Bula oficial · registro MAPA nº 7723

Bula do Alvofix

Bula completa do Alvofix (registro MAPA nº 7723), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: bifentrina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 30 páginas no PDF.

CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. ALVOFIX Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o nº 07723

COMPOSIÇÃO

2-methylbiphenyl-3-ylmethyl (Z)-(1RS,3RS)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1enyl)-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate (BIFENTRINA).................................................. 400 g/L (40% m/v) Solvent Naphtha (Petroleum) [Heavy Aromatic Solvent Naphtha (Petroleum), Heavy Aromatic] (NAFTA DE PETRÓLEO)……………..................................................................……………………….. 500 g/L (50% m/v) Outros Ingredientes.............................................................................................................. 100 g/L (10 % m/v)

CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Inseticida e Acaricida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Bifentrina: Piretróide Nafta de Petróleo: Hidrocarboneto aromático TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque industrial, São Miguel do Iguaçu, PR. CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 004001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: AIMCO BYKILL TÉCNICO – Registro MAPA nº TC06124 AIMCO PESTICIDES LIMITED. - B1 /1, M. I. D. C. Industrial Area, Lote Parshuram, P. O. Box, No. 9, Village Awashi, District Ratnagiri, Maharashtra 415707 – Índia. BIFENTHRIN TÉCNICO BHARAT - Registro MAPA nº TC08520 BHARAT RASAYAN LIMITED - 2 km Stone, Madina-Moknra road, Village Mokhra, District Rohtak, Haryana, 124022 – Índia BIFENTHRIN TÉCNICO LIWEI – Registro MAPA nº TC20025 GUANGDONG LIWEI CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD. Jintang Town, Maonan District 213200 - Maoming City, Guangdong, China. BIFENTRINA TÉCNICO CHDS - Registro MAPA nº TC13722 MEGHMANI ORGANICS LIMITED - Plot No 5001/B, 5027-5034, 4707 /B & 4707/P G.I.D.C. Industrial Estate Ankleshwar, Dist. Baruch, Gujarat 393002Índia. BIFENTHRIN TÉCNICO SAU - Registro MAPA nº TC13422 SHANDONG UNITED PESTICIDE INDUSTRY CO. LTD. – Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District, Taian City, 250100 – Shandong, China. BIFENTHRIN TÉCNICO YANGNONG – Registro MAPA nº TC09422 YOUJIA CROP PROTECTION CO., LTD. – Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, 226407, Nantong, Jiangsu – China. FORMULADOR: AGROW ALLIED VENTURES PVT. LTD. - SP 3-B, RIICO Industrial Area, Keshwana, Kotputli, Dist. Jaipur, Rajasthan 303108, India. AIMCO PESTICIDES LIMITED. - AIMCO HOUSE, 8th Road, P.B.No. 6822, Santacruz (E), Mumbai 400055, India. ANHUI RICHEN PLANT PROTECTION ENGINEERING CO., LTD. - No. 30, Kaiyuan Avenue, Mohekou Industrial Park, Bengbu City, Anhui Province, China. BHARAT RASAYAN LIMITED - Plot No. 42/4, GIDC Estate, Dahej, Distt. Bharuch-392130, Gujarat, lndia. CHANGQING (HUBEI) BIOTECHNOLOGY CO., LTD. – No.6 Majiapu Road, Tianjiahe Area, Yaojiagang Chemical Industrial Park, Yichang City, Hubei, China. CHD’S AGROCHEMICALS SAIC. - Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru Hernandarias - Paraguai. FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - Olhos D'Agua,

Mairinque, São Paulo, Brasil, CEP: 18120-970 - CNPJ: 47.226.493/0001-46. GUANGDONG LIWEI AGRICULTURAL TECHNOLOGY CO., LTD. - Within Maonan Petrochemical Industrial Park, Main Bld. 2nd Floor, Jintang Town, Maonan District, Maoming City, Guangdong Province, China. GUANGDONG LIWEI CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD. - Jintang Town, Maonan District, Maoming City, Guangdong Province, China. JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD. - No.1, Jiangling Road, Putou Town, Jiangdu District, Yangzhou, Jiangsu, China. M/S HEMANI INDUSTRIES LTD. Unit-II, Plot No.3207/A&B, 3208/1&2, 3202/A/1, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar – 393002, District – Bharuch, Gujarat, India. MEGHMANI ORGANICS LIMITED - Plot No.CH-1 & CH-2/A, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej392130, Tai: Vagra, Dist: Bharuch, Gujarat, India. QINGDAO AUDIS BIO-TECH CO., LTD. - Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, China. SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD. - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong, China. SHANDONG UNITED PESTICIDE INDUSTRY CO., LTD. - Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District, Taian City, Shandong, China. WEIFANG MAOYUAN BIOTECHNOLOGY CO., LTD. - No 7666 Huanghe West Street, Dajiawa Subdistrict, Binhai Development District, Weifang City, Shandong Province, China. YOUJIA CROP PROTECTION CO., LTD. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu, China 226407. MANIPULADOR: FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - Olhos D'Agua, Mairinque, São Paulo, Brasil. CEP: 18120-970 - CNPJ: 47.226.493/0001-46

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação
Data de vencimento

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010) Inflamável

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

O ALVOFIX é um inseticida de contato e ingestão pertencente ao grupo do piretróide, indicado para o controle de insetos-praga na modalidade de aplicação foliar nas culturas de Abacate, Abacaxi, Açaí, Algodão, Amendoim, Anonáceas, Aveia, Azeitona, Batata, Cacau, Caju, Caqui, Cana de Açucar, Canola, Carambola, Castanha do Pará, Cevada, Centeio, Citros, Coco, Crisântemo, Cupuaçu, Dendê, Duboisia, Ervilha, Eucalipto, Figo, Feijão, Feijões, Fumo, Goiaba, Grão-de-bico, Guaraná, Kiwi, Lentilha, Lichia, Lúpulo, Macadâmia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Melancia, Melão, Milho, Milheto, Noz-pecã, Pinhão, Pitaya, Plantas Ornamentais, Pupunha, Rosa, Romã, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo, Triticale, Uva, Uva de Mesa e para a modalidade de grãos armazenados nas culturas de Arroz, Cevada, Feijão, Milho e Trigo.

CULTURAS, PRAGAS, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO PARA A MODALIDADE DE APLICAÇÃO FOLIAR:

CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
AbacateCigarrinha (Empoasca kraemeri)10 mL/100 L de água1.000 L/ha (Terrestre)
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)
Broca do abacate (Stenoma catenifer)
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens)
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera)
Mosca do ovário (Bruggmanniella perseae)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação.
AlgodãoÁcaro-rajado (Tetranychus urticae)150 mL/ha300 L/ha (Terrestre)
Curuquerê-do-algodão (Alabama argillacea)100 mL/ha
Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis)150 mL/ha100 - 300 L/ha (Terrestre) 10 – 50 L/ha (Aéreo)
Lagarta das maçãs (Heliothis virescens)175 mL/ha
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)175 mL/ha
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera)150 – 200 mL/ha
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B)125 – 250 mL/ha100 - 300 L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura para os alvos da Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) e Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B), para os demais realizar no máximo 5 aplicações. Aplicar logo após o início da infestação. Reaplicar no caso de reinfestação, com intervalo máximo de 5 dias entre elas, respeitando o número máximo de aplicações. Para a Helicoverpa (Helicoverpa armígera), aplicar quando a larva estiver no estágio máximo de até o 2º instar e reaplicar em intervalo máximo de 5 dias.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
AmendoimCigarrinha-verde (Empoasca kraemeri)10 – 20 mL/ha100 – 200 L/ha (Terrestre) 20 - 50 L/ha (Aéreo)
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B)125 mL/ha100 – 200L/ha (Terrestre)
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera)87,5 – 125 mL/ha100 – 200 L/ha (Terrestre) 10 - 40 L/ha (Aéreo)
Tripes-do-prateamento (Enneothrips enigmaticus)125 mL/ha100 – 200L/ha (Terrestre)
Tripes (Frankliniella schultzei)125 mL/ha100 – 200L/ha (Terrestre)
Vaquinha-verde-amarela/Larva alfinete (Diabrotica speciosa)125 mL/ha100 – 200L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, somente para Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) no máximo 2 aplicações e aplicar quando a larva estiver no estádio máximo de até o 2º instar e reaplicar em intervalo máximo de 5 dias para as demais iniciar a aplicação quando o aparecimento da praga ou quando forem constatados 1 insetos por folíolo. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias.
BatataVaquinha-verde-amarela/Larva alfinete (Diabrotica speciosa)250 mL/ha200 L/ha (Terrestre) 10 - 50 L/ha (Aéreo)
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis)12,5 - 25 mL/100L de água500 L/ha (Terrestre) 10-40 L/ha (Aéreo)
Número, época e intervalo de aplicação: Para a Vaquinha-verde-amarela/Larva alfinete (Diabrotica speciosa), aplicar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultura. Aplicar no sulco de plantio no momento da semeadura e na amontoa. Realizar 2 aplicações por ciclo cultura (plantio e amontoa). Para a Larva-Minadora (Lyriomyza huidobrensis), aplicar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, com intervalo máximo de 7 dias.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
CacauCigarrinha (Empoasca kraemeri)10 mL/100 L de água1.000 L/ha (Terrestre)
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)
Broca do fruto do cacaueiro (Carmenta foraseminis)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação.
CajuVaquinha verde (Maecolaspis trivialis)80 mL/ha800 L/ha (Terrestre) 10 – 50 L/ha (Aéreo)
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)12,5 mL/100 L de água500 – 1.000 L/ha (Terrestre)
Tripes (Selenothrips rubrocinctus)80 mL/ha800 L/ha (Terrestre) 10 – 50 L/ha (Aéreo)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar logo após o início da infestação.
Cana-de-açúcarCupins (Heterotermes tenuis) (Procornitermes triacifer)300 mL/ha90 L/ha (Terrestre) 10 - 50 L/ha (Aéreo)
Migdolus (Migdolus fryanus)600 mL/ha
Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbríolata)300 – 600 mL/ha100 – 200 L/ha (Terrestre) 10 – 50 L/ha (Aéreo)
Bicudo da Cana (Sphenophorus levis)300 – 600 mL/ha
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. Para o controle dos cupins (Heterotermes tenuis e Procornitermes triacifer) e Migdolus (Migdolus fryanus), a aplicação deve ser realizada na semeadura, no sulco do plantio ou pulverizar em cana soca aplicando o produto dirigido a base da soqueira.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
Para controle da cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata), a pulverização sobre a soqueira deve ser diretamente sobre a linha de cultivo aplicando o produto em jato dirigido a base da soqueira (soqueira das plantas). Aplicar em áreas com histórico de ocorrência da praga. Para o controle do Bicudo da Cana (Sphenophorus levis), realizar a pulverização em cana soca, logo no início da brotação, aplicando o produto em jato dirigido à base da soqueira.
CanolaTraça-das-crucíferas (Plutella xylostella)80 mL/ha200 L/ha (Terrestre) 10 - 50 L/ha (Aéreo)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. Aplicar logo após o início da infestação em área total.
CitrosÁcaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis)5 mL/100L de água1.800 L/ha (Terrestre) 10 – 40 L/ha (Aéreo)
Ácaro-pupúreo (Panonychus citri)5 mL/100L de água
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana)1,9 mL/100L de água
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga)5 mL/100L de água
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura para o alvo Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) e no máximo 8 aplicações para as demais pragas. Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. Aplicar, preferencialmente, com alto volume visando perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas.
Coco Açaí Castanha do Pará Dendê Pinhão PupunhaLagarta das Palmeiras (Brassolis sophorae)5 mL/ 100 L de água2000 L/ha (Terrestre) 20 – 40 L/ha (Aéreo)
Traça das flores e dos frutos novos (Hyalospila ptychis)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 14 dias. Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando a presença da praga. Aplicar quando constatar a presença da praga nas folhas.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
CrisântemoÁcaro-rajado (Tetranychus urticae)2,1 mL/100L de água6000 L/ha (Terrestre)
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis)0,9 mL/100L de água
Pulgão (Aphis gossypii)0,7 mL/100L de água
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo integrado de pragas.
DuboisiaLagarta-militar (Spodoptera frugiperda)150 mL/ha400 L/ha (Terrestre)
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata)5 – 6,25 mL/ha200 L/ha (Terrestre)
Vaquinha-verde-amarela/Larva alfinete (Diabrotica speciosa)5 – 6,25 mL/ha
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B)75 mL/ha
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultura para as pragas Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) e Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B). Aplicar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura para as pragas Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) e Vaquinha-verde-amarela/Larva alfinete (Diabrotica speciosa). Com intervalo entre as aplicações de 7 dias para Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) e Vaquinha-verde- amarela/Larva alfinete (Diabrotica speciosa), intervalo de 10 dias para Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) e intervalo de 15 dias para Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata). Realizar aplicações foliares quando houver aparecimento da praga na cultura em área total.
Eucalipto (campo)Percevejo-bronzeado (Thaumastocoris peregrinus)100 – 150 mL/ha200 L/ha (Terrestre) 10 - 50 L/ha (Aéreo)
Vespa-da-galha (Leptocybe invasa)150 – 250 mL/ha
Eucalipto (viveiro)Vespa-da-galha (Leptocybe invasa)75 – 125 mL/100 L de água20 mL/m2de bandeja
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Para o controle dos alvos da cultura do Eucalipto no campo, aplicar logo após o início da infestação e reaplicar em caso de reinfestação. Efetuar a aplicação de forma que possibilite boa cobertura da parte aérea das plantas. A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores. Para controle em viveiro, aplicar o produto através de rega das bandejas utilizando um regador comum ou pulverizador costal. Iniciar a aplicação logo após o início da infestação, reaplicar se houver reinfestação.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
Feijão Ervilha Feijões Grão de Bico LentilhaCigarrinha-verde (Empoasca kraemeri)10 - 20 mL/ha100 - 200 L/ha (Terrestre) 20 - 50 L/ha (Aéreo)
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera)87,5 – 125 mL/ha100 – 200 L/ha (Terrestre) 10-40 L/ha (Aéreo)
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B)125 mL/ha100 – 200L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, somente para a Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) no máximo 2 aplicações e aplicar quando a larva estiver no estádio máximo de até o 2º instar e reaplicar em intervalo máximo de 5 dias para as demais iniciar a aplicação quando o aparecimento da praga ou quando for constatado 1 inseto por folíolo. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias.
FumoBroca-do-fumo (Faustinus cubae)12,5 – 25 mL/ha200 – 300 L/ha (Terrestre)
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon)12,5 mL/ha
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata)6,25 mL/ha
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. Aplicar logo no início da infestação na forma de pulverização total.
GoiabaVaquinha-verde (Maecolaspis trivialis)80 mL/ha800 L/ha (Terrestre) 10 - 50 L/ha (Aéreo)
Gorgulho da goiaba (Conotrachelus psidii)
Besouro amarelo (Costalimaita ferruginea vulgata)
Mosca-das-Frutas-Sulamericana (Anastrepha fraterculus)
Mosca das frutas (Ceratitis capitata)
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)12,5 mL/100 L de água500 – 1.000 L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar logo após o início da infestação.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
LichiaCigarrinha (Empoasca kraemeri)10 mL/100 L de água1.000 L/ha (Terrestre)
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)
Ácaro-da-erinose-da-lichia (Aceria litchii)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação.
LúpuloVaquinha-verde (Maecolaspis trivialis)80 mL/ha800 L/ha (Terrestre) 10 - 50 L/ha (Aéreo)
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar logo após o início da infestação.
MacadâmiaCigarrinha (Empoasca kraemeri)10 mL/100 L de água1.000 L/ha (Terrestre)
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)
Bicho-furão-dos-citros (Ecdytolopha aurantiana)
Percevejo-verde (Nezara viridula)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação.
Mamão Abacaxi Anonáceas Azeitona Cupuaçu Guaraná Maracujá Pitaya RomãCigarrinha (Empoasca kraemeri)10 mL/100 L de água1.000 L/ha (Terrestre)
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
MangaCigarrinha (Empoasca kraemeri)10 mL/100 L de água1.000 L/ha (Terrestre)
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)
Tripes (Selenothrips rubrocinctus)7,5 mL/100 L de água500 – 1.000 L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação.
Melancia MelãoMosca-branca (Bemisia tabaci - Raça B)250 mL/ha300 - 500 L/ha (Terrestre) 20 - 50 L/ha (Aéreo)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Iniciar a aplicação assim que constatada a presença da praga na cultura.
Milheto SorgoVaquinha-verde-amarela/Larva alfinete (Diabrotica speciosa)75 mL/ha300 - 500 L/ha (Terrestre) 20 - 50 L/ha (Aéreo)
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda)75 mL/ha300 - 500 L/ha (Terrestre) 20 - 50 L/ha (Aéreo)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar o produto no solo juntamente com a semeadura no sulco de plantio.
MilhoVaquinha-verde-amarela/Larva alfinete (Diabrotica speciosa)75 mL/ha300 - 500 L/ha (Terrestre) 20 - 50 L/ha (Aéreo)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar o produto no solo juntamente com a semeadura no sulco de plantio.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
Noz-pecãCigarrinha (Empoasca kraemeri)10 mL/100 L de água1.000 L/ha (Terrestre)
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)
Pulgão amarelo (Monellia caryella)
Bicho Furão (Gymnandrosoma aurantianum)
Serrador (Aegomorphus jaspideus)
Serrador (Oncideres dejeani)
Serrador (Megacyllene acuta)
Percevejo (Loxa deducta)
Percevejo Verde Pequeno (Piezodorus guildinii)
Percevejo-verde (Nezara viridula)
Percevejo Marrom (Euschistus heros)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação.
Plantas OrnamentaisPulgão (Aphis gossypii)0,65 mL/100 L de água6.000 L/ha (Terrestre)
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis)0,9 mL/100 L de água
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)7,5 mL/100 L de água2.000 L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo integrado de pragas.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
RosaÁcaro-rajado (Tetranychus urticae)7,5 mL/100 L de água2.000 L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a infestação, respeitando o manejo integrado de pragas.
SojaLagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens)75 - 125 mL/ha100 - 200 L/ha (Terrestre) 20 - 50 L/ha (Aéreo)
Percevejo-verde (Nezara viridula)25 – 40 mL/ha100 - 200 L/ha (Terrestre) 10 - 40 L/ha (Aéreo)
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis)5 – 12,5 mL/ha
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar a aplicação quando constatado aparecimento da praga ou se constatar até 10 lagartas menores que 1,5 cm por batida de pano. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias.
TomateBroca-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis)18,8 mL/100L de água800 L/ha (Terrestre)
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta)12,5 mL/100L de água
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo de cultura. Iniciar a aplicação no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação.
Trigo Aveia Centeio Cevada TriticaleLagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)7,5 – 12,5 mL/ha150 a 400 L/ha (Terrestre) 20 - 40 L/ha (Aéreo)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 15 dias. Aplicar logo no início da infestação, buscando o ponto de escorrimento.
Uva Caqui Carambola Figo Mangaba KiwiVaquinha-verde (Maecolaspis trivialis)80 mL/ha800 L/ha (Terrestre) 10 - 50 L/ha (Aéreo)
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)12,5 mL/100 L de água500 – 1.000 L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar logo após o início da infestação.
CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda (1)
Uva de MesaVaquinha-verde (Maecolaspis trivialis)80 mL/ha800 L/ha (Terrestre) 10 - 50 L/ha (Aéreo)
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)12,5 mL/100 L de água2.000 L/ha (Terrestre)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar logo após o início da infestação.

Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar logo após o início da infestação. (1) O volume de calda indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnica de equipamento de aplicação. CULTURAS, PRAGAS, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO PARA A MODALIDADE DE APLICAÇÃO EM GRÃO ARMAZENADOS:

CulturaPragas Nome comum (Nome científico)Dose do produto comercialVolume da calda
ArrozGorgulho (Sitophilus zeamais)1 mL/tonelada de grãos1 – 2 L/ ton
Besouro (Rhyzopertha dominica)
CevadaBesouro (Rhyzopertha dominica)
FeijãoCaruncho (Acanthoscelides obtectus)
MilhoGorgulho (Sitophilus zeamais)
Besouro (Rhyzopertha dominica)
TrigoGorgulho (Sitophilus zeamais)
Besouro (Rhyzopertha dominica)
Número, época e intervalo de aplicação: O tratamento preventivo dos grãos a granel deve ser feito por ocasião do carregamento dos silos graneleiros.

Número, época e intervalo de aplicação: O tratamento preventivo dos grãos a granel deve ser feito por ocasião do carregamento dos silos graneleiros.

MODO DE APLICAÇÃO

O inseticida e acaricida ALVOFIX pode ser aplicado por via terrestre através de pulverizadores manuais, tratorizados e regador (para viveiro de eucalipto), via aérea e em grãos armazenados conforme indicado para cada cultura e modalidade. Para o coco realizar aplicação na parte aérea da planta com equipamento

terrestre (costal, tratorizado ou autopropelido). Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva. Pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Para a aplicação em grãos armazenados recomenda-se utilizar para a pulverização, três ou cinco bicos, sobre a correia transportadora, no túnel ou na passarela. Em correia transportadora, recomenda-se também instalar tombadores para que os grãos sejam misturados quando estiverem passando sob a barra de pulverização. Durante este processo, devem ser verificadas a vazão dos bicos e a da correia transportadora e sempre homogeneizá-las, de forma que todo grão receba o inseticida. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável. Preparo da Calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção a Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos 1/2 de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado. Para o preparo de caldo do ALVOFIX para a pulverização em grãos armazenados, faça a diluição em água e pulverize sobre os grãos antes do armazenamento. Diluir a dosagem do inseticida em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada de grãos. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de

fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação Terrestre: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:  Temperatura ambiente abaixo de 30 °C.  Umidade relativa ao ar acima de 50%.  Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e a tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Para o EUCALIPTO (CAMPO), a pulverização deve ser feita utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores. - Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb./pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores. - Pulverização com turbo atomizador e nebulizadores florestais: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Aplicação aérea: Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:  Temperatura ambiente abaixo de 30 °C.  Umidade relativa do ar acima de 50%.  Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.  Aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e a tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita) Cultura Intervalo (dias) Abacate ................................ Abacaxi ................................ Açaí ................................

Cultura Intervalo (dias) Algodão ................................ Amendoim ................................ Anonáceas ................................ Arroz Armazenado ................................ Aveia ................................ Azeitona ................................ Batata ................................ Cacau ................................ Caqui ................................ Cana-de-açúcar ................................ (1) Canola ................................ Caju ................................ Carambola ................................ Castanha do Pará ................................ Cevada ................................ Cevada Armazenada ................................ Centeio ................................ Citros ................................ Coco ................................ Crisântemo ................................ UNA Cupuaçu ................................ Dendê ................................ Duboisia ................................ UNA Ervilha ................................ Eucalipto ................................ UNA Figo ................................ Feijão ................................ Feijão Armazenado ................................ Feijões ................................ Fumo ................................ UNA Goiaba ................................ Grão de Bico ................................ Guaraná ................................ Kiwi ................................ Lentilha ................................ Lichia ................................ Lúpulo ................................ Macadâmia ................................ Mamão ................................ Manga ................................ Mangaba ................................ Maracujá ................................ Melancia ................................ Melão ................................ Milho ................................ (1) Milho Armazenado ................................ Milheto ................................ (1) Nos-pecã ................................ Pinhão ................................

Cultura Intervalo (dias) Pitaya ................................ Plantas Ornamentais ................................ UNA Pupunha ................................ Rosa ................................ UNA Romã ................................ Soja ................................ Sorgo ................................ (1) Tomate ................................ Trigo ................................ Trigo Armazenado ................................ Triticale ................................ Uva ................................ Uva de mesa ................................ (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego UNA = Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPI’s recomendados na bula para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

 Uso exclusivamente agrícola.  Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.  O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura.  Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas  Não aplicar o produto a menos de 800 m das culturas vizinhas (girassol, milho, hortas, pomares, viveiros, e casas de vegetação), áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida ALVOFIX pertence ao grupo 3A (moduladores do canal de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ALVOFIX como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:  Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.  Usar ALVOFIX ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.  Aplicações sucessivas de ALVOFIX podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.  Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do ALVOFIX, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Piretróides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.  Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do (nome do produto marca comercial) ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;  Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;  Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;  Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;  Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;  Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros visam o melhor equilíbrio do sistema.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

 Produto para uso exclusivamente agrícola.  O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;  Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;  Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;  Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;  Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;  Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;  Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado;  Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;  Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais;  Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;  Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.  Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.  Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.  Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto;  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região;

 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.  Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:  Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada;  Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação;  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação;  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;  Não reutilizar a embalagem vazia;  No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.  Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinadas e devidamente protegidas.  Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Tóxico se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele PERIGO Provoca irritação ocular grave Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias respiratórias

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve-se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR ALVOFIX

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoBIFENTRINA: Piretróide NAFTA DE PETRÓLEO: Hidrocarboneto aromático
Classificação toxicológicaCategoria 3: Produto Moderadamento Tóxico
Vias de exposiçãoDérmica, inalatória e oral.
ToxicocinéticaBIFENTRINA: Em ratos, a absorção pela via oral foi limitada, cerca de 50% da dose administrada. O pico de concentração plasmática foi atingido de 4 a 6 horas após a ingestão. Bifentrina foi amplamente distribuída pelo organismo de ratos, principalmente pela pele e tecido adiposo. Esta substância pode atravessar a barreira placentária e também ser transferida para o leite materno. A biotransformação foi ampla e ocorreu principalmente através de reações de hidrólise seguida de oxidação e conjugação. A excreção em ratos foi rápida, predominantemente nas primeiras 48 horas e ocorreu principalmente através das fezes (66-83%), com 20-30% da dose excretada via bile, e 9-25% através da urina. A bifentrina demonstrou potencial de bioacumulação no tecido adiposo e pele de ratos, cerca de 3% da dose permaneceu retida no organismo, com meia-vida de depuração do tecido adiposo de cerca de 51 dias. Como os demais piretroides, a bifentrina é apresentada como uma mistura de estereoisômeros. Foi demonstrada uma biotransformação não seletiva dos enantiômeros da bifentrina com uma biotransformação e eliminação simétrica de ambos os enantiômeros (R e S), sem preferências enantioméricas. Não foi observada diferença entre os sexos no perfil de distribuição e eliminação desta substância em ratos. NAFTA DE PETRÓLEO: a nafta é absorvida pelo trato gastrointestinal, trato respiratório e, em menor extensão, pela via dérmica. A distribuição ocorre amplamente nos tecidos, de acordo com a lipofilicidade e a constituição do organismo, com alta afinidade pelo tecido adiposo, podendo atravessar barreiras biológicas como a barreira hematoencefálica. Por qualquer via que seja absorvida, a nafta é rapidamente metabolizada e eliminada. Os hidrocarbonetos aromáticos são biotransformados por oxidação via enzimas do sistema citocromo P-450, e os intermediários metabólicos podem ser conjugados com glucuronídeos, sulfatos, glutationa ou, ainda, aminoácidos como cisteína e/ou glicina. A eliminação da nafta pode ocorrer através da via pulmonar (ar exalado). Os metabólitos resultantes da oxidação ou conjugação são mais hidrossolúveis do que seus compostos precursores e são, assim, sujeitos à excreção urinária, ou, em alguns casos, à excreção biliar. Solventes hidrocarbonetos podem ser secretados no leite em lactantes expostas. Apesar dos hidrocarbonetos serem excretados rapidamente, um leve potencial de bioacumulação em tecidos como rins, fígado, cérebro e tecido adiposo pode ser observado.
ToxicodinâmicaBIFENTRINA: A bifentrina é um piretroide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano substituto na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para este tipo de piretróide envolve a interação com os canais de sódio das membranas de células nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior para repolarização. Isto prolonga a corrente de sódio durante o potencial de ação, e resulta em uma hiperexcitação de células nervosas e musculares. NAFTA DE PETRÓLEO: Sistema nervoso central (SNC) - A exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos possibilita a absorção destes solventes para a corrente sanguínea e possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica, podendo levar à depressão do SNC. Devido à característica lipofílica, dissolve a porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada lipídica ou por alterar a conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e a pneumonite após inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação direta com as membranas das células nervosas, o que pode causar broncoconstrição e dissolução das membranas do parênquima pulmonar, resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos alvéolos.
Sintomas e sinais clínicosAs informações detalhadas abaixo para o BIFENTRINA foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação Alvofix: Exposição oral: A administração da substância-teste em ratos não resultou em mortes, ou alterações clínicas ou comportamentais na dose de 50 mg/kg peso corporal (pc). Os animais tratados na dose de 300 mg/kg pc apresentaram prostração leve a moderada, tremores, dispneia e morte. Exposição inalatória: Não foi observada mortalidade. Os sinais clínicos observados com administração da substância-teste em ratos foram tremores, epistaxe e hiperreflexia na avaliação do dia 1, nas avaliações seguintes nenhum outro sinal clínico foi observado. Exposição cutânea: A substância-teste aplicada na pele dos ratos não resultou em mortes, ou alterações clínicas ou comportamentais. Exposição ocular: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu opacidade, área, hiperemia e quemose, sendo reversível em 7 dias. NAFTA DE PERÓLEO: A Ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náusea, vômitos, diarreia, dor/queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda da coordenação, inconsciência e coma.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento Em caso de sintomas de parestesia, avaliar a necessidade de aplicação de vitamina E tópica (acetato de tocoferol) para amenizar os efeitos cutâneos.  Em caso de desenvolvimento de acidose metabólica causado pela exposição oral à bifentrina e redução significativa dos níveis séricos de bicarbonato, avaliar o tratamento com infusão de bicarbonato de sódio.  Avaliar a necessidade de administração de benzodiazepínicos para o controle de convulsões causadas pela bifentrina.  Avaliar a necessidade de administração de broncodilatadores para o tratamento de broncoespasmos
ContraindicaçõesA indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química. A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das interações químicasNão disponível.
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1099

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: > 50 - 300 mg/kg p.c DL50 cutânea em ratos > 2000 mg/kg p.c CL50 inalatória em ratos: > 3,719 mg/L, os animais testados apresentaram tremores, epistaxe e hiperreflexia. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos foi classificada como não irritante. Corrosão/ Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu opacidade de córnea, irite, hiperemia, quemose. Todos os sinais foram reversíveis dentro de 72 horas. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos Crônicos: BIFENTRINA: Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a bifentrina não apresenta potencial genotóxico. A análise dos estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal órgão-alvo foi o sistema nervoso, sendo os tremores os principais efeitos observados. A bifentrina não se apresentou carcinogênica para ratos. Também não foram observados efeitos teratogênicos nem

efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento. Para todos os efeitos, doses seguras de exposição a bifentrina foram estabelecidas. NAFTA DE PETRÓLEO: em estudo neurocomportamental, conduzido em ratos pela via inalatória, foram observados efeitos leves e reversíveis no sistema nervoso central (SNC), evidenciados pela alteração na atividade motora e acuidade visual na concentração de 2000 mg/m³. Já no estudo de irritação respiratória em camundongos, os efeitos de irritação e redução da frequência respiratória foram observados na concentração de 20,3 mg/m³. Em estudos subagudos e subcrônicos conduzidos em ratos pelas vias oral e inalatória, foram observados efeitos nos rins de ratos machos. Tais efeitos foram considerados sexo e espécie específicos, sem relevância para os seres humanos. Não há informações adequadas para avaliação do potencial carcinogênico da substância. No entanto, o solvente não foi considerado genotóxico com base nos resultados negativos de estudos conduzidos in vitro e in vivo. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser um produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Parestesia (sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), náusea, vômito, salivação, irritação/dificuldade respiratória (dispneia), depressão do sistema nervoso central, tontura, fraqueza, dor de cabeça, taquicardia e/ou cianose. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). ( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).  Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;  Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos, peixes);  Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas;  Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em aéreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos.  Observe as disposições constantes na legislação e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.  Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.  Não utilize equipamento com vazamento.  Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.  Aplique somente as doses recomendadas.  Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.  A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES:  Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.  O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.  A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.  O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.  Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.  Tranque o local, evitando o acesso de pe0ssoas não autorizadas, principalmente crianças.  Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.  Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.  Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:  Isole e sinalize a área contaminada.  Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a empresa AMBIPAR (24h) 0800-707-7022.  Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).  Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.  Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:  Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;  Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;  Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;  Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;  Faça esta operação três vezes;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:  Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;  Acione o mecanismo para liberar o jato de água;  Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:  Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;  Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução par efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Restrições de uso no Estado do Paraná para os alvos Mahanarva fimbriolata e Sphenophorus levis na cultura da cana-de-açúcar.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Alvofix registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 7723 · documento de 03/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Alvofix?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Alvofix e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Alvofix é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 7723, documento de 03/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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