AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 28220
COMPOSIÇÃO
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl 4-chlorophenyl ether (difenoconazol)...................................................................................................250 g/L (25% m/v) Solvent Naphta (Nafta de Petróleo) .............................................................................650 g/L (65% m/v) Outros ingredientes .....................................................................................................150 g/L (15% m/v) GRUPO G1 FUNGICIDA CONTEÚDO: Vide Rótulo CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): PILARQUIM BR COMERCIAL LTDA. Rua Cardeal Arcoverde, 2811 – Sala 407 e 408, Pinheiros, CEP 05407-004 - São Paulo/SP. CNPJ: 00.642.795/0001-31. Tel: (11) 4195.2121. Registro estadual CDA/SP nº 257. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DIFENOCONAZOLE TÉCNICO PILARQUIM – REGISTRO MAPA Nº 40418 Shandong Weifang Shuangxing Pesticide Co., Ltd. Weifang Binhai Development Zone Yansi District 403, 262737 Weifang Shandong, P.R. China IMPORTADOR Agrícola Online Trading S.A, Rodovia Anhanguera, s/nº, Km. 296, Distrito Industrial, no Município de Cravinhos/SP CNPJ: 47.257.997/0001-23 - Registro estadual CDA/SP nº 4396 Agriconnection Importadora e Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda, Rua Manoel Genildo de Araujo (Lot Campo Real Li), nº 188, Centro, Campo Verde/MT CNPJ: 39.496.730/0001-60 - Registro estadual INDEA/MT n° 27419. Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, CEP 13314-012 - Itú/SP. CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Registro estadual CDA/SP nº 4410. Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09 Parque Industrial, CEP 86200-000 - Ibiporã/PR. CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Registro estadual ADAPAR/PR nº 1008310. Rodovia dos Imigrantes, SN, Zona Rural, CEP 78099-899 - Cuiabá-MT. CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Registro estadual INDEA/MT nº 29497. Agro Import do Brasil Ltda Av. Cristóvão Colombo, 2955, Salas 703/704, Bairro Floresta. CEP 90560-003. Porto Alegre/RS CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Registro estadual SEAPA/RS n°1448/04 Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº, sala 5ª, Boa Vista. CEP 99500-000. Carazinho/RS CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Registro estadual: SEAPA/RS n° 42/18 R. Adolfo Zieppe Filho, s/nº, Qd 17, Distrito Ind. Carlos Augusto Fritz, CEP 99500-000. Carazinho/RS CNPJ: 05.625.220/0013-68 - Registro estadual SEAPA/RS n° 65/20 Rd. PR 090, Km 374, s/nº,Lote 44-C-2, Parque Industrial Nene Favoretto. CEP 86200-000. Ibiporã/PR CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Registro estadual ADAPAR-PR n° 1000021
Rd. Presidente Castelo Branco, 11100, Km 30,5 Jardim Maria Cristina. CEP 06421-400. Barueri/SP CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Registro estadual CDA/SP n° 4731 Rd. BR 163, Km 116, s/nº, Armazém 2, Pq Industrial Vetorasso. CEP 78746-055. Rondonópolis/MT CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Registro estadual INDEA/MT n° 29973/2023 Amaggi Exportacao e Importacao Ltda Avenida André Antônio Maggi, nº 303, Bairro Alvorada, Loteamento Parque Eldorado, CEP 78.049080, Cuiabá/MT, CNPJ: 77.294.254/0001-94 Rodovia BR 364, Km 20, S/N, Zona Rural, CEP 78098-970 - Cuiabá/MT. CNPJ: 77.294.254/0050-72 - Registro estadual INDEA/MT nº 20435. Rodovia BR 435, Km 113, S/N, CEP 76997-000, Zona Rural, Cerejeiras/RO. CNPJ: 77.294.254/0022-19 - Registro estadual IDARON/RO nº 1655. Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, CEP 68628-557, Paragominas/PA CNPJ: 77.294.254/0083-30. Registro estadual ADEPARA/PA nº: 004.23. DKBR Trading S.A. AV Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena.Sala 1704, Gleba Faz Palhano. CEP 86050-460. Londrina/PR. CNPJ: 33.744.380/0001-28 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 1007743 Avenida Miguel Sutil, nº 6.559 - Anexo A, Sala 3, Alvorada – Cuiabá/MT - CEP: 78048-000 CNPJ: 33.744.380/0002-09 - Registro estadual INDEA/MT nº 16228 Rod SPA 008/457, S/N, Sala 01, Km 500m, Zona Rural, CEP 19640-000, Iepê/SP, Brasil, inscrita no CNPJ: 33.744.380/0003-90 - Registro estadual SSA/CDA/SP nº 4303 Fiagril Ltda. Av da Produção, 2204 -W, Quadra 14 Lote 11A Sala 01, Parque das Emas. CEP 78466-551. Lucas do Rio Verde/MT. CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Registro estadual INDEA/MT nº 14210. Goplan S/A. Rua Antonio Lapa, 606, Cambui, CEP 13025-241 - Campinas/SP. CNPJ: 37.422.096/0001-96 - Registro estadual CDA/SP nº 4296. Longping High-Tech Biotecnologia Ltda. Av. Nações Unidas, 12901, Sala 24 134, T. Norte, Brook. Paulista, CEP 05578-910. São Paulo/SP. CNPJ: 08.864.422/0001-17 - Registro estadual CDA/SP nº 4316. Rod MG 188, Fz Pombal, S/N, KM 158 Sentido Esquerda, Industrial, CEP 38600-972. Paracatu/MG. CNPJ: 08.864.422/0010-08 - Registro estadual IMA/MG nº 16.657. Louis Dreyfus Company Brasil S.A Avenida José Jorge Estevam, 100, Barra Funda. CEP 19707-090. Paraguaçu Paulista/SP. CNPJ: 47.067.525/0081-92 – Registro estadual CDA/SP nº 4315. Rua Z, nº 150 Projetada, Chácara São José - Sala A, Distr. Industrial. CEP 78098-530. Cuiabá/MT. CNPJ: 47.067.525/0214-58 - Registro estadual INDEA/MT nº 21649. Av. Maria Elias Lisboa Santos, S/N, Pq Industrial Vice-Pres José Alencar, CEP 74993-530. Aparecida de Goiânia/GO. CNPJ: 47.067.525/0216-10 - Registro estadual AGRODEFESA/GO nº 10819760-3. Somax Agro Do Brasil Ltda. Rua Jorge Sanwais, 3409, Panorama, CEP 85856-588 Brasil. Foz do Iguacu/PR CNPJ: 45.923.627/0001-52 - Registro ADAPAR/PR nº 1008194.
Rod dos Imigrantes, S/N, Km 5 Galpão 1A SALA 7, Distrito Industrial. CEP 78.098-325. Cuiabá/MT CNPJ: 45.923.627/0004-03 – Registro INDEA/MT n° 328037 Sowin Agronegocio Ltds Avenida Jamaris, 100, conj. 708, sala A, Planalto Paulista, CEP: 04.080-922. São Paulo/SP CNPJ: 48644897/0001-12. Registro estadual CDA/SP n° 5142 Avenida Constante Pavan, 4633, sala 225, Betel, CEP: 13.148-198. Paulínia/SP. CNPJ: 48.644.897/0002-01. Registro estadual CDA/SP n° 4509 Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agricolas Ltda Rua Santos Dumont, 1307, Andar 1, Sala 04-A, Centro. CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/PR. CNPJ: 05.280.269/0001-92 - Registro estadual ADAPAR/PR nº 003046. Av. Euripedes Menezes, S/N, Pq Ind Vice-Pres Jose Alencar, CEP 74993540. Aparecida de Goiânia/GO. CNPJ: 05.280.269/0002-73 - Registro estadual AGRODEFESA/GO nº 2542/2019 Rod PR 090, nº 5695, complemento: ARMZ 1L, Pq Ind Nene Favoretto, CEP 86200-000 Ibiporã/PR. CNPJ: 05.280.269/0005-16 - Registro estadual: ADAPAR/PR Nº 1007845 Rua Projetada, 150 - Bairro Distrito Industrial - CEP 78098-530 – Cuiabá/MT CNPJ: 05.280.269/0003-54 - Registro estadual INDEA/MT nº 17910 Rodovia dos Imigrantes KM 05, S/N, Galpao 01 Sala 07, CEP 78.099-899 Cuiabá/MT CNPJ: 05.280.269/0015-98Registro INDEA/MT nº 34325 Avenida Constante Pavan, 4633 – Armazém 1G, Betel, CEP:13.148-198. Paulínia/SP CNPJ: 05.280.269/0004-35 – Registro CDA/SP 4301 e 4815 Est de Aparecidinha, s/n Galpão08 ao 12 E 14 ao 18, CEP 13.314-010. Varejão, ITU/SP CNPJ: 05.280.269/0016-79 – Registro CDA /SP nº 4453 Rua Ronat Walter Sodre, n.º 2800 - Sala 07. Parque Industrial. CEP 86.200-000. Ibiporã/PR CNPJ: 05.280.269/0006-05 – Registro ADAPAR/PR 1007910 Avenida das Indústrias, 2020. Armazém 07, Ouro Preto 99.500-000 Carazinho/RS CNPJ: 05.280.269/0007-88 – Registro FEPAM/RS 97/22 RUA C, 286 – ARMZ S – Ondumar Maraba. CEP 47.852-732 Luis Eduardo Magalhaes/BA CNPJ: 05.280.269/0008-69 – Registro ADAB/BA 135322 Rodovia BR-50, KM 185, s/n, Galpão 35, Jardim Santa Clara, CEP: 38.038-050 Uberaba/MG CNPJ: 05.280.269/0009-40 – Registro IMA/MG 7839784 Zhongshan Quimica do Brasil Ltda., Rua Fernando Silva, 190 - Sala 210, Bairro Jardim Astro. CEP: 18.017-158. Sorocaba/SP CNPJ: 28.514.525/0001-64 - Registro estadual CDA/SP nº 4285 Rua Projetada A, 150, Arm 1AA, Area Rural de Cuiaba, CEP 78.099-899. Cuiaba/MT CNPJ: 28.514.525/0006-76. Registro estadual INDEA/MT nº 19694. Rua C, Trecho 06, S/N, Centro Industrial do Cerrados, CEP 47.850-000. Luis Eduardo Magalhães/BA. CNPJ: 28.514.525/0003-26 - Registro estadual ADAB/BA n° 125921 Avenida das Industrial, 2020, Armz 06, Ouro Preto, CEP 99.500-000. Carazinho/RS CNPJ: 28.514.525/0007-50 - Registro estadual SEAPA/RS.n° 54/21 Rod. PR 090 – KM 05, 5695, Armz 1-J, PQ. Ind. Nene Favoretto, CEP 86200000. Ibiporã/ PR, CNPJ: 28.514.525/0005-98 - Registro estadual ADAPAR/PR nº 1007991
Av. Euripedes Menezes, S/N, PQ. Ind. Vice Pres. Jose Alencar, CEP 74.993-540. Aparecida de Goiânia/GO. CNPJ: 28.514.525/0002-45. Registro estadual AGRODEFESA/GO nº 3421/2021 FORMULADOR: Pilarquim (Shanghai) Co. Ltd. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District, Shanghai, P.R. China Jiangsu Heben Biochemical Co. Ltd. N° 20, Second Haibin Road, Yangkou Chemical Area Phase II – Rudong – Jiangsu, P.R. China
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no art.4° do Decreto n°7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II – MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO
AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM é um fungicida sistêmico, atuando como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos, bloqueando o funcionamento da enzima dimetilase a nível de carbono C14 interrompendo totalmente a síntese de ergosterol. Esse efeito se traduz em uma rápida eficácia e apresentando forte efeito curativo e erradicativo. Apresenta rápida absorção pelas folhas sendo somente transportado sistemicamente da base para o ápice. CULTURAS / DOENÇAS / DOSES
| CULTURAS | DOENÇAS | DOSES DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO E ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
| ABACATE | Verrugose Sphaceloma perseae | 20 mL/100 L de água | 500 a 1.000 L/ha | Iniciar as aplicações no florescimento pleno; reaplicar em intervalos de 14 dias até que os frutos atinjam cerca de 5 cm de diâmetro. Realizar no máximo 4 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por ano. |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | ||||
| ABOBRINHA | Oídio Sphaerotheca fuliginea | 14 mL/100 L de água | 200 a 400 L/ha | Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 10 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 4 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| ALGODÃO | Mancha-da- Ramularia Ramularia areola | 0,3 L/ha | 200 a 400 L/ha | AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM deverá ser aplicado quando do surgimento dos primeiros sintomas da doença, devendo ser reaplicado em intervalo de 10 a 15 dias. Fazer no máximo 3 aplicações do produto por ciclo da cultura, utilizando produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações. |
| AMENDOIM | Mancha- Castanha Cercospora arachidicola | 0,35 L/ha | Terrestre: 100 a 200 L/ha Aérea: 20 a 50 L/ha | O tratamento deverá ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, tomando-se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da Mancha- castanha, da Mancha-preta e Verrugose. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura, totalizando um máximo de até 3 aplicações. Deve- se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças. |
| Mancha-preta Pseudocercospora personata | ||||
| Verrugose Sphaceloma arachidis |
| ARROZ | Mancha-parda Bipolaris oryzae | 0,3 L/ha | Terrestre: 100 a 200 L/ha Aérea: 20 a 50 L/ha | Realizar 1 aplicação para o controle da mancha-parda, imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas. |
|---|---|---|---|---|
| BATATA | Pinta-preta Alternaria solani | 0,3 L/ha | 200 a 400 L/ha | O tratamento deve ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, preventivamente tomando- se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da Pinta- preta. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção da doença na cultura, totalizando um máximo de até 4 aplicações. Deve- se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças. |
| BERINJELA | Podridão-de- Ascochyta Phoma exigua var. exigua | 30 mL/100 L de água | 200 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que normalmente corresponde aos 30 dias após o transplante das mudas. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| BETERRABA | Mancha-de- Cercospora Cercospora beticola | 40 mL/100 L de água | 200 a 400 L/ha | Iniciar as pulverizações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por volta dos 20 dias após a semeadura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 5 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| CAFÉ (Viveiro de mudas) | Mancha-de olho- pardo Cercospora coffeicola | 35 mL/100 L de água | 100 a 200 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente quando as primeiras lesões da doença aparecerem. Continuar com as aplicações em intervalos de 14 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. |
| CITROS | Verrugose-da- laranja- doce Elsinoe australis | 20 mL/100 L de água | 500 a 1.000 L/ha | Para o controle da Verrugose, fazer uma única aplicação quando as plantas estiverem no estágio de botão floral. Para o controle da Podridão-floral-dos- citros, iniciar as aplicações quando as plantas estiverem no estágio de palito de fósforo. Repetir aplicação após 15 dias, se as condições climáticas forem favoráveis à doença. |
|---|---|---|---|---|
| Podridão-floral- dos-citros Colletotrichum gloeosporioides | ||||
| COCO | Queima-das- folhas Lasiodiplodia theobromae | 20 mL/100 L de água | 500 a 1.000 L/ha | Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 14 dias. Realizar no máximo 4 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por ano. |
| Mancha-púrpura Bipolaris incurvata | ||||
| COUVE- FLOR | Mancha-de- Alternaria Alternaria brassicae | 20 mL/100 L de água | 200 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| ERVILHA | Oídio Erysiphe polygoni | 15 mL/100 L de água | 200 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| FEIJÃO | Mancha-angular Phaeoisariopsis griseola | 0,3 L/ha | 100 a 200 L/ha | Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 14-15 dias, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis aos patógenos. Realizar no máximo 3 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| Ferrugem Uromyces appendiculatus | ||||
| GIRASSOL | Oídio Erysiphe cichoracearum | 0,3 a 0,4 L/ha | Terrestre: 100 a 200 L/há Aérea: 20 a 50 L/ha | Iniciar as aplicações de AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM quando do surgimento dos primeiros sintomas das doenças, devendo ser reaplicado em intervalo de 14 dias. Fazer no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, utilizando produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações. |
| Mancha-de- Alternaria Alternaria helianthi |
| MAÇÃ | Sarna-da- macieira Venturia inaequalis | 14 mL/100 L de água | 800 a 1500 L/ha | O tratamento deve ser iniciado preferencialmente quando a cultura apresentar 50% (Cinquenta por cento) das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C", antes da infecção da Sarna, Oídio e Entomosporiose. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças. Realizar no máximo 8 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por ano. |
|---|---|---|---|---|
| Oídio Podosphaera leucotricha | ||||
| Entomosposriose Entomosporium mespili | ||||
| MAMÃO | Varíola Asperisporium caricae | 30 mL/100 L de água | 200 a 800 L/ha | Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos; reaplicar a cada 7-10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por ano. |
| MARACUJÁ | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | 20 mL/100 L de água | 200 a 800 L/ha | Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando-se a cada 15 dias, caso as condições climáticas estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 4 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por ano. |
| MELANCIA | Crestamento- gomoso-do- caule Didymella bryoniae | 30 mL/100 L de água | 200 a 400 L/ha | Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, conforme a pressão de doença e sempre que ocorrerem condições favoráveis à mesma. Realizar no máximo 4 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| MELÃO | Crestamento- gomoso-do- caule Didymella bryoniae | 30 mL/100 L de água | 200 a 400 L/ha | Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, conforme a pressão de doença e sempre que ocorrerem condições favoráveis à mesma. Realizar no máximo 4 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| MILHO | Cercosporiose Cercospora zeae-maydis | 300 à 400 mL/ha (Utilizar adjuvante específico, recomendado pelo fabricante). | Terrestre: 100 a 200 L/ha Aérea: 20 a 50 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento). Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar a maior dose, para situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. |
|---|---|---|---|---|
| Helmintosporiose Exserohilum turcicum | ||||
| Mancha-de- Phaeosphaeria Phaeosphaeria maydis | ||||
| MORANGO | Mancha-de- Mycosphaerella Mycosphaerella fragariae | 40 mL/100 L de água | 100 a 200 L/ha | Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre entre 20 e 30 dias, após o transplantio das mudas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| PEPINO | Oídio Sphaerotheca fuliginea | 10 mL/100 L de água | 200 a 500 L/ha | Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 10 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 5 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| PÊSSEGO | Podridão-parda Monilinia fructicola | 30 mL/100 L de água | 800 a 1300 L/ha | Iniciar as aplicações de AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM preventivamente, desde o início do desenvolvimento dos frutos, seguindo intervalo de aplicação de 7 dias. Fazer no máximo 4 aplicações no ciclo desde a florada até a maturação, utilizando produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações. |
| PIMENTÃO | Mancha-de- Cercospora Cercospora capsici | 30 mL/100 L de água | 200 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
|---|---|---|---|---|
| SOJA | Antracnose Phomopsis- da- semente Colletrotrichum dematium Phomopsis sojae | 0,3 L/ha | Terrestre: 100 a 200 L/ha Aérea: 20 a 50L/ha | Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem). |
| Mancha-parda Crestamento- foliar Septoria glycines Cercospora kikuchii | 0,15 – 0,2 L/ha | |||
| TRIGO | Ferrugem da folha Puccinia triticina | 0,15 – 0,2 L/ha | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 20 a 40 Lha | Iniciar as aplicações preventivas ou nos primeiros sintomas da doença, caso a doença ocorra antes. Repetir as aplicações em intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da cultura. Utilizar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. |
| Mancha Amarela Drechslera triticirepentis | ||||
| TOMATE | Pinta-preta Alternaria solani | 0,4 L/ha | 200 a 800 L/ha | Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças, que pode ocorrer em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças: chuvas e altas temperaturas. Realizar no máximo 3 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por safra. |
| Septoriose Septoria lycopersici | 50 mL/100 L de água | |||
| UVA | Antracnose Elsinoe ampelina | 8 mL/100 L de água | 200 a 800 L/ha | Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças (Oídio, Antracnose, Mancha-das-folhas). Repetir as aplicações em intervalos de 14 dias, sempre que houver condições favoráveis às doenças. Realizar no máximo 6 aplicações com o AGROTOP®; Pilardifen®; Ditor 250 TM por ano. |
| Oídio Uncinula necator | 12 mL/100 L de água | |||
| Mancha-das- folhas Pseudocercospora vitis | 12 mL/100 L de água |
MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: A dose recomendada para cada cultura deverá ser diluída em água e aplicada com volume adequado de calda de acordo com a cultura e o tamanho das plantas conforme o seu desenvolvimento, evitando sempre atingir o ponto de escorrimento. Aplicação terrestre: O equipamento de pulverização por via terrestre deverá ser adequado para cada tipo de cultura e de acordo com a sua forma de cultivo, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido: Equipamento Bico recomendado Pressão Costal manual Jato Cônico Vazio ou Leque 20 psi (1,5 Bar) a 60 psi (4 Bar) Costal Motorizado Disco de Restrição Gravidade ou Sucção Turbo Atomizador tipo canhão Jato Cônico Vazio 45 psi (3 Bar) a 75 psi (5 Bar) Estacionário/Pistola Jato Cônico Vazio 60 psi (4 Bar) a 100 psi (7 Bar) Tratorizado com Barra Jato Leque ou Cônico Vazio 30 psi (2 Bar) a 80 psi (6 Bar) Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Aplicação aérea: Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos, que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos). Parâmetros para Aplicação Aérea: As pulverizações aéreas de AGROTOP®; PILARDIFEN®; DITOR 250 TM nas culturas de arroz, amendoim, girassol, milho, soja e trigo devem ser realizadas unicamente em Baixo Volume (BV) com água. Volume de aplicação: Amendoim, arroz, girassol, milho e soja: 20 a 50 L/ha; Trigo: 20 a 40 L/ha; Observações: Evitar as condições de inversão térmica. Ajustar o tamanho de gotas (DMV) às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”. Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
| Equipamento | Bico recomendado | Pressão |
|---|---|---|
| Costal manual | Jato Cônico Vazio ou Leque | 20 psi (1,5 Bar) a 60 psi (4 Bar) |
| Costal Motorizado | Disco de Restrição | Gravidade ou Sucção |
| Turbo Atomizador tipo canhão | Jato Cônico Vazio | 45 psi (3 Bar) a 75 psi (5 Bar) |
| Estacionário/Pistola | Jato Cônico Vazio | 60 psi (4 Bar) a 100 psi (7 Bar) |
| Tratorizado com Barra | Jato Leque ou Cônico Vazio | 30 psi (2 Bar) a 80 psi (6 Bar) |
INTERVALO DE SEGURANÇA
| CULTURA | DIAS |
|---|---|
| ABACATE | 14 dias |
| ABOBRINHA | 3 dias |
| ALGODÃO | 21 dias |
| AMENDOIM | 22 dias |
| ARROZ | 45 dias |
| BATATA | 7 dias |
| BERINJELA | 3 dias |
| BETERRABA | 3 dias |
| CAFÉ - VIVEIRO DE MUDAS | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
| CITROS | 7 dias |
| COCO | 14 dias |
| COUVE-FLOR | 14 dias |
| ERVILHA | 14 dias |
| FEIJÃO | 25 dias |
| GIRASSOL | 14 dias |
| MAÇÃ | 5 dias |
| MAMÃO | 3 dias |
| MARACUJÁ | 14 dias |
| MELANCIA | 3 dias |
| MELÃO | 3 dias |
| MILHO | 30 dias |
| MORANGO | 1 dia |
| PEPINO | 1 dia |
| PÊSSEGO | 10 dias |
| PIMENTÃO | 3 dias |
| SOJA | 30 dias |
| TRIGO | 30 dias |
| TOMATE | 3 dias |
| UVA | 21 dias |
devido à modalidade de emprego CITROS 7 dias COCO 14 dias COUVE-FLOR 14 dias ERVILHA 14 dias FEIJÃO 25 dias GIRASSOL 14 dias MAÇÃ 5 dias MAMÃO 3 dias MARACUJÁ 14 dias MELANCIA 3 dias MELÃO 3 dias MILHO 30 dias MORANGO 1 dia PEPINO 1 dia PÊSSEGO 10 dias PIMENTÃO 3 dias SOJA 30 dias TRIGO 30 dias TOMATE 3 dias UVA 21 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Desde que aplicado nas culturas e doses recomendadas, o produto não é fitotóxico. Outras restrições a serem observadas: Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 5060°C, NÃO armazenar o produto próximo de linhas de vapor outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Os equipamentos de proteção individual – EPI a serem utilizados são: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORAMÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPROTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: GRUPO G1 FUNGICIDA Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC – BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicida – Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência, visando prolongar a vida útil dos fungicidas: - Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos. - Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula. Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações legais para o Manejo de Resistência. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS Recomenda−se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia No descarte de embalagem utilize Equipamentos de Proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado Provoca lesões oculares graves PERIGO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÃO POR AGROTOP®; PILARDIFEN®; DITOR 250 TM
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Difenoconazol: Triazol Nafta de Petróleo (solvente aromático): UVCB (substâncias de composição desconhecida ou variável, produtos de reações complexas ou materiais biológicos). |
|---|---|
| Classe Toxicológica | CATEGORIA 4 – POUCO TÓXICO |
| Vias de absorção | Oral, inalatória, dérmica e ocular. |
|---|---|
| Sintomas e sinais clínicos | Os triazóis são irritantes aos olhos, sensibilizantes da pele e das membranas mucosas. A administração de altas doses em animais, provocou salivação, convulsão, letargia, redução na atividade, tremor, diarréia e ataxia. Nafta de Petróleo (solvente aromático): A ingestão de hidrocarbonetos pode provocar efeitos no sistema nervoso central (cefaleia, tontura, sonolência, falta de concentração, náuseas e vômitos), disritmias e distúrbios gastrointestinais. A inalação desses compostos pode causar danos pulmonares, depressão ou excitação transitória do SNC e efeitos secundários de hipóxia, infecção, formação de pneumatocele e disfunção pulmonar crônica. Irritação ocular leve a moderada e lesão ocular reversível podem ocorrer após contato com a maioria dos hidrocarbonetos. |
| Toxicocinética | Difenoconazol: No rato, a absorção oral de difenoconazol foi dose- dependente e correspondeu a cerca de 40-60% (300 mg/kg p.c.) a 80- 90% (0,5 mg/kg p.c.) da dose administrada. O difenoconazol foi rapidamente distribuído principalmente pelo trato gastrointestinal, fígado, rins, tecido adiposo, glândula harderiana, glândulas adrenais e pâncreas. Os resíduos teciduais foram muito baixos, indicando ausência de bioacumulação. O difenoconazol é extensivamente metabolizado, com diferentes metabólitos encontrados nas fezes, urina e fígado. A eliminação se deu predominantemente pela bile (73-76% a 0,5 mg/kg p.c. e 39-56% a 300 mg/kg p.c.), com evidência de circulação entero-hepática na menor dose, e, em menor proporção, pela urina (8-22%). A meia-vida variou de 20 a 48 horas. Nafta de Petróleo (solvente aromático): Não há estudos de toxicocinética sobre este solvente propriamente dito, no entanto, estudos com os constituintes da gasolina podem ser utilizados para a compreensão da toxicocinética do nafta. Em roedores, a principal via de exposição utilizada é a inalatória; por ela, os constituintes de maior peso molecular são mais eficientemente absorvidos. Após administração oral, é possível supor que aproximadamente 100% do nafta de petróleo ingerido seria absorvido devido à alta absorção da maioria de seus constituintes pelo trato gastrointestinal. Independentemente da via de absorção, os constituintes são rapidamente metabolizados e eliminados. Por ser hidrofóbico, o nafta possui maior afinidade pelo tecido adiposo, no entanto, nenhum dos componentes apresenta potencial de bioacumulação. Os constituintes de baixo peso molecular do nafta são excretados, principalmente, pelo ar exalado e, em menor proporção, pela urina, com meia-vida na ordem de, aproximadamente, 3-12 horas. A excreção pela urina é mais expressiva para os constituintes de alto peso molecular. |
| Toxicodinâmica | Difenoconazol: Atua como inibidor da desmetilação da enzima esterol 14α-desmetilase (CYP51, pertencente à superfamília citocromo P450), responsável pela biossíntese do ergosterol em fungos. Tal inibição afeta a integridade das membranas celulares, acarretando em morte fúngica. Este modo de ação é conservado para seres humanos, uma vez que estes também possuem a enzima CYP51, envolvida na síntese de esteróis importantes como o colesterol. O colesterol está envolvido na estruturação das membranas celulares e síntese de hormônios sexuais; no entanto, não há na literatura dados que comprovem a inibição da síntese de colesterol em humanos em decorrência da exposição ao difenoconazol. Nafta de Petróleo (solvente aromático): A narcose (tontura, sonolência e depressão do sistema nervoso central), induzida por exposição aguda a solventes orgânicos, como o nafta de petróleo, sugere mecanismo comum de interação entre os seus constituintes e as células sensíveis do sistema nervoso de humanos. A nível celular, os efeitos narcóticos são associados à redução na excitabilidade neuronal causada por mudanças na estrutura e função da membrana. No entanto, o exato mecanismo de ação associado a este efeito ainda é amplamente desconhecido. |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | Não há antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazólicos. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Análise dos sinais vitais e as funções, como o monitoramento do estado cardíaco, a temperatura corpórea e o estado mental. O estado mental alterado deve ser baseado em achados clínicos. Os pacientes em coma ou estado mental alterado devem receber oxigênio, Naloxona, Tiamina e ter o nível de glicose medido, ou receber imediatamente glicose. Exposição oral: Não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber. Administre o carvão com uma pasta: A) adulto: 25 a 100 g de carvão em 240 mL de água. B) crianças (1 a 12 anos): 25 a 50 g de carvão em 240 mL de água. Corrija os distúrbios eletrônicos e metabólicos. Monitore as funções hepáticas e renais. Exposição inalatória: Administre oxigênio umificado. Exposição oftamológica: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Exposição dérmica: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. As reações podem requerer o tratamento com antiinflamatórios tópicos. Testes laboratoriais: Avalie a acidose metabólica. Execute os testes de funções hepática e renal, o de oximetria e o de radiografia da caixa torácica. Faça eletrocardiograma para avaliar arritmia, taquicardia ou a prorrogação do intervalo. O conteúdo do sangue, urina e gástrico são amostras analíticas potenciais e devem ser aproveitadas. Teste o pH do produto para avaliar os possíveis efeitos cáusticos. |
| Contra-indicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
|---|---|
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 |
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA SER HUMANO Após a ingestão oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, alcançando concentração máxima no plasma em menos de duas horas. No organismo é metabolizado principalmente por oxidação. A eliminação do produto nos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pela via biliar/fecal e pela via urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado em até 72 horas. Via dérmica, o produto é rapidamente absorvido alcançando o equilíbrio em menos de uma hora e, em seguida, declinando durante as 24 horas de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto no sangue, indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvido pela pele atinge o sangue.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral para ratos: entre > 300 e 2000 mg/kg. DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg. CL50 inalatória em ratos: > 1,29 mg/L Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: não irritante em coelhos. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Irritante em coelhos Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. Em testes com animais de laboratório, AGROTOP®; PILARDIFEN®; DITOR 250 TM apresentou baixa toxicidade aguda quando administrado por via oral, dérmica e inalatória, sendo não irritante para a pele. Animais testados para irritação ocular apresentaram leve opacidade na córnea, leve irritação na íris e conjuntiva. O produto não causou sensibilização dérmica nos animais testados.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Estudos crônicos não indicaram quaisquer efeitos relevantes. EFEITOS COLATERAIS Não há informações sobre efeitos adversos conhecidos em seres humanos.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PILARQUIM BR COMECIAL LTDA. • Telefone da empresa: 0800 70 10 450. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2, neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Restrição no Estado do Paraná: Restrição de uso nas culturas couve-flor, café e trigo. Restrição no Estado do Ceará: Verificar restrições de aplicação aérea no estado.