Bula oficial · registro MAPA nº 22525

Bula do Alpes 970 SG

Bula completa do Alpes 970 SG (registro MAPA nº 22525), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: acefato.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. ALPES 970 SG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 22525

COMPOSIÇÃO

O,S-dimethyl acetylphosphoramidothioate (ACEFATO)...................................................... 970 g/kg (97% m/m) Outros ingredientes.................................................................................................................. 30 g/kg (3% m/m)

CONTEÚDO: Vide Rótulo CLASSE: Inseticida/acaricida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Organofosforado TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulo solúvel (SG) TITULAR DO REGISTRO(*): CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque Industrial, São Miguel do Iguaçu, PR. CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 004001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS: ACEFATO TÉCNICO GSP – Registro MAPA nº 9819 GSP CROP SCIENCE PRIVATE LIMITED. - UNIT 1 Plot Nº 100-103 G.V.M.M. Industrial Estate Odhav, 38241,5 Ahmedabad, Gujarat, Índia. ACEFATO TÉCNICO SABERO – Registro MAPA nº 7610 COROMANDEL INTERNATIONAL LIMITED Plot No 2102, GIDC – Sarigam – 396155, Valsad District - Gujarat State - Índia. ACEFATO TÉCNICO SOLUS – Registro no MAPA nº TC13822 LION AGREVO (NANTONG) CO., LTD. Fourth Yangkou Road, Chemical Industrial Park Yangkou Coastal Economic Development Zone Rudong County, Jiangsu, 226407, China. JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. Sushua Road, Xinyi Economics &Technological Development Zone Jiangsu, China. FORMULADORES: ANHUI RICHEN PLANT PROTECTION ENGINEERING CO., LTD. No. 30 Kaiyuan Avenue, Mohekou Industrial Park, Bengbu, Anhui, China. CHD’S AGROCHEMICALS S.A.I.C. Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias, Paraguai. COROMANDEL INTERNATIONAL LIMITED Plot No 2102, GIDC – Sarigam – 396155, Valsad District, Gujarat State, Índia.

GSP CROP SCIENCE LIMITED Plot Nº 100-103, G.V.M.M., Industrial Estate, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat – Índia. JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Xinyi, Jiangsu, 382415 – China. LION AGREVO (JIANG SU) CO., LTD. No. 16, Second Haibin Road, Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development Zone, Rudong County, Jiangsu, China. LION AGREVO (NANTONG) CO., LTD. Forth Yangkou Road, Rudong County, Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu, 226407 – China. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO. LTD. No.1165 Beihai Road, Chemical Industry Zone of Ningbo Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, China. RALLIS INDIA LIMITED Unit I & III, Plot No. 3301, GIDC Estate, Ankleshwar393002, Gujarat – Índia.

Nodo lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

PODER.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO

AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C.

INSTRUÇÕES DE USO

ALPES 970 SG é um inseticida/acaricida sistêmico, do grupo organofosforado, que contém o ingrediente ativo acefato, 970 g/kg, na formulação granulado solúvel (SG), indicado para o controle de pragas nas culturas de algodão, amendoim, batata, citros, feijão, melão, milho, soja e tomate (industrial).

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

CULTURASALVO BIOLÓGICO*DOSE p.c.Volume de CaldaNúmero Máximo de Aplicações
Nome ComumNome Científico(g/ha ou g/100 L de água)(L/ha)
AlgodãoÁcaro-rajadoTetranychus urticae385-580300-4002
Pulgão-do-algodoeiroAphis gossypii580-770
TripesFrankliniella schultzei385-580
TripesCaliothrips brasiliensis310-385
Lagarta-das-maçãsHeliothis virescens770-1160
CuruquerêAlabama argillacea310-385
HelicoverpaHelicoverpa armigera800-1000
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos.
AmendoimTripes-do-prateamentoCaliothrips brasiliensis310-385300-4001
Tripes-do-bronzeamentoEnneothrips flavens310-385
Cigarrinha-verdeEmpoasca spp.310-385
Lagarta-do-pescoço- vermelhoStegasta bosquella385-580
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos.
BatataPulgão-verdeMyzus persicae310-465400-6003
Pulgão-das-solanáceasMacrosiphum euphorbiae75 g/100 L de água
Cigarrinha-verdeEmpoasca kraemeri310-465750-1.500
Traça-da-batatinhaPhthorimaea operculella580-775
Lagarta-militarSpodoptera frugiperda770
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos.
CULTURASALVO BIOLÓGICO*DOSE p.c.Volume de CaldaNúmero Máximo de Aplicações
Nome ComumNome Científico(g/ha ou g/100 L de água)(L/ha)
CitrosBicho-furãoEcdytolopha aurantiana40 g/100 L de água20002
Cochonilha-de-placaOrthezia praelonga770-1160
Cochonilha-da-raizParlatoria pergandii770-1160
Cochonilha-pardinhaSelenaspidus articulatus770-1160
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos.
FeijãoMosca-brancaBemisia tabaci155-385300-4001
Cigarrinha-verdeEmpoasca kraemeri385-580
Vaquinha-verdeDiabrotica speciosa385-770
Lagarta-enroladeira-das- folhasHedylepta indicata385-580
TripesCaliothrips brasiliensis580
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos.
MelãoPulgão-das-inflorescênciasAphis gossypii1904003
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos.
CULTURASALVO BIOLÓGICO*DOSE p.c.Volume de CaldaNúmero Máximo de Aplicações
Nome ComumNome Científico(g/ha ou g/100 L de água)(L/ha)
MilhoPulgão-do-milhoRhipalosiphum maidis620-770150-2002
Percevejo-barriga-verdeDichelops melacanthus
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis): Aplicar quando observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores, com intervalos de 10 dias. Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Efetuar a primeira aplicação entre o 1º e o 5º dia após a emergência da cultura e a segunda, sete dias após a primeira.
SojaLagarta-da-sojaAnticarsia gemmatalis580-770300-4002
Percevejo-verdeNezara viridula580-770
Percevejo-verde-pequenoPiezodorus guildinii620-770
Broca-das-axilasEpinotia aporena620-770
Perceveio-marromEuschistus heros770
Lagarta-falsa-medideiraPseudoplusia includens770
TripesCaliothrips brasiliensis385
Tripes-do-feijoeiroCaliothrips phaseoli385
TripesFrankliniella rodeos385
TripesFrankliniella schultzei385
Tamanduá da sojaSternechus subsignatus580-770
Lagarta-enroladeira-das- folhasHedylepta indicata465-770
HelicoverpaHelicoverpa armigera900
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos.
CULTURASALVO BIOLÓGICO*DOSE p.c.Volume de CaldaNúmero Máximo de Aplicações
Nome ComumNome Científico(g/ha ou g/100 L de água)(L/ha)
Tomate Industrial(1)Pulgão-verdeMyzus persicae75 g/100 L d’água Ou 770 g/ha500-7503
Pulgão-das-solanáceasMacrosiphum euphorbiae770
TripesFrankliniella schultzei385-580
TripesThrips palmi385-580
Minadora-das-folhasLyriomyza huidobrensis385-580
Broca-grande-do-frutoHelicoverpa zea580-770
Ácaro-vermelhoTetranychus evansi580-770
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos. Observações: (*) A dose menor deverá ser aplicada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas. Aplicar a dose menor em períodos de baixa infestação. - p.c. = produto comercial. A cada 1 kg de p.c. ALPES 970 SG, tem-se 970 g do ingrediente ativo acefato. (1) Tomate rasteiro com fins industriais. Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa).

MODO DE APLICAÇÃO

ALPES 970 SG deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto de maneira uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas tratadas. "É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS." Equipamentos de aplicação: APLICAÇÃO TERRESTRE: Pulverizador tratorizado de barra com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Tipo de bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. Pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Velocidade de aplicação: que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. - Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. - A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4, 7 bar. - Altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. - Utilizar tecnologias e técnicas de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

- Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas. Recomendação específica para arbóreas: - Utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar (turbina). - Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. - Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. - A velocidade de aplicação deve possibilitar boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. - Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. - Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. - A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. - Utilizar tecnologias e técnicas de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva conforme abaixo: Temperatura máxima de 30 °C; umidade relativa igual ou superior a 55%; velocidade do vento de 2 a 10 km/h. INSTRUÇÕES PARA PREPARO DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO: ALPES 970 SG é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no tanque de preparo da solução. Para o uso de sacos hidrossolúveis: 1) Encher o tanque com água limpa com % do volume de calda recomendado. 2) Iniciar agitação no tanque. 3) Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente. 4) Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada. 5) Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE PULVERIZAÇÃO: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento. Pulverizadores de barra: 1Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agitar por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. 2Remover e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente. 3Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada. 4Limpar os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente.

5Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida. PULVERIZADORES DE ARBÓREAS (TURBO ATOMIZADORES): 1. Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada. 2. Remover e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas. 3. Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada. 4. Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente. 5. Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada. Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida. INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita) CULTURAS ............... INTERVALO (dias) Amendoim ............... Feijão ............... Melão ............... Algodão ............... Batata ............... Citros ............... Milho ............... Soja ............... Tomate Industrial ...............

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola. - O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula. Utilizar somente as doses recomendadas. - Durante a aplicação do produto deve-se evitar que a deriva atinja outras áreas e/ou culturas. - Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa).

- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. - Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.

O inseticida ALPES 970 SG pertence aos grupos 1B (inibidores da acetilcolinesterase) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ALPES 970 SG como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 1B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar ALPES 970 SG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de ALPES 970 SG podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ALPES 970 SG ou outros produtos dos Grupos 1B quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

 Produto para uso exclusivamente agrícola;  O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;  Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;  Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;  Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;  Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;  Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;  Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado;  Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;  Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais;  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidro-repelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila.  Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;  Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão de algodão hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou PFF2); óculos de segurança com proteção lateral; e luvas de proteção para produtos químicos.  Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.  Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medias coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.

 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.  Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.  Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:  Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada;  Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação;  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação;  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;  Não reutilizar a embalagem vazia;  No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão de algodão hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e botas de borracha  Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinadas e devidamente protegidas.  Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO Nocivo se ingerido Pode ser perigoso em contato com a pele

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR ALPES 970 SG -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoOrganofosforado
Classe ToxicológicaCategoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de ExposiçãoDérmica, inalatória, oral e ocular. As principais vias de exposição são inalatória e cutânea.
ToxicocinéticaO acefato é absorvido através da pele, trato respiratório e trato gastrointestinal, e muitas vezes sua absorção é favorecida pelos solventes presentes na formulação. A absorção cutânea é maior em temperaturas elevadas ou quando existem lesões na pele. Após absorvidos são amplamente distribuídos. Não existem evidências de bioacumulação. Os compostos sofrem biotransformação, principalmente no fígado, formando produtos menos tóxicos e mais polares, que são eliminados facilmente do organismo. Os ratos convertem uma porção do acefato em metamidofós no intestino delgado pela ação dos microrganismos, mas é rapidamente excretado sem acumular nos tecidos. A eliminação desses compostos ocorre principalmente através da urina (90%) e das fezes, sendo que 80 a 90% da dose absorvida é eliminada em 48 horas. Uma pequena proporção destas substâncias e de suas formas ativas (oxons) é eliminada, sem modificação, na urina. A meia-vida dos organofosforados, após administração via única, varia de minutos a poucas horas, dependendo do composto e da via de entrada.
ToxicodinâmicaInibição da Acetilcolinesterase, resultando no acúmulo de acetilcolina nas sinapses colinérgicas no sistema nervoso central, periférico somático e autônomo, levando ao aumento da resposta nos receptores pós-sinápticos, nicotínicos ou muscarínicos.
Mecanismos de ToxicidadeO mecanismo clássico de ação é por inibição da enzima acetilcolinesterase, a que impede a ativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua ação mais intensa e prolongada nas sinapses colinérgicas, provocando superestimulação colinérgica das terminações nervosas. Isso torna inadequada a transmissão dos estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do sistema nervoso (SN), causando efeitos muscarínicos (SN parassimpático), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central (SNC). A duração dos efeitos é determinada pelas propriedades do composto (solubilidade em lípideo, estabilidade da união à acetilcolinesterase e se o envelhecimento da enzima já há ocorrido). O que acontece é que a inibição da Ach pelos
Mecanismos de Toxicidadeorganofosforados é feita no início por uma ligação iônica temporária, mas a enzima é gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, processo que leva em torno de 24 a 48 horas ("envelhecimento da enzima") e quando ocorre, a enzima não mais se regenera, desaparecendo os sintomas.
Sintomas e Sinais ClínicosToxicidade aguda: Os efeitos podem ocorrer minutos a horas após a exposição. Efeitos sistêmicos podem aparecer minutos após a inalação de vapores/aerossóis. O início de sintomas é retardado após absorção percutânea ou gastrointestinal. Os sintomas duram entre 24 e 48 horas. Grupos de risco: Indivíduos maiores de 18 anos, grávidas, etilistas, com doenças orgânicas do SNC (epilepsia), psiquiátricas, endócrinas, pulmonares (asma, tuberculose, doenças respiratórias crônicas), gastrointestinais (úlcera péptica, gastrenterocolite), hepáticas, renais, oftálmicas (conjuntivite crônica e ceratite), pessoas com contraindicação de trabalhos com químicos tóxicos e aquelas com alto risco de exposição. Quadro de manifestações clínicas segundo local afetado e tipo de receptor: Alvo (receptor) Sítios Afetados Manifestação Glândulas Exócrinas Hipersecreção (sialorreia, SN autônomo lacrimejamento, transpiração) Parassimpático - Olhos Miose puntiforme, ptose fibras nervosas palpebral, visão turva, hiperemia pósganglionares conjutival, “lágrimas de sangue” (receptores Sistema Náuseas, vômitos, diarreia, dor muscarínicos) Gastrointestinal abdominal, rigidez, tenesmo, incontinência fecal Sistema Respiratório Hipersecreção brônquia, SN autônomo rinorreia, rigidez torácica, Parassimpático - broncoespasmo, tosse, dispneia, fibras nervosas bradipneia, cianose pósganglionares Sistema Bradicardia, hipotensão, (receptores Cardiovascular hipovolemia, choque muscarínicos) Sistema Urinário Incontinência urinária SN Autônomo Sistema Taquicardia, hipertensão (podem Parasimpático Cardiovascular ser alterados pelos efeitos (rec. nicotínios) muscarínicos) Somáticos-motor Músculos Fasciculações, hiporreflexia, (rec. nicotínios) Esqueléticos tônus flácido/rígido, cólica, fraqueza, paralisia, parada respiratória, agitação, hiperatividade motora, tremores Sistema Nervoso Sonolência, letargia, fadiga, Central cefaleia, labilidade emocional, Cérebro confusão mental, perda de concentração. Coma com ausência de reflexos, ataxia, tremores, convulsões, "respiração de Cheynes Stokes", depressão dos centros respiratório e cardiovascular.
Alvo (receptor)Sítios AfetadosManifestação
SN autônomo Parassimpático - fibras nervosas pósganglionares (receptores muscarínicos)Glândulas ExócrinasHipersecreção (sialorreia, lacrimejamento, transpiração)
OlhosMiose puntiforme, ptose palpebral, visão turva, hiperemia conjutival, “lágrimas de sangue”
Sistema GastrointestinalNáuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, rigidez, tenesmo, incontinência fecal
SN autônomo Parassimpático - fibras nervosas pósganglionares (receptores muscarínicos)Sistema RespiratórioHipersecreção brônquia, rinorreia, rigidez torácica, broncoespasmo, tosse, dispneia, bradipneia, cianose
Sistema CardiovascularBradicardia, hipotensão, hipovolemia, choque
Sistema UrinárioIncontinência urinária
SN Autônomo Parasimpático (rec. nicotínios)Sistema CardiovascularTaquicardia, hipertensão (podem ser alterados pelos efeitos muscarínicos)
Somáticos-motor (rec. nicotínios)Músculos EsqueléticosFasciculações, hiporreflexia, tônus flácido/rígido, cólica, fraqueza, paralisia, parada respiratória, agitação, hiperatividade motora, tremores
CérebroSistema Nervoso CentralSonolência, letargia, fadiga, cefaleia, labilidade emocional, confusão mental, perda de concentração. Coma com ausência de reflexos, ataxia, tremores, convulsões, "respiração de Cheynes Stokes", depressão dos centros respiratório e cardiovascular.
Sintomas e Sinais ClínicosDeve-se à insuficiência respiratória hipersecreção pulmonar, paralisia da musculatura e depressão do centro Óbito respiratório). Outras causas de óbito: Depressão do SNC, crises convulsivas e arritmias. Mortalidade tardia é associada à insuficiência respiratória secundária a infecção pneumonia/sepse); ou complicações da ventilação mecânica prolongada e tratamento intensivo ou por arritmia ventricular tardia. Toxicidade crônica: Aparece 1-4 dias após a resolução da crise colinérgica Síndrome aguda. É caracterizada por paresia dos músculos intermediária respiratórios, da face, pescoço e porções proximais dos membros e hiporreflexia. Pode comprometer pares cranianos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode durar meses. Aparece em 14-28 dias aoós exposições agudas e intensas Neuropatia e é desencadeada por dano aos axônios de nervos retardada (rara) periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir por semanas a anos. Outros efeitos Pode ocorrer um déficit residual de natureza sobre o SNC neuropsiquiátrica, como depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição de quadro clínico compatível, associados ou não a queda na atividade da enzima COLINESTERASE no sangue. (Duvidoso = 30%, deve ser repetido; Intoxicação leve= 50·60%; moderada= 60-90%; grave= 100%). Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente, não condicionado o início do tratamento à confirmação laboratorial. • A dosagem basal e periódica da colinesterase sanguínea em manipuladores do produto é obrigatória. • A atividade de colinesterase é derivada da ação de duas enzimas: -A Colinesterase Eritrocitária ou autil-colinesterase- AchE ou "Colinesterase Verdadeira" (na membrana dos eritrócitos; correlaciona mais com a clínica); -A Colinesterase plasmática ou butiril-colinesterase - BuChE ou "Pseudocolinesterase (mais sensível)".
TratamentoCuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser realizadas concomitantemente ao tratamento medicamento e a descontaminação.
Síndrome intermediáriaAparece 1-4 dias após a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios, da face, pescoço e porções proximais dos membros e hiporreflexia. Pode comprometer pares cranianos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode durar meses.
Neuropatia retardada (rara)Aparece em 14-28 dias aoós exposições agudas e intensas e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir por semanas a anos.
Outros efeitos sobre o SNCPode ocorrer um déficit residual de natureza neuropsiquiátrica, como depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa.
ANTÍDOTOSulfato de Atropina: só deverá ser administrada na vigência de sintomatologia e por pessoal qualificado. Age apenas nos sintomas muscarínicos, agudos ou crônicos, mas é ineficiente contra os nicotínicos. A atropina não reativa a enzima colinesterase nem acelera a metabolização do produto. Apesar dessa limitação, é considerada um bom agente em intoxicações por organofosforados e carbamatos. Dose em Adultos: 2-5 mg cada 10-15 minutos; Crianças: 0,05 mg/kg a cada 10-15 minutos; via IV ou IM (se a IV não é possível). Uma alternativa é a administração via tubo endotraqueal. Há relatos de melhora da angústia respiratória usando nebulização com atropina, por diminuir as secreções bronquiais e melhorar a oxigenação. A atropinização poderá ser requerida por hora ou dias. A atropina não deve ser suspensa abruptamente, pelo risco de recirculação do produto e retorno da sintomologia, devendo ser espaçada até a retirada total. Oxima-Pralidoxima (2-PAM): é um antídoto específico para organofosforado, mas deve ser usado somente associado à atropina. Trata intoxicações moderadas a graves sendo mais efetivo se administrado dentro das primeiras 48 horas. Administrar até 24 horas após o desaparecimento dos sintomas colinérgicos. Pode requerer prolongada administração. Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente SNC). Não reativa a colinesterase plasmática. Dose em adultos: bolo de 1-2 g de 2-PAM/100 mL de solução salina 0,9%. Em 15 a 30 minutos. Seguir com infusão de 0,5-1 g/h em solução ao 2,5%. Dose em crianças: iniciar com 20-50 mg/kg (Máx: 2 g/dose) em solução salina 0,9 % ao 5% e seguir com infusão de 10-20 mg/kg/hora. A dose inicial pode ser repetida em 1 hora e logo cada 3-8 horas se persistirem as fasciculações/fraqueza (recomendável infusão contínua). É indicada hospitalização do paciente por pelo menos 24 horas para observar por recorrências de sintomas durante a atropinização. O período de observação pode ser estendido (72 horas - 14 dias) nos casos de ingestão mista de agrotóxicos devido aos sintomas prolongados dos organofosforados.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química. As seguintes drogas são contraindicadas: agentes colinérgicos, succinilcolina, morfina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas apenas quando há marcada hipotensão.
Efeitos das Interações QuímicasCom outros organofosforados ou carbamatos.
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1099

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIOS: Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Estudos de absorção e excreção realizados com animais de laboratório demonstraram que o produto após a sua administração oral é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal. A excreção pelos ratos foi rápida e completa, sendo que a maior parte (88%) ocorreu nas primeiras 24 horas, através urina (95%) e em menor quantidade nas fezes e no ar expirado. O acúmulo nos tecidos foi muito pequeno.

EFEITOS AGUDOS

DL50 via oral (ratos): > 300 - 2000 mg/kg de peso corpóreo. DL50 via dérmica (ratos): > 2000 mg/kg. CL50 inalatória (ratos): Não determinada nas condições de teste. Irritação/corrosão dérmica (coelho): o produto não é irritante dérmico. Irritação/corrosão ocular (coelho): o produto não é irritante ocular. Sensibilização cutânea: Não sensibilizante dérmico. Mutagenicidade: Não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS

Em testes realizados em animais de laboratório administrando-se o produto na dieta alimentar por um período de dois anos, não foram determinadas quaisquer formas de anormalidade de comportamento e nem em exames hematológicos, histológicos, de órgão e de urina. Apenas em doses elevadas foram constataram pequenas reduções da atividade da colinesterase. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). ( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.

- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a empresa AMBIPAR (24h) 0800-707-7022. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. O produto tem restrição no Estado do Paraná para o alvo biológico Pseudoplusia includens em soja.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Alpes 970 SG registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 22525 · documento de 03/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Alpes 970 SG?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Alpes 970 SG e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Alpes 970 SG é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 22525, documento de 03/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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