Bula oficial · registro MAPA nº 25521

Bula do Atabron Ultra

Bula completa do Atabron Ultra (registro MAPA nº 25521), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: clorfluazurom.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

ATABRON ULTRA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 25521

COMPOSIÇÃO

CLORFLUAZUROM 1-[3,5-dichloro-4-(3-chloro-5-trifluoromethyl-2-pyridyloxy)phenyl]-3- (2,6difluorobenzoyl)urea...................................................................107 g/L (10% m/v) OUTROS INGREDIENTES ............................................................. 963 g/L (90% m/v)

GRUPO INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida GRUPO QUÍMICO:

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*) ISK BIOSCIENCES DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Av. Fábio Ferraz Bicudo, 448 - Jardim Esplanada - CEP: 13331-501 - Indaiatuba/SP Tel.: (19) 3875-7450 CNPJ: 02.657.037/0001-12 - Registro CFICS/GDSV/CDA n° 341 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: ATABRON TÉCNICO ISK - REGISTRO nº 006994 ISHIHARA SANGYO KAISHA, LTD. (Sede): 3-15, Edobori 1-Chome - Nishi-ku, Osaka 550-0002 - Japão (Fábrica): 1, Ishihara-Cho, Yokkaichi-City, Mie, 510-0842 – Japão SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED. (Fábrica): Survey No. 225, Village – Gopipura, Tal-Halol (PIN Code-389 350) Dist. – Panchmahals, Gujarat, Índia FORMULADOR ISHIHARA SANGYO KAISHA, LTD. (Sede): 3-15, Edobori 1-Chome - Nishi-ku, Osaka 550-0002 - Japão (Fábrica): 1, Ishihara-Cho, Yokkaichi-City, Mie, 510-0842 – Japão

OURO FINO QUÍMICA LTDA. Fábrica: Avenida Filomena Cartafina, 22335, Lote 05 Quadra14, Distrito Industrial III, Uberaba/MG, inscrita no CNPJ sob o nº 09.100.671/0001-07 - Registro da Empresa no Estado de Minas Gerais: IMA nº 8.764. NORTOX S.A. Rodovia BR 369, km 197, s/n, Aricanduva, Arapongas-PR – Tel: (43) 3274 8585. CNPJ: 75.263.400/0001-99. Registro da Empresa no Estado do Paraná: ADAPAR nº 000466. IMPORTADOR NORTOX S.A. Rodovia BR 369, km 197, s/n, Aricanduva, Arapongas-PR – Tel: (43) 3274 8585. CNPJ: 75.263.400/0001-99. Registro da Empresa no Estado do Paraná: ADAPAR nº 000466.

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE

CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293C

INSTRUÇÕES DE USO

Trata-se de um inseticida que atua como regulador de crescimento de insetos, pois é um inibidor da síntese de quitina. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de algodão, amendoim, aveia, batata, brócolis, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, couve, couve-de-bruxelas, couve-chinesa, couve-flor, ervilha, feijão, grão-de-bico, lentilha, milheto, milho, repolho, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale. CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

CulturasAlvos controladosDosesNúmero e época de aplicação e intervalo de aplicação
AlgodãoCuruquerê (Alabama argillacea)0,15 a 0,25 L/ha (16 a 26,7 g i.a./ha)Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania)0,15 a 0,20 L/ha (16 a 21,4 g i.a./ha)
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda)0,15 a 0,20 L/ha (16 a 21,4 g i.a./ha)
BatataTraça-da-batata (Phthorimoea opercullela)0,30 L/ha (32,1 g i.a./ha)Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 7 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
Cana-de- açúcarBroca da cana (Diatraea saccharalis)0,20 a 0,30 L/ha (21,4 a 32,1 g i.a./ha)Aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 3% de colmos com presença de lagartas de até 3° instar (ou menores que 1 cm). Reaplicar após 20 a 40 dias, caso haja reinfestação. Utilizar o produto em no máximo 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
CitrosBicho-furão (Ecdytolopha aurantiana)15 ml/100 L d’água (1,6 g i.a./100 L d’água)Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 21 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
FeijãoLagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera)0,20 a 0,35 L/ha (21,4 a 37,4 g i.a./ha)Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
Tripes (Thrips Palmi)0,30 a 0,50 L/ha (32,1 a 53,5 g i.a./ha)Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens)0,20 a 0,35 L/ha (21,4 a 37,4 g i.a./ha)Aplicar no início do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 7 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
SojaLagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis)0,125 L/ha (13,4 g de i.a./ha)Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens)0,375 L/ha (40,1 g de i.a./ha)
Lagarta-falsa- medideira (Rachiplusia nu)0,375 L/ha (40,1 g de i.a./ha)
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera)0,375 L/ha (40,1 g de i.a./ha)
Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania)0,15 a 0,20 L/ha (16 a 21,4 g i.a./ha)
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda)0,15 a 0,20 L/ha (16 a 21,4 g i.a./ha)
TomateTraça-do- tomateiro (Tuta absoluta)50 mL/100 L de água (5,3 g de i.a. /100 L de águaAplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura.
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis)0,50 L p.c./ha (53,5 g i.a./ha)Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em insetos de até 3º instar. Repetir a cada 7 a 10 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura.
Tripes (Frankliniella schultzei)
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e TriticaleLagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)75 a 100 mL/ha (8,0 a 10,7 g i.a./ha)Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
Amendoim, Ervilha, Grão-de- bico e LentilhaLagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera)0,2 a 0,35 L/ha (21,4 a 37,4 g i.a./ha)Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens)0,2 a 0,35 L/ha (21,4 a 37,4 g i.a./ha)Aplicar no início do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 7 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
Brócolis, Couve, Couve- chinesa, Couve-flor, Couve-de- bruxelas e RepolhoCuruquerê (Ascia monutes orseis)25 mL/100 L de água (2,7 g de i.a./100 L de água)Aplicar no inicio do aparecimento da praga, na fase de raspagem das folhas. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.
Milho, Milheto e SorgoLagarta-militar (Spodoptera frugiperda)0,15 L/ha (16 g i.a./ha)Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.

Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. i.a. = ingrediente ativo.

MODO DE APLICAÇÃO

Algodão Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 250 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.

Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare. Batata Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 400 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare. Brócolis, Couve, Couve-chinesa, Couve-flor, Couve-de-bruxelas e Repolho Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 800 litros por hectare. Cana de Açucar: Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, com um volume de calda de 100 a 200 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare. Citros Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 2000 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que

produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare. Feijão, Amendoim, Ervilha, Grão-de-bico e Lentilha Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare. Milho, Milheto e Sorgo Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato leque ou aplicação aérea. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 150 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare. Soja Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare. Tomate Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare. Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.

* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão...............................................................................................................14 dias Amendoim, Ervilha, Feijão, Grão-de-bico e Lentilha .......................................14 dias Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale...........................................................14 dias Batata.................................................................................................................07 dias Brócolis, Couve, Couve-chinesa, Couve-flor, Couve-de-bruxelas e Repolho ...07 dias Cana-de-açúcar..................................................................................................60 dias Citros..................................................................................................................28 dias Milho, Milheto e Sorgo........................................................................................14 dias Soja.....................................................................................................................14 dias Tomate................................................................................................................03 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS

TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às recomendações de uso. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: De acordo com os Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida ATABRON ULTRA pertence ao Grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ATABRON ULTRA como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar ATABRON ULTRA ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de ATABRON ULTRA podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do ATABRON ULTRA, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Benzoiluréias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ATABRON ULTRA ou outros produtos do Grupo 15 quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O Manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifício, e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO/PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI), macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila. - Os equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe; óculo de proteção, avental, botas de borracha, macacão, luvas de nitrila e respirador/máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado
ATENÇÃO

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. • Olhos: Em caso de contato lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retira-las. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR ATABRON ULTRA CLORFLUAZUROM

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico CLORFLUAZUROM (chlorfluazuron): Benzoilureia

Grupo químicoCLORFLUAZUROM (chlorfluazuron): Benzoilureia
Classe toxicológicaCategoria 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoOral, dérmica e inalatória.
ToxicocinéticaAbsorção 1) Inseticidas do grupo benzoilureia podem ser absorvidos pelos humanos, devido à exposição ocupacional, por via dérmica ou via inalatória durante a pulverização de inseticidas. 2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através do trato digestivo e, em um grau menor, através da pele. Distribuição 1) Inseticidas do grupo benzoilureia parecem ser amplamente distribuído nos tecidos, sem acumular. Metabolismo 1) Não há estudos disponíveis em humanos. 2) Os estudos em animais foram conduzidos com um outro inseticida do grupo benzoiluréia (diflubenzurom) e mostraram que a principal rota de metabolismo em animais é pela hidroxilação e que altas doses orais não foram
completamente absorvidas, mas o que foi obsorvido pareceu ser rapidamente e completamente metabolizado por hidroxilação e hidrólise. Excreção 1) Em ratos e camundongos, a excreção urinária diminuiu proporcional-mente ao aumento do nível da dose. 2) Em gatos, porcos e gado, 70 a 80% do diflubenzurom (um outro inseticida do grupo benzoilureia) são eliminados nas fezes. A absorção intestinal do diflubenzurom é altamente relacionada à dose administrada. Quanto maior a dose, maior é a excreção nas fezes.
ToxicodinâmicaOs mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos
Sintomas e sinais clínicos1) Em humanos saudáveis, os inseticidas do grupo benzoilureia, não parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em humanos são muito limitados. A maioria dos casos de exposição é por via dérmica ou inalatória. A exposição oral também pode ocorrer, mas não há dados relatados de ingestão acidental ou exposição intencional destes agrotóxicos. 2) Alguns estudos em animais mostraram que a exposição a inseticidas benzoiluréicos pode causar metemoglobinemia. Ocular - Estudos realizados demonstraram que o clorfluazurom foi extremamente irritante para olhos de coelhos. Respiratório - Espirros, irritação e congestão nasal, rigidez peitoral, dificuldade respiratória, tosse, prejuízo da função pulmonar foram relatados, mas estão provavelmente relacionados à adição de outros ingredientes ao produto. Gastrintestinal - Podem ocorrer náusea e vômito após a ingestão destes pesticidas. Hematológico - Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com animais de laboratório.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
TratamentoPrevenção da absorção A) Não há dados em humanos a respeito da exposição a inseticidas do grupo benzoilureia. Não há antídoto conhecido. B) Observe os pacientes que ingeriram grandes quantidades da substância quanto ao desenvolvimento de sintomas sistêmicos e administre tratamento sintomático quando necessário. C) A descontaminação intestinal geralmente não é necessária. Não se sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões. Monitoramento
Contraindicações: Deficiência de G-6-PD (desidrogenase de 6 fosfato de glicose): o azul de metileno pode causar hemólise. Exposição Inalatória A) Observe cuidadosamente os pacientes com exposição inalatória para o desenvolvimento de algum sinal de toxicidade sistêmica e institua tratamento sintomático conforme necessário. B) Remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. C) Se a irritação do trato respiratório ou depressão respiratória são evidentes, monitore os gases sanguíneos arteriais, raio-x do tórax e testes de função pulmonar. Exposição Ocular A) Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica A) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. B) O tratamento é sintomático e de suporte.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das interações químicasNão relatados em humanos
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque- Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefones de Emergência da empresa: ISK Biosciences do Brasil Def. Agríc. Ltda.: (19) 3875-7450

ou 0800-7010450 (PLANITOX LINE) Correio eletrônico da empresa: office@iskbr.com NORTOX S.A.: (43) 3274-8585 Mecanismos De Ação, Absorção e Excreção Para Animais De Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: Os dados estão dispostos abaixo: DL50 oral em ratos: >5000mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >2000mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 5 mg/L (4h) Corrosão/irritação cutânea em coelhos: NÃO IRRITANTE Corrosão/irritação ocular em coelhos: NÃO IRRITANTE Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Mutagenicidade: Não foi observado potencial mutagênico no teste de mutagenicidade in vitro (teste de Ames) ou no estudo de aberração cromossômica in vivo (estudo de formação de micronúcleos). Efeitos crônicos: Em estudos realizados com animais em laboratório, somente nos animais submetidos a elevadas doses testadas foram observados alguns efeitos limitados a fezes macias, podendo chegar a causar diarreia, e um aumento nos níveis de colesterol no soro sanguíneo. Em menores doses administradas, tais efeitos não foram observados. Os resultados obtidos com animais em laboratório até o momento não mostraram que o produto apresenta efeitos mutagênicos, carcinogênicos ou teratogênicos. Nos estudos de metabolismo realizados em laboratório o produto foi administrado via oral, diretamente no estômago dos animais, sendo essa a via de absorção inicial. Os estudos mostraram que o produto é pouco absorvido pelo trato gastrintestinal, visto que nos dois primeiros dias após a administração, o produto foi rapidamente excretado, principalmente via fezes (>80%). Outra via de excreção é através da urina, porém de modo menos efetivo. Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido pelos animais analisados. A taxa de recuperação do produto e seus metabólitos variou de 94,8 a 115,9%, sendo o Clorfluazurom o principal produto excretado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; • Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes; • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos; • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA

CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES • Isole e sinalize a área contaminada.

• Contate as autoridades locais competentes e as empresas ISK BIOSCIENCES DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. - Telefone da empresa: (19) 3875-7450 ou NORTOX S.A. - Telefone da empresa (43) 3274-8585. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: • Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantêla invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Atabron Ultra registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 25521 · documento de 27/08/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Atabron Ultra?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Atabron Ultra e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Atabron Ultra é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 25521, documento de 27/08/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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