução no crescimento dos animais na dose mais alta, demonstrando com isso que a dose máxima havia sido atingida. O padrão e incidência das alterações não-neoplasmáticas foram típicas das alterações encontradas nesta linhagem de camundongo. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os animais controle e os animais tratados. Conclui-se que o produto AZOXISTROBINA não é carcinogênico para camundongos.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO, para microcrustáceos. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos; • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas; • Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza; • Não utilize equipamento com vazamentos; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; • Aplique somente as doses recomendadas; • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água; • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada; • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais; • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO; • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados; • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada; • Contacte as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A., telefone de emergência: AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767; • Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão, luvas, botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotandose os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS - NÃO CONTAMINADAS ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.