ABLE® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 02798
COMPOSIÇÃO
Bacillus thuringiensis subespécie Kurstaki, Linhagem EG 2348 - 24.000 Unidades Internacionais de Potência por mg (72 g de endotoxina ativa por Litro) …………………………….………………………………72,0 g/L (7,20% m/v) Outros Ingredientes…………………………….……………………………………………………880,0 g/L (88,80% m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida Microbiológico (por ingestão) TIPO DE FORMULAÇÃO: Dispersão de óleo (OD) TITULAR DO REGISTRO (*): MITSUI & CO. (BRASIL)S.A. Av. Paulista, 1.842 – 23º andar – Edifício Cetenco Plaza – Torre Norte – CEP: 01310-923 São Paulo/SP – Fone (11) 3371-9700 - Fax:(11) 3371-9709 – CNPJ: Nº 61.139.697/0001-70 Registro da Empresa na CDA/SP Nº 465 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE/FORMULADOR: CERTIS USA 720 5th Street, 93280 – Wasco, California – EUA MANIPULADOR: SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 Tel.: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 - Registro no IMA n° 2.972
| N° do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Armazenar a temperatura ambiente ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS. PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. Agite antes de usar Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV – POUCO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
ABLE é um inseticida biológico a base de Bacillus thuringiensis Kurstaki EG2348, específico para controle lagartas (estágio larval de lepidópteros) de todas as culturas com ocorrência deste alvo biológico. Após a praga ingerir as toxinas presentes neste produto, ocorre a reação destrutiva das células epiteliais do intestino médio, ocasionando ruptura do tecido e desencadeando o processo de infecção generalizada (septicemia) e morte. O produto deve ser utilizado exclusivamente em aplicações na parte aérea das plantas, sendo necessária a aplicação preventiva em pragas que perfuram os frutos ou formam galerias nas folhas e hastes. No caso de pragas desfolhadoras, a aplicação deverá ser realizada quando a população se encontra em até terceiro instar de desenvolvimento quando for constatado o nível de controle.
| Cultura | ALVOS CONTROLADOS | DOSES (Produto Comercial) | VOLUME DE CALDA | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| Todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos | Broca-das- curcubitáceas (Diaphania nitidalis) | 75 mL/100 L de água | 100 a 2000 L de acordo com a cultura | 3 | Abóbora, Abobrinha, Melancia, Chuchu, Melão, Maxixe e Pepino: Realizar monitoramento de adultos e ovos nas plantas. Sendo constatado a presença destes aplicar o produto preventivamente ao ataque das larvas nas hastes ou frutos. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias. |
| Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 500 a 750 mL/ha | 3 | Algodão: Realizar a aplicação quando forem constatadas larvas de até 3º instar. As aplicações deverão ocorrer no máximo até o fechamento das entrelinhas da cultura (inicio do florescimento), na dose de 750 mL p.c./ha. Batata: Realizar a aplicação quando forem constatadas larvas de até 3º instar. As aplicações deverão ocorrer no máximo até o fechamento das entrelinhas da cultura (início do florescimento), na dose de 500 a 750 mL p.c./ha a depender do porte da planta. Amendoim, Soja, Feijão: Realizar a aplicação quando forem constatadas larvas de até 3º instar. As aplicações deverão ocorrer no máximo até o fechamento das entrelinhas da cultura (início do florescimento) na dosagem de 500 mL p.c./ha. Milho, Milheto, Sorgo, Trigo: Realizar a aplicação quando forem constatadas larvas de até 3º instar. As aplicações deverão ocorrer no máximo até o fechamento das entrelinhas da cultura (pré-florescimento) na dosagem de 500 a 750 mL p.c./ha. Tomate, Berinjela, Pimentão, Abóbora, Abobrinha e Morango: Realizar monitoramento de adultos e ovos nas plantas. Sendo constatado a presença destes aplicar o produto na dose de 750 mL p.c./há preventivamente ao ataque das larvas nas hastes das folhas, caule ou frutos. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias. Espinafre: Realizar a aplicação quando forem constatadas larvas de até 3º instar. Aplicar de 500 a 750 mL p.c./ha a depender do tamanho das plantas. Café, Maçã, Uva: Realizar monitoramento de adultos e ovos nas plantas. Sendo constatado a presença destes aplicar o produto na dose de 750 mL p.c./há preventivamente ao ataque das larvas nas folhas e frutos. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias. | ||
| Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 50 mL/100 L de água | 3 | Citros: Realizar monitoramento de adultos (armadilhas de feromônios) e presença de ovos nos frutos. Sendo constatado a presença destes aplicar o produto |
| preventivamente ao ataque das larvas nos frutos. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias. | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 100 mL/100 L de água | 3 | Dendê, Coco: Realizar monitoramento de adultos e ovos nas plantas. Sendo constatado a presença destes aplicar o produto em larvas no máximo até 3º instar. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias | ||
| Curuquerê-da- couve (Ascia monuste orseis) | 50 mL/100 L de água | 3 | Alface, Brócolis, Couve, Couve-flor, Rúcula, Repolho, Couve-de-bruxelas, Mostarda, Couve chinesa, Chicória: Realizar monitoramento de adultos e ovos nas plantas. Sendo constatado a presença destes aplicar o produto em larvas no máximo até 3º instar. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias. | ||
| Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 500 mL/ha | 3 | Alface, Brócolis, Beterraba, Couve, Chicória, Agrião, Repolho, Canola, Couve-de-bruxelas, Couve chinesa: Realizar monitoramento de adultos e ovos nas plantas. Sendo constatado a presença destes aplicar o produto preventivamente ao ataque das larvas nas folhas. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias. | ||
| Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 500 mL/ha | 3 | Alfafa, Amendoim, Feijão, Soja, Ervilha, Feijão vagem: Realizar a aplicação quando forem constatadas larvas de até 3º instar. As aplicações deverão ocorrer no máximo até o fechamento das entrelinhas da cultura (início do florescimento) na dosagem de 500 mL p.c./ha. | ||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 100 mL/100 L de água | 3 | Tomate: Realizar monitoramento de adultos e ovos nas plantas. Sendo constatado a presença destes plicar o produto preventivamente ao ataque das larvas nas folhas. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias. |
folhas. Caso haja necessidade, reaplicar o produto em intervalo máximo de 7 dias. Atentar às boas práticas agrícolas para a melhor performance do produto e preservação da tecnologia. - Utilizar ABLE de forma preventiva em pragas formadoras de galerias em folhas ou hastes e brocas de frutos. - Em pragas desfolhadoras, o produto deve ser aplicado quando as larvas estiverem no máximo no terceiro instar de desenvolvimento, quando for constatado o nível de controle. - As aplicações deverão ser repetidas dentro de um intervalo máximo de sete dias, sendo utilizados volume de calda e equipamento que proporcione gotas de tamanho adequado para uma homogênea cobertura da planta. - Por ser um produto de contato, em caso de chuva sobre a área recém-tratada, a aplicação deverá ser realizada novamente para evitar falhas de controle. - Aplicar o produto preferencialmente ao entardecer quando a exposição ao sol é menor e a umidade relativa do ar é superior. - Alternar o uso de ABLE com outros inseticidas sintéticos registrados para as culturas, além de outras estratégias de manejo integrado de pragas para fins de manejo de resistência.
MODO DE APLICAÇÃO
- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas nas doses recomendadas. - Em todas as formas de aplicação é importante que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas, quanto maior a planta e seu enfolhamento, maior será o volume de calda necessário para uma eficiente distribuição do produto sobre as folhas e/ou frutos. - Evitar pulverização nas horas mais quentes do dia, umidade relativa abaixo de 60% e ventos superiores a 10 Km/h. - Manter o agitador do tanque de pulverização ligado constantemente durante a aplicação.
Volume de calda: - Hortaliças: Abóbora, Abobrinha, Alface, Agrião, Beterraba, Brócolis, Chicória, Couve, Couve-de-bruxelas, Couvechinesa, Couve-flor, Chuchu, Ervilha, Espinafre, Feijão-vagem, Maxixe, Melancia, - Melão, Morango, Mostarda, Pepino, Pimentão Rúcula: Aplicar de 400 a 800 L/ha. - Tomate e Batata: 1000 L/ha. - Arborícolas: Café, Citros, Maçã: Aplicar de 600L/ha a 2000 L/ha. - Culturas conduzidas em espaldeira: Uva: Aplicar 800 a 1500 L/ha. - Palmeiras: Coco, Dendê: 4L de calda por planta. - Oleaginosas e cereais: Alfafa, Amendoim, Algodão, Canola, Feijão, Milho, Milheto, Soja, Sorgo, Trigo: 100 a 200 L/ha Equipamentos de aplicação: Para hortaliças, em cultivos protegidos como estufas ou sistema de túneis baixos, sistema semihidropônico ou por gotejamento, utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado ou tratorizados, dotados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com pressão de trabalho suficiente (60 a 150 libras/pol2) para proporcionar tamanho de gotas adequado (50 a 200 μm) à boa cobertura das plantas, densidade acima de 100 gotas/cm2. Para cultivos arborícolas, utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado, tratorizado ou atomizador, dotados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com pressão de trabalho (100 a 150 libras/pol2) suficiente para proporcionar tamanho de gotas (50 a 200 μm) adequado à boa cobertura das plantas, densidade acima de 100 gotas/cm2. Para Culturas conduzidas em latada e/ou espaldeira, utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado, turbo atomizadores ou pulverizadores de pistola com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas entre 50 e 200 μm em densidade maior que 100 gotas/cm2. Para Palmeiras: utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado, turbo atomizadores ou pulverizadores de pistola com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas entre 50 a 200 μm em densidade maior que 100 gotas/cm2 Para Oleaginosas e Cereais: Utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado ou tratorizado, dotados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com pressão de trabalho (100 a 150 libras/pol2) suficiente para proporcionar tamanho de gotas (50 a 200 μm) adequado à boa cobertura das plantas, densidade acima de 100 gotas/cm2.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Não realizar aplicação sob prenúncio de chuva: a eficiência de controle do produto pode ser comprometida em caso de chuva em até 24 horas após tratamento; - Aplicar o produto preferencialmente ao entardecer/anoitecer para uma melhor performance; - O uso do produto está restrito às recomendações da bula: não misturar com outros produtos sob risco de ter sua eficácia prejudicada; - O produto não é fitotóxico quando utilizado nas doses e condições recomendadas; - O produto é incompatível em caldas alcalinas (pH > 8,0); - Armazenar o produto em ambiente seco e fresco. Mantê-lo sempre em sua embalagem original. - Manter sempre a embalagem fechada quando não estiver em uso.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODU-TOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido do ABLE ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ABLE como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. Aplicações sucessivas de ABLE podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ABLE ou outros produtos quando for necessário; Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto. PRECAUÇÕES RELATIVAS À SAÚDE HUMANA: ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO. INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO. PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS
-Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
-Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. -Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. -Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante ATENÇÃO Pode provocar reações alérgicas na pele. PRIMEIROS SOCORROS: procure um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo e bula . Pele: ATENÇÃO: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Lave com e sabão em abundância e, se houver irritação, procure um médico, levando a embalagem e bula do produto. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Procure serviço médico, levando a embalagem e bula do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Não dê nada para beber ou comer. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. RISCOS ASSOCIADOS AO CONTATO COM O PRODUTO ABLE (Bacillus thuringiensis)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| NOME TÉCNICO | Bacillus thuringiensis subespécie Kurstaki, Linhagem EG 2348 |
|---|---|
| Classificação toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Efeitos registrados em literatura associados ao B. Thuringiensis e espécies correlatas. | B. thuringiensis é uma bactéria do grupo do B. cereus que pode causar quadros de intoxicação alimentar. Pela proximidade genética entre as duas espécies, há a possibilidade de algumas linhagens de B. thuringiensis produzirem enterotoxinas diarreicas sendo possível quadros de diarreia em caso de ingestão acidental de produtos agrotóxicos que tenham B. thuringiensis como ingrediente ativo. Há registro de sensibilização cutânea e respiratória e irritação ocular causadas por B. thuringiensis. Indivíduos imunossuprimidos podem ser susceptíveis à essa bactéria. |
| Mecanismos de toxicidade | Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Bacillus thuringiensis não é patogênico não havendo a ocorrência de efeitos adversos crônicos |
| Sintomas e sinais clínicos | Existem relatos de náuseas, vômito, diarreias, cólicas abdominais, febre e pele seca. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
|---|---|
| Tratamento | Não há antídoto específico. O tratamento é sintomático e de manutenção. |
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. |
| Efeitos sinérgicos | Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de emergência da empresa: (11) 3371-9700 |
Telefone de emergência da empresa: (11) 3371-9700 Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Trata-se de inseticida biológico não patogênico para o ser humano. Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Bacillus thuringiensis é absorvido e os esporos são rapidamente eliminados da corrente sanguínea dentro de um período máximo de 10 semanas. O produto não se acumula nos órgãos e tecidos. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral para ratos >5.000 mg/kg DL50 dérmica para ratos >5.000 mg/kg Efeitos crônicos: Em estudos de laboratório com camundongos não foi observado nenhum efeito patogênico do ABLE 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ■ POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MITSUI & CO. (BRASIL) S.A. Telefone da empresa: (11) 3371-9700 Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sobre pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sobre pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas; O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDA POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis