Bula oficial · registro MAPA nº 11118

Bula do Airone

Bula completa do Airone (registro MAPA nº 11118), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: oxicloreto de cobre e hidróxido de cobre.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 19 páginas no PDF.

AIRONE® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o n⁰ 11118

COMPOSIÇÃO

Dicopper chloride trihydroxide (OXICLORETO DE COBRE) ......................................... 239,4 g/l (23.94% m/v) equivalente metálico ....................................................................................................... 136,0 g/l (13.60% m/v) Cupric hydroxide ou copper(II) hydroxide (HIDRÓXIDO DE COBRE) ............................ 223,0 g/l (22,30%m/v) equivalente metálico ....................................................................................................... 136,0 g/l (13.60% m/v) Outros ingredientes ....................................................................................................... 537,6 g/l (53,76% m/v)

GRUPO M01 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: FUNGICIDA E BACTERICIDA PROTETOR, DE CONTATO GRUPO QUIMICO: INORGANICO (COBRE) TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA - SC TITULAR DO REGISTRO (*): Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP CNPJ: 67.148.692/0001-90 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao SAA/CDA/SP nº 234 e 4224. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: OXICLORETO DE COBRE TÉCNICO ISAGRO – Registro nº 01809 Isagro S.p.A. Localitá Colafonda, 5 45010 Cavanella Po – Adria (Rovigo) - Itália HIDROXIDO DE COBRE TÉCNICO ISAGRO – Registro nº 04009 Erachem Comilog S.A. Rue du Bois 7334 - Saint Ghislain, Villerot – Bélgica Sulcosa Sulfato de Cobre S.A. Avenida Maquinarias, 6015, Callao 3 – Perù FORMULADOR: ISAGRO S.p.A. Adria, Loc. Colafonda, 5 – 45010 Cavanella Po – Adria (RO) – Itália ISAGRO S.p.A. Via Nettunense Km 23.400 – 04011 Aprilia (LT) – Itália UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Salto de Pirapora/SP UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Ituverava/SP, no produto Airone, registro nº 11118 IMPORTADOR: CTVA Proteção de Cultivas Ltda. Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conj. 81-A, Sala CTVA – Tamboré – CEP: 06460-000 - Barueri/SP. CNPJ: 47.180.625/0001-46 Registro no Estado n° 650 - CDA/SP Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A (Matriz) Avenida Maeda, s/n°, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, CEP: 14500-000, Ituverava/SP CNPJ sob n° 02.974.733/0001-52 Cadastro CDA/SP n.º 1050 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial, CEP: 14500-000, Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0003-14 Registro Estadual CDA/SP nº: 1049 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A Endereço: Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 (RODOVIA FRANCISCO JOSÉ AYUB, S/N) CEP: 18160-000, Salto de Pirapora/SP CNPJ: 02.974.733/0010-43 Registro Estadual CDA/SP nº: 4153 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A Endereço: Av. Américo Ribeiro dos Santos, s/nº Armazém E, CEP: 13181-715, Sumaré/SP CNPJ: 02.974.733/0009-00 Registro Estadual CDA/SP nº: 1273 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A Endereço: Rodovia PR 090, nº 5695, km 5, Armazém 1B, Parque Industrial Nenê Favoretto, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR CNPJ: 02.974.733/0004-03 Registro Estadual ADAPAR nº: 3547 MANIPULADOR: SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 Registro da Empresa no SAA/CDA-SP nº 1203 Indústrias Químicas Lorena Ltda. Rua 01, ESQUINA COM RUA 6, S/N município de ROSEIRA/SP. CNPJ 48.284.749/0001-34 Inscrita Cadastro Estadual de Empresas-Agrotóxicos sob no 266.

o N do Lote ou da Partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVEOS EM SEU PODER. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO

AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

INSTRUÇÕES DE USO

CULTURAS / DOENÇAS / DOSES /NÚMERO DE APLICAÇÕES / VOLUME DE CALDA:

ALVOSNÚMERO
VOLUME DE
NOMENOMEDOSE
CULTURAp.c.MÁXIMO DE
COMUMCIENTÍFICOCALDA
APLICAÇÕES
AbacateCercosporioseCercospora purpurea1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
AntracnoseColletotrichum gloeosporioides
Sarna do abacateiroSphaceloma perseae
AbacaxiPodridão-do-olhoPhytophthora parasitica1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
AbóboraAntracnoseColletotrichum orbiculare300 mL/100 LApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
AbobrinhaSarnaCladosporium cucumerinum300ml/100 LApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
AntracnoseColletotrichum orbiculare
MíldioPseudoperonospor a cubensis
AçaíMancha parda das folhasColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
AcerolaAntracnoseColletotrichum acutatum1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
AlhoQueima bacteriana do alhoPseudomonas marginalis300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
AmeixaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
AmendoimMancha castanhaCercospora arachidicola2,0 – 3,0 L/haApl. terrestre: 200 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
Mancha pretaCercosporidium personatum
AmoraAntracnoseColletotrichum acutatum1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha8

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Mancha-de- DendrophomaPhomopsis obscuransApl. aérea: 30 a 40 L/ha
AnonáceasAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
AzeitonaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
Olho de pavãoSpilocaea oleagina
BatataRequeimaPhytophthora infestans300 ml/100 LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
Podridão moleErwinia carotovora1,5 - 2,0 L/ha
Batata doceQueima das folhasAlternaria bataticola300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
Batata yaconMancha de alternariaAlternaria alternata300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
BerinjelaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides2,5 – 3,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
Podridão dos frutosPhomopsis vexans
Murcha de fitóftoraPhytophthora nicotianae
Pústula ou Mancha bacterianaXanthomonas campestris pv. Vesicatoria
BeterrabaMancha de alternariaAlternaria tenuis300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
Podridão moleErwinia carotovora subsp. Carotovora
CacauVassoura de bruxaCrinipellis perniciosa1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
Podridão pardaPhytophthora spp.
CaféFerrugem do cafeeiroHemileia vastatrix2,5-3,5 L/haApl. terrestre: 400 a 500 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2 – 4
CercosporioseCercospora coffeicola2,0 - 3,5 L/ha5
CajuAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
Mancha de xanthomonasXanthomonas citri pv anacardii

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CaquiMofo cinzentoBotrytis cinerea1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
AntracnoseColletotrichum gloeosporioides
CaráAntracnoseColletotrichum gloeosporioides300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
CarambolaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
Castanha do ParáMancha parda das folhasCercospora bertholletiae1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
CebolaMancha-púrpuraAlternaria porri300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
Podridão molePectobacterium carotovorum
CenouraQueima das folhasAlternaria dauci300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
Mancha das folhasXanthomonas campestris
ChalotaMancha-púrpuraAlternaria porri300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
ChuchuAntracnoseColletotrichum orbiculare300ml/100 LApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
MíldioPseudoperonospor a cubensis
SarnaCladosporium cucumerinum
CitrosVerrugoseElsinoe australis1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
Pinta PretaPhyllosticta citricarpa2,5 – 4,0 L/ha5
CocoQueima das folhasLasiodiplodia theobromae1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
CupuaçuAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
ErvilhaAscoquitoseAscochyta spp.2,0 – 3,0 L/haApl. terrestre:5

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200 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha
FeijãoFerrugemUromyces appendiculatus2,0 – 3,0 L/haApl. terrestre: 200 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
Feijão CaupiMancha angularPhaeoisariopsis griseola2,0 – 3,0 L/haApl. terrestre: 200 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
FigoAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
FramboesaAntracnoseColletotrichum acutatum1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
Mancha-de- DendrophomaPhomopsis obscurans
GengibreCercosporiose ou Mancha foliarCercospora beticola300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
GoiabaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
GuaranáAntracnoseColletotrichum guaranicola1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
InhameAntracnoseColletotrichum gloeosporioides300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
JilóAntracnoseColletotrichum gloeosporioides2,5 – 3,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
Pústula ou Mancha bacterianaXanthomonas campestris pv. Vesicatoria
RequeimaPhytophthora capsici
KiwiAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea:8
CancroPseudomonas

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bacterianosyringae30 a 40 L/ha
LichiaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
MacadâmiaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
MaçãMancha da GalaColletotricum gloeosporioides50 ml/100L*4
MamãoVaríolaAsperisporium caricae1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
MandiocaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
Bacteriose da mandiocaXanthomonas campestris
Mandioquin ha salsaQueima das folhasAlternaria dauci300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
MangaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
Podridão peduncularLasiodiplodia theobromae
VerrugoseElsinoe mangiferae
Mancha angularXanthomonas campestris pv. Mangiferae indicae
MaracujáAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
VerrugoseCladosporium herbarum
MarmeloAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
MaxixeAntracnoseColletotrichum orbiculare300ml/100 LApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
MíldioPseudoperonos pora cubensis
SarnaCladosporium cucumerinum
MelanciaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea:2
MíldioPseudoperonos pora cubensis

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Queima/Sarn aCladosporium cucumerinum30 a 40 L/ha
MelãoMíldioPseudoperonos pora cubensis1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
Podridão moleErwinia carotovora
MirtiloAntracnoseColletotrichum acutatum1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
Mancha-de- Dendrophom aPhomopsis obscurans
MorangoAntracnoseColletotrichum fragariae1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
Mancha-de- Dendrophom aPhomopsis obscurans
NaboMancha de alternariaAlternaria raphani300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
NectarinaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
Mofo cinzentoBotrytis cinerea
NêsperaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
RequeimaEntomosporium mespili
Noz-PecãAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
PepinoAntracnoseColletotrichum orbiculare2,5 – 3,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
MíldioPseudoperonos pora cubensis
PêraAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
PêssegoAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
PimentaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides2,5 – 3,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
Pústula ou Mancha bacterianaXanthomonas campestris pv. Vesicatoria

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PimentãoRequeimaPhytophthora capsici2,5 – 3,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
PupunhaMancha parda das folhasColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
QuiaboCercosporioseCercospora abelmoschi2,5 – 3,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha5
RabaneteMancha de alternariaAlternaria raphani300mL/100LApl. terrestre: 400 a 600 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
RomãAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,5 - 4,0 L/haApl. terrestre: 2000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha2
SeriguelaAntracnoseColletotrichum acutatum1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8
TomateRequeimaPhytophthora infestans300ml/100 lApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha4
Mancha bacterianaXanthomonas vesicatoria200 – 300 ml/100 lApl. terrestre: 1000 l/ha Apl. aérea: 30 a 40 l/ha8
UvaMíldioPlasmopara vitícola1,5 – 2,5 L/haApl. terrestre: 1000 L/ha Apl. aérea: 30 a 40 L/ha8

*Volume de calda deve ser adequado a porte da planta, permitindo uma boa distribuição e cobertura sobre a cultura. Obs: O número máximo de aplicações deve ser utilizado em função das condições climáticas verificadas durante o ciclo da cultura.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

- Alho, Batata, Batata doce, Batata yacon, Beterraba, Cará, Cebola, Cenoura e Chalota, Gengibre, Inhame, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Nabo e Rabanete: Iniciar aplicações preventivamente e repetir a intervalos de 07 dias. Utilizar volume de calda variando de 400-600 L/ha dependendo da fase da cultura. - Café: Iniciar as aplicações preventivamente e reaplicar em intervalos de 30 dias, utilizando volume de calda de 400-500 l/ha. As aplicações deverão proporcionar uma completa cobertura da planta, principalmente do terço inferior (saia). - Abacate, Abacaxi, Açaí, Anonáceas, Azeitona, Cacau, Castanha-do-Pará, Coco, Citros, Cupuaçu, Guaraná, Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

Lichia, Macadâmia, Mamão, Manga e Mamão, Maracujá, Melancia, Melão, Noz-pecã, Romã e Pupunha: Em citros; Para Verrugose realizar pulverizações com intervalo de 30 dias, iniciando com primeira aplicação na fase de 2/3 de pétalas caídas e a segunda 30 dias após. Para Pinta-preta realizar pulverizações com intervalo de 28 dias, iniciando com primeira aplicação na fase de 2/3 de pétalas caídas e a segunda 28 dias após. Utilizar volume de calda de aproximadamente 2000 L/ha. Nas demais culturas; aplicar preventivamente repetindo com intervalos de 18 a 30 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis ao aparecimento do patógeno aplicar com intervalo menor e maior dose. - Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão caupi: Realizar as aplicações de forma preventiva; 1ª aplicação no início do aparecimento dos sintomas (5%); reaplicar em intervalo de 7-10 dias, dependendo das condições ambientais (umidade relativa elevada/dias de chuva intensa). - Maçã: Para o controle da sarna-da-macieira as aplicações deverão iniciar-se preventivamente logo após a poda (manejo outonal) repetindo-se com intervalos de 7-10 dias. - Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão, Pepino e Quiabo: Iniciar as aplicações preventivamente, logo após o transplantio, repetindo-se com intervalos de 7-10 dias. - Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Tomate e Maxixe: Iniciar aplicações preventivamente e reaplicar em intervalos de 07 dias. Utilizar volume de calda de aproximadamente 1000 L/ha. - Acerola, Amora, Ameixa, Caju, Caqui, Carambola, Figo, Framboesa, Marmelo, Morango, Mirtilo, Nectarina, Nêspera, Goiaba, Pera, Pêssego, Kiwi, Siriguela e Uva: As aplicações deverão iniciar-se preventivamente, repetindo-se com intervalos de 7-10 dias. MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Airone® é um fungicida bacteriostático em uma Suspensão Concentrada única, combinando o hidróxido de cobre, de ação comprovadamente rápida e o oxicloreto de cobre, de comprovada eficiência, maior resistência à lavagem por chuvas e proteção da planta. Airone® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas das culturas de batata, café, citros, feijão, maçã, pimentão, tomate e uva, de modo que haja uma boa cobertura da área foliar. Aplicação via terrestre: Para a cultura do Alho, Batata, Batata doce, Batata yacon, Beterraba, Cará, Cebola, Cenoura e Chalota, Gengibre, Inhame, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Nabo e Rabanete, utilizar 400–600 L/ha de volume de calda. Para a do café, utilizar 400500 L/ha. Para Abacate, Abacaxi, Açaí, Anonáceas, Azeitona, Cacau, Castanha-do-Pará, Coco, Citros, Cupuaçu, Guaraná, Lichia, Macadâmia, Mamão, Manga e Mamão, Maracujá, Melancia, Melão, Noz-pecã, Romã e Pupunha utilizar volume de calda de 2000 L/ha. Para Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão caupi utilizar volume de calda de 200 L/ha. Para Acerola, Amora, Ameixa, Caju, Caqui, Carambola, Figo, Framboesa, Maçã, Marmelo, Morango, Mirtilo, Nectarina, Nêspera, Goiaba, Pera, Pêssego, Kiwi, Siriguela e Uva: utilizar volume de calda de 1000 L/ha. Para Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo utilizar volume de calda de 1000 L/ha. Para a cultura da Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Pepino, Tomate e Maxixe utilizar 1000 L/ha e caso utilize volume de calda menor, fixar a dose de 300 mL/100L. Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 μm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 Km/hora. Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Aplicação via aérea: Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação. Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 μm, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 Km/h, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Sem restrições – trata-se de cobre inorgânico.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Quando AIRONE® é utilizado nas doses recomendadas não é fitotóxico às culturas indicadas. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: De acordo com os DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA, descritos nesta bula e aprovados pelo órgão responsável pela Saúde Humana (ANVISA – MS). INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: AIRONE® deve ser pulverizado utilizando-se equipamento costal, tratorizado ou aéreo. Utilizar tipo de equipamento mais adequado a cada cultura indicada. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA-MMA). INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA-MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA-MMA). RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: - Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 (Inorgânico - Cobre) para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; - Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; - Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA O produto fungicida (AIRONE) é composto por OXICLORETO DE COBRE e HIDRÓXIDO DE COBRE, que apresentam mecanismo de ação por Atividade de contato multi-sítio, pertencentes ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. As táticas de controle devem incluir o uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, manejo da irrigação, o Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, a dose, ao modo de aplicação, visando assegurar resultados econômico, ecológico e socialmente favoráveis. MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRECAUÇÕES GERAIS:` • Produto para uso exclusivamente agrícola • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

final do período de reentrada • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele ATENÇÃO Nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

INTOXICAÇÕES POR AIRONE®

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoInorgânicos à base de cobre
Classe toxicológicaCategoria 4 – Produto Pouco Tóxico.
Vias de exposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória.
Oxicloreto de cobre + Hidróxido de cobre: Absorção de compostos de cobre varia de acordo com a dieta; a distribuição é diretamente do intestino para o fígado, o qual é o maior órgão de regulação. O fígado controla a distribuição do cobre para o resto do corpo através da circulação sanguínea, através de ligação estreita com a ceruplasmina. Não ocorre metabolismo: o cobre é um íon monoatômico e não pode ser metabolizado. Não ocorre acumulação, exceto em casos de doenças genéticas ou administração crônica de doses excepcionalmente altas (60 mg/pessoa/dia). Excreção na maioria das espécies é através da bile, em um fragmento de proteína tripsina- independente, de modo que a circulação entero- hepática não ocorre. Uma quantidade significativa de cobre é excretada em ligação com metalotioninas contidas na borda de células intestinais esfoliadas e perdidas com as fezes. Pequenas quantidades são também perdidas na urina, no cabelo e na pele. Fonte: https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2008.187r
Toxicocinética
Oxicloreto de cobre + Hidróxido de cobre: É um fungicida foliar com ação preventiva; o íon cobre (Cu ++) é absorvido pelos esporos durante a germinação e acumula-se até que seja alcançada uma concentração suficientemente alta para matar a célula de esporos. Por outro lado, o mecanismo de toxicidade de cobre (Cu) nos mamíferos é complexo e envolve o aumento da permeabilidade celular em eritrócitos com consequente lise, inibição da glutationa redutase e perda de glutationa intracelular reduzida, uma vez que a regeneração não-enzimática de glutationa dentro da célula é restrita na toxicidade do cobre. Os íons de cobre induzem o inchaço mitocondrial e inibem o consumo de oxigênio. A afinidade dos grupos Cu (+2) a -SH de hemoglobina, eritrócitos e outras membranas aumenta a permeabilidade e a lise dos eritrócitos. Fontes:https://toxnet.nlm.nih.gov/cgi-bin/sis/search2/f?./temp/~mcgnGq:2; https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2008.187r
Toxicodinâmica
Oxicloreto de cobre + Hidróxido de cobre: A ingestão de compostos de cobre resulta em gosto metálico, cefaleia, confusão, febre, hipotensão, náuseas, vômito de cor verde-azulada, dores abdominais, diarreia, hemólise, sangramento gastrointestinal e choque. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de oxicloreto de cobre e hidróxido de cobre, Airone: Exposição oral: Todas as ratas fêmeas tratadas com 2000 mg/kg p.c. apresentaram piloereção na primeira hora e 2-5 horas, sinal que persistiu até o 9º dia de observação em 5 animais. Houve mortalidade. Exposição inalatória: No estudo de toxicidade inalatória, antes e durante a exposição os sinais clínicos incluíram perda transitória de peso em todos os sobreviventes e em 1 animal morto. Após a exposição, os animais sobreviventes apresentaram respiração anormal e irregular, um pouco ofegante, piloereção, prostração ou comportamento quieto, postura arqueada e manchas no pelo ou membros. Os efeitos foram revertidos dentro de 4 dias. Na concentração de 3,994 mg/L houve mortalidade 1 fêmea e 1 macho morreram. Exposição cutânea: No estudo de toxicidade cutânea em ratos foram observados eritema leve em fêmeas que persistiu do 08º ao 11º dia de teste; também foram observadas escaras em machos que persistiram nos dias 06 e 08 de teste. Não
Sintomas e sinais
clínicos

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houve mortalidade. No estudo de irritação cutânea, 1 coelho apresentou eritema muito leve uma hora após a aplicação da substância-teste; houve reversão completa das reações cutâneas em 24h. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de sensibilização de adjuvante (M&K). Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular em coelhos, foram observados os efeitos de quemose moderada, vermelhidão moderada da conjuntiva, esclera e opacidade moderada. Houve reversão total dos sinais dentro de 48 horas. Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento

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Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Contraindicações
Efeitos dasNão foram relatados efeitos de interações químicas para hidróxido de cobre em humanos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
ATENÇÃO
TELEFONE 24 HORAS PARA EMERGÊNCIAS: CHEMTREC - 0800 892 0479. Endereço Eletrônico da Empresa: https://www.gowan.com.br Correio Eletrônico da Empresa: gowanbrasil@gowanco.com

Correio Eletrônico da Empresa: gowanbrasil@gowanco.com

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS

DL50 oral para ratos: >2000 kg/mg p.c - Categoria 5 do GHS DL50 dérmica para ratos: > 2000 kg/mg p.c – Categoria 5 do GHS CL50 inalatória para ratos: > 3,994 mg/L de ar (4h) – Categoria 4 do GHS Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular em coelhos, foram observados os efeitos de quemose moderada, vermelhidão moderada da conjuntiva, esclera e opacidade moderada. Houve reversão total dos sinais dentro de 48 horas. O produto não foi classificado para irritação ocular de acordo com o GHS. Irritação dérmica em coelhos: Todos os coelhos apresentaram eritema bem definido uma hora após a aplicação da substância-teste; houve reversão completa das reações cutâneas em 72h. - O produto não foi classificado para irritação dérmica de acordo com o GHS. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias método de maximização. - O produto não foi classificado para sensibilização cutânea de acordo com o GHS. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação gênica bacteriana com diferentes cepas da linhagem Salmonella Typhimurium ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos, sendo, portanto, o produto não é classificado quanto à mutagenicidade pelo GHS.

EFEITOS CRÔNICOS

Oxicloreto de cobre + Hidróxido de cobre: Em estudo de toxicidade crônica de 2 anos, ratos receberam altas doses de cobre (potassium sodium copper chlorophyllin) pela dieta, o que resultou em mortalidade, toxicidade hepática progressiva (hipertrofia de células do parênquima periportal, reações inflamatórias e necrose), hiperplasia do ducto biliar e toxicidade renal (NOAEL: 27 mg/kg p.c./dia). Nenhum potencial carcinogênico foi atribuído ao cobre ou às suas variantes em ratos ou em seres humanos. O potencial de toxicidade sobre a reprodução foi estudado em um estudo de duas gerações em ratos e em um estudo de toxicidade de desenvolvimento em coelhos; o principal efeito observado nos ratos foi a redução do peso do baço a 23 mg/kg p.c./dia e os parâmetros reprodutivos não foram afetados (NOAEL parental e prole: 15,2 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodutivo: 23 mg/kg p.c./dia); em coelhos houve redução do peso materno e fetal e aumento da incidência de variações esqueléticas na presença de toxicidade Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

materna (NOAEL materno e fetal: 6 mg/kg p.c./dia). Com base nos estudos acima descritos, hidróxido de cobre não apresenta potencial carcinogênico, mutagênico ou teratogênico em animais de laboratório e, portanto, não é classificado pelo GHS. Fonte: https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2008.187r

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE • Este produto é:  - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).  - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).  - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis para envolver adequadamente as embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa GOWAN PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. • Telefone de emergência 24 horas: CHEMTREC - 0800 892 0479 Telefone horário comercial: (11) 4197-0265 / 0800-7732022. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima; Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO

DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Airone registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 11118 · documento de 11/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Airone?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Airone e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Airone é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 11118, documento de 11/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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