ATRAZINA 900 WG BINNONG® ATRAZINA 900 SOMAX Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA nº 19725
COMPOSIÇÃO
6-chloro-N2-ethyll-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA).............................900,0 g/kg (90,0% m/m) Outros ingredientes.............................................................................................................100,0 g/kg (10,0% m/m)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica, de pós-emergência GRUPO QUÍMICO: Triazina TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): Inovatis Agronegócios Importação e Exportação Ltda Rua José Paulino, 235, Centro, Campinas/SP, CEP: 13.013-000 CNPJ Nº 37.132.448/000179 – CDA/SAA-SP nº 4310 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: ATRAZINA TÉCNICO BINNONG – Registro nº TC15921 Shandong Zhongnong Minchang Chemical Industry Co., Ltd. Nº. 518, Yongxin Road, Binbei Town Binzhou, Shandong - China IMPORTADOR: Agrilean Inputs S.A., Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5, PAVMTO36, CEP: 06421-300, Jardim Maria Cristina, Barueri/SP CNPJ: 47.983.211/0004-06 Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob nº 4378 Filial: Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n° 11100 Barueri, SP. CEP 06421-300. CNPJ n° 47.983.211/0004-06 Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4378 Filial: Área Rural, km 207, Lote 04, Armz 01, s/n° Luis Eduardo Magalhães, BA. CEP 47865-899 CNPJ n° 47.983.211/0002-36 Cadastro da Empresa no Estado (ADAB/BA) n° 145723 Filial: Rodovia BR 364, km 20, Area 02, 5788 Cuiabá, MT. CEP 78098-970 CNPJ n°47.983.211/0003-17 Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 33070 Amaggi Exportação e Importação Ltda Rodovia BR 364, Km 20, 5788, Área 02 com 26 ha, Zona Rural, CEP: 78098-970, Cuiabá/MT CNPJ: 77.294.254/0050-72
Nº do registro do estabelecimento: INDEA/MT sob nº 20435 Filial: Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana Sorriso, MT. CEP 78890-000 CNPJ n° 77.294.254/0077-92 Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 22956 Filial: Rodovia PA 125, s/nº, Quadra 03, Lote 15 e 18, CXPST 217, Presidente Juscelino Kubitschek CEP: 68628-557, Paragominas/PA CNPJ: 77.294.254/0083-30 Nº do registro do estabelecimento: ADERPARÁ/PA sob nº 004.23 BRA Defensivos Agrícolas Ltda, Rua São José, 550, Centro CEP: 13400-330 - Piracicaba/SP CNPJ: 07.057.944/0001-44 Nº de registro do estabelecimento no Estado: 879 - CDA/SP DKBR Trading S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond. Torre Siena, andar 17, Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano, CEP: 86050-460 - Londrina/PR CNPJ: 33.744.380/0001-28 Nº do registro do estabelecimento: ADAPAR/PR sob nº 1007743 Filial: Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01, Km 500 metros, Zona Rural CEP: 19640-000, Iepê/SP CNPJ: 33.744.380/0003-90 Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob nº 4303 Filial: Avenida Miguel Sutil, 6.559, Anexo A, Sala 3, Alvorada CEP: 78048-000, Cuiabá/MT CNPJ: 33.744.380/0002-09 Nº do registro do estabelecimento: INDEA/MT sob nº 22058 Fiagril Ltda, Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11A, Sala 01, 2204-W, Parque das Emas Lucas do Rio Verde, MT. CEP 78466-551 CNPJ n° 02.734.023/0013-99. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 28047 Somax Agro do Brasil Ltda, Avenida Constante Pavan, 4633 Paulínia/SP, CEP: 13.148-198 CNPJ Nº 45.923.627/0006-67 - CDA/SAA-SP nº 4495 FORMULADOR: Shandong Binnong Technology Co., Ltd. No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong, 256600, China MANIPULADOR: Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Cruz Alta Indaiatuba/SP, CEP: 13.348-790 CNPJ: 50.025.469/0004-04 – CDA/SAA-SP nº 1248
Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Alberto Guizo, 859, Distrito Industrial João Narezzi Indaiatuba/SP, CEP: 13.347-402 CNPJ: 50.025.469/0001-53 – CDA/SAA-SP nº 466 Oxiquímica Agrociência Ltda. Rua Minervino de Campos Pedroso,13, Parque Industrial Carlos Tonanni Jaboticabal/SP, CEP: 14871-360 CNPJ: 65.011.967/0001-14 – CDA/SAA-SP nº 101 Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Avenida Roberto Simonsen, 1.459, Recanto dos Pássaros Paulínia/SP, CEP: 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81 – CDA/SAA-SP nº 477
| N° do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA
CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
ATRAZINA 900 WG BINNONG® é um herbicidade seletivo, de ação sistêmica e residual recomendado para o controle de plantas infestantes nas culturas de cana-de-açúcar, milho e sorgo, conforme especificado abaixo:
| Cultura | Alvos | Dose (Kg/ha) | Nº Máximo de aplicação | Volume de calda (L/ha) | |
|---|---|---|---|---|---|
| Solo Arenoso | Solo Areno- argiloso | ||||
| Cana-de-Açúcar | Acanthospermum hispidum (Carrapicho-decarneiro) | 2,0 | 2,0 a 3,0 | 1 | Terrestre: 100 a 400 Aérea: 40 a 50 |
| Amaranthus viridis (Caruru-de-mancha) | |||||
| Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
| Brachiaria plantaginea (Capim-marmelada) | |||||
| Cenchrus echinatus (Capim-carrapicho) | |||||
| Commelina benghalensis (Trapoeraba) | |||||
| Digitaria horizontali (Capim-colchão) | |||||
| Eleusine indica (Capim-pé-de-galinha) | |||||
| Galinsoga parviflora (Picão-branco) | |||||
| Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
| Lepidium virginicum (Mentruz) | |||||
| Portulaca oleracea (Beldroega) | |||||
| Sida cordifolia (Guanxuma) | |||||
| Sida rhombifolia (Guanxuma) | |||||
| Época de aplicação: Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total, na cana planta após o plantio, e na cana soca depois do corte e após os tratos culturais. Para aplicações na pós-emergência precoce e inicial das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total (cana planta e cana soca), sobre a cultura germinada e perfilhada até o porte aproximado de 30-40 cm e com as plantas infestantes indicadas nos respectivos estágios de |
desenvolvimento recomendados. Nas altas infestações destas plantas, ou em solos com alto teor de matéria orgânica, aplicar sempre as maiores doses indicadas.
| Pré-emergência | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Sistema de plantio convencional e direto | |||||
| Cultura | Alvos | Nº Máximo de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Solo Arenoso | Solo Areno- argiloso | ||||
| Milho | Brachiaria plantaginea (Capim- marmelada) | 2,0 kg/ha | 2,0 a 3,0 kg/ha | 1 | Terrestre: 100 a 400 Aérea: 40 |
| Digitaria horizontalis (Capim-ncolchão) | |||||
| Eleusine indica (Capim- pé-de galinha) | |||||
| Acanthospermum hispidum (Carrapicho-decarneiro) | |||||
| Acanthospermum australe (Carrapichinho) | |||||
| Amaranthus hybridus (Caruru) | |||||
| Alternanthera tenella (Apaga-fogo) | |||||
| Ageratum conyzoides (Mentrasto) | |||||
| Bidens pilosa (Picão- preto) | |||||
| Commelina benghalensis (Trapoeraba) | |||||
| Desmodium tortuosum (Desmodio) | |||||
| Emilia sonchifolia (Falsa-serralha) | |||||
| Euphorbia heterophylla (Amendoim-bravo) | |||||
| Galinsoga parviflora (Picão-branco) | |||||
| Glycine max (Soja) | |||||
| Hyptis lophantha (Cheirosa) |
| Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Nicandra physaloides (Joá-de-capote) | |||||
| Portulaca oleracea (Beldroega) | |||||
| Raphanus raphanistrum (Nabo) | |||||
| Richardia brasiliensis (Poaia- branca) | |||||
| Sida rhombifolia (Guanxuma) | |||||
| Sida cordifolia (*) Guanxuma | |||||
| Spermacoce latifólia (Erva-quente) | |||||
| Época de aplicação: Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. As doses indicadas de 2,0 a 3,0 kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, arena-argiloso ou argiloso; do teor de 2 matéria orgânica, da densidade das plantas infestantes, se baixa, em torno de 15 plantas/m , 2 2 média em torno de 50 plantas/m ou alta, superiores a 50 plantas/m , fatores esses que contribuem para com o maior ou menor efeito residual do produto. |
| Pré/Pósemergência | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Cultura | Plantas infestantes | Dose | Número de aplicação | Volume de calda (L/ha) | |
| Solo arenoso | Solo médio a pesado | ||||
| Milho | Amaranthus viridis (Caruru-de-mancha) | 2,0 | 2,0 a 3,0 (1) | 1 | Terrestre: 200 a 400 Aérea: 40 a 50 |
| Cenchus echinatus (Capim-carrapicho) | |||||
| Lepidium virginicum (mastruz) | |||||
| Época de aplicação: Pré-emergência: aplicar em área total logo após a semeadura, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo das linhas de plantio. Neste caso poderá ser aplicado com o au xílio de pulverizador costal ou com equipamento tratorizado através de sistema 3 em 1, no qual em uma operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Pós-emergência: aplicar em área total após a |
germinação da cultura com as plantas infestantes dicotiledôneas com até 6 folhas, e dicotiledôneas com até 3 folhas. Nas altas infestações destas plantas, ou em solos com alto teor de matéria orgânica, aplicar sempre as maiores doses. (1) As doses mais elevadas são utilizadas em solos com maior conteúdo de argila o u matéria orgânica, como também nas aplicações de pós-emergência para plantas infestantes em estádio de desenvolvimento mais adiantado.
| Pós emergência | ||||
|---|---|---|---|---|
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (Kg/ha) | Número de aplicação | Volume de calda (L/ha) |
| Milho (OGM) | Acanthospermum hispidum (Carrapicho-de-carneiro) | 2,5 a 3,0 | 1 | Terrestre 200 |
| Amaranthus hydridus (Caruru-roxo) | ||||
| Amaranthus viridis (Caruru-de-mancha) | ||||
| Bidens pilosa (Picão-preto) | ||||
| Euphorbia heterophylla (Leiteiro) | ||||
| Portulaca oleracea (Beldroega) | ||||
| Raphanus raphanistrum (Nabo) | ||||
| Richardia brasiliensis (Poaia-branca) | ||||
| Brachiaria plantaginea (Capim-marmelada) | 3,5 | |||
| Cenchrus echinatus (Capim-carrapicho) | 3,0 a 3,5 | |||
| Digitaria horizontalis (Capim-colchão) | ||||
| Sida rhombifolia (Guanxuma) |
(Guanxuma)
| Pré-emergência | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Sistema de plantio convencional e direto | |||||
| Solo arenoso – Solo areno-argiloso – Solo argiloso | |||||
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (Kg/ha) | Estádio | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Milho Sorgo | Brachiaria plantaginea (Capim-marmelada) Digitaria horizontalis (Capim-colchão) Eleusine indica (Capim-pé-de galinha) | 2,0 a 3,0 3,0 | Até 2 folhas Até 3 folhas | 1 | Terrestre: 100 a 400 Aérea: 40 |
| Triticum aestivum (Trigo) Avena strigosa (Aveia-preta) | 2,0 a 3,0 3,0 | Até 3 folhas Até 5 folhas | |||
| Acanthospermum hispidium (Carrapicho-de- carneiro) | 2,0 a 3,0 | Até 4 folhas | |||
| Acanthospermum australe (Carrapichinho) | |||||
| Amaranthus hybridus (Caruru) | |||||
| Alternanthera tenella (Apaga-fogo) | |||||
| Ageratum conyzoides (mentrasto) | 3,0 | Até 6 folhas | |||
| Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
| Commelina benghalensis (Trapoeraba) | |||||
| Desmodium tortuosum (Desmodio) | |||||
| Emilia sonchifolia (Falsa-serralha) |
| Pré-emergência | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Sistema de plantio convencional e direto | |||||
| Solo arenoso – Solo areno-argiloso – Solo argiloso | |||||
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (Kg/ha) | Estádio | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| Milho Sorgo | Euphorbia heterophylla (Amendoim-bravo) | 2,0 a 3,0 | Até 4 folhas | 1 | Terrestre: 100 a 400 Aérea: 40 |
| Galinsoga parviflora (Picão-branco) | |||||
| Glycine max (Soja) | |||||
| Hyptis lophantha (Cheirosa) | |||||
| Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
| Nicandra physaloides (Joá-de-capote) | 3,0 | Até 6 folhas | |||
| Portulaca oleracea (Beldroega) | |||||
| Raphanus raphanistrum (Nabo) | |||||
| Richardia brasiliensis (Poaia-branca) | |||||
| Sida rhombifolia (Guanxuma) | |||||
| Sida cordifolia* (Guanxuma) | |||||
| Spermacoce latifólia (Erva-quente) | |||||
| Época de aplicação: Quando for aplicar em pós-emergência do milho e do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área. Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a maior tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas. Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas largas), não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós emergência, porém a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as menores doses ou em estádios mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós- emergência. Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na |
| Pré-emergência | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Sistema de plantio convencional e direto | |||||
| Solo arenoso – Solo areno-argiloso – Solo argiloso | |||||
| Cultura | Plantas infestantes | Dose (Kg/ha) | Estádio | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
| área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas. No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há mais fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão ser realizadas nos períodos em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30ºC, umidade relativa do ar a 60% e a velocidade dos ventos em no m áximo 6,0 km/hora. |
(*) Não é recomendada a utilização do produto para o controle em pós-emergência da planta infestante Sida cordifolia na cultura do SORGO.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Cana-de-Açúcar: Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total, na cana planta após o plantio, e na cana soca depois do corte e após os tratos culturais. Para aplicações na pósemergência precoce e inicial das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total (cana planta e cana soca), sobre a cultura germinada e perfilhada até o porte aproximado de 30-40 cm e com as plantas infestantes indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados. Nas altas infestações destas plantas ou em solos com alto teor de matéria orgânica, aplicar sempre as maiores doses indicadas. Frequência de Aplicação: Considera-se que apenas 01 (uma) aplicação de ATRAZINA 900 WG BINNONG® seja suficiente para o controle das plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar. Milho e Sorgo: Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. As doses indicadas de 2,0 a 3,0 kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, arena-argiloso ou argiloso; do teor de matéria orgânica, da densidade das plantas infestantes, se baixa, em torno de 15 plantas/m², média em torno de 50 plantas/m² ou alta, superiores a 50 plantas/m², fatores esses que contribuem para com o maior ou menor efeito residual do produto. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área. Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a maior tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas. Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas largas), não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós emergência, porém a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as menores doses ou em estádios mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que
seja possível a aplicação do herbicida em pós-emergência. Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas. No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há mais fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão ser realizadas nos períodos em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30ºC, umidade relativa do ar a 60% e a velocidade dos ventos em no máximo 6,0 km/hora. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: APLICAÇÃO TERRESTRE: ATRAZINA 900 WG BINNONG® pode ser aplicado via terrestre através de pulverizados tratorizado de barras, equipados com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110.02 a 110.04 e volumes de 100 a 400 L/ha, ou pulverizador costal manual, conforme mais informações abaixo.
| Tipos de pontas, cor da ponta, pressão e velocidade de trabalho, espaçamento entre pontas, altura do alvo e volume de calda. | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Tipo de ponta | Cor da ponta | Pressão (Lb/pol²) | Velocidade (km/h) | Distância entre pontas | Altura do alvo | Volume de calda (L/ha) |
| AIJET 110.02 | Amarelo | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 200-100 |
| AIJET 110.03 | Azul | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 300-150 |
| XR Teejet 110.02 | Verde | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 200-110 |
| XR Teejet 110.03 | Amarelo | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 300-150 |
| XR Teejet 110.04 | Azul | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 400-200 |
| XR Teejet 110.02 | Amarelo | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 200-100 |
| XR Teejet 110.03 | Azul | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 300-150 |
| XR Teejet 110.04 | Vermelho | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 400-200 |
| Twinjet 110.02 | Amarelo | 40 | 5/10 | 50 cm | 75 cm | 200-100 |
| XR Teejet 110.03 | Azul | 40 | 5/10 | 50 cm | 100 cm | 300-150 |
| XR Teejet 110.04 | Vermelho | 40 | 5/10 | 50 cm | 75 cm | 400-200 |
| Turbo Floodjet TF 02 | Vermelho | 40 | 5/10 | 75 cm | 100 cm | 300-150 |
| Turbo Floodjet TF 02 | Vermelho | 40 | 5/10 | 100 cm | 50 cm | 250-100 |
| Turbo Floodjet TF 03 | Marrom | 40 | 5/10 | 75 cm | 50 cm | 500-200 |
| Turbo Floodjet TF 03 | Marrom | 40 | 5/10 | 100 cm | 50 cm | 350-150 |
| Turbo Floodjet TF 02 | Amarelo | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 200-100 |
| Turbo Floodjet TF 03 | Azul | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 300-150 |
| Turbo Floodjet TF 04 | Vermelho | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 400-200 |
| XR Teejet 110.02 | Amarelo | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 200-100 |
| XR Teejet 110.02 | Azul | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 300-150 |
| XR Teejet 110.02 | Vermelho | 40 | 5/10 | 50 cm | 50 cm | 400-200 |
22,0 m pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro superior a 400 micra. Parâmetros básicos para a aplicação aérea do herbicida.
| Época de aplicação | Volume de calda (L/ha) | DMV (um) | Coberturas (Gotas/cm²) | Faixa de aplicação |
|---|---|---|---|---|
| Pré-emergência e Pós- emergência | 40 L/ha | >400 | 40 | 22,0 m |
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Dias |
|---|---|
| Cana-de -açúcar | (1) |
| Milho | (1) |
| Milho (OGM) | (1) |
| Sorgo | (1) |
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivo para a cultura do milho, pré e pós-emergência para a cultura e das plantas infestantes e somente em pós-emergência para a cultura do sorgo. • Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem ou outros fatores. • Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%. • Não aplicar com ventos superiores a 6,0km/hora para não promover deriva para re giões vizinhas. • Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis que não sejam o milho ou sorgo. • Na cultura do sorgo aplicar somente em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS E MBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas co m a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicaç ão de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida ATRAZINA 900 WG BINNONG® é composto por Atrazina que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da fotossíntese no fotossistema II pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não aplicável, trata-se de um herbicida.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ATRAZINA 900 WG BINNONG®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Atrazina: Triazina |
|---|---|
| Classe toxicológica | Classe toxicológica: PRODUTO POUCO TÓXICO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Atrazina: A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção. Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina marcada com C14. A maioria (91,1 - 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após 168 horas 5.6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72 horas. |
| Mecanismos de toxicidade | Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Atrazina: Sintomas e sinais clínicos: A toxicidade sistêmica aguda não costuma ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias). Exposição Aguda: Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode causar irritação ocular. Cardiovascular: Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina. Respiratório: Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias. A aspiração de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispnéia e espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais. Neurológico: Foi relatado coma após a ingestão de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol. etileno glicol e formaldeído. Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de herbicidas triazínicos. Gastrintestinal: Em estudos em animais. observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea, vômito, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca. Hepático: Foi relatada necrose hepática. Geniturinário: Foi relatada falência renal, várias horas após ingestão intencional de um I herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído. Hematológico: Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas após a :1 ingestão intencional de um herbicida contendo atrazina, |
| aminotriazol, etileno glicol e formaldeído. Dermatológico: A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele e olhos são os sintomas mais freqüentemente observados. Endócrino: Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece interferir no controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas ovariectomizadas. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | Atrazina: Exposição Oral A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos. B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 19/kg em infantes com menos de 1 ano de idade. C) lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou , nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas. Exposição Inalatória Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta- 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Exposição Ocular Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por Descontaminação pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. |
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração. |
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 11 3032-2090 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: 2500 mg/kg. DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg. CL50 inalatória em ratos: 5,198 mg/L Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não houve sinais de efeito adverso sistêmico em nenhum animal tratado. Observou-se eritema nos três animais testados, reversível em 48 h. O edema foi evidente em 1h em todos os coelhos testados, reversível em 24h. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os efeitos conjuntivais foram evidentes em 1, 24 e 48h em todos os três coelhos, reversíveis em 72h após a aplicação do teste. O exame com corante não revelou danos ao epitélio da córnea em todos os coelhos. Sensibilização cutânea em porquinhos da índia: Não sensibilizante. Mutagenecidade: Não mutagênico. Efeitos Crônicos: 40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg p.c./ via oral. durante 6 meses, morreram com sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos alimentados com 5 ou 25 mg de atrazina/kg p.c./dia, por 6 meses, apresentou retardo no crescimento. Em um estudo de cães, por 2 anos com 7,5 mg de atrazina/kg p.c./dia. causou diminuição da ingestão de alimentos e aumento no peso do coração e do fígado. Com a administração de 75 mg de atrazina/kg p.c./dia, observou-se diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso. aumento do peso adrenal. diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I) ■ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV) • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a • 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Inovatis Agronegócios Importação e Exportação Ltda. • Telefone da empresa: (19) 3325-4755 • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: • Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado • em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.