Bula oficial · registro MAPA nº 4605

Bula do Argenfrut RV

Bula completa do Argenfrut RV (registro MAPA nº 4605), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: óleo mineral.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 15 páginas no PDF.

ARGENFRUT RV Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 04605

COMPOSIÇÃO

Mistura de hidrocarbonetos parafínicos, ciclo parafínicos e aromáticos saturados e insaturados provenientes da destilação do petróleo (ÓLEO MINERAL)...........................................................................................845,75 g/L (84,575% m/v) Outros Ingredientes ................................................................................................... 12,0 g/L (1,2 % m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida, inseticida e acaricida de contato GRUPO QUÍMICO: Hidrocarbonetos alifáticos TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): GULF OIL DO BRASIL LTDA. Av. Maria Conceição Aparecida Andrade, Nº 201 CEP: 18.560-000 – Iperó / SP - CNPJ: 46.249.531/0002-02 Telefone: (15) 3459-8070 Registrada na Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 4392 (*) IMPORTADOR PRODUTO FORMULADO FABRICANTE/FORMULADOR: GULF OIL ARGENTINA S.A Belisario Roldán, 2601 – 1744 La Reja Moreno - Buenos Aires – Argentina FORMULADOR: ENERGIS8 INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE LUBRIFICANTES LTDA. Av. Maria Conceição Aparecida Andrade, 201 – Iperó/SP CNPJ: 00.696.951/0002 28 - Registro CDA/SP n° 786 GULF OIL DO BRASIL LTDA. Av. Maria Conceição Aparecida Andrade, Nº 201 - CEP: 18.560-000 – Iperó/SP - CNPJ: 46.249.531/0002-02 - Registro CDA/SP n°5020 MANIPULADOR: GULF OIL DO BRASIL LTDA. Av. Maria Conceição Aparecida Andrade, Nº 201 - CEP: 18.560-000 – Iperó/SP - CNPJ: 46.249.531/0002-02 - Registro CDA/SP n°5020 DEFENSIVE INDÚSTRIA, COMÉRCIO & REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA. Av. Jaime Ribeiro, 409 A – Santa Luzia - CEP: 14883-105 – Jaboticabal/SP Fone: (16) 3204-1176 - CNPJ: 03.894.340/0001 00 - Registro CDA/SP n° 472 AGROCETE INDÚSTRIA DE FERTILIZANTES LTDA. Rua Anna Scremin, 800 – Distrito Industrial - CEP: 84043-465 – Ponta Grossa/PR Fone: (42) 3228-1229 - CNPJ: 75.007.385/0001 18 - Registro CDA/PR nº 002998 TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Av. Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 – Paulínia/SP Fone: (19) 3874-7000 - CNPJ: 03.855.423/0001 81 - Registro CDA/SP nº 477 ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Alberto Guizo, 859 – Distrito Industrial João Narezzi - CEP: 13347-402 – Indaiatuba/SP Fone: (19) 3935-3333 - CNPJ: 50.025.469/0001 53 - Registro CDA/SP nº 466 ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.

Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 – Bairro Cruz Alta - CEP: 13348-790 – Indaiatuba/SP Fone: (19) 3935-3333 - CNPJ: 50.025.469/0004 04 - Registro CDA/SP nº 1248 IMPORTADOR: DEFENSIVE INDÚSTRIA, COMÉRCIO & REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA. Av. Jaime Ribeiro, 409 A – Santa Luzia CEP: 14883-105 – Jaboticabal/SP Fone: (16) 3204-1176 - CNPJ: 03.894.340/0001-00 - Registro CDA/SP n° 472

Nº do Lote ou Partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

SEU PODER. País de origem: Brasil

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO

AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe III - PERIGOSO

AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

ARGENFRUT RV é um fungicida, inseticida e acaricida de contato do grupo químico dos hidrocarbonetos alifáticos, indicado para o controle de pragas e doenças das culturas Abacate, Banana, Cacau, Café, Citros, Figo, Maçã, Pêra, Pêssego, Rosa, Seringueira, Soja e Uva. CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS, DOSE, ÉPOCA DE APLICAÇÃO, NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA:

CulturaAlvo BiológicoDose*Época, Número e Intervalo de aplicaçãoVolume de calda
Nome comum Nome científicoT > 25°CT < 25°C
ABACATECochonilha (Aspidiotus destructor) (Protopulvinaria longivalvata)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
Cochonilha-parda (Saissetia hemisphaerica)1,8L/100L água
BANANAMal de sigatoka (Micosphaerella musicola)10 L/haÉpoca: Aplicar sempre que as condições climáticas se fizerem favoráveis ao desenvolvimento do fungo (estação quente e chuvosa). Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento da doença e repetir a cada 2 a 3 semanas, em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação.150 L/ha (Aplicação Tratorizada) 50 a 70 L/ha (Atomizador costal manual) 30 L/ha (aérea)
CACAUCochonilha-branca (Planococcus citri)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
CAFÉCochonilha-verde (Coccus viridis)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae)
Cochonilha-parda (Saissetia hemisphaerica)9 L/ha18 L/ha
CITROSCochonilha-pardinha (Salesnaspidus articulatus)1,0L/100L água1,0L/100L águaÉpoca: As aplicações devem ocorrer quando for detectado o aparecimento da praga, antes que atinja o nível de dano econômico. A pulverização pode ser feita em qualquer época do ano, de preferência nos horários menos quentes do dia e de preferência em dias nublados. Nos dias muito quentes recomenda-se a pulverização no período noturno. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: As aplicações devem ser realizadas com o intervalo2000 a 4000 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
Mosca-branca-dos-citros (Aleurothrixus floccosus)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L água
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis)
Cochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus dictyospermi) (Chrysomphalus fícus)de 25 dias sendo suficientes em período de infestação para o controle anual da praga.
Cochonilha-verde (Coccus viridis)
Ácaro-das-gemas (Eriophyes sheldoni)
Pulgão-Branco (Icerya purchasi)
Cochonilha-escama- vírgula (Lepidosaphes beckii)
Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga)
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora)0,9L/100L água1,4L/100L água
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L água
Cochonilha-branca (Planococcus citri)0,9L/100L água1,8L/100L água
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae)
FIGOCochonilha-do-figo (Asterolecanium pustulans)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.1200 a 1500 L/ha (terrestre)
Cochonilha-da-figueira (Morganella longispina)
MAÇÃPulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae)
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi)
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae)
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona)
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus)
PERAPulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae)
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi)
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae)
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona)
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus)
Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum)Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação:1200 a 1500 L/ha
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae)
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi)
PÊSSEGOCochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaInspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.(terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona)
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus)
ROSACochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus fícus)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.1200 a 1500 L/ha (terrestre)
Pulgão-branco (Icerya purchasi)
Cochonilha-de-placa (Orthezia insignis)
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae)
SERINGUEIRACochonilhas (Aspidiotus destructor)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
SOJAMosca-Branca (Bemisia tabaci)3,0 a 4,0 L/haÉpoca: Aplicar quando for detectado o aparecimento das primeiras ninfas de Mosca- branca, antes que se caracterize dano econômico. Nº de aplicações: Realizar, no máximo, 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Intervalos de 10 dias.200 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea)
UVAPulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum)0,9L/100L água1,4 a 1,8L/100L águaÉpoca: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo.1200 a 1500 L/ha (terrestre)
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae)
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi)
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae)
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona)
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus)

*dose do produto comercial

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação Terrestre

ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, FIGO, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, ROSA, SERINGUEIRA, SOJA e UVA: O volume de calda por planta ou por hectare varia conforme o porte e número de plantas por área. Recomenda - se tratamento com alto-volume, para dar boa cobertura às plantas: O produto pode ser aplicado por pulverizadores manuais ou por atomizadores ou pulverizadores tracionados utilizando-se bicos do tipo cone, com pressão de trabalho de aproximadamente 350lb/pol² e velocidade de rotação das pás de 150 r.p.m. Seguir sempre as recomendações do fabricante. Pulverizar uniformemente as plantas, procurando atingir todo o vegetal. Aplicar nos horários mais frescos do dia evitando ventos acima de 10 km/hora, não aplicando em temperaturas superiores a 27 graus centígrados e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir ao mínimo perdas por deriva e evaporação. Durante o tempo que durar a aplicação deve-se manter constante o funcionamento dos agitadores, bem como a pressão indicada para assegurar a homogeneidade da emulsão. Aplicação aérea: ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, SERINGUEIRA E SOJA: Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5.000. Volume de aplicação: Com barra: 20-30 L/ha de calda. Com Micronair: máximo 18 L/Micronair/minuto. Altura do voo: com barra ou Micronair: 4-5 m em relação ao topo das plantas. Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA e aviões de maior porte, consultar técnico devidamente habilitado da região. O tamanho e densidade de gotas devem variar de 110-140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm2. Para o caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45º. Manter a angulação das barras entre 90º (para a umidade do ar acima de 80%) e devem ser ajustadas durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do voo do avião. Condições climáticas: aplicar nas horas mais frescas do dia evitando ventos acima de 10 km/hora, não aplicando em temperaturas superiores a 27 graus centígrados e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir ao mínimo de perdas por deriva e evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período. Utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivamente agrícola. Não pulverizar em períodos de excessivo calor ou de baixas temperaturas (menores que 5°C). Em dias muito quentes, recomenda - se realizar as pulverizações no período noturno. Durante o tempo que durar a aplicação deve-se manter constante o funcionamento dos agitadores, bem como a pressão indicada, para assegurar a homogeneidade da emulsão. Não pulverizar quando a planta estiver sob déficit hídrico ou qualquer outra forma aguda de stress. Produto incompatível com enxofre, captol, captan, dicofol, ditianon, dinitro derivados. É compatível com acefato, azinfos metil, clorpirifós, dimetoato, etion, fentoato, mercaptotion, oxicloreto de cobre e parathion, recomendando-se um intervalo de 1 mês entre aplicação dos dois produtos. O produto não é fitotóxico nas dosagens recomendadas para a cultura indicada. AVISO AO USUÁRIO: O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A GULF OIL DO BRASIL LTDA não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Os EPIs visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição de agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas observações para preparação de calda durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento dos primeiros socorros. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido do ARGENFRUT RV pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ARGENFRUT RV como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir retardar ou reverter à evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Aplicações sucessivas de ARGENFRUT RV podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ARGENFRUT RV ou outros produtos do grupo quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. Para tanto, deve-se utilizar a rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos em não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. − Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizada ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele. PERIGO Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias respiratórias.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ARGENFRUT RV

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoHidrocarbonetos alifáticos
Classe ToxicológicaCategoria 5 – Produto Improvável de causar dano agudo
Vias de exposiçãoOral, Inalatória e cutâneo-mucosa
Metabolismo/ToxicocinéticaOs óleos minerais têm reduzida absorção gastro-intestinal e são eliminados principalmente pelas fezes.
Sintomas e sinais clínicosEm caso de ingestão, podem ocorrer irritação do trato gastro-intestinal, vômito, diarreia, irritação e reação inflamatória infiltrante da região anal e pneumonia por aspiração pulmonar durante o vômito. A exposição respiratória pode causar irritação das vias aéreas superiores e granuloma lipídico, susceptível de evoluir para pneumonia lipídica. A exposição ocular pode resultar em irritação e inflamação local. Em casos de exposição cutânea podem ocorrer dermatite de contato, foliculite, erupções acneiformes, dermatite eczematosa e discromias, em particular, melanoses.
DiagnósticoEm se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
TratamentoO tratamento das intoxicações por óleos minerais é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visem limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto. Descontaminação ADVERTÊNCIA: durante a descontaminação, usar luvas e avental impermeável. 1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água fria abundante e sabão. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão, fazer repouso gástrico para evitar vômito. Avaliar função pulmonar. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
4. Em caso de exposição respiratória, colocar a vítima em local ventilado. Suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Tratar pneumonite se ocorrer. Antídoto e Tratamento médico de emergência: Não há antídoto específico. O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). Anti- histamínicos ou esteroides são efetivos no tratamento de processos irritativos. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade, em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até uma hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação, e em caso de exposição por contato, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas.
ContraindicaçõesO vômito é contraindicado devido ao risco de aspiração.
AtençãoPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001. Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 111 4004 Endereço eletrônico da empresa: www.gulfoilbrasil.com Correio eletrônico da empresa: faleconosco@gulfoilbrasil.com

Correio eletrônico da empresa: faleconosco@gulfoilbrasil.com Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Óleo mineral não tem um mecanismo de ação ou absorção específicos para humanos. A ação do produto pode se dar pela exposição prolongada ao produto ou pela ingestão acidental. A absorção através da pele é praticamente inexistente, o mesmo acontecendo com as paredes gástricas ou intestinais, sendo o produto excretado principalmente através das fezes.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >3000 mg/kg DL50 cutânea em ratos: >4000 mg/kg DL50 inalatória em ratos: >7,02 mg/L Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: Não foram observados efeitos crônicos. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). - Pouco Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE IV). − Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. − Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. − Não utilize equipamento com vazamentos. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Aplique somente as doses recomendadas. − Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. − Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. − Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada.

− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa GULF OIL DO BRASIL LTDA - Telefone de Emergência 0800 111 4004. − Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. − Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; − Faça esta operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato de água; − Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser

armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS RÍGIDAS NÃO LAVÁVEIS ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresa legalmente autorizada pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Argenfrut RV registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 4605 · documento de 02/08/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Argenfrut RV?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Argenfrut RV e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Argenfrut RV é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 4605, documento de 02/08/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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