V2024 12 31 ANIMUS TACAP Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 26816
COMPOSIÇÃO
Bacillus subtilis Y1336 (mínimo de 1x109 UFC/g) ................................................500 g/kg (50% m/m) Outros Ingredientes........................................................................................500 g/kg (50% m/m) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida, bactericida e nematicida microbiológico TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO(*): UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 - Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE / FORMULADOR: Bion Tech Inc. 5F n° 6 Ke-Dong Rd Sec.3 Science-Based Industrial Park Jhunan Township, Miaoli County – Taiwan FORMULADOR: UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 – CEP: 18160-000 – Salto de Pirapora/SP CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Válido por 2 anos se armazenado em temperatura de 20-25°C, a partir da data de fabricação. ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS. PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. OBSERVAR SE HÁ DISPOSIÇÃO CONTRÁRIA ESTABELECIDA POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. Produto indicado para o controle de Ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix), Mancha púrpura (Alternaria porri), Mofo cinzento (Botrytis cinerea), Olho-de-boi (Neofabraea perennans), Rhizoctoniose (Rhizoctonia solani), Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris pv. vesicatoria), Murcha-bacteriana (Ralstonia solanacearum), Nematóide-das-lesões (Pratylenchus zeae), Nematóide-das-galhas (Meloidogyne incognita), Cancro-cítrico (Xanthomonas axonopodis pv. citri), em todas as culturas com ocorrência do(s) alvo(s) biológico(s). Produto com eficiência agronômica comprovada para as culturas de alface, batata, cana-de-açúcar, café, cebola, citros, maçã, morango, tomate e violeta. País de Origem: Taiwan Página 1 de 16
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV – POUCO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Verde PMS Green 347 C Página 2 de 16
INSTRUÇÕES DE USO
ANIMUS é um bactericida/fungicida/nematicida microbiológico com múltiplos mecanismos de ação provenientes da ação da bactéria Bacillus subtilis. Como fungicida/bactericida atua no parasitismo direto e morte do patógeno; competição por nutrientes e espaço na superfície foliar e no solo junto ao sistema radicular. A bactéria Bacillus subtilis produz substâncias que atuam na membrana celular das estruturas reprodutivas do fungo provocando rupturas e levando o patógeno à morte. Auxilia, também, na indução da resistência sistêmica da planta, ativando vários sistemas de defesa. Como nematicida microbiológico, o ANIMUS tem alta capacidade de competição no solo, colonizando o sistema radicular das culturas, onde alimenta-se de exsudados radiculares, com formação de biofilme protetor da raiz. Com o consumo dos exsudados da raiz pelo Bacillus subtilis, os nematoides demonstram maior dificuldade para encontrar as raízes, reduzindo, assim, a incidência. Além da proteção conferida pelo biofilme, durante o desenvolvimento bacteriano são secretados metabólitos secundários com efeito nematicida e nematostático que atuam de forma a limitar o desenvolvimento dos nematoides, diminuindo a viabilidade dos ovos e paralisia e mortalidade dos juvenis. ANIMUS tem ação de contato e amplo espectro de ação, podendo ser aplicado em bandeja de mudas, pulverização foliar e/ou no solo, conforme o alvo a controlar. ANIMUS é uma ferramenta que complementa o manejo integrado em diferentes culturas. ANIMUS pode ser utilizado em todas as culturas com ocorrência do(s) alvo(s) biológico(s) descritos na tabela abaixo. Produto com eficiência agronômica comprovada para as culturas de alface, batata, cana-de-açúcar, café, cebola, citros, maçã, morango, tomate e violeta.
| CULTURAS | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA* |
|---|---|---|---|
| Em todas as culturas com ocorrência do(s) alvo(s) biológico(s) | Ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix) | 1,0 a 3,0 Kg/ha | 300 – 600 L/ha |
| Mancha púrpura (Alternaria porri) | 1,0 a 2,0 Kg/100L de água | 200 – 1000 L/ha | |
| Mofo cinzento (Botrytis cinerea) | 0,8 a 1,0 Kg/100 L de água | 200 – 2000 L/ha | |
| Olho-de-boi (Neofabraea perennans) | 3,0 a 4,0 Kg/ha | 500 – 1000 L/ha | |
| Rhizoctoniose (Rhizoctonia solani) | Campo: 3,0 a 4,0 Kg/ha Bandeja de mudas: O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. | Aplicação em bandeja ou sementeira: 300 mL para bandeja de 200 alvéolos. Aplicação no sulco de plantio: 300 – 800 L/ha. Aplicação via esguicho (drench): 15 a 30 mL/planta. Aplicação por pulverização terrestre: Vide Recomendação de volumes de aplicação por cultura. | |
| Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris pv. vesicatoria) | 2,0 a 4,0 Kg/ha | 100 – 1000 L/ha dependendo do estágio da cultura. | |
| Murcha-bacteriana (Ralstonia solanacearum) | 3,2 a 4,0 Kg/ha | 100 – 1000 L/ha dependendo do estágio da cultura. | |
| Nematóide-das-lesões (Pratylenchus zeae) | 3,0 a 4,0 Kg/ha | 100 – 300 L/ha | |
| Nematóide-das-galhas (Meloidogyne incognita) | Bandeja de mudas: 4 g/bandeja de 200 células | Bandeja de mudas: 300 mL/bandeja de 200 células |
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| Campo: 2,0 a 3,0 Kg/ha | Campo: 100 – 600 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Cancro-cítrico (Xanthomonas axonopodis pv. citri) | 2,0 a 3,0 Kg/ha | 800 – 2000 L/ha |
*O volume de calda deve seguir os parâmetros mais indicados para a cultura tratada (Vide Recomendação de volumes de aplicação por cultura).
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
• Ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix) Café: iniciar as aplicações preventivamente quando as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis, com intervalo entre 10 e 20 dias. • Mancha púrpura (Alternaria porri) Alho, alho poró, cebola e cebolinha: iniciar as aplicações preventivamente quando as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis, com intervalo de 7 dias entre as aplicações, proporcionando uma boa cobertura e penetração do produto. • Mofo cinzento (Botrytis cinerea) Morango: iniciar as aplicações preventivamente desde a florada até a pré-colheita, com intervalo de 7 dias. Alface, batata, berinjela, cebola, cenoura, couve-flor, escarola, eucalipto, feijão, feijão-vagem, girassol, melão, pepino, pimentão, salsão, tomate, outras culturas não especificadas: iniciar as aplicações preventivamente quando as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis, com intervalo de 7 dias. Uva: iniciar as aplicações preventivamente durante a fase vegetativa (brotação a partir de 40 cm de comprimento), objetivando as flores e a parte interna dos cachos, antes que ocorra o fechamento dos mesmos e dificultem o molhamento interno. Prosseguir com as aplicações a cada 7 dias até a pré-colheita direcionando para as folhas, flores e parte interna dos cachos. Citros: iniciar as aplicações preventivamente desde a pré-florada (fase palito de fósforo) até a pré-colheita, com intervalo de 5 a 7 dias. Framboesa, caqui, goiaba, kiwi, maçã, manga, pêssego e pera: iniciar as aplicações preventivamente desde a préflorada até a pré-colheita, com intervalo de 7 dias. • Olho-de-boi (Neofabraea perennans) Maçã: iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à ocorrência da doença. Para um melhor controle em pós-colheita, realizar 5 aplicações com intervalo de 7 dias, a partir de 35 dias antes da colheita, fazendo a quinta aplicação na pré-colheita. • Rhizoctoniose (Rhizoctonia solani) Abacate, acelga, alcachofra, alface, algodão, alho, amendoim, arroz, berinjela, beterraba, brócolis, café, cebola, chicória, couve, couve-flor, crisântemo, ervilha, fumo, girassol, goiaba, gramados, helicônia, jiló, mamão, melancia, milho, morango, pepino, pimentão, repolho, sorgo, tomate e tratamento de solo visando controle do sintoma de tombamento de mudas, mela e podridão-docolo: iniciar aplicações preventivamente fazendo tratamento de bandeja ou pulverização no sulco de plantio, anteriormente ao plantio. Repetir mais aplicações, sendo a primeira no momento da semeadura/transplantio, e as outras com intervalo de 7 dias, com aplicação pulverizada ou via esguicho (drench). • Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris pv. vesicatoria) e Murcha-bacteriana (Ralstonia solanacearum) Para as culturas como berinjela, jiló, pimenta, pimentão e tomate, iniciar as aplicações preventivamente fazendo tratamento das mudas na bandeja, 5 dias antes do transplante e repetindo após o transplante via esguicho (drench), complementando com aplicações foliares semanalmente logo após o plantio e durante a fase reprodutiva. Em caso de condições climáticas favoráveis (temperatura e umidade elevadas) utilizar as maiores doses e alternar as aplicações de ANIMUS com produtos específicos registrados para a cultura e alvo. Deve-se utilizar volume de calda adequado para uma boa cobertura e penetração do produto em todas as partes das plantas tratadas. As aplicações preventivas podem ser repetidas com intervalo de 7 dias realizando-se até 9 pulverizações por ciclo da cultura. Página 4 de 16
• Nematóide-das-lesões (Pratylenchus zeae) O produto deve ser aplicado no momento do plantio ou transplante das mudas no sulco ou cova, realizando-se uma segunda aplicação em drench direcionado a base da planta. Por ocasião do plantio, deve-se evitar que o sulco ou cova fiquem abertos por longos períodos expostos à radiação solar após a aplicação do produto. Utilizar a dose mais alta em regiões com histórico de nematoides e/ou em condições mais favoráveis ao desenvolvimento destes alvos como períodos de temperaturas e precipitações altas quando o sistema radicular das plantas estiver em rápido desenvolvimento. Fazer a aplicação com solo úmido ou irrigar o plantio após a aplicação. • Nematóide-das-galhas (Meloidogyne incognita) Em culturas que tem a produção de mudas em bandejas, uma primeira aplicação deve ser realizada 3 dias antes do transplantio, em área total da bandeja. Realizar uma segunda aplicação no momento do plantio. Sulco de plantio ou cova: fazer a aplicação no momento do plantio ou transplante das mudas evitando que fique exposto à radiação solar após a aplicação. Culturas perenes: fazer a aplicação no solo em área total ou na linha, acompanhando a projeção da copa das plantas. Fazer a aplicação com solo úmido ou irrigar o plantio após a aplicação. • Cancro-cítrico (Xanthomonas axonopodis pv. citri) Citros: Iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tenha caído, repetindo-as em intervalos médios de 14 dias durante a fase de frutificação, intercalando quando possível com fungicidas de mecanismos de ação diferentes, como estratégia de manejo dessa doença. Utilizar volume de calda adequado para uma boa cobertura e penetração do produto em todas as partes das plantas tratadas. Utilizar as maiores doses em caso de condições climáticas favoráveis a um maior desenvolvimento da doença. Realizar até 10 aplicações por ano ou ciclo da cultura.
MODO DE APLICAÇÃO
Recomendação de volumes de aplicação por cultura:
| Culturas | Volume de aplicação (L/ha) |
|---|---|
| Abacate | 1000 a 2000 |
| Citros | 800 a 2000 |
| Maçã, Mamão, Framboesa, Caqui, Goiaba, Kiwi, Maçã, Manga, Pera, Pêssego e Uva | 500 a 1000 |
| Alface, Alho, Alho-poró, Batata, Berinjela, Cebola, Cebolinha, Cenoura, Couve-flor, Escarola, Eucalipto, Feijão, Feijão-vagem, Girassol, Melão, Pepino, Pimentão | 200 a 1000 |
| Morango, Salsão e Tomate | 200 a 800 |
| Repolho | 400 a 800 |
| Acelga, Alcachofra, Beterraba, Brócolis, Café, Chicória, Crisântemo, Fumo, Helicônia, Jiló, Melancia | 300 a 600 |
| Amendoim, Arroz, Ervilha, Gramado | 100 a 300 |
| Algodão, Milho, Sorgo | 100 a 200 |
Algodão, Milho, Sorgo 100 a 200 Recomendações gerais: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Pulverização em Arbóreas: Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do Página 5 de 16
tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas e pode gerar deriva. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Preparo da calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da prédiluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. Condições meteorológicas Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo: Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC. Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%. Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco inversão térmica. Limpeza do pulverizador Pulverizadores de barra: 1Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada; 2Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente; 3Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada; 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente; 5Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida. Pulverizadores de arbóreas (turbo atomizadores): 1Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o Página 6 de 16
conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada; 2Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas; 3Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada; 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escovar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente; 5Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada; Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Intervalo de segurança não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
A reentrada de pessoas na cultura só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização aplicada (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes deste período, é obrigatório utilizar os mesmos equipamentos de proteção individual (EPI) utilizados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivamente agrícola. • Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. • Armazenar o produto em ambiente seco. • Mantê-lo sempre em sua embalagem original. • Manter sempre a embalagem fechada quando não estiver em uso. • Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as recomendações de uso.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA Para o manejo da resistência e um melhor controle das doenças, recomenda-se alternar o uso de ANIMUS com outros princípios ativos registrados para as culturas, bem como medidas disponíveis e viáveis de controle. Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. A vida útil dos fungicidas pode ser prolongada através das seguintes estratégias: Página 7 de 16
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas na mesma doença; • Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula; • Consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência; • Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas biológicos e químicos, manejo da irrigação, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. Uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO. INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO. PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO. PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VALVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por baixo do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas Página 8 de 16
de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por baixo do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele Página 9 de 16
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo e bula do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR - ANIMUS –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Nome científico do | Bacillus subtilis (produto microbiológico). | |
|---|---|---|
| microrganismo | ||
| Classe toxicológica | Não classificado – Produto Não classificado | |
| Vias de exposição | Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPI apropriados. | |
| Toxicocinética | Bacillus subtilis: Não há informações relacionadas à toxicocinética. O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico para humanos. Este microrganismo encontra-se distribuído em todo o meio ambiente, principalmente no solo, ar e resíduos de plantas em decomposição, e demonstrou capacidade de crescimento em uma ampla faixa de temperatura, inclusive à temperatura corporal humana. No entanto, o B. subtilis não apresenta nenhum mecanismo característico de microrganismos capazes de colonizar seres humanos. Desta forma, devido à sua ampla presença na natureza, é possível que o B. subtilis possa colonizar temporariamente a pele e o trato gastrointestinal de humanos, mas é improvável que colonize outras partes do organismo. | |
| Toxicodinâmica | Bacillus subtilis: O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico para humanos e, portanto, não é esperado nenhum efeito de toxicidade decorrente da exposição ao B. subtilis. | |
| Sintomas e sinais clínicos | Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos em coelhos, o produto foi considerado não irritante para a pele. Não foi observado potencial de sensibilização dérmica em cobaias. Bacillus subtilis: O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico para humanos e, portanto, não é esperado nenhum efeito de toxicidade decorrente da exposição ao microrganismo. Apesar de apresentar baixa virulência, a possibilidade de infecção não é considerada inexistente e pode ocorrer em indivíduos com sistema imunológico altamente comprometido, em caso de exposição a grandes quantidades do microrganismo. Reações alérgicas ou de hipersensibilidade podem ocorrer. No entanto, não são conhecidos sintomas específicos da exposição, sintomas inespecíficos podem ocorrer como: Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação com ardência e vermelhidão. Pode ocorrer dermatite alérgica de contato em indivíduos sensíveis. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação no trato respiratório, com tosse, ardência no nariz, boca e garganta. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Exposição crônica: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. |
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| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. | ||
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| Tratamento | CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição Oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: Não são conhecidos os benefícios da administração de carvão ativado em casos de intoxicações com o produto. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. |
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| O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico para humanos e, portanto, não é esperado nenhum efeito de toxicidade decorrente da exposição ao microrganismo. Apesar de apresentar baixa virulência, a possibilidade de infecção não é considerada inexistente e pode ocorrer em indivíduos com sistema imunológico altamente comprometido, em caso de exposição a grandes quantidades do microrganismo. Considerar o tratamento com antibióticos em caso de suspeita de infecção pelo microrganismo. | |||
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| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. | ||
| Efeitos das | Não disponível. | ||
| interações | |||
| químicas | |||
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518-5465. Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: não conduzido estudo de toxicidade oral com o produto formulado. O produto é um produto microbiológico não patogênico dispensado da apresentação do estudo. DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): não conduzido estudo de toxicidade inalatória com o produto formulado. O produto é um produto microbiológico não patogênico dispensado da apresentação do estudo. Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos produziu causou eritema e edema completamente revertidos dentro de 72 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: não conduzido estudo de irritação ocular com o produto formulado. O produto é um produto microbiológico não patogênico dispensado da apresentação do estudo. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: não conduzido estudo de mutagenicidade com o produto formulado. O produto é um produto microbiológico não patogênico dispensado da apresentação do estudo. Efeitos crônicos: Bacillus subtilis: O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico para humanos e, portanto, não é esperado nenhum efeito de toxicidade decorrente da exposição ao microrganismo. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Não são conhecidos. Página 12 de 16
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) (X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL Página 13 de 16
LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça essa operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA Página 14 de 16
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Página 15 de 16
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 16 de 16