AZOXISTROBIN 200 + CIPROCONAZOL 80 SC CCAB ® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 19622
COMPOSIÇÃO
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate (AZOXISTROBINA) .................................................................................... 200 gIL (20,0% m/v) (2RS,3RS;2RS,3SR)-2-( 4-chlorophenyl)-3-cyclopropyl-1-( 1H-1,2,4-triazol-1-yl)butan-2-ol (CIPROCONAZOL) ........................................................................................ 80 gIL (8,0% m/v) Outros ingredientes .................................................................................. 800 gIL (80,0% m/v) GRUPO C3 FUNGICIDA GRUPO G1 FUNGICIDA
| GRUPO | C3 | FUNGICIDA |
|---|---|---|
| GRUPO | G1 | FUNGICIDA |
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUIMICO: Estrobilurinas (azoxistrobina) e Triazóis (ciproconazol) TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, nº 2.159 – 6º andar, Cerqueira César, São Paulo / SP - CEP: 01419-100 C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: Cadastro CDA/SP sob nº 820 e 4773. (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Azoxystrobin Técnico Proventis – Registro MAPA nº 23416 SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD. Nº 9 Weijiu Road., Hangzhou Bay Shangyu Industrial Area, Zhejiang 312369 – China. Azoxystrobin Técnico Proventis II – Registro MAPA nº TC06724 SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD. No 9 Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area 312369, Zhejiang, China. Ciproconazol Técnico Proventis – Registro MAPA nº 30419 SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD. Nº 9 Weijiu Road., Hangzhou Bay Shangyu Industrial Area, Zhejiang 312369 – China. JIANGSU SWORD AGROCHEMICALS CO., LTD. Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial Park, Binhai County, Jiangsu 224500 - China FORMULADOR: TECNOMYL S.A Parque industrial Avay Villeta/ Paraguai
TECNOMYL S.A. Tierra del Fuego - Argentina NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China PHYTEUROP Rue Pierre My – Z.I. Grande Champagne 49260 Montreuil Bellay – França MANIPULADOR: TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Av. Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Passáros. Paulínia/ SP CEP:13140-000, Brasil. C.N.P.J.: 03.855.423/0001-81 OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 Jaboticabal/SP CEP: 14871-360 C.N.P.J.: 65.011.967/0001-14 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 101 CDA/SP ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 – Bairro Cruz Alta Indaiatuba/SP C.N.P.J.: 50.025.469/0004-04
| N° do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
EM SEU PODER. CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Produto MUITO PERIGOSO ao meio ambiente – CLASSE II
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: O AZOXISTROBIN 200 + CIPROCONAZOL 80 SC CCAB é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações foliares para o controle das doenças da parte aérea das culturas do algodão, arroz-irrigado, aveia, café, cana-de-açúcar, cevada, eucalipto, girassol, milho, soja e trigo, bem como, no tratamento industrial de mudas e aplicações no sulco de plantio de cana-de-açúcar. CULTURA, DOENÇAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (ml de produto comercial/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
|---|---|---|---|---|
| Algodão | Ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) | 300 ml/ha | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 25 dias após a emergência da cultura ou estágio de 2 a 4 folhas verdadeiras. Realizar no máximo 03 aplicações no ciclo da cultura em um intervalo de 14 a 21 dias |
| Mancha-de-ramulária (Ramularia areola) | Iniciar as aplicações ao redor de 40-45 dias após a emergência da cultura. Realizar no máximo 03 aplicações no ciclo da cultura em um intervalo de 14 a 21 dias | |||
| Arroz- irrigado | Queima-das-bainhas (Rhizoctonia solani) | 300 ml/ha | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença e no momento que a cultura apresentar de 1 a 5% de panículas emitidas. Realizar no máximo 03 aplicações no ciclo da cultura em intervalo de 14 dias |
| Aveia | Ferrugem-da-folha (Puccinia coronata var. avenae) | 200 a 300 ml/ha (usar adjuvante “óleoe mulsionável”, a 0,5% do volume da calda e até o máximo 600 ml de adjuvante/ha) | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Iniciar as aplicações preventivamente ou no estágio inicial da infecção da doença (até 5% de incidência). Realizar no máximo 03 aplicações no mesmo ciclo da cultura em intervalo de 14 a 21 dias |
| Café | Ferrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix) | 500 ml/ha (em aplicações em intervalo de 60 dias) ou 750 ml/ha (em aplicações com intervalo de 90 dias) – usar adjuvante “óleo emulsionável”, a 0,5% do volume de calda de aplicação | Terrestre: 400 | Iniciar as aplicações preventivamente antes do aparecimento dos sintomas da doença. Realizar 03 aplicações por safra em um intervalo de 60 dias (menor dose) ou realizar 02 aplicações por safra em um intervalo de 90 dias (maior dose) (seguir a recomendação de dose para cada intervalo de aplicação). Deverá ser utilizado preferencialmente na época preconizada para o controle das doenças e no período de maior infecção, o que normalmente ocorre nos meses de dezembro e abril |
| Cercosporiose (Cercospora coffeicola) |
| Cana-de- açúcar (foliar) | Ferrugem (Puccinia melanocephala) | 250 a 500 ml/ha (usar adjuvante “óleo emulsionável”, a 0,5% do volume da calda de aplicação, até no máximo 600 ml de adjuvante/ha) | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Para o controle da doença, realizar aplicações de foliares. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas de doença na área. Realizar 06 aplicações por ciclo em um intervalo de 30 dias. As aplicações devem ser concentradas no período de máximo desenvolvimento vegetativo da planta. Utilizar maior dose em variedades com maior susceptibilidade a ocorrência da doença |
|---|---|---|---|---|
| Ferrugem-alaranjada (Puccinia kuehnii) | 500 ml/ha (usar adjuvante “óleo emulsionável”, a 0,5% do volume da calda de aplicação, até no máximo 600 ml de adjuvante/ha) | |||
| Cana-de- açúcar (propágulos vegetativos) | Ferrugem (Puccinia melanocephala) | 250 a 300 ml/ha (usar a maior dose em variedades mais susceptíveis e plantada em época mais favorável a incidência da doença) | -- | Realizar 01 aplicação na forma de tratamento de propágulos vegetativos e antes do plantio |
| Podridão-abacaxi (Ceratocystis paradoxa) | 250 a 300 ml/ha (usar a maior dose em época mais favorável a incidência ou em áreas com histórico de ocorrência da doença) | |||
| Cana-de- açúcar (sulco) | Podridão-abacaxi (Ceratocystis paradoxa) | 250 ml/ha | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Aplicação no sulco: aplicar sobre os toletes no sulco de plantio, através de pulverização em jato dirigido. |
| Cevada | Mancha-reticular (Drechslera teres) | 300 ml/ha (usar adjuvante “óleo emulsionável” a 0,5% do volume de calda de aplicação) | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no surgimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar 02 aplicações em intervalo de 21 dias |
| Ferrugem-da-folha (Puccinia hordei) | ||||
| Eucalipto | Ferrugem-da-goiabeira (Puccinia psidii) | 300 ml/ha (usar adjuvante “óleo emulsionável” na dose de 600 ml/ha ou 450 ml/ha (sem adjuvante) | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Iniciar as aplicações preventivamente ou no surgimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar se necessário a cada 14 – 21 dias |
| Girassol | Mancha-de-alternária (Altemaria helianthi) | 250 ml/ha | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Inicias as aplicações nos primeiros sintomas da doença. Realizar 02 aplicações em um intervalo de 14 dias |
| Oídio (Erysiphe cichoracearum) | 200 ml/ha | |||
| Milho | Cercosporiose (Cercospora zeae- maydis) | 300 ml/ha (usar adjuvante “óleo emulsionável” a | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Iniciar a aplicação de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura em função da precocidade do |
| Mancha- de-phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis) | 0,5% do volume de calda de aplicação) | material utilizado). Realizar no máximo 02 aplicações em um intervalo de 15 dias (a fim de cobrir adequadamente o período de máxima susceptibilidade) | ||
|---|---|---|---|---|
| Soja | Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii) | 300 ml/ha (usar adjuvante “óleo emulsionável” a 0,5% do volume da calda de aplicação, até no máximo 600 ml de adjuvante/ha) | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Para o controle da Ferrugem realizar a 1º aplicação de forma preventiva no estádio R1 (início do florescimento); reaplicar em intervalo máximo de 14 dias se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença, ou aos 21 dias em condições climáticas menos favoráveis. Continuar as aplicações com 14 dias de intervalo utilizando outros produtos recomendados para controle da ferrugem, caso as condições climáticas permaneçam favoráveis a progressão da doença. Para o controle do Crestamento- foliar e da Mancha-parda realizar a aplicação no estádio R5.1. Para o controle do Oídio, aplicar quando o índice de infeção atingir 20%. Realizar no máximo 02 aplicações. Para o controle de Antracnose, Mela e Mancha-alvo, realizar a 1º aplicação de forma preventiva, até no máximo no estádio R2 (florescimento pleno), reaplicar em intervalo máximo de 21 a 28 dias caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença ou reaplicar no estádio R5.1 (grãos perceptíveis ao tato – o equivalente a 10% da granação). Realizar no máximo 02 aplicações |
| Antracnose (Colletotrichum truncatum) | ||||
| Mancha-alvo (Corynespora cassiicola) | ||||
| Oídio (Microsphaera diffusa) | ||||
| Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) | ||||
| Mancha-parda (Septoria glycines) | ||||
| Mela (Thanatephorus cucumeris) | ||||
| Trigo | Mancha-bronzeada- da-folha (Drechslera tritici- repentis) | 300 ml/ha (usar adjuvante “óleo emulsionável” a 0,5% do volume de calda de aplicação) | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 30 a 40 | Iniciar a aplicação de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo (até 5% de incidência). Realizar no máximo 02 aplicações em um intervalo de 14 a 21 dias |
| Ferruem-do-colmo (Puccinia graminis) | ||||
| Ferrugem-da-folha (Puccinia triticina) |
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Número, Época e Intervalo de Aplicação O produto deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
Preparo da Calda, Abastecimento do Equipamento, Tecnologia de Aplicação, Limpeza do Equipamento e Descarte da Água de Lavagem. APLICAÇÃO TERRESTRE: Volume de aplicação: 100 a 200 litros de água/ha para as culturas do algodão, arroz irrigado, aveia, cana-de-açúcar (foliar), cevada, eucalipto, milho, soja, girassol e trigo; e 400 litros de água/ha para a cultura do café. Nas culturas do arroz-irrigado, aveia, algodão, eucalipto, cana-de-açúcar, cevada, milho, soja e trigo, utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µ, uma densidade de 50 a 70 gotas/cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras. Na cultura do café, utilizar equipamento tipo turbo atomizador ou costal, equipado com bico tipo jato cônico serie "X" ou "D", a uma pressão de 10 a 40psi (para o atomizador) e 30 a 60psi (para o costal), produzindo um diâmetro de gotas na faixa de 150 a 250 µ e densidade maior que 100 gotas/cm2. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Para aplicação no sulco na cultura da cana-de-açúcar, utilizar volume de calda de 100 L/ha e imediatamente antes do fechamento do sulco. Utilizar pulverizadores acoplados as plantadoras mecanizadas ou máquinas especificas para fechamento do sulco (tampador).
TRATAMENTO INDUSTRIAL
O tratamento industrial de propágulos vegetativos ou mudas de cana-de-açúcar deve ser feito exclusivamente por empresas habilitadas e autorizadas. APLICAÇÃO AÉREA: Para as culturas do algodão, arroz-irrigado, aveia, cana-de-açúcar, cevada, eucalipto, milho, soja e trigo, utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45. Largura efetiva de 15-18m, com diâmetro de gotas de 80 µ, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Dias |
|---|---|
| Algodão | 30 |
| Arroz-irrigado | 30 |
| Aveia | 30 |
| Café | 30 |
| Cana-de-açúcar (foliar) | 30 |
| Cana-de-açúcar (tratamento industrial de propágulos vegetativos/mudas antes do plantio) | (1) |
| Cana-de-açúcar (sulco de plantio) | (1) |
| Cevada | 30 |
|---|---|
| Eucalipto | UNA |
| Girassol | 21 |
| Milho | 42 |
| Soja | 30 |
| Trigo | 30 |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade para as culturas recomendadas: Desde que sejam seguidas as recornendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas registradas. Outras restrições a serem observadas: A azoxistrobina e extremamente fitotóxica para certas variedades de maçãs e, por essa razão, não pulverizar quando no risco de deriva que possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar o produto para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçãs.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico (classe P2 / P3 quando necessário) cobrindo nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
| GRUPO | C3 | FUNGICIDA |
|---|---|---|
| GRUPO | G1 | FUNGICIDA |
O produto fungicida Azoxistrobin 200 + Ciproconazol 80 SC CCAB é composto por azoxistrobina e ciproconazole, que apresentam mecanismos de inibidores extracelulares de Quinona e inibidores da desmetilação, pertencentes aos Grupo C3 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não aplicável, trata-se de um FUNGICIDA.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro, viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico (classe P2 / P3 quando necessário) cobrindo nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO - Nocivo se ingerido - Pode ser nocivo em contato com a pele - Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho, caso utilize lente de contato, deve-se retirala. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Azoxistrobina: Estrobirulina Ciproconazol: Triazol |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 4 – Produto pouco tóxico |
| Toxicodinâmica | Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos para ambos os ativos, porem estudos em animais sugerem que: Azoxistrobina inibe o transporte de elétrons entre citocromos b e c1 nas mitocôndrias, assim prevenindo a formação de ATP. Ciproconazol em fígados de roedores altera o metabolismo de lipídeos e induz enzimas que metabolizam alguns medicamentos. Este modo de ação no fígado é específico para roedores e tem sido demonstrado não ser relevante aos humanos. Um modo de ação semelhante ocorre em humanos com o fenobarbital. |
| Vias de exposição | Oral e dérmica. |
| Toxicocinética | Vide item: Mecanismos de ação, absorção e excreção para animais de laboratório. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Os dados de laboratórios disponíveis indicam que os sinais de intoxicação, tanto para o Azoxistrobina como para o Ciproconazol, são inespecíficos e transitórios. Alguns indivíduos podem ocasionalmente apresentar reações cutâneas locais quando expostos através de contato direto ao ciproconazol. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| Tratamento | Tratamento sintomático e de manutenção: As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração, tratamento sintomático e de suporte. Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado; 2. se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por, no mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosa; |
| 3. em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50 – 100 g em adultos e 25 – 50 g em crianças de 1 – 12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água potável, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente. | |
|---|---|
| Contra - indicações | A indução ao vômito é contraindicada em razão de risco de aspiração. |
| Efeitos das interações químicas | É recomendado evitar administrar qualquer medicamento que tenha o mesmo mecanismo de ação da Azoxistrobina (inibição do sistema de transporte de elétrons na respiração mitocondrial). |
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600 AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Azoxistrobina: - Absorção: A principal rota de absorção e pela via oral, sendo as demais vias secundárias. Após a administração oral do produto, o produto é rapidamente metabolizado. - Distribuição: Quando o produto radiomarcado foi administrado via oral em ratos, pequena radioatividade foi retida nos tecidos. Menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos e carcaças de ratos de ambos os sexos. A maior concentração da radioatividade presente em tecidos foi encontrada no rim, concentrações menores foram encontradas no fígado e sangue. - Ação: A azoxistrobina é bem metabolizado, resultando na formação de no mínimo 15 metabolitos. As duas principais rotas metabólicas são: hidrolise ao metoxiácido, seguido pela conjugação da glucoronide; e, a conjugação da glutationa ao anel cianofenil seguido pelo posterior metabolismo via um número de intermediários ao metabolito mercaptúrico ácido. Azoxistrobina também pode ser hidroxilado a posição 8 e 10 do anel cianofenil, seguido da conjugação guoronide. Os metabolitos resultantes são polares, e consequentemente, excretados, em sua grande maioria em 48 horas. - Excreção: A principal via de eliminação é as fezes. Em 48 horas, mais que 96% da dose administrada oralmente foi eliminada através das fezes de ratos machos e fêmeas. A urina também contribuiu com a eliminação de cerca de 12,5% a 17,0% em outro experimento realizado com ratos de laboratório. - Quando o produto foi aplicado sobre a pele de coelhos, não foram observados achados hematológicos, química clínica e histopatológica que pudessem ser atribuídos a administração em doses repetidas do produto Ciproconazol: A absorção foi quase que completa (pelo menos 86%), independente do nível de dose ou regime (intubação gástrica ou injeção na veia femoral). os níveis mais elevados foram observados no fígado e no córtex adrenal seguido da gordura renal, rins e baco. Não houve nenhuma retenção especial de materiais derivados do composto nos ratos e a dosagem múltipla não influenciou o padrão de distribuição (não houve acumulação significativa).
O Ciproconazol foi extensivamente metabolizado pelo rato, independente da rota ou regime de dose e sexo do animal teste. As principais vias de metabolismo são as seguintes: • Eliminação oxidativa do anel triazole; • Hidroxilacoes da cadeia lateral que possui o anel ciclopropil; • Quebra oxidativa do anel cipropil; • Eliminação do anel lateral que possui o anel ciclopropil, seguida por oxidação. Um total de cerca de 35 metabólitos foram detectados em ratos, entre os quais 13, de maior significância foram isolados. Todos os outros estiveram presentes em quantidades muito pequenas «3% do total de resíduos) e, portanto, considerados não significativos. a produto e/ou seus metabolitos foram eliminados do sangue com uma meia-vida de eliminação de cerca de 30 horas e sem diferença significativa das vias e regimes de dosagem. Após 168 horas da dosagem, a eliminação principal ocorreu através da bile, em fezes (60 a 75%; sendo que 90% dessa quantidade dentro das primeiras 24 horas) e urina (30 a 40%). Após 7 dias, os resíduos nos órgãos e tecidos foram muito baixos e não houve retenção significativa do composto e/ou seus metabolitos nos ratos, nas condições testadas. Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: 500 mg/kg DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: > 2,12 mg/L Corrosão/Irritação dérmica em coelhos: quando aplicado na pele dos coelhos produziu eritema de grau 1, nas leituras de 1 e 24 horas, em 3/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em 48 horas após o tratamento. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: os sintomas de irritação foram reversíveis em 72 horas. Nenhuma alteração relacionada ao tratamento foi observada na córnea. Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante. Mutagênicidade: não mutagênico Efeitos Crônicos: Azoxistrobina: Em estudo de 3 meses com ratos, o produto técnico Azoxystrobin administrado através da dieta causou uma diferença no desenvolvimento do peso corpóreo nos animais tratados com a dose de 6.000ppm. A avaliação histopatológica demonstrou que o órgão alvo foi o fígado. A dose testada de efeito não observado (NOEL) foi correspondente a 20mg/Kg de peso corpóreo/dia. Em estudos de dois anos com ratos, o tratamento com o produto Azoxystrobin foi através da dieta. O fígado foi considerado o órgão alvo e houve ocorrências de hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto biliar e hiperplasia biliar do fígado. As alterações no fígado foram consideradas como secundarias para a toxicidade do ducto biliar. Não houve evidências de que Azoystrobina tenha sido carcinogênico aos ratos. 0 nivel de dosagem de 18mg/Kg de peso corpóreo/dia foi tanto 0 NOEL como NOAEL. No estudo de 18 meses com camundongos, a administração de Azoxistrobin na dieta foi tolerada sem a ocorrência de toxicidade excessiva. Houve uma redução no crescimento dos animais na dose mais alta, demonstrando com isso que a dose máxima havia sido atingida. O padrão e incidência das alterações não-neoplasmáticas foram típicas das alteray6es encontradas nesta linhagem de camundongo. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os animais controle e os animais tratados. Conclui-se que o produto Azoxistrobin não é carcinogênico para camundongos
Ciproconazol: Em estudo crônico de 1 ano com cães, foi observada redução no ganho de peso corpóreo nos cães machos na dose máxima do estudo de 350ppm. Em adição, alterações químicas de depressão dos níveis de colesterol, e triglicerídeos, redução na albumina e elevação dos níveis de enzimas do fígado indicaram uma leve hepatotoxicidade relacionados ao tratamento com o ciproconazol. Algumas alterações histoplatológicas do fígado foram relatadas nos níveis de 100 e 350ppm. Essas alterações, no entanto, representam uma adaptação fisiológica reversível, sem relevância toxicológica. Em estudo de 2 anos com ratos, foi observada redução no ganho de peso corpóreo na dose de 350ppm. Foram observados efeitos no fígado, onde houve um aumento na incidência de gordura e hipertrofia hepática. Não houve evidência de efeito no sistema endócrino. O nível sem efeito observado em cães foi de 30ppm na dieta equivalente a um consumo de 1 mg/kg de peso corpóreo. O nível sem efeito observado em ratos foi de 50ppm na dieta, equivalente a um consumo de 2,22mg/kg de peso corpóreo. Nestas doses ou em doses menores, não foram observados efeitos dos ingredientes ativos nos animais testados. EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo angirprincipalmente águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Empresa CCAB AGRO S.A pelo telefone de emergência (11) 3889-5600 / AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de scalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a f ra e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases e efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.