ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG; TRABUCO WG; CRIPTA TR Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob n° 39125
COMPOSIÇÃO
(E)-N1-[(6-chloro-3-pyridyl)methyl]-N2-cyano-N1-methylacetamidine (ACETAMIPRIDO)..................................................................................................250 g/kg (25,0% m/m) 2-methylbiphenyl-3-ylmethyl (Z)-(1RS,3RS)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl)-2,2Dimethylcyclopropanecarboxylate (BIFENTRINA).................................................250 g/kg (25,0% m/m) Outros ingredientes ............................................................................................... 500 g/kg (50,0% m/m)
| GRUPO | 4A | INSETICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | 3A | INSETICIDA |
GRUPO 4A INSETICIDA GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Inseticida sistêmico de contato e ingestão. GRUPO QUÍMICO: Acetamiprido: Neonicotinóide Bifentrina: Piretróide TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): Inovatis Agronegócios Importação e Exportação Ltda Rua José Paulino, 235, Centro, Campinas/SP, CEP: 13.013-000 CNPJ Nº 37.132.448/000179 – CDA/SAA-SP nº 4310 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: ACETAMIPRIDO TÉCNICO MACROSEEDS – Registrado no MAPA sob nº 4517 Ningbo Sunjoy Agroscience Co. Ltd. Nº1165, Benhai Road, Chemical Industry Zone of Ningbo315040, Ningbo, Zhejiang - China. BIFENTHRIN TÉCNICO BHARAT – Registrado no MAPA sob nº TC08520 Bharat Rasayan Ltd. UNIT-I, 2KM Stone, Madina-Mokhra, Road Village Mokhra, Distt. Rohtak (Haryana) – Índia. FORMULADORES CHD´S Agrochemicals S.A.I.C. La Supercarretera Km 32,5 - Campo Tacurú, Hernandarias – Paraguai Bharat Rasayan Ltd. UNIT-I, 2KM Stone, Madina-Mokhra, Road Village Mokhra, Distt. Rohtak (Haryana) - 124022. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Town, Zhenhai, District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China MANIPULADORES FERSOL Indústria e Comércio S/A
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5, Olhos D'água. CEP 18120-970, Mairinque / SP. CNPJ: 47.226.493/0001-46. CDA/SP nº 031. IHARABRAS Indústrias Químicas S.A. Av. Liberdade 1701. Cajuru do Sul - 18087-170. Sorocaba/ SP. CNPJ: 61.142.550/0001-30. SAA/CDA nº 008. NORTOX S.A. Rodovia BR 369 km 197 - 86700-970. Arapongas/ PR. CNPJ: 75.263.400/0001-99. ADAPAR/PR nº 466. OURO FINO Química Ltda. Av. Filomena Cartafina 22.335, quadra 14, Lote 05, Distrito Industrial III. CEP 38044-750. Uberaba/ MG. CNPJ: 09.100.671/0001-07. IMA/MG nº 8.764. TAGMA Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Avenida Roberto Simonsen, 1459. Bairro Recanto dos Pássaros - 13148-030. Paulínia/ SP. CNPJ: 03.855.423/0001-81. CDA/SP nº 477. ULTRAFINE Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos LTDA Rua Alberto Guizo, 859, Distrito Industrial João Narezzi, CEP 13347-402, Indaiatuba/SP. CNPJ: 50.025.469/0001-53. CDA/SP nº 466. ULTRAFINE Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos LTDA Rua Bonifácio Rosso Ross, 260, Bairro Cruz Alta, CEP 13348-790, Indaiatuba/SP. CNPJ: 50.025.469/0004-04. CDA/SP nº 148. UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Av. Maeda s/n, Distrito Industrial. 14500-000, Ituverava/SP. CNPJ: 02.974.733/0001-52. CDA/SP nº 1049. IMPORTADORES AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 364, Km 20, s/nº, Zona Rural Cep: 78.098-970 - Cuiabá/ MT. CNPJ: 77.294.254/0050-72. Registro INDEA/MT nº 20435. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 163, nº 2461, Expansão Urbana Cep: 78.890-000 - Sorriso/ MT. CNPJ: 77.294.254/0077-92. Registro INDEA/MT nº 22956. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rod PA 125, s/n, Quadra 03 Lote 15 E 18 CXPST 217, Bairro: Presidente Juscelino Cep: 68.628-557 – Paragominas/PA. CNPJ: 77.294.254/0083-30. Registro ADEPARA/PA nº 004.23 CARGILL AGRÍCOLA S.A. Rod Brigadeiro Faria Lima, Km 405, s/nº, Nova Colina, Colina/SP CEP: 14.770-000 - CNPJ: 60.498.706/0104-62
Registro CDA/SP nº 4519. CARGILL AGRÍCOLA S.A. Rod Estadual-Anel Viário, s/nº, Faz S Thomas Aboboras, Rio Verde/GO CEP: 75.901-970 - CNPJ: 60.498.706/0066-00 Registro AGRODEFESA/GO nº 1367/2018. CARGILL AGRÍCOLA S.A. Av. Ahylon Macedo, nº 11348, Bairro: Serra da Bandeira, Barreiras/BA CEP: 47.812-200 - CNPJ: 60.498.706/0259-07 Registro ADAB/BA nº 91215. CARGILL AGRÍCOLA S.A. Av. Olacyr Francisco de Moraes, nº 487, Bairro: Distrito Industrial, Campo Novo do Parecis/MT CEP: 78.360-000 - CNPJ: 60.498.706/0300-64 Registro INDEA/MT nº 33181. GOPLAN S/A. Rua Antônio Lapa, 606, Cambuí Cep: 13.025-241 - Campinas/ SP CNPJ: 37.422.096/0001-96 - Registro I CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 4296. SOLUS DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 376, nº 1441 – Salas S5 e S6 – Parque Industrial Zona Oeste II – Apucarana/PR CEP: 86800-762 CNPJ:21.203.489/0001-79 Registro da empresa no estado (ADAPAR/PR) nº 1007610 SOLUS DO BRASIL LTDA. Rodovia Gov. Leonel de Moura Brizola, n° 368 – Sala 8 – Bairro Boa Vista – Carazinho/RS CEP: 99500-000 CNPJ: 21.203.489/0002-50 Registro da empresa no estado (SEAPA/RS) nº 10/20 SOLUS DO BRASIL LTDA. Avenida dos Canários, nº 416S – Sala 01, Lote 01 – Distrito Comercial Jose Aparecido Ribeiro – Nova Mutum/MT CEP: 78450-000 CNPJ: 21.203.489/0003-30 Registro da empresa no estado (INDEA/MT) nº 29244 SOLUS DO BRASIL LTDA. Rua Durvalino Binato, nº 535 – Quadra 267, Lote 024 – Bairro Jardim Aeroporto – Assis/SP CEP: 19813-170 CNPJ: 21.203.489/0004-11 Registro da empresa no estado (CDA/SP) nº 4427 SOLUS DO BRASIL LTDA. Avenida A, nº 1 – Quadra A, Lote 1-A/2-A – Distrito Industrial – Balsas/MA CEP: 65800-000 CNPJ: 21.203.489/0009-26 Registro da empresa no estado (AGED/MA) nº 1191 SOLUS DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 050, S/N – Km 185, Galpão 01, Sala 9-B – Jardim Santa Clara – Uberaba/MG CEP: 38038-050 CNPJ: 21.203.489/0010-60 Registro da empresa no estado (IMA/MG) nº 19.492
SOLUS DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 020, S/N – Km 207, Lote 4, Armazém 01, Módulo Q, SN – Área Rural – Luís Eduardo Magalhães/BA CEP: 47865-899 CNPJ: 21.203.489/0008-45 Registro da empresa no estado (ADAB/BA) nº 150624 SOLUS DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 230, S/N – Km 12,9, Armazém 01 – Bairro Nova Marabá – Marabá/PA CEP: 68507-765 CNPJ: 21.203.489/0007-64 Registro da empresa no estado (ADEPARA/PA) nº 832.23 – CREREV SOLUS DO BRASIL LTDA. Avenida Bernardo Sayão, nº 650 – Sala 18 B – Setor Oeste – Araguaína/TO CEP: 77816-212 CNPJ: 21.203.489/0006-83 Registro da empresa no estado (ADAPEC/TO) nº 01/0218 SOLUS DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 060, S/N – Galpão 17, Zona rural – Setor central – Rio Verde/GO. CEP: 75901-970 - CNPJ: 21.203.489/0011-40. Registro da empresa no estado (AGRODEFESA/GO) n° 7092/2024 SOLUS DO BRASIL LTDA. Avenida Guaicurus, n° 1760 – Sala 03 – Parque Alvorada – Dourados/MS. CEP: 79823-490. CNPJ: 21.203.489/0012-21. Registro da empresa no estado (IAGRO/MS) n° 2265/2025. TUDO RURAL AGRONEGOCIOS DO BRASIL LTDA. Rodovia BR-153, n° 916, Sala 02, Presidente Castelo Branco – Erechim/RS. CEP: 99708-286. CNPJ: 23.513.704/0001-63. Registro da empresa no estado (SEAPI/RS) n° 64/16. TUDO RURAL AGRONEGOCIOS DO BRASIL LTDA. Av. Sete de Setembro, n° 5388 – Conj. 903 Andar 09 Cond. Prof. Octavio De, Batel – Curitiba/PR. CEP: 80240-000. CNPJ: 23.513.704/0006-78. Registro da empresa no estado (ADAPAR/PR) n° 1008623. TUDO RURAL AGRONEGOCIOS DO BRASIL LTDA. Av. Paulista, n° 1471 – Conj. 1407, Bairro Bela Vista – São Paulo/SP. CEP: 01311-927. CNPJ: 23.513.704/0008-30. Registro da empresa no estado (CFICS/DDSIV/CDA/SP) n° 4529
| N° do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG é um inseticida sistêmico de contato e ingestão, dos grupos químicos Neonicotinóides e Piretróides, recomendados para o controle de pragas nas doses, culturas e alvos abaixo relacionadas: CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
| Cultura | Alvo biológico | Doses | Volume de Calda (L/ ha) | Nº máx. aplicações | Época e Intervalo |
|---|---|---|---|---|---|
| Abacate | Cochonilha- branca (Aulacaspis tubercularis) | 10 a 15 g/100 L de água | Terrestre: 1000 a 2000 | 2 | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infectadas no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Abacaxi | Cochonilha- abacaxi (Diaspis bromeliae) | 10 a 15 g/100 L água | Terrestre: 300 a 600 | 2 | Realizar a aplicação no início do aparecimento da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Acelga Agrião Alface Almeirão | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | Terrestre: 400 a 800 | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
| Cultura | Alvo biológico | Doses | Volume de Calda (L/ ha) | Nº máx. aplicações | Época e Intervalo |
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão | Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 250 a 300 g/ha | Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 a 50 | 3 | Realizar a aplicação quando o nível de infestação obtido através de monitoramento atingir de 3 a 5% de botões florais atacados. Fazer bateria com 3 aplicações sequenciais com intervalo de 5 dias. Usar a maior dose em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
| Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | Realizar a aplicação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga ou conforme o nível de infestação da cultura. Repetir se necessário após 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
| Algodão | Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 250 a 300 g/ha | Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 a 50 | 3 | O início das aplicações está baseado no cultivar de algodão plantado. Nas cultivares tolerante a virose iniciar o controle quando 70% das folhas das plantas examinadas começarem a se deformar e apresentarem pulgões vivos. Para as susceptíveis a virose, a aplicação deverá ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões. Fazer 3 aplicações sucessivas com intervalo de 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. |
|---|---|---|---|---|---|
| Alho | Tripes (Thrips tabaci) | 250 a 300 g/ha | Terrestre: 100 a 300 | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
| Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
| Amendoim | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. |
|---|---|---|---|---|---|
| Arroz Irrigado | Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | 60 a 100 g/ha | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 50 | 1 | Realizar a aplicação quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m2.. |
| Aveia | Pulgão-da- espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Pulgão-verde (Myzus persicae) | 150 a 250 g/ha | Realizar a aplicação quando aparecerem as primeiras colônias na cultura. O monitoramento deve ser realizado com instalações de bandejas d'água amarelas (4/ha) ou contagem direta de pulgões em 100 folhas por hectare, 2 vezes por semana e constatar mais de 20 pulgões alados/bandeja ou mais de 30 pulgões ápteros por folha em cada observação. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias, fazendo rotação com outros produtos com mecanismos de ação diferentes. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Batata | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 150 a 250 g/ha | Terrestre: 300 a 600 Aérea: 20 - 50 | 3 | |
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação constatando insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias. | ||||
| Berinjela | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | Terrestre: 400 a 800 | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
| Tripes (Thrips palmi) | 200 a 250 g/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga.
| Brócolis | Pulgão-das- brássicas (Brevicoryne brassicae) | 15 a 25 g/100 L água | Terrestre: 400 a 800 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
|---|---|---|---|---|---|
| Café | Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 400 a 600 g/ha | Terrestre: 300 a 600 Aérea: 20 - 50 | 3 | Realizar a aplicação assim que forem observados os sintomas de ataque, ou forem constatados ácaros vivos nas folhas através de uma lupa de bolso, respeitando o nível de controle para a praga. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 25 a 30 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. |
| Bicho-mineiro- do-café (Leucoptera coffeella) | 160 a 240 g/ha | Realizar a aplicação quando for constatada as primeiras minas ativas, com sinal de início de ataque. Usar a dose menor na fase bem inicial de infestação, abaixo de 20% de incidência de ataque. A dose maior deverá ser usada em situação igual ou superior a 20% de incidência de ataque. Repetir a aplicação se necessário a cada 30 dias. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
| Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 700 g/ha | Terrestre: 300 a 600 Aérea: 20 - 50 | 3 | Realizar a aplicação quando o grau de infestação for igual ou maior que 5% avaliando-se o número de grãos perfurados coletados ao acaso em ambos lados da planta, em no mínimo 100 frutos colhidos dentro do talhão. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 25 a 30 dias. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. |
| Cebola Chalota | Tripes (Thrips tabaci) | 250 a 300 g/ha | Terrestre: 100 a 300 | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação, quando for constada a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
|---|---|---|---|---|---|
| Centeio Cevada | Pulgão-da- espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Chicória | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | Terrestre: 400 a 800 | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
| Citros | Psilídeo (Diaphorina citri) | 8 a 12 g/100 L água ou 160 a 240 g/ha | Terrestre: 1000 a 2000 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação quando for constatado os primeiros insetos (adultos ou ninfas) principalmente na vegetação nova. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
| Couve Couve- chinesa Couve-de- bruxelas Couve-flor | Pulgão-das- brássicas (Brevicoryne brassicae) | 15 a 25 g/100 L água | Terrestre: 400 a 800 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
| Espinafre Estévia | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | Terrestre: 400 a 800 | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
| Eucalipto | Percevejo- bronzeado (Thaumastocoris peregrinus) | 60 a 120 g/ha | Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
|---|---|---|---|---|---|
| Psilídeo-de- concha (Glycaspis brimblecombei) | 80 a 120 g/ha | ||||
| Ervilha Feijão Feijão- caupi Feijão-fava Feijão- guandu Feijão- mungo Feijão- vagem Grão-de- bico | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga |
| Ervilha Feijão Feijão- caupi Feijão-fava Feijão- guandu Feijão- mungo Feijão- vagem Grão-de- bico | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 - 50 | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |
| Jiló | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | Aplicação Terrestre: 300 a 600 | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições |
| climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Jiló | Tripes (Thrips palmi) | 200 a 250 g/ha | Aplicação Terrestre: 300 a 600 | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
| Lentilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | Aplicação Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
| Mamão Manga | Cochonilha- branca (Aulacaspis tubercularis) | 10 a 15 g/100 L água | Aplicação Terrestre: 1000 a 2000 | 2 | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Milheto | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | Aplicação Terrestre: 100 a 200 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. |
|---|---|---|---|---|---|
| Milho | Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 g/ha | Aplicação Terrestre: 100 a 200 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produtos com outro modo de ação. |
| Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | |||
| Mostarda | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | Aplicação Terrestre: 400 a 800 | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque |
| Pastagem | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 70 a 130 g/ha | Aplicação Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 - 50 | 1 | Realizar a aplicação quando for constatada a praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas. |
| Pimenta Pimentão Quiabo | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | Aplicação Terrestre: 400 a 800 | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
|---|---|---|---|---|---|
| Tripes (Thrips palmi) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||||
| Repolho | Brevicoryne brassicae | 15 a 25 g/100 L água | Aplicação Terrestre: 400 a 800 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
| Rúcula | Myzus persicae | 15 a 25 g/100 L água | Aplicação Terrestre: 400 a 800 | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque |
| Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | Aplicação Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas |
|---|---|---|---|---|---|
| Soja | Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 250 a 300 g/ha | Aplicação Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Para o controle do percevejo- marrom e percevejo-verde- pequeno, inspecionar a lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar a partir da fase de “canivete” (R3) quando for encontrado 2 percevejos ou mais maiores que 0,4 cm em campos de soja destinados para grãos ou 1 percevejo ou mais maiores que 0,4 cm em campos destinados para sementes, por metro linear da cultura. As amostragens devem ser realizadas preferencialmente nos períodos mais frescos, pela manhã ou à tarde. Repetir se necessário em intervalo de no máximo 10 dias. Utilizar a maior dose em soja com alta densidade de folhas. |
| Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) |
| Sorgo | Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 g/ha | Aplicação Terrestre: 100 a 200 Aérea: 20 - 50 | 2 | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produtos com outro modo de ação. |
|---|---|---|---|---|---|
| Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. |
| Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 140 a 180 g/ha | Aplicação Terrestre: 300 a 600 | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
|---|---|---|---|---|---|
| Tomate | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 80 a 120 g/ha | Aplicação Terrestre: 300 a 600 | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. |
| Trigo Triticale | Pulgão-da- espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | Aplicação Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20 - 50 | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Recomendações gerais: Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou com pré-orifício, ou jato cônico, visando à produção de gotas médias a finas, para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Recomendações específicas: Via terrestre para a cultura do Abacate, Café, Citros, Eucalipto, Mamão, Manga e Pastagem: Devese utilizar pulverizador costal ou turbo atomizador montado ou de arrasto, com assistência de ar, podendo-se utilizar pistola conectada ao pulverizador. Para todas as culturas, utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de
aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Via aérea: Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Aveia, Batata, Café, Centeio, Cevada, Citros, Ervilha, Eucalipto, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada como dura, ou com pH acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da prédiluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, devese proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Dias |
|---|---|
| Abacate | 15 |
| Abacaxi | 15 |
| Acelga | 14 |
| Agrião | 14 |
| Alface | 14 |
| Algodão | 35 |
| Alho | 21 |
| Almeirão | 14 |
| Amendoim | 21 |
| Arroz Irrigado | 30 |
| Aveia | 30 |
| Batata | 21 |
| Berinjela | 14 |
| Brócolis | 14 |
| Café | 40 |
| Cebola | 21 |
| Centeio | 30 |
| Cevada | 30 |
| Chalota | 21 |
| Chicória | 14 |
| Citros | 21 |
| Couve | 14 |
| Couve-chinesa | 14 |
| Couve-de-bruxelas | 14 |
| Couve-flor | 14 |
| Ervilha | 21 |
| Espinafre | 14 |
| Estévia | 14 |
| Eucalipto | UNA |
| Feijão | 21 |
| Feijão-caupi | 21 |
| Feijão-fava | 21 |
| Feijão-guandu | 21 |
| Feijão-mungo | 21 |
| Feijão-vagem | 21 |
| Grão-de-bico | 21 |
| Jiló | 14 |
| Lentilha | 21 |
| Mamão | 15 |
| Manga | 15 |
| Melancia | 10 |
| Melão | 10 |
| Milheto | 40 |
| Cultura | Dias |
|---|---|
| Milho | 40 |
| Mostarda | 14 |
| Pastagem | 10 |
| Pimenta | 14 |
| Pimentão | 14 |
| Quiabo | 14 |
| Repolho | 14 |
| Rúcula | 14 |
| Soja | 21 |
| Sorgo | 40 |
| Tomate | 7 |
| Trigo | 30 |
| Triticale | 30 |
Cultura Dias Milho Mostarda Pastagem Pimenta Pimentão Quiabo Repolho Rúcula Soja Sorgo Tomate Trigo Triticale UNA = Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Fitotoxicidade: ausente para as culturas, nas doses e condições recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
O produto inseticida ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG é composto por dois ingredientes ativos, ACETAMIPRIDO, que apresenta mecanismo de ação Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina, pertencente ao Grupo 4A, e BIFENTRINA que apresenta mecanismo de ação Moduladores de canais de sódio, pertencente ao Grupo 4A, segundo classificação internacional do IRAC (Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas). O uso sucessivo de inseticidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de insetos causadores de pragas resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
| GRUPO | 4A | INSETICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | 3A | INSETICIDA |
GRUPO 4A INSETICIDA GRUPO 3A INSETICIDA Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos inseticidas, seguem algumas recomendações: - Alternância de inseticidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos 3A e 4A para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; - Adotar outras práticas de redução da população da praga, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc. - Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como: rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. - Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos dos Grupos 3A e 4A para o controle da mesma praga alvo, quando apropriado.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG ou outros produtos dos Grupos 3A e 4A quando for necessário. - Usar ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. - Aplicações sucessivas de ACETAMIPRID 250 g/kg + BIFENTHRIN 250 g/kg WG podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. - Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais susceptíveis das pragas a serem controladas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de inseticidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser consultados e, ou, informados para o Comitê Brasileiro de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC-BR: www.iracbr.org) ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola; O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; Os equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara mecânica classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira; Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região; Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; Não reutilizar a embalagem vazia; No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante; Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: ATENÇÃO: NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: ATENÇÃO: NOCIVO SE INALADO. Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR “ACETAMIPRID 250 G/KG + BIFENTHRIN 250 G/KG WG”
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Acetamiprido: Neonicotinoide Bifentrina: Piretroide |
|---|---|
| Classe Toxicológica | Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Vias de Exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Acetamiprido: Em estudos realizados em ratos o Acetamiprido foi absorvido rapidamente pelo trato gastrointestinal. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós- dose, após este tempo os níveis começam a cair e a sua eliminação do organismo ocorre em 6 horas. O Acetamiprido é excretado pela urina e fezes. Após absorvido o produto é distribuído pelo organismo, sendo encontrado resíduos (0,01- 0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado e rins. O produto não foi metabolizado pelo organismo, ele se distribuiu e foi excretado. Não ocorreu a formação de metabólitos. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos. Bifentrina: Estudos conduzidos em animais demonstraram que a principal via de excreção da Bifentrina foi a fecal, principalmente na forma inalterada, seguida da urinária, nas primeiras 48 horas. Os resíduos nos tecidos foram baixos (< 0,1 ppm), com exceção do fígado, pele e gordura. |
| Mecanismos de Toxicidade | Acetamiprido: Os neonicotinóides, com estrutura similar à nicotina, agem como agonistas nos receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central (SNC), alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses nervosas. A acetilcolina (ACh) é um neurotransmissor que é liberado nas sinapses nervosas para transmitir o impulso nervoso. Uma vez liberada, a ACh deve ser removida rapidamente para permitir que ocorra a repolarização, processo realizado pela enzima acetilcolinesterase, os neonicotinóides mimetizam a acetilcolina, mas não são inativados pela acetilcolinesterase, causando, assim, hiperestimulação nervosa. Os neonicotinóides são de relativamente baixa toxicidade devido apresentarem baixa afinidade pelos subtipos de receptor nicotínico dos vertebrados, quando comparados aos dos insetos, e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos no SNC não deveriam ser esperados a baixos níveis de exposição. Bifentrina: É um piretróide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano substituto na posição alfa e que causa principalmente tremores (síndrome T). O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo I, envolve a alteração dos canais de sódio em membranas de células nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior de repolarização. |
|---|---|
| Sintomas e Sinais Clínicos | Acetamiprido: Exposição aguda: este tipo de inseticida parece ser mais tóxico após ingestão. Muitos dos efeitos observados podem ser derivados dos outros componentes da formulação. Dois casos de intoxicação por Acetamiprido em humanos foram descritos no Japão. Os pacientes apresentaram: náuseas, vômitos, debilidade muscular, hipotermia, convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações eletrocardiográficas e hipóxia. Os sintomas foram parcialmente semelhantes aos apresentados na intoxicação por organofosforados. Tratamento de suporte foi suficiente e os dois pacientes se recuperaram sem complicações, em 2 dias. Em ratos mostrou elevada toxicidade aguda após ingestão causando: lnalatória: Insuficiência respiratória, aspiração pulmonar. Oral: Náuseas, vômitos. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Sistêmica: Hipotensão, depressão SNC, desorientação, agitação, tremores, delírios, hipotermia e arritmias. Bifentrina: Os piretróides tipo I podem ocasionar os seguintes sinais e sintomas em animais, conhecidos como Intoxicação tipo I ou síndrome I: salivação, ansiedade, agitação, incoordenação motora, prostração, paralisia, comportamento agressivo e tremores. Para o homem, os sinais e sintomas resultantes das intoxicações agudas pelos vários tipos de piretróides são bastante similares, podendo ser locais ou sistêmicos, como reações dérmicas, pruridos e sensação de ardor na pele, reações no trato respiratório superior (rinites, espirros, irritação da garganta, edema da mucosa oral) e inferior (tosse, respiração ofegante, ruídos respiratórios, dores na região torácica). O sintoma mais frequentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a parentesia, caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento da pele, após exposição dérmica aos piretróides, |
| sendo, portanto, considerado um efeito local e transitório, limitado ao local de exposição. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| Tratamento | Antídoto: não há antídoto especifico. Tratamento: tratamento sintomático e de suporte; remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias. Vitamina E: tópica pode aliviar as parestesias. Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto. Diluição: imediatamente diluir com 120 - 240 ml de água ou leite (não exceder 120 ml em crianças). Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Carvão ativado: liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora). Suspensão: 30g de carvão/240 ml de água. Dose: 25 a 100g em adultos; 25 a 50g em crianças de 1 a 12 anos e 1g/kg em menores de 1 ano. Reação alérgica 1. Leve / moderada: anti-histamínicos com ou sem ß2- agonistas, via inalatória: corticosteroides ou epinefrina, via parenteral. 2. Grave: oxigênio; suporte respiratório vigoroso; epinefrina (Adultos: 0,3 - 0,5 ml de solução 1:1000, via SC - Crianças: 0,01 ml/kg, 0,5 ml no máximo - pode-se repetir em 20 a 30 minutos); corticosteroides; anti-histamínicos; ECG e fluidos I.V. Convulsões: Indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (Adultos: 5 - 10 mg e Crianças: 0.2 - 0.5 mg/ kg - repetir a cada 10 - 15 minutos) ou Lorazepam (Adultos: 2 - 4 mg; Crianças: 0,05 - 0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em maiores de 5 anos. Endoscopia: considere em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. |
| Tratamento | Uso de ventilação assistida, se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Hipotensão: infundir 10-20 ml/kg do liquido isotônico. Se persistir: Dopamina (5 - 20 µg/kg/min) ou Norepinefrina (Adultos: começar infusão de 0,5 - 1 µg/min; Crianças: começar com 0,1 µg/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com bicarbonato de sódio. Manter |
| internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. |
| Efeito Sinérgicos | Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto. |
| Atenção | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800- 722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: (19) 3325.4755. |
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide TOXICOCINÉTICA e Vide TOXICODINÂMICA
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral em ratos >300 mg/kg pc DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg pc CL50 Inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste (CL50 >1,175 mg/L de ar em ratos 4h) Corrosão/ Irritação cutânea em coelhos: o item teste causou eritema (grau 1 a 2) em todos os coelhos testados (3/3), com reversão total em até 48 horas do período de observação. Corrosão/ Irritação ocular em coelhos: o item teste provocou efeitos oculares irritantes e corrosivos: hiperemia (grau 2) e quemose (grau 2 a 3) 1 hora após a exposição. Em 48 horas os mesmos sinais irritantes foram observados e o animal apresentou ulceração de córnea. A irreversibilidade das reações oculares foi considerada após 48 horas e o teste foi concluído. Sensibilização cutânea em cobaias: produto não sensibilizante a pele. Mutagenicidade: produto não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Acetamiprido: em estudos toxicológicos crônicos, os ratos apresentaram perda de peso, redução no consumo da dieta e hipertrofia, com vacuolização hepatocelular (ratos ou camundongos). Em altas doses, o Acetamiprido causou incremento no consumo de água, hipotrigliceridemia, efeitos sobre o SNC e alterações nas papilas renais. Bifentrina: em estudos experimentais, a Bifentrina não causou efeitos na reprodução ou sobre o desenvolvimento. Em altas doses, as ratas apresentaram tremores. Não há evidencias de efeitos teratogênicos. Efeitos mutagênicos são inconclusivos. Estudos com leucócitos de camundongos foram positivos para mutação gênica. Entretanto, outros testes de mutagenicidade foram negativos, incluindo o teste de Ames e estudos em células de medula óssea de ratos. Estudos crônicos em camundongos demonstraram incremento na incidência de bexiga urinária em ratos machos; não foram vistos efeitos carcinogênicos em ratos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I) ■ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV) Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Inovatis Agronegócios Importação e
Exportação Ltda. Telefone da empresa: (19) 3325-4755 Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estbelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.