Bula oficial · registro MAPA nº 2698707

Bula do Agrinose

Bula completa do Agrinose (registro MAPA nº 2698707), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: oxicloreto de cobre.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 15 páginas no PDF.

AGRINOSE, OXI-CUP 35 WP Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 02698707

COMPOSIÇÃO

Dicopper chloride trihydroxide (OXICLORETO DE COBRE) ..................... 600 g/kg (60% m/m) Equivalente em Cobre metálico.............................................................. 350 g/kg (35% m/m) Outros Ingredientes................................................................................. 400 g/kg (40% m/m)

CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Fungicida e Bactericida de contato GRUPO QUÍMICO: Inorgânico TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO: Quimetal Produtos Químicos do Brasil Ltda. Rua Antônio Gil, 811 Cidade Ademar - CEP: 04.655-001, São Paulo/SP CNPJ: 07.308.309/0001-92 Registro da empresa no Estado: CDA/SP nº 862 FABRICANTES DA MATÉRIA-PRIMA (OXICLORETO DE COBRE): Quimetal Industrial S.A. Los Yacimientos, 1301, Maipú – Chile Oxicloreto de Cobre Técnico Sumitomo - Registro MAPA nº 01702 Sulcosa - Sulfato De Cobre S.A. Sancho de Rivera, 1215 Lima Cercado - Lima – Peru FORMULADORES: Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138 Distrito industrial I, CEP: 61.939-000, Maracanaú/CE CNPJ: 07.467.822/0001-26 Registro orgão estadual n° 358/2021 SEMACE/CE

Quimetal Industrial S.A. Los Yacimientos, 1301, Maipú – Chile IMPORTADORES: Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138 Distrito industrial I, CEP: 61.939-000, Maracanaú/CE CNPJ: 07.467.822/0001-26 Registro orgão estadual n° 358/2021 SEMACE/CE Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, Km 30,5 P-36 Jardim Maria Cristina, CEP: 06.421-400, Barueri/SP CNPJ: 07.467.822/0012-89 Registro orgão estadual n° 1296 CDA/SP Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Rodovia PR 090, Km 374, Lote 44-C-2 Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR CNPJ: 07.467.822/0004-79 Registro orgão estadual n° 2320 ADAPAR/PR

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: OS EM SEU PODER Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO

AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

AGRINOSE, OXI-CUP 35 WP é um fungicida-bactericida de contato, pó molhável, à base de oxicloreto de cobre, indicado para as culturas de algodão, amendoim, batata, cacau, café, caju, citros, tomate e uva, para aplicação de acordo com descrição abaixo.

CulturasAlvos Nome Comum Nome CientíficoDoses Produto ComercialVolume de Calda (L/ha)N° Máximo de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
AlgodãoMancha angular Xanthomonas axonopolis pv. malvacearum4,5 - 6,0 kg/haTratorizado: 40 - 3003 a 515
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação no início da floração; repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 3 a 5 aplicações no máximo.
AmendoimCercosporiose Pseudocercospor a personata4,5 - 6,0 kg/haTratorizado: 100 - 3003 a 515
Verrugose Sphaceloma arachidis
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação de 35 a 45 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 15 dias de 3 a 5 aplicações no máximo.
BatataPinta preta Alternaria solani500 g/100 L águaTratorizado: 200 – 400 Costal: 200 - 4004 a 67
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação 25 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 7 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo.
CacauPodridão parda Phytophthora palmivora600 g/100 L águaTratorizado: 800 – 1000 Costal: 800 - 10006 a 815
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação aos 20 dias de idade do fruto; repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 6 a 8 aplicações no máximo.
CulturasAlvos Nome Comum Nome CientíficoDoses Produto ComercialVolume de Calda (L/ha)N° Máximo de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
CaféFerrugem Hemileia vastatrix600 g/100 L águaTratorizado: 400 – 800 Costal: 400 - 8004 a 6 (Máximo 4 aplicações em viveiro)30 15 (em viveiros)
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação de dezembro até abril: repetir, se necessário, a cada 30 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo. Aplicação em viveiro: repetir, se necessário, a cada 15 dias; 4 aplicações no máximo.
CajuAntracnose Colletotrichum gloeosporioides650 g/100 L águaTratorizado: 800 – 1000 Costal: 800 - 10002 a 415
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação entre o florescimento e a "chuva do caju", repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 2 a 4 aplicações no máximo.
CitrosVerrugose Elsinoe fawcetti400 g/100 L águaTratorizado: 1000 Costal: 10002 a 428 28 a 42 (em viveiros)
Gomose Phytophthora nicotinae var. parasitica
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle da verrugose - aplicação antes da floração e durante a floração com 2/3 das pétalas caídas; repetir, se necessário, a cada 4 semanas; de 2 a 4 aplicações no máximo. Para controle da verrugose - viveiro em porta enxertos; repetir, se necessário, de 4 a 6 semanas; de 2 a 4 aplicações no máximo. Para controle de gomose - na primavera e no verão ou entre maio a junho (pincelar) pulverizar o tronco e o solo ao redor; de 2 a 4 aplicações no máximo.
TomateMancha bacteriana Xanthomonas vesicatoria500 g/100 L águaTratorizado: 500 – 1000 Costal: 500 - 10004 a 67
Pinta preta Alternaria solani
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação 25 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 7 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo. Aplicação em sementeira; repetir, se necessário, a cada 7 dias.
CulturasAlvos Nome Comum Nome CientíficoDoses Produto ComercialVolume de Calda (L/ha)N° Máximo de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
UvaMíldio Plasmopara viticola105 g/100 L água (*) 122,5 g/100 L água (**)Tratorizado: 800 – 1000 Costal: 800 - 10006 a 810 ou 15
ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação na brotação com 25 cm; repetir, se necessário, a cada 10 ou 15 dias; de 6 a 8 aplicações no máximo.

ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação na brotação com 25 cm; repetir, se necessário, a cada 10 ou 15 dias; de 6 a 8 aplicações no máximo. (*) Primeira aplicação (**) Segunda aplicação

MODO DE APLICAÇÃO

AGRINOSE, OXI-CUP 35 WP deve ser misturado em água e aplicado por meio de pulverizadores terrestres (manuais, motorizados ou tratorizados), tanto em baixo como em alto volume. Em qualquer modalidade de aplicação, verificar sempre se as partes das plantas a serem protegidas estão recebendo o produto de modo uniforme e ocorrendo uma boa cobertura de pulverização às plantas. Após a adição, misturar lentamente para evitar a formação de muita espuma.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasIntervalo de Segurança (dias)
AlgodãoSem restrições
Amendoim
Batata
Cacau
Café
Caju
Citros
Tomate
Uva

Amendoim Batata Cacau Café Caju Citros Tomate Uva

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Seguir rigorosamente as recomendações constantes na bula e no rótulo para uso e manuseio do produto; - Utilizar água de boa qualidade (isenta de grande alcalinidade e dureza acentuada) e com pH na faixa de 5, a fim de se obter a máxima performance do produto.

- Não misturar o produto com calda sulfocálcica, misturas que contenham mercúrio, thiram, ditiocarbamatos e com materiais alcalinos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

O produto fungicida AGRINOSE, OXI-CUP 35 WP é composto por Oxicloreto de Cobre, que apresenta mecanismo de ação da Atividade de contato multi-sítio (Inorgânico – Cobre), pertencente ao Grupo M1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador; macacão, botas, avental, máscara com respirador, óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Não utilize equipamento de proteção individual danificado ou úmido e respeite as recomendações do fabricante. - Para o preparo da calda, vista os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) conforme a ordem a seguir: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com respirador; óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): touca árabe, óculos de segurança, avental impermeável, macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, botas de borracha, luvas de nitrila e máscara com respirador. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. INTOXICAÇÕES POR AGRINOSE, OXI-CUP 35 WP

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoInorgânico
ClasseCategoria 5 - Produto Improvável De Causar Dano Agudo
toxicológica
Vias de exposiçãoOral, ocular, dérmica e inalatória
ToxicocinéticaExposição oral: a absorção de sais de cobre parece ocorrer principalmente
no estômago e no duodeno,·onde as condições ácidas favorecem a
solubilização.
Evidências mostraram que, após a ingestão de sais de cloreto de cobre
radiomarcados, estes aparecem·rapidamente na·corrente sanguínea
atingindo um nível máximo dentro de 1 a 3 horas. Estudo em humanos
demonstrou uma absorção média de 57%. Outro·estudo confirmou rápida
absorção pelo trato gastrointestinal, alcançando o sistema circulatório.
ToxicodinâmicaOs compostos de cobre absorvidos são rapidamente transferidos para as
hemoglobinas, podendo causar edema renal, necrose hepática e renal.
Sintomas e sinais clínicosOs principais alvos atingidos em caso de intoxicação decorrente da
exposição a sais inorgânicos de cobre são: trato gastrointestinal, sistema
cardiovascular, sistema hematopoiético, fígado, rins e sistema nervoso.
Ingestão: Pode ser percebido gosto metálico na·boca, podendo ocorrer dor
abdominal, náusea, vômito e diarréia; sangramento gastrointestinal e
ulceração (em casos graves); letargia, dor de cabeça, fraqueza muscular, _
vertigem, hipotensão, icterícia, elevação nos níveis de transaminases e
bilirrubina, deformação do fígado,·necrose centrolobular, êxtase biliar e
disfunção renal, incluindo elevação nos níveis de uréia, anúria, oligúria,
albuminúria e acidose. Ainda pode haver hemólise, hemoglobinúria,
hematúria e cianose (metemoglobinemia). A morte pode ocorrer devido a
choque/falência hepática ou renal.
Inalação: Pode ocorrer sensação de queimação, irritação e vermelhidão da
garganta, tosse, dificuldade respiratória, espirro, náusea, vômito, calafrio e
febre.
Pele: Podem aparecer manchas, coceira, eritema e dermatite.
Olhos: Pode ocorrer irritação.
DiagnósticoO diagnóstico·é estabelecido·pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível. Os sintomas de envenenamento
dependem da duração da exposição e das características do sal de cobre.
Sais de cobre são irritantes gástricos e corrosivos para a mucosa
gastrointestinal, produzindo náusea, vômito, sangramento, letargia e dor de
cabeça; falência hepática e renal (envenenamentos graves); metemoglobina
e hemólise.
TratamentoSe o agrotóxico tiver sido ingerido em grande quantidade, deve-se realizar
lavagem gástrica (exceto quando o paciente estiver vomitando). Embora o
uso de carvão ativado seja controverso, esta poderá ser administrado nas
doses de 50g para adultos e 1 g/kg em crianças. Caso haja contato com a
pele, esta deve ser lavada com água e sabão neutro. Se o composto entrar
em contato com os olhos, estes devem ser lavados com água corrente em
abundância. Em caso de colapso, introduzir respiração artificial.
O uso de agentes quelantes pode ser recomendado, apesar de não existir
evidências suficientes de que a utilização de agentes quelantes aumente
significativamente a excreção de cobre. A utilização de agentes deverá ser
criteriosa, avaliando caso a caso sua necessidade, normalmente apenas em
ingestões agudas ou crônicas. Administração de penicilamine (cuprimine) e
dimercaprol (BAL) parece acelerar a excreção de cobre, podendo aliviar as
dores abdominais.
D-Penicilamine - dose 25 mg/kg/dose por via oral à cada 6 horas. Não
ultrapassar 100 mg/dia, fornecidas pela via oral cerca de 30 minutos antes
dos alimentos durante 7 dias. Evitar a administração para indivíduos
alérgicos a penicilina.
Dimercaprol – Administrar na dose de 2,5 a 5 mg/kg via intra-muscular
profunda a cada 4 horas nas primeiras 48 horas. No terceiro dia diminuir a
dose para 2 mg à cada 12 horas. Raramente são necessários tratamentos
superiores a 10 dias.
ContraindicaçõesAtropina. Fungicidas inorgânicos a base de·cobre não são inibidores da
colinesterase.
Efeitos dasNão se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
interações
químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa)
Telefones de Emergência da empresa:
Telefone de Emergência da empresa: (11) 5524 2877
Endereço Eletrônico da Empresa: --

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, o produto não causou opacidade; provocou irritação reversível em 72 horas. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante cutâneo em cobaias. Efeitos Crônicos: Carcinogenicidade: embora não exista evidência direta de carcinogenicidade, alguns indivíduos expostos a sais de cobre, em situação ocupacional, desenvolveram lesões pulmonares. Teratogenicidade: em humanos, não há relatos na literatura de teratogênese induzida por excesso de cobre. Estudos com animais apresentaram efeitos teratogênicos com sais de cobre. Mutagenicidade: estudos mostraram atividade mutagênica como inibição da atividade da RNApolimerase, aberrações cromossômicas e divisão celular anormal, em células animais. Para células humanas não se sabe a relevância desses achados.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos do solo. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Quimetal Produtos Químicos do Brasil Ltda. - Telefone da empresa: (011) 5524-2877. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado - Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo - Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE

- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Agrinose registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 2698707 · documento de 18/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Agrinose?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Agrinose e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Agrinose é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 2698707, documento de 18/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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