Bula oficial · registro MAPA nº 38618

Bula do Acefato CCAB 750 SP

Bula completa do Acefato CCAB 750 SP (registro MAPA nº 38618), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: acefato.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

ACEFATO CCAB 750 SP Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 38618

COMPOSIÇÃO

O,S-dimethyl acetylphosphoramidothioate (ACEFATO) ................................................... 750 g/kg (75% m/m) Outros Ingredientes ................................................................................................. 250 g/kg (25% m/m) GRUPO 1B INSETICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Inseticida e Acaricida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Organofosforado TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó solúvel em água (SP) TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César CEP: 01419-100 São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: ACEFATO TÉCNICO CCAB - Registro no MAPA n° 13314 COROMANDEL INTERNATIONAL LIMITED Plot no 2102, GIDC - Dist. Bulsar – Sarigam – 396 155, Dist. Valsad, Gujarat, Índia. ACEFATO TÉCNICO CCAB II - Registro no MAPA n° 5419 GSP CROP SCIENCE PRIVATE LIMITED Plot No 100 – 103, G.V.M.M. Industrial State, Odhav, Ahmedabad 382415, Gujarat, Índia. JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. Sushua Road Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu, China. ACEFATO TÉCNICO SYNCROM - Registro no MAPA n° TC12122 NANTONG WEILIKE CHEMICAL CO., LTD. Fourth Yangkou Road, Chemical Industrial Park Yangkou Coastal Economic Development Zone Rudong County, Nantong City 226407 – Jiangsu – China.

FORMULADORES: COROMANDEL INTERNATIONAL LIMITED Plot no 2102, GIDC - Dist. Bulsar – Sarigam – 396 155, Dist. Valsad, Gujarat, Índia. GSP CROP SCIENCE PRIVATE LIMITED Plot No 100 – 103, G.V.M.M. Industrial State, Odhav, Ahmedabad 382415, Gujarat, Índia.

NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China. FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 68,5 - Olhos D` Água Mairinque/SP – CEP: 18120-970 CNPJ: 47.226.493/0001-46. OURO FINO QUÍMICA S.A Avenida Filomena Cartafina nº 22335, quadra 14, lote 5. - Distrito Industrial III Uberaba/MG - CEP: 38044-750 CNPJ: 09.100.671/0001-07. OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA Rua Minervino de Campos Pedroso,13 - Parque Industrial Carlos Tonanni Jaboticabal/SP - CEP: 14871-360 CNPJ: 65.011.967/0001-14. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Avenida Roberto Simonsen, 1.459 - Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP - CEP: 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81. ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ross, n° 260 - Bairro Cruz Alta - Indaiatuba/SP – CEP: 13348-790 CNPJ: 50.025.469/0004-04. JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD Sushua Road Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu, China. AGROMOL BIOTECH CO., LTD. East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical lndustry Park, Xieji Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China. SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD Suite 910, Guotai Oriental Plaza, No. 9 East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province, 215600, China. LION AGREVO (JIANG SU) CO., LTD.,, No.16, Second Haibin Road, Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economic Developmente Zone, Rudong Country, Jiangsu, China. MANIPULADORES: FERSOL INDUSTRIA E COMÉRCIO S/A Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 68,5 - Olhos D` Água – Mairinque/SP – CEP: 18120-970 CNPJ: 47.226.493/0001-46. OURO FINO QUÍMICA S.A Avenida Filomena Cartafina nº 22335, quadra 14, lote 5. - Distrito Industrial III – Uberaba/ MG CEP: 38044-750 CNPJ: 09.100.671/0001-07.

OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA Rua Minervino de Campos Pedroso,13 - Parque Industrial Carlos Tonanni – Jaboticabal/SP CEP: 14871-360 CNPJ: 65.011.967/0001-14. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Avenida Roberto Simonsen, 1.459 - Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP CEP: 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81. ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ross, n° 260 - Bairro Cruz Alta – Indaiatuba/SP – CEP: 13348-790 CNPJ: 50.025.469/0004-04. ENERGIS8 INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE LUBRIFICANTES LTDA Avenida Maria Conceição Aparecida Andrade, 201 – Iperó – SP – CEP: 18560-000 CNPJ: 00.696.951/0002-28 No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: ACEFATO CCAB 750 SP é um inseticida e acaricida do grupo organofosforado com ação por contato e ingestão, indicado para aplicação foliar no controle de pragas da parte aérea das culturas indicadas conforme quadro abaixo: CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO DE APLICAÇÃO:

Número
DosesVolume de calda
Pragasmáximo deÉpoca de aplicação
kg p.c./ha(L/ha)
aplicações
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) Broca-do-algodeiro (Eutinobrothrus brasilienses)1 kg/100 kg de sementesNão se aplica1-
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) Tripes (Frankliniella schultzei) Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) Percevejo-manchador (Dysdercus ruficollis) Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) Tripes (Caliothrips brasiliensis) Curuquerê (Alabama argillacea) Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) Lagarta-do-algodão (Helicoverpa armigera)0,5 – 0,75300 – 4002Usar a maior dose em altas infestações.
0,4 – 0,5
0,5 – 0,75
0,5 – 0,75
1,0 – 1,5
0,4 – 0,5
0,5 – 1,0400
0,8 – 1,2300Aplicar em algodão convencional quando forem encontradas 2 lagartas menores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. Para algodão Bt transgênico, aplicar quando forem encontradas 2 lagartas maiores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro.

Algodão (Sementes) Algodão metro.

Número
DosesVolume de calda
Pragasmáximo deÉpoca de aplicação
kg p.c./ha(L/ha)
aplicações
Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) Cigarra-verde (Empoasca spp) Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella)0,4 – 0,5300 – 4001Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos.
0,5 – 1,0
Pulgão-verde (Myzus persicae) Puldão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda)0,4 – 0,6400 – 6003Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos.
0,75 – 1,5750 – 1500
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana)1,0 – 1,520002Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos.
Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii)0,254003Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos.

Amendoim Batata Citros

Número
DosesVolume de calda
Pragasmáximo deÉpoca de aplicação
kg p.c./ha(L/ha)
aplicações
Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus)0,8 – 1,0150 – 2002Aplicar quando a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores.
Efetuar a primeira aplicação entre o 1º e o 5º dia após a emergência da cultura e a segunda sete dias após a primeira.
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) Broca-das-axilas (Epinotia aporema) Percevejo-marrom (Euschistus heros) Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) Tripes (Frankliniella rodeos) Tripes (Frankliniella schultzei) Lagarta-enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata)0,3 – 0,4300 – 4001Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos.
0,3 – 0,5
0,2 – 0,5
0,8 – 1,0
1,0
0,5
0,6 – 1,0

Milho Soja

Número
DosesVolume de calda
Pragasmáximo deÉpoca de aplicação
kg p.c./ha(L/ha)
aplicações
Pulgão-verde (Myzus persicae) Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) Tripes (Thrips palmi) Tripes (Frankliniella schultzei) Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) Minadora-das-folhas (Lyriomyza huidobrensis) Boca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi)1,0500 – 7503Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos.
0,5 – 0,75
0,75 – 1,0750 – 1000

Tomate Industrial (Helicoverpa zea) 0,75 – 1,0 750 – 1000 Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO

ACEFATO CCAB 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350µm e densidade de 40 gotas/cm², gastando-se de 300-400 L de calda/ha procurando obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas. Tratamento de sementes: Para o tratamento de sementes o equipamento a ser usado deve ser tambor giratório ou similar. O umedecimento é feito previamente no interior do aparelho, observando o volume de modo a não causar excesso de umidade. Preparo da Calda: ACEFATO CCAB 750 SP é acondicionado em saco hidrossolúvel que é totalmente dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no tanque de preparo da solução. Para o uso de sacos hidrossolúveis: • Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado; • Iniciar agitação no tanque; • Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocálo na água ele se dissolverá rapidamente; • Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada; • Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.

Limpeza do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. • Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto. • Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto. • Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barras, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. • Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal. É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL. Condições Climáticas: Temperatura ambiente: máxima de 30°C. Umidade Relativa do Ar: mínima de 55%. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Culturas Dias Algodão Algodão (sementes) - Amendoim Batata Citros Melão Milho Soja Tomate (Industrial)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva; • Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva); • Não guardar sobras de calda para uso posterior. Nesse sentido, não preparar volume de calda superior ao que deve ser aplicado no dia.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida ACEFATO CCAB 750 SP pertence ao grupo 1B (inibidores de acetilcolinesterase organofosforados) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ACEFATO CCAB 750 SP como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar ACEFATO CCAB 750 SP ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de ACEFATO CCAB 750 SP podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do ACEFATO CCAB 750 SP, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos organofosforados não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ACEFATO CCAB 750 SP ou outros produtos do Grupo 1B quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;

• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado. GRUPO 1B INSETICIDA

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida; • Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

- Pode ser nocivo se ingerido - Pode ser nocivo em contato com a pele - Fatal se inalado - Provoca moderada irritação à pele - Provoca irritação ocular grave PERIGO

PRIMEIROS SOCORROS

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR ORGANOFOSFORADOS –

ANTÍDOTO

Sulfato de Atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre Sulfato de Atropina antes do aparecimento dos sintomas da intoxicação. Grupo químico Organofosforados Classe toxicológica Categoria 2 – Produto Altamente Tóxico Vias de Exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica. O ingrediente ativo acefato é absorvido pela pele, trato respiratório e trato gastrintestinal, favorecido pela presença de solventes e tensoativos na formulação. Após a absorção, ele é rapidamente distribuído por todos os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde é metabolizado. A eliminação ocorre principalmente pela urina (em média, 90%), com uma pequena porção sendo eliminada pelas fezes (1%). Sua meia-vida varia muito, dependendo da composição da formulação da via de administração. Ref.:https://apps.who.int/pesticide-residues-jmprdatabase/pesticide?name=ACEPHATE JMR 2005 Toxicocinética O ingrediente ativo acefato inibe permanentemente a enzima acetilcolinesterase, o que impede a degradação do mediador nervoso acetilcolina, que então se acumula nas terminações nervosas. Ref.:https://apps.who.int/pesticide-residuesjmprdatabase/pesticide?name= ACEPHATE JMR 2005 Toxicodinâmica

As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de ACEFATO e demais componentes do produto ACEFATO CCAB 750 SP: Exposição oral: Um grupo de 3 animais recebeu a dose de 2000 mg/kg pc da substância teste. Devido à ausência de mortalidade, um grupo adicional de 3 fêmeas recebeu a substância teste na mesma dose. Não foram observados sinais clínicos nos animais tratados durante o período experimental. Exposição Inalatória: Os animais foram inspecionados, durante e após a exposição, 5 vezes nas primeiras 24 horas (após 30 minutos, 1, 2, 3 e 4 horas) e depois diariamente até o 14° dia para a verificação de sinais de toxicidade. Houve alterações no aparelho digestivo, estado consciente, tono muscular, aparência geral, atividade geral e no aparelho respiratório. Houve mortalidade. Exposição cutânea: Não foi observada mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade local ou sistêmica entre os ratos (machos e fêmeas) tratados com a dose de 2000 mg/kg p.c. em estudo de toxicidade cutânea. No estudo de irritação e corrosão cutânea, a substância teste aplicada na pele dos coelhos não causou corrosão cutânea, porém, no animal 1 causou eritema, escara e edema, com os sinais clínicos reversíveis em 21 dias. O animal 2 apresentou eritema escara reversíveis em 24 horas de teste. E o animal 3 não apresentou sinais de irritação/corrosão cutânea. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de Buehler. Exposição ocular: O animal 1 apresentou edema e hiperemia na conjuntiva reversíveis em 48 horas. O animal 2 apresentou opacidade central de pequeno tamanho e irritação na íris, reversível em 48 horas. O animal 3 apresentou edema e secreção da conjuntiva, reversíveis em 24 horas de teste, e hiperemia da conjuntiva reversível em 48 de teste. Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo. Sintomas e sinais clínicos Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Tratamento

Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 2550g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. - Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Efeitos das interações Contraindicações químicas Com outros organofosforados ou carbamatos.

Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Atenção Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600 AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Antídoto e Tratamento (Informações para uso médico): Sulfato de Atropina – pelas vias intravenosas ou intramusculares (eventualmente, também por via oral); de 1 a 6 mg cada 5 a 30 minutos até atropinização leve. Oximas (Contrathion): de 1 a 2 g/dia nos 3 primeiros dias. MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Vide itens “Toxicocinética e Toxicodinâmica” no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS

DL50 oral em ratos:> 2019mg/kg DL50 dérmica em ratos: > 2006 mg/kg. CL50 inalatória para ratos: > 0,096 mg/L ar. Irritação ocular in vivo: O animal 2 apresentou opacidade central de pequeno tamanho e irritação na íris, reversível em 48 horas. Os demais animais apresentaram irritação das mucosas oculares também reversíveis em 48 horas de teste. Irritação dérmica in vivo: A substância teste não produziu corrosão, mas produziu irritação muito leve na pele de coelhos, a qual foi reversível em 21 dias. Sensibilização cutânea: O produto não causou sensibilização cutânea pelo método de Buehler nos animais durante o período observado. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação gênica bacteriana com diferentes cepas da linhagem Salmonella Typhimurium ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos, sendo, portanto, o produto não é classificado quanto à mutagenicidade.

EFEITOS CRÔNICOS

Acefato: Em estudos com camundongos fêmeas alimentados com dieta contendo 1000 ppm de acefato foram achadas maiores incidências de carcinomas hepatocelulares e nódulos hiperplásicos do que os grupos controles concorrentes. As incidências de carcinoma hepatocelular foram 1,3%, 1,3%, 0 e 16% em fêmeas e 5,3%, 2,7%, 4% e 4% em machos nos grupos controles e nos animais a 50, 250 e 1000 ppm, respectivamente. A incidência de nódulos hiperplásicos foi de 2,7%,1,3% e 20% nas fêmeas e 13%, 9,3%, 5,3% e 17% nos machos dos grupos controles e nas três doses, respectivamente. A maioria dos nódulos (14% nas fêmeas e 12% nos machos a 1000 ppm) foram observadas no sacrifício terminal. Outros achados relacionados ao tratamento foram lesões leves (hipertrofia dos hepatócitos, cariomegalia e corpos de inclusão intracelular) em machos e fêmeas nas duas doses mais altas; Lesões de Jung (macrófagos alveolares pigmentados, corpos estranhos eosinofílicos e hialinose

alveolar) e lesões na cavidade nasal (rinite aguda) em machos e fêmeas a 250 e 1000 ppm; significativa diminuição dos ganhos de peso corporal em machos (8-11%) e fêmeas (6-14%) a 250 ppm durante semanas 52104 e em machos (15-30%) e fêmeas (14-29%) a 1000 ppm durante as semanas 13-104, quando em comparação com controles. Em estudos de genotoxicidade, nenhum efeito citotóxico significativo foi observado. Os grupos tratados não mostraram aumento estatisticamente significativo em incorporação de timidina sobre a dos grupos de controle em qualquer momento de amostragem, enquanto os grupos de controle positivo mostraram aumentos estatisticamente significativos. Sob as condições experimentais, acefato não induziu síntese de DNA não programada em células hepáticas. Não foi teratogênico em ratos e camundongos, mas afetam a motilidade dos espermatozoides e a fertilidade em ratos. Ref.: https://apps.who.int/pesticide-residues-jmpr-database/pesticide?name=ACEPHATE JMR 2002 SINTOMAS DE ALARME Fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão turva, pupilas não reativas, salivação abundante, suores, náuseas, vômito, diarreia e cólicas abdominais.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas – parâmetro global de mobilidade I + Parâmetro persistência I ou II + biodegradabilidade não IV; • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos; • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves; • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo afetar outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas; • Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza; • Não utilize equipamento com vazamentos; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; • Aplique somente as doses recomendadas; • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água; • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA

ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada; • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais; • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO; • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados; • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada; • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CCAB AGRO S.A. - telefone de Emergência AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767;

• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão, luvas, botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro); • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final; • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima; • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias; • Use luvas no manuseio dessa embalagem; • Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo; • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes; • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEMDESTE PRODUTO; • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS; • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final; • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados a este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis; • Restrição de uso no estado do PARANÁ: alvo biológico Eutinobrothrus brasiliensis em algodão.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Acefato CCAB 750 SP registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 38618 · documento de 11/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Acefato CCAB 750 SP?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Acefato CCAB 750 SP e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Acefato CCAB 750 SP é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 38618, documento de 11/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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