ALMADA® KEJANO® Fungicida Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob n o 01622.
COMPOSIÇÃO
3-(difluoromethyl)-1-methyl-N-(3,4,5-trifluorobiphenyl-2-yl)pyrazole-4-carboxamide (FLUXAPIROXADE)...........................................................................................................22,5 g/L (2,25% m/v) manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt (MANCOZEBE) ..................................................................................................................440 g/L (44,00% m/v) (RS)-2-[2-(1-chlorocyclopropyl)-3-(2-chlorophenyl)-2-hydroxypropyl]-2,4-dihydro-1,2,4-triazole-3-thione (PROTIOCONAZOL) .......................................................................................................... 31,5 g/L (3,15% m/v) Solvent naphtha (petroleum), heavy aromatic (SOLVENTE AROMÁTICO PESADO DE NAFTA)............................................................150 g/L (15,00% m/v) Outros Ingredientes........................................................................................................ 619,4g/L (61,94% m/v) GRUPO C2 FUNGICIDA GRUPO M3 FUNGICIDA GRUPO G1 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.
| GRUPO | C2 | FUNGICIDA |
|---|---|---|
| GRUPO | M3 | FUNGICIDA |
| GRUPO | G1 | FUNGICIDA |
CLASSE: Fungicida de contato e de ação sistêmica. GRUPO QUÍMICO: Fluxapiroxade: Pirazol carboxamida Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato) Protioconazol: Triazolintiona Solvente aromático pesado de Nafta: Hidrocarboneto aromático TIPO DE FORMULAÇÃO: Dispersão de óleo (OD). TITULAR DO REGISTRO(*): ADAMA BRASIL S/A Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR. Tel.: (43) 3371-9000 CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 60.107.287-44 Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: FLUXAPYROXAD TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 08713. BASF SE. Carl-Bosch Strasse, 38, D67056, Ludwigshafen, Baden-Württemberg – Alemanha. MANCOZEBE TÉCNICO ADAMA - Registro MAPA nº TC10425. LIMIN CHEMICAL CO., LTD. Economic Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu, China MANCOZEB TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 01708498. CTVA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA Av. Pres. Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte Rio Abaixo - CEP: 12321-150 - Jacareí/SP, Brasil, Tel.: (11) 5188-9000 - CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Registro estadual: 679/CDA/SP Página 1 de 21
MANCOZEB TÉCNICO INDOFIL – REGISTRO MAPA nº 11011. INDOFIL INDUSTRIES LIMITED Azad Nagar, Sandoz Baug P.O., Off Ghodbunder Road, Near Chitalsar, Manpada, 400 607, Thane, India INDOFIL INDUSTRIES LIMITED Plot N°. Z7-1/Z8, Sez Dahej Limited, Sez Dahej, Taluka: Vagra, DistBharuch, Gujarat, 392 130, India INDOFIL INDUSTRIES LIMITED Plot N° D-2/CH-12, GIDC, Estate Dahej, Dist. Bharuch Tal. Vagra, Gujarat, India MANCOZEB TÉCNICO SABERO – REGISTRO MAPA nº 11109. COROMANDEL INTERNATIONAL LIMITED. Plot nº 2102, GIDC, District Bulsar Sarigam, 396155, Valsad District, Gujarat State – Índia. PROTIOCONAZOL TÉCNICO ADAMA BR – REGISTRO MAPA nº TC04621. ADAMA BRASIL S/A. Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS - Tel.: (51) 3653-9400 CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS PROTIOCONAZOL TÉCNICO ADAMA BRASIL – REGISTRO MAPA nº TC03621. ADAMA MAKHTESHIM LTD. Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva – Israel. PROTIOCONAZOL TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº TC06822. SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, 262737, Shandong Province, Weifang – China. PROTIOCONAZOL TÉCNICO ADAMA 2 - Registrado MAPA nº TC15724. YONGNONG BIOSCIENCES CO. LTD. - No. 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang, China PROTIOCONAZOL TÉCNICO ADAMA 3 – REGISTRO MAPA nº TC23422. SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO. LTD. Lingang Industrial Zone, Weifang, Coastal Econ. Development Zone, Shandong – China. PROTIOCONAZOL TÉCNICO ADAMA 4 – REGISTRO MAPA nº TC10723. ANHUI JIUYI AGRICULTURE CO., LTD Hefei Circulate Economy Zone Hefei City, 231602, Anhui, China PROTIOCONAZOL TÉCNICO RAINBOW – REGISTRO MAPA nº TC04121 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong - China. PROTHIOCONAZOLE TECHNICAL II CAC – REGISTRO MAPA nº TC0802 JIANGXI TIANYU CHEMICAL CO. LTD Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industry Park, 331300, Xingan County, Jiangxi Province, China PROTHIOCONAZOLE TÉCNICO NT – REGISTRO MAPA nº TC09122. ABA CHEMICALS (NANTONG) LIMITED. Nº 26, Fourth Haibin Road Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu – China. PROTIOCONAZOL TÉCNICO ZS – REGISTRO MAPA nº TC02023. XIANGSHUI ZHONGSHAN BIOSCIENCE CO., LTD. Dahe Road, Xiangshui Eco Chemical lndustry Park, Xiangshui, Yancheng, Jiangsu – China. PROTHIOCONAZOLE TÉCNICO HH – REGISTRO MAPA nº TC04923. YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD. Zhonshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industry Park Binhai, 224555, Jiangsu - China Página 2 de 21
FORMULADOR: ADAMA BRASIL S/A Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR. CNPJ: 02.290.510/0001-76 Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR ADAMA BRASIL S/A Avenida Júlio de Castilhos, 2085, CEP: 95860-000 – Taquari/RS. CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS ADAMA MAKHTESHIM LTD. Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva – Israel.
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Página 3 de 21
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
ALMADA® é um fungicida com modos de ação sistêmico, pertencente aos grupos químicos Pirazol carboxamida (fluxapiroxade), Triazolintiona (protioconazol), e contato do grupo químico Alquilenobis (ditiocarbamato) (mancozebe), sendo indicado para o controle de doenças foliares nas culturas de algodão, amendoim, aveia, centeio, cevada, feijão, milheto, milho, sorgo, soja, trigo e triticale. CULTURA, ALVOS, DOSES, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE APLICAÇÕES:
| Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | |||||
| Algodão | Ramularia | Ramularia areola | 2,0 a 2,5 L/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha Adjuvante: 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 14 dias por ciclo da cultura. | |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar ALMADA® preventivamente ou logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Utilizar as doses maiores sob condições severas do ataque das doenças e quando as condições de clima estiverem favoráveis ao rápido desenvolvimento dos patógenos. | ||||||
| Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | ||
| Nome Comum | Nome Científico | |||||
| Amendoim | Cercospora | Cercospora spp. | 2,0 a 2,25 L/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha Adjuvante: 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 14 dias por ciclo da cultura. | |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar ALMADA® preventivamente ou logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Utilizar as doses maiores sob condições severas do ataque das doenças e quando as condições de clima estiverem favoráveis ao rápido desenvolvimento dos patógenos. | ||||||
| Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | ||
| Nome Comum | Nome Científico | |||||
| Feijão | Antracnose | Colletotrichum lindemuthianum. | 2,0 a 2,25 L/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha Adjuvante: 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. | |
| Mancha-angular | Phaeoisariopsis griseola | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar ALMADA® preventivamente ou logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Utilizar as doses maiores sob condições severas do ataque das doenças e quando as condições de clima estiverem favoráveis ao rápido desenvolvimento dos patógenos. |
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| Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | ||||
| Milheto Milho Sorgo | Helmintosporiose | Exserohilum turcicum | 1,75 a 2,25 L/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha Adjuvante: 0,5% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. |
| Mancha-de- Phaeosphaeria | Phaeosphaeria maydis | ||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar ALMADA® preventivamente ou logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Utilizar as doses maiores sob condições severas do ataque das doenças e quando as condições de clima estiverem favoráveis ao rápido desenvolvimento dos patógenos. | |||||
| Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
| Nome Comum | Nome Científico | ||||
| Soja | Ferrugem-asiática | Phakopsora pachyrhizi | 2,0 L/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. |
| Mancha-parda | Septoria glycines | 2,0 a 2,25 L/ha | |||
| Mancha-alvo | Corynespora cassiicola | ||||
| Crestamento-foliar | Cercospora kikuchii | ||||
| Oidio | Microsphaera diffusa | ||||
| Antracnose | Colletotrichum truncatum | ||||
| Podridão-dos- grãos e sementes | Diaporthe ueckerae Diaporthe miriciae Diaporthe longicolla Colletotrichum truncatum Colletotrichum cliviicola Colletotrichum clivae Cercospora flagelaris Fusarium incarnatum Fusarium equiseti Fusarium proliferatum | 2,0 L/ha | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 14 dias por ciclo da cultura. | ||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ferrugem-asiática (Phakopsora Pachyrhizi): Aplicar ALMADA® de forma preventiva ou no máximo a partir do florescimento da cultura (estádio fenológico R1 – R2 para materiais de crescimento determinado e 40 a 45 dias para materiais de crescimento indeterminado). Reaplicar o produto em intervalo de 15 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença. Observar condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento desta doença: chuvas bem distribuídas com longos períodos de molhamento, presença frequente de orvalho pela manhã e temperatura variando entre 18° a 28°C. O monitoramento da doença é recomendado a partir da emissão das primeiras folhas no estádio vegetativo, uma vez que a doença pode ocorrer em qualquer estádio fenológico da cultura. Deve-se intensificar o monitoramento nas semeaduras mais tardias, nos estádios críticos de pré-florada e no início dos estádios reprodutivos, e quando detectada a ferrugem na região. Mancha-parda (Septoria glycines): Aplicar o produto ALMADA® de forma preventiva no estádio vegetativo da cultura. Reaplicar o produto caso as condições ambientais estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença. Mancha-alvo (Corynespora cassiicola), Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii), Oídio (Microsphaera difusa), Antracnose (Colletotrichum truncatum): Aplicar o produto ALMADA® de forma preventiva no fechamento das entrelinhas da cultura ou início do florescimento (R1). Reaplicar o produto caso as condições ambientais estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença. Podridão-dos-grãos e sementes: Aplicar ALMADA® de forma preventiva a partir do florescimento da cultura (estádio fenológico R1 – R3 para materiais de crescimento determinado, e 40 a 45 dias para materiais de crescimento indeterminado). |
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| Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | ||||
| Aveia Centeio Cevada Trigo Triticale | Mancha-amarela | Drechslera tritici- repentis | 1,75 a 2,0 L/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. |
| Ferrugem-da-folha | Puccinia triticina | 1,5 a 2,0 L/ha | |||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar ALMADA® preventivamente ou logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Utilizar as doses maiores sob condições severas do ataque das doenças e quando as condições de clima estiverem favoráveis ao rápido desenvolvimento dos patógenos. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar ALMADA® preventivamente ou logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Utilizar as doses maiores sob condições severas do ataque das doenças e quando as condições de clima estiverem favoráveis ao rápido desenvolvimento dos patógenos.
MODO DE APLICAÇÃO
A aplicação do produto ALMADA® poderá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea. APLICAÇÃO TERRESTRE: O produto ALMADA® pode ser aplicado com pulverizador costal, pulverizador tratorizado com barra e autopropelido. Somente aplique o produto ALMADA® com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do equipamento e do responsável técnico pela aplicação. Para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento operacional e da aplicação, como os ângulos de formação de jato em função do espaçamento entre pontas da barra de pulverização, também o formato do jato, vazão de líquido e espectro de gotas, além das características do alvo, da cobertura desejada e das recomendações técnicas da bula e do fabricante do equipamento. Observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva. Para redução do risco de deriva recomenda-se a utilização de pontas de pulverização com tecnologia de indução de ar, capazes de gerar gotas finas a médias. A altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo. Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá conciliar o modelo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e técnicas para redução de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas. APLICAÇÃO AÉREA: SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA: Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA. A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas. Para aplicação de ALMADA® deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo, evitando a quebra secundaria das gotas, conforme abaixo: - Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Atentar-se Página 6 de 21
aos vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema e ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo. - Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 e 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave. - Pontas de pulverização: Recomenda-se que seja obtida através da combinação correta do tamanho de gotas e vazão por meio dos catálogos e tabelas das fabricantes, de acordo com as características operacionais de cada aplicação. - Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. - Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda para que resulte em uma cobertura adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa eficácia do produto. - Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. - Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. - Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação. As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula. Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto. Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de ALMADA®. SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA – ARP DRONE Considerar os parâmetros operacionais recomendados no tópico SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA. Os equipamentos de aplicação devem estar em boas condições e serem registrados, tendo o operador licença para operação de aeronave agrícola remotamente pilotada, recomenda-se a averiguação da documentação e do equipamento antes da aplicação. É recomendado o uso de pontas hidráulicas ou discos de acordo com a recomendação do fabricante. A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, configurações e sinais de telemetria, inspeção do pulverizador, calibração e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto. Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado. Página 7 de 21
Em caso de dúvidas, verifique as normas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de não calibração e regulagem, ou má realização desse processo, pode ocorrer perdas significativas do produto e eficiência. MODO DE PREPARO DA CALDA: Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar ALMADA® e o adjuvante nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como: - Temperatura ambiente inferior a 30ºC; - Umidade relativa do ar superior a 55%; - Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h; Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto ALMADA®, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia. Se a velocidade do vento estiver acima que 10 km/h não aplique o produto ALMADA®, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar. OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação, o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto. LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com ALMADA®. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de áreas vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento. Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico. Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir com o enxague seguindo a recomendação do fabricante. Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda a calda remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação. Página 8 de 21
INTERVALO DE SEGURANÇA
| CULTURA | DIAS |
|---|---|
| Algodão, Aveia, Cevada, Centeio, Milheto, Milho, Soja, Sorgo e Trigo | 30 |
| Amendoim e Feijão | 14 |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: ● Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2, M3, G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; ● Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; ● Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; ● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; ● Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfitopatologia.org.br), Página 9 de 21
ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO C2 FUNGICIDA GRUPO M3 FUNGICIDA GRUPO G1 FUNGICIDA O produto fungicida ALMADA® é composto por FLUXAPIROXADE + MANCOZEBE + PROTIOCONAZOL, que apresenta mecanismo de ação no Complexo II: succinato-desidrogenase, atividade de contato multissítio e no C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente aos Grupo C2, M3, G1, respectivamente, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DASOJA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugem asiática da soja, seguem algumas recomendações: ● Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo C2, M03, G1 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizálo isoladamente; ● Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária; ● Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape); ● Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época); ● Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis; ● Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida; ● Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc. ● Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado; ● Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados; ● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas; ● Realizar o monitoramento da doença na cultura; ● Adotar estratégia de aplicação preventiva; ● Respeitar intervalo máximo de 15 dias de intervalos entre aplicações; ● Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula; ● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; ● Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
| GRUPO | C2 | FUNGICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | M3 | FUNGICIDA | ||
| GRUPO | G1 | FUNGICIDA |
GRUPO C2 FUNGICIDA GRUPO M3 FUNGICIDA GRUPO G1 FUNGICIDA O produto fungicida ALMADA® é composto por FLUXAPIROXADE + MANCOZEBE + PROTIOCONAZOL, que apresenta mecanismo de ação no Complexo II: succinato-desidrogenase, atividade de contato multissítio e no C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente aos Grupo C2, M3, G1, respectivamente, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
| GRUPO | C2 | FUNGICIDA | ||
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| GRUPO | M3 | FUNGICIDA | ||
| GRUPO | G1 | FUNGICIDA |
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de Página 11 de 21
borracha; avental impermeavél; mascara; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias respiratórias Pode ser nocivo em contato com a pele Nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. PERIGO Página 12 de 21
- INTOXICAÇÕES POR ALMADA® -
| Grupo químico | Fluxapiroxade: Pirazol carboxamida Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato) Protioconazol: Triazolintiona Solvente aromático pesado de Nafta: Hidrocarboneto aromático |
|---|---|
| Classe Toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, Inalatoria, ocular e dérmica |
| Toxicocinética | Fluxapiroxade: Estudos em animais de laboratório (ratos), demonstraram que o Fluxapiroxade após exposição oral foi absorvido rapidamente tendo uma biodisponibilidade de cerca de 65 a 80% da dose administrada, sendo atingidas as concentrações máximas em 1 a 24 hrs após administração para uma dose baixa e alta respectivamente. Não foi observado potencial de bioacumulação. A distribuição da substancia foi ampla e os principais órgãos com presença de resíduo encontrados foram : fígado, tireóide e adrenal. A principal via de excreção foi pelas fezes, onde 70 a 85% da concentração administrada foi excretada, seguida pela via urinária (8 a 17%), após 48 hrs da administração da substância. Mancozebe : O produto é absorvido e distribuido para o fígado, rins e tireóide, porém como é metabolizado rapidamente pelo fígado, através da glicuronização, não chega a ser acumulado nos tecidos. Seus principais metabólitos toxicologicamente relevantes são principalmente Etilenotioureia (ETU), e com menor importância o dissulfeto de carbono, sendo ambos excretados pelas fezes (71%) e pela urina (16%), em quase sua totalidade após 96 hrs da administração. Protioconazol: Absorção rápida, cerca de 90%, após administração oral, apresentou eliminação rápida também, sendo a principal via de excreção as fezes e a via biliar, que foi observada em evidência de circulação enterohepática. As fêmeas apresentaram uma absorção da substância mais lenta que os machos, sendo a maior circulação enterohepática e a eliminação por via renal. A distribuição da substância após administração também foi rápida, sendo os pricipais tecidos em que foram encontrados Protioconazol : fígado, rins, tecido adiposo, tireóide e glândula adrenal, porém não foi observado potencial de bioacumulação. O metabolismo do Protioconazol aconteceu principalmente através de desulfuração, hidroxilação oxidativa da metade fenil da molécula e conjugação com o ácido glicurônico, sendo os principais metabólitos formados o desthio e o Prothioconazole sem metabolizar. Solvente aromático pesado de Nafta: A substância atravessa as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos ·pelo trato gastrointestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre. Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados no leite de- todas as lactantes. Eliminação: principalmente através do trato respiratório. |
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| Toxicodinâmica | Fluxapiroxade: Estudos realizados com roedores mostraram que o Fluxapiroxade é indutor das enzimas do citocromo P450 no fígado, porém este modo de ação não é relevante para humanos, que apresentam menor sensibilidade a este efeito, quando comparado aos roedores. Mancozebe : Demonstrou ação irritante para as vias : cutânea, respiratória e ocular. Protioconazol: O mecanismo de toxicidade humanos não é conhecido. Solvente aromático pesado de Nafta: Os solventes aromáticos são rapidamente absorvidos e em torno de 10% é eliminado intacto pelo ar expirado. O resto passa pelo fígado, onde uma parte é catabolizada, e pelos tecidos gordurosos de todo o organismo onde se fixam graças à sua alta lipossolubilidade. A fixação é lábil, mas causadora de distúrbios permanentes nas exposições agudas graves e nas exposições crônicas, principalmente no cérebro. A eliminação se dá por todas as vias de excreção, principalmente pela urina. |
|---|---|
| Sintomas e Sinais clínicos | Fluxapiroxade: Não há parâmetros específicos disponíveis para monitoramento do efeito do Fluxapiroxade, nem efeitos adversos à saúde suspeitos de estarem relacionados à exposição com a substância. Podem ocorrer sintomas inespecíficos de toxicidade referente a susbtâncias químicas no geral. Em estudos realizados com animais de laboratório (ratos) identificou-se baixa toxicidade aguda para exposição oral, dérmica e inalatória. Jé em coelhos, Fluxapiroxade demonstrou ser levemente irritante para pele e não irritante para os ohos. Mancozebe : Exposição cutânea : pode causar irritação, prurudo, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash e eczema. Exposição inalatória : Pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), além de fadiga, cefaleia, visão embaçada e nausea. Exposição ocular : pode causar ardência, conjuntivite e inflamação nas pálpebras. Exposição oral : pode causar irritação da mucosa do trato grastrointestinal, cefaléia, dores abdomininais, diarréia. Nauseas e vômitos. Atencção : pode causar convulsão e coma em casos de exposições elevadas ou por longo período de exposição. Protioconazol : Exposição oral : estudos realizados com animais de laboratório (ratos) foram observados : piloereção, redução de motilidade, marcha incoordenada, dificuldade respiratória e aumento de salivação. Exposição cutânea : estudos realizados com coelhos foram observados eritemas reversíveis em cinco dias. Exposição ocular :em estudos realizados em animais de laboratório (coelhos) observou-se opacidade de córnea reversíveis em treze dias. Exposição respiratória : estudos realizados em animais de laboratório (ratos) observou-se bradipneia, padrão respiratório difícil, sibilos, secreção nasal serosa, narinas / focinho com incrustações vermelhas, motilidade reduzida, flacidez, piloereção, pêlos desarrumados, hipotermia e diminuição do peso corporal Solvente aromático pesado de Nafta: Efeitos agudos: pouco se conhece sobre os· efeitos dessa substância em mamíferos. Por analogia com propriedades de substâncias similares, é esperado: Exposição Oral: ·Náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. São sensibilizantes do ·miocárdio às catecolaminas. Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, podendo mais raramente resultar em necrose tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção: pneumatocele e disfunção crônica do pulmão. Estes hidrocarbonetos são mal |
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| Sintomas e Sinais clínicos | absorvidos a partir do trato gastrointestinal e ·não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que aspiração ocorra. Exposição cutânea: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode resultar em queimaduras cutâneas e, ocasionalmente, efeitos sistêmicos. Exposição Ocular: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer' após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos. Exposição respiratória: Sintomas subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como· dor de cabeça; fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes. Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite química. Broncoespasmo, hiperemia; edema e atelectasia são notados. Aviolete hemorrágica difusa com infiltrado granulócito ocorre logo após a aspiração ·e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquíolos e alvéolos podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de microabscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias, podem incluir: a pneumonite bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles. Complicações cardíacas são raras Abuso: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, neurotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com amputação necessária ·em 60 a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e depressão leve do Sistema Nervoso Central. Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos. |
|---|---|
| Diagnóstico | Fluxapiroxade: O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. Não existem exames laboratoriais específicos para Fluxapiroxade. Mancozebe : O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. Não existem exames laboratoriais específicos para Mancozebe, porém podem ser analisados para acompanhamento do quadro clínico : eletrólitos, exame de Urina I e de avaliação da Função Renal. Protioconazol : O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Solvente aromático pesado de Nafta: O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. Não existem exames laboratoriais específicos para Nafta. |
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| Tratamento | Antídoto: Não há antídoto específico Tratamento Geral: O Tratamento de intoxicações pelo produto formulado deve ser sintomático e de manutenção das funções vitais do paciente. Medidas de Descontaminação : remover de imediato roupas, sapatos e acessórios usados no momento da exposição e lavar de forma cuidadosa e abundante pele e cabelos com água fria e sabão. Lavar bem os olhos com soro fisiológico ou água por no mínimo 15 minutos. Monitoramento em casos de Ingestão do produto : avaliar volume e concentração do produto ingerido, e o tempo decorrido até o atendimento médico, sendo: • Ingestão recente (até 2 hrs) : realizar lavagem gástrica e administrar carvão ativado (50-100g para adultos, 25-50g para crianças de 1 a 12 anos, e 1g/kg para menores de 1 ano) diluido em água na proporção de 30g para 240mL de água. Acompanhar nível de consciência do paciente e proteger vias aéreas de possível aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal com cuff. IMPORTANTE : Não provocar vômito, mas caso apareça quadro de vômito espontâneo, não deve ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduo. CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS : • EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. • Usar Equipamentos de Proteção Individual durante atendimento, como: luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração de resíduo gástrico e pneumonite química. Caso ocorra vômito espontâneo, manter a cabeça do paciente abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. |
| Efeitos das interações químicas | Fluxapiroxade; Manocozebe; Protioconal; Solvente aromático pesado de Nafta: Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores para o produto em humanos. |
| ATENÇÃO | • Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800-722 6001, para notificar o caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e Tratamento - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). • As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) |
| Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800-200 2345 (43) 3371-9330 Fax: (43) 3371-9017 https://www.adama.com/brasil/pt/contato |
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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens toxicocinética e toxicodinâmica no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg pc. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg pc. CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 1,846 mg/L. Corrosão/irritação cutânea em coelhos: produto não irritante, os animais tratados apresentaram descamação de pele e um dos animais apresentou eritema. Nenhum edema foi observado e todos os sinais foram reversíveis em até 7 dias. Corrosão/irritação ocular em coelhos produto não irritante, sinais e sintomas observados foram irite, hiperemia, quemose e opacidade da córnea, porém houve reversão completa de todos após 14 dias para o animal 1 e após 72h para os animais 2, 3 e 4. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS
Fluxapiroxade: Nos estudos realizados com doses repetidas em curto e longo prazo de exposição com ratos, camundongos e cães, o principal órgão alvo foi o Fígado. Quanto a carcinogenicidade, em camundongos não foram observados efeitos carcinogênicos, já em ratos e cães foram encontrados tumores hepáticos e de tireoide, porém conforme estudos de modo de ação, estes achados não são relevantes para humanos. Efeitos genotóxicos, neurotoxicos e/ou imunotóxicos não foram observados. Efeitos na reprodução de ratos e de desenvolvimento pré-natal em ratos e coelhos também não foram observados. Manocozebe: Estudos de médio prazo com administração oral, em ratod, de 7,42 mg/kg/dia para machos e 9,24 mg/kg/dia para fêmeas demonstraram como único efeito a queda dos níveis de T4 e TSH, hormônios tireoidianos. A longo prazo, Mancozebe não apresentou nenhum efeito irreversível e nem demonstrou evidências de teratogenicidade, carcinogenicidade ou mutagenicidade. Protioconazol : Estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade foram conduzidos em ratos e camundongos. Os órgãos alvo foram fígado e rins, porém não foi observado incremento na incidência de tumores em nenhuma das duas espécies. Não apresentou características teratogênicas e não houve alterações dos parâmetros da reprodução. Nos ratos, um incremento marginal de costelas supernumerárias (comma-shaped) foi observado nos fetos na máxima dose tolerada materna, esse achado correspondeu a um leve incremento da incidência espontânea de costelas supernumerárias, interpretado como secundário a toxicidade materna severa e sem relação ao tratamento Solvente aromático pesado de Nafta: A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatológicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas. Página 17 de 21
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: − Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I) ( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV) − Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; − Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; − Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas e microcrustáceos). − Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. − Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. − Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. − Não utilize equipamento com vazamentos. − Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Aplique somente as doses recomendadas. − Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada. − Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A. − Telefone da empresa: 0800 400 7070. − Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: - Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Página 18 de 21
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. − Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; − Faça essa operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; − Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. − O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. Página 19 de 21
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. − Use luvas no manuseio dessa embalagem. − Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalizacão, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. − Use luvas no manuseio desta embalagem. − Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. − Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. − O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. Página 20 de 21
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. − É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO − EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS − A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO − Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. − A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: − O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de 2019. Página 21 de 21