Bula oficial · registro MAPA nº 215

Bula do 2,4-D R 806 SL Perterra

Bula completa do 2,4-D R 806 SL Perterra (registro MAPA nº 215), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: 2,4-D amina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

2,4-D R 806 SL PERTERRA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 0215

COMPOSIÇÃO:
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D)....................... 806 g/L (80,6% m/v)
Equivalente ácido...................................................................................... 670 g/L (67,0% m/v)
Outros ingredientes....................................................................................421,6 g/L (42,1% m/v)
GRUPOOCOHERBICIDA

GRUPO OCO HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Ácido ariloxialcanoico TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO SOLÚVEL (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Av. Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69 Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: 2,4-D TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 15.912 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China 2,4-D TÉCNICO HANFU – REGISTRO MAPA Nº TC09823 WEIHAI HANFU BIOCHEMICAL MEDICINE CO., LTD. Fengtaiding Village, Rushanzhai Town, Rushan City 201405 Shandong Province, Shangai, China. FORMULADORES: SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China CHD´S AGROCHEMICALS S.A.I.C. Supercarretera Km 9, Campo Tucurú, Bairro Hernandarias, Alto Paraná, Paraguai TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030, Paulínia/SP CNPJ n° 03.855.423/0001-81 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 477 CDA/SP FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no Estado: 31 CDA/SP ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13.348-790, Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1248 CDA/SP ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Rua Alberto Guizo, 859 Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP, CEP 13347-402 CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Nº do registro do estabelecimento no Estado: 466 CDA/SP OURO FINO QUÍMICA S.A Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/MG, Distrito Industrial III CEP: 38044750, CNPJ sob o n° 09.100.671/0001-07 - Nº do registro do estabelecimento no Estado: 8.764 IMA/MG

MANIPULADORES: FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no Estado: 31 CDA/SP ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13.348-790, Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/0004-04 Cadastro estadual: nº 1248 CDA/SP ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Rua Alberto Guizo, 859 Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP, CEP 13347-402 CNPJ: 50.025.469/0001-53 Cadastro estadual: nº 466 CDA/SP OURO FINO QUÍMICA S.A Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/MG, Distrito Industrial III CEP: 38044750, CNPJ sob o n° 09.100.671/0001-07 Cadastro estadual: nº 8.764 IMA/MG IMPORTADORES: RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vicepresidente José de Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530 CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP 38044-755 - Uberaba / MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 2972 IMA/MG SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rodovia de Acesso a via Anhanguera, 999-B, CEP 14540-000 - Igarapava / SP CNPJ: 23.361.306/0007-64 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 530 CDA/SSA/SP OURO FINO QUÍMICA LTDA. Avenida Filomena Cartafina, 22335, Lote 05, Quadra 14, Distrito Industrial III, CEP 38044-750 - Uberaba / MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 0010446970000 ALAMOS DO BRASIL LTDA Av. Senador Tarso Dutra, 565, Torre 2, sala 1407 – Petrópolis. Porto Alegre/RS. CEP: 90.690-140 CNPJ: 07.118.931/0001-38. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 00001788/08 SEAPA/RS ALAMOS DO BRASIL LTDA Av Brasília, nº 3100, Sala 01 Fundos, Bairro Nova Divineia, Pinhalzinho/SC. CEP: 89.870-000. CNPJ: 07.118.931/0002-19. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1716 – CIDASC/SC ALAMOS DO BRASIL LTDA Rua. Industrial 01, Parque Industrial, Mariópolis/PR. CEP: 85.525-000. CNPJ 07.118.931/0003-08. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1007936 – ADAPAR/PR PRENTISS QUÍMICA LTDA. Rodovia PR 423 Km 24,5 – Jardim das Acácias, CEP 83603-000 - Campo Largo / PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 002669 ADAPAR/PR

CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA. Praça das Dracenas, 26, 1º andar, Salas 5/6, Centro Comercial – Alphaville, CEP: 06453-064 Barueri/SP CNPJ n° 67.148.692/0001-90 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 234 CDA/SP CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA. Av. Pres. Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 - Mod. 4 / S.3, Bairro dos Altos, CEP: 06.421-400 – Barueri/SP CNPJ n° 67.148.692/0002-71 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 935 CDA/SP CCAB AGRO S.A. Rua Alameda Santos nº 2159, 6 andar, Cerqueira Cesar, CEP: 01419-100 São Paulo/SP CNPJ: 08.938.255/0001-01 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4773 CDA/SP CCAB AGRO S.A. Rodovia Br 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso, CEP: 78746-055 - Rondonópolis/MT CNPJ: 08.938.255/0009-69 Cadastro Estadual nº 14703 CCAB AGRO S.A. Rodovia BR 020 KM 207, SN – Zona rural, Luiz Eduardo Magalhães, BA, Brasil. CEP:47850-000 - CNPJ: 08.938.255/0008-88 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 3771 ADAB/BA DKBR TRADING S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 - Sala 1704 CEP 86.050-460, Gleba Fazenda Palhano, Londrina /PR CNPJ n° 33.744.380/0001-28. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1007743 ADAPAR/PR BELAGRÍCOLA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES DE PRODUTOS AGRÍCOLAS S.A. Rodovia PR 537, KM 0,3, S/N°, Distrito de Santa Margarida, Bela Vista do Paraíso/PR, CEP: 86130-000, CNPJ: 79.038.097/0011-53 PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj 1005 e 1006 – 8º Andar, Vila Olimpia, CEP: 04548-005 – São Paulo-SP - CNPJ: 33.824.613/0001-00 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4206 CDA/SP PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia PR 090nº 5695 – Km 5 – Armaz 1 – Parque Industrial Nenê Favoretto – Ibiporã - CEP: 86.200000 –Londrina/PR - CNPJ: 33.824.613/0003-64 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1008263 – ADAPAR/PR PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rua: Projetada nº 150 - Armaz 1W Distrito Industrial - Area Rural de Cuiabá – CEP: 78.099-899 – Cuiabá/MT - CNPJ: 33.824.613/0004-45. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 27005 INDEA/MT PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Constante Pavan, 4633. Quadra S/D - Lote A1A - Paulínia/SP - CEP: 13148-198. CNPJ: 33.824.613/0002-83. Cadastro Estadual: 4401 CDA/SP

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Produto Importado

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul intenso

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA - MAPA INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: 2,4-D R 806 SL PERTERRA é indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de arroz (pósemergência da cultura e plantas infestantes), café (jato dirigido nas entrelinhas), cana-de-açúcar (pósemergência da cultura e plantas infestantes), milho (plantio direto e pós-emergência da cultura e plantas infestantes), soja (plantio direto), pastagens e trigo.

APLICAÇAO EM PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E DAS PLANTAS INFESTANTES
CULTURAPLANTAS INFESTANTESDOSE DONÚMEROVOLUME DE CALDA
Nome comumNome científicoPRODUTODE
COMERCIALAPLIAÇOES
ArrozFura-capa, picão,Bidens pilosa1 a 1,5 L/ha1Pulverização
picão-pretoTerrestre: 200 a
Amendoim-bravo, leiteiraAmendoim-bravo,Euphorbia heterophyla400 litros/ha
leiteira
Cana-de- açúcarAmendoim-bravo,Euphorbia heterophylla1 a 1,5 L/ha1Pulverização Terrestre: 200 a 400 litros/ha
café-do-diabo
leiteira
Trapoeraba,Commelina benghalensis
marianinha, mata-
brasil
Corriola, corda-de-Ipomea
viola, campainhagrandifolia
Guanxuma, mata-Sida rhombifoliaSida rhombifolia
pasto, relógio
MilhoApaga-fogo,Alternanthera1,5 L/ha1Pulverização Terrestre: 200 a 400 litros/ha
corrente, periquitotenella
Fura-capa, picão,Bidens pilosaBidens pilosa
picão-preto
Amendoim-bravo,Euphorbia heterophylla
café-do-diabo,
leiteira
Corriola, corda-de-Ipomoea
viola, campainhagrandifolia
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
ARROZ IRRIGADO: Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas.
Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação.
ARROZ DE SEQUEIRO: Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em
pós-emergência das plantas infestantes.
CANA-DE-AÇÚCAR: Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando
o solo estiver úmido. Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de
altura e em aplicação dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
MILHO: Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5
folhas. Pós-emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho,
quando a cultura atingir +/- 25 cm. Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do
híbrido.
APLICAÇAO COM JATO DIRIGIDO NAS ENTRELINHAS
CULTURAPLANTAS INFESTANTESDOSE DONÚMEROVOLUME DE CALDA
Nome comumNome científicoPRODUTODE
COMERCIALAPLIAÇOES
CaféTrapoerabaCommelina benghalensis1 a 1,5 L/ha1Pulverização Terrestre: 200 a 400 litros/ha
Fura-capa, picão, picão-pretoBidens pilosa
Malva-branca, guanxumaSida cordifolia1 a 3 L/ha1
Guanxuma, mata- pasto, relógioSida rhombifolia
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
CAFÉ: Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes
e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou
esparramação.
Usar sempre bicos de jatos em leque. Calcular a área a ser efetivamente tratada, adaptando a dose
indicada por hectare, ao tamanho da mesma.
Em geral, é recomendável utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu), de modo a evitar a
possibilidade do jato atingir a cultura.
APLICAÇÃO EM ÁREA DE PLANTIO DIRETO
CULTURAPLANTAS INFESTANTESDOSE DONÚMEROVOLUME DE CALDA
Nome comumNome científicoPRODUTODE
COMERCIALAPLIAÇOES
MilhoApaga-fogo, corrente, periquitoAlternanthera tenella1,5 L/ha1Pulverização Terrestre: 200 a 400 litros/ha
Fura-capa, picão, picão-pretoBidens pilosa
Amendoim-bravo, café-do-diabo, leiteiraEuphorbia heterophylla
Corriola, corda- de-viola, campainhaIpomoea grandifolia
SojaFura-capa, picão, picão-pretoBidens pilosa1 a 1,5 L/ha1Pulverização Terrestre: 200 a 400 litros/ha
TrapoerabaCommelina benghalensis
Amendoim-bravo, café-do-diabo leiteiraEuphorbia heterophylla
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-
emergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.
APLICAÇÃO EM ÁREA TOTAL
CULTURAPLANTAS INFESTANTESDOSE DONÚMEROVOLUME DE CALDA
Nome comumNome científicoPRODUTODE
COMERCIALAPLIAÇOES
PastagensFedegoso, mata- pastoSenna obtusifolia1 a 3 L/ha1Pulverização Terrestre: 200 a 400 litros/ha
Malva-branca, guanxumaSida cordifolia
Guanxuma, mata-Sida rhombifolia
pasto, relógio
TrigoFura-capa, picão,Bidens pilosa1 a 1,5 L/ha1Pulverização Terrestre: 200 a 400 litros/ha
picão-preto
Picão-branco,Galinsoga
fazendeiroparviflora
Amendoim-bravo,Euphorbia heterophyllaEuphorbia
café-do-diaboheterophylla
leiteira
Nabo, nabiçaNabo, nabiçaRaphanus
raphanistrum
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
PASTAGENS: Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas,
existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm.
TRIGO: Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-
emergência das plantas infestantes.

Nabo, nabiça Raphanus raphanistrum ÉPOCA DE APLICAÇÃO: PASTAGENS: Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm. TRIGO: Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pósemergência das plantas infestantes. Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo de cultura. 2,4-D R 806 SL PERTERRA é um herbicida de ação hormonal, que provoca distúrbios diversos, levando espécies sensíveis à morte. Sua atividade mais intensa se manifesta em plantas em fase de ativo crescimento. Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas como dicotiledôneas, havendo, todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns usos seletivos. Pós-emergência: quando aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas menos sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

ARROZ IRRIGADO: Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação. ARROZ DE SEQUEIRO: Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes. CANA-DE-AÇÚCAR: Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido. Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em aplicação dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura. CAFÉ: Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. MILHO: Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós-emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando a cultura atingir +/- 25 cm. Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido. PASTAGENS: Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm. SOJA (Plantio Direto): A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pósemergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm. TRIGO: Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes.

MODO / EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR. 2,4-D R 806 SL PERTERRA deve ser diluído em água e aplicado por pulverização via terrestre, através de pulverizadores manuais, costais, motorizados, tratorizados O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. AS ATIVIDADES DE MISTURA, ABASTECIMENTO E APLICAÇÃO TRATORIZADA DE 2,4-D NÃO PODEM SER REALIZADAS CUMULATIVAMENTE PELO MESMO INDIVÍDUO. Aplicação Terrestre: Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar gotas grossas e muito grossas (superiores a 350 micras de diâmetro volumétrico), calibrado para volume de calda de 150 a 300 L/ha capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas alvo com densidade adequada de gotas. Em hipótese alguma é recomendada aplicação do 2,4-D R 806 SL PERTERRA com volume de calda inferior a 80 L.ha-1. De modo geral, na recomendação de tecnologia de aplicação do 2,4-D R 806 SL PERTERRA os pulverizadores tratorizados devem estar equipados com pontas de gota plana com indução de ar, tal como AIXR 110.05, espaçadas de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metros acima do alvo, com taxa de 150 a 300 litros de calda de pulverização terrestre. A pressão de trabalho e velocidade do pulverizador deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe das gotas. Na pulverização com 2,4-D R 806 SL PERTERRA utilizar técnicas que proporcionam maior cobertura do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. • Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas daninhas Observação: Tomar o máximo de cuidado nessas aplicações com culturas sensíveis nas proximidades (algodão, hortaliças, uva, etc.), evitando-se qualquer tipo de deriva. GERENCIAMENTO DA DERIVA: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos de pulverização e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Consulte um engenheiro agrônomo. menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada. São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura do café no caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 55%. Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental. O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como: Controlar o diâmetro de gotasTécnicas gerais Volume: Use ponta de pulverização de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando necessidades práticas. Pontas de pulverização com vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas de pulverização, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de pulverização de baixa deriva.

Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de Equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h. Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 50%. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. Condições climáticas: No momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo com a menor evaporação possível das gotas no trajeto entre orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação. A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do engenheiro agrônomo. Para a cultura da cana-de-açúcar e café, utilizar de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para aplicação tratorizado, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. Para as aplicações com 2,4-D R 806 SL PERTERRA manter bordadura de, no mínimo, 10m metros livres de aplicação costal e tratorizado. A bordadura deve ter início no limite externo da plantação em direção ao seu interior sendo obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação. Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões e ventos locais e como eles afetam a deriva. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Temperatura: Máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar: Mínima de 70%. Velocidade do vento: Superior a 5 e inferior a 10 km/h Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização. Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação

INTERVALO DE SEGURANÇA

Arroz e trigo: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Café: 30 dias. Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou corte. Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm. Soja: Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. Pastagens: Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas antes da secagem completa da calda (mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes do período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs), vestimenta hidrorrepelente e luvas. Observe na tabela abaixo os intervalos de reentrada específicos para as culturas e durações de atividades de reentrada.

Aplicação Tratorizado
CulturasCulturasTempo de atividadeMedidas Necessárias(1)Intervalo de Reentrada
(horas)(dias)
Milho e Soja2hVestimenta Simples24 horas
8 hVestimenta Simples18 dias
Pastagem2 hVestimenta Simples05 dias(3)
8 hVestimenta Simples23 dias(3)
Arroz2hVestimenta Simples24 horas
8 hVestimenta Simples14 dias
Cana-de-açúcar2 hVestimenta Simples e13 dias13 dias
luvas
8 hVestimenta Simples e31 dias(2)
luvas
Trigo2 hVestimenta Simples02 dias
8 hVestimenta Simples20 dias
Café2hVestimenta Simples24 horas(4)
8 hVestimenta Simples24 horas(4)

A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D. Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar. Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivamente agrícola. O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de segurança para cada cultura. Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras. • Todo equipamento usado para aplicar o 2,4-D R 806 SL PERTERRA deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham 2,4-D. O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado. O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação. • 2,4-D R 806 SL PERTERRA não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto. Aplicar apenas sobre plantas infestantes em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer “stress” como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas. Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D. Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura. Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio. Não aplicar em plantas infestantes com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10. Para aplicação em cereais durante o inverno, em temperatura baixa, o efeito do produto é muito lento, o que pode levar a resultados insatisfatórios, especialmente em época chuvosa.

AVISO AO USUÁRIO: O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DA RESISTÊNCIA: Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas. Como prática de manejo da resistência de plantas daninhas e para evitar alguns problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado; Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas; Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com as recomendações descritas na bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo da resistência, bem como para orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultadas e, ou, informados para a Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), para a Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O Herbicida O produto 2,4-D R 806 SL PERTERRA é composto por 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação dos mimetizadores de auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRODUTO PERIGOSO.

PRECAUÇÕES GERAIS

Produto para uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Necessário a utilização pelos trabalhadores de vestimentas simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas no caso de reentrada anterior aos intervalos recomendados. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Realizar as atividades de mistura, abastecimentos e aplicação tratorizado de 2,4-D pelo mesmo indivíduo. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Produto extremamente irritante para os olhos. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência. Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 e P3); máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR. Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Em caso de indisposição durante a aplicação, pare a atividade imediatamente e procure auxílio médico. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Adotar medidas que dificultem a entrada em áreas tratadas de transeuntes e residentes.

Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. Faça a manutenção e lavagem dos medicamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PERIGOProvoca lesões oculares graves
Nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis

- INTOXICAÇÕES POR 2,4-D R 806 SL PERTERRA -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoÁcido ariloxialcanoico
ClasseCategoria 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
toxicológica
Vias deOral, dérmica, ocular e inalatória.
exposição
Toxicocinética2,4-D: é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre
10 minutos a 24 horas dependendo da dose e da formulação.
A taxa de absorção é relacionada à dose com absorção mais rápida a baixas doses.
Absorção de ésteres de 2,4-D é mais lenta que a das formas ácidas ou sais,
entretanto, as taxas de excreção são similares.
A taxa de absorção inalatória também é rápida.
A absorção dérmica foi de 10% e após administração intravenosa, a absorção foi de
100%. É amplamente distribuído e não bioacumula.
Estudos em humanos mostram que a taxa de depuração plasmática de 2,4-D
administrada oralmente segue a cinética de primeira ordem com excreção urinária
de (10,2 - 28,4) horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do
que na exposição oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e declinam mais
rapidamente seguindo a rota oral. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma
cinética bifásica começando 8 horas após a administração da dose com meia-vida
para vários tecidos de (0,6 - 2,3) horas da primeira fase e (25,7 – 29) horas na
segunda fase.
Após absorvido, o 2,4-D sobre hidrolização enzimática formando conjugados ácidos
de 2,4-D, entre (0 – 27%) da dose administrada. O 2,4-D não é metabolizado a
intermediários reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária,
sendo secretada pelos túbulos proximais.
A taxa de excreção urinária é inversamente proporcional à dose.
Após administração oral de 5mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado
em 96 horas e (87 – 100%), eliminado pela urina em 6 dias.
A excreção urinária incrementa mais lentamente seguindo exposição dérmica que a
oral. Outra importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a perspiração.
Após exposição de 2 horas, 2,4-D foi detectado na perspiração por 2 semanas e na
urina por 5 dias.
Mecanismos de toxiciade2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de alterações
degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso cerebral. Com
muitas poucas exceções, a toxicidade relativa das e formas éster de 2,4-D são
bastante similares às da forma ácida. 2,4-D usa sistemas de transporte ativo para
entrar nos tecidos e cruzar a barreira hematoencefálica. Apesar de penetrar pouco
no sistema nervoso, o 2,4-D atinge níveis tóxicos. A altas doses, o sistema de
transporte responsável pelo efluxo de 2,4-D do cérebro é inibido. Além disso, dano
vascular tem sido reportado em ratos exposto a altas doses de 2,4-D, o qual pode
facilitar o influxo devido ao comprometimento da barreira hematoencefálica.
Saturação da união à proteína plasmática também pode contribuir.
Sintomas e sinais clínicosPopulação de risco: indivíduos portadores de doença hepática, renal, cardiovascular,
dermatológica, convulsões e neuropatias.
Exposição Aguda: após intoxicação por 2,4-D em humanos pode ocorrer:
Sinais e sintomas
DérmicaIrritação, exantema; não é sensibilizante.
OcularExtremamente irritante (ácido e sais)
InalatóriaLeve irritação
OralNáusea, vômito, diarreia e enterocolite hemorrágica e sintomas
sistêmicos.
SistêmicaFatiga, astenia, anorexia, sudorese profusa, sensação de
queimação na língua, faringe, tórax e abdômen, febre e:
a) Sintomas neurológicos – a baixas doses: vertigem, dor
de cabeça, mal-estar, alteração de marcha, dismetria, anestesia
e parestesias; a doses elevadas: alteração na regulação da
temperatura corporal (hipnoterapia em ambientes frios e febre em
ambientes quentes), contrações musculares, espasmos,
fasciculações, fraqueza profunda, hiporeflexia, polineurite,
paralises flácida, convulsões com ou sem opistótono, hipotonia
ou hipertonia, relaxamento de esfíncteres, nistagmus, midríase,
hipotensão, choque, letargia, coma; reações idiossincráticas
neuropáticas periféricas com ou sem dor intensa.
b) Taquicardia, bradicardia, anormalidades no
eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias, hipotensão,
miocardite tóxica; bradipneia, insuficiência respiratória,
hiperventilação, edema pulmonar e pneumonia; albuminúria e
porfiria; insuficiência renal devido à rabdomiólise, impotência
sexual (por semanas a meses); hipocalcemia, hipocalemia e
hipofosfatemia e alterações ácido-base (acidose metabólica);
trombocitopenia, leucopenia; espasmos musculares, rigidez
muscular, elevação da CPK e rabdomiólise; hipoglicemia.
c) Óbito: Pode decorrer de parada cardiorrespiratória devido a
arritmias ou pneumonia.
Sintomas e sinais clínicosEfeitos crônicos: exposição crônica pode levar a alterações do sistema
nervoso central no controle da função motora, dermatite de contato,
hepatotoxicidade e cirrose, astenia, tonturas, alterações gastrointestinais e
cardiovasculares, hipersialorreia, incremento da sensibilidade auditiva e gosto
doce na boca. Baseados em estudos que mostraram efeitos na tireoide e nas
gônadas seguindo exposição ao 2,4-D, existe atualmente uma preocupação em
relação ao potencial de desregulação endócrina, sendo necessários novos
estudos. É suspeito de causar efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento.
Não foi genotóxico nem mutagênico, entretanto, devido à preocupação com a
carcinogenicidade do produto com bases em estudos epidemiológicos antigos
realizados em humanos, novos estudos prospectivos de coorte foram
realizados sobre associação entre 2,4-D e sarcoma de tecido mole e linfoma
não-Hodgkin, com resultados conflitantes. Os estudos epidemiológicos mais
antigos descreviam a associação com esses tumores; os mais recentes,
conforme revisão da IARC/WHO apontam que a carcinogenicidade seja devido
à presença de contaminantes do produto, especialmente a dioxina, IARC/WHO
classifica atualmente o 2,4-D como possível carcinogênico (grupo 2B).
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
aguda, trate o paciente imediatamente.
Observação: O 2,4-D pode ser detectado na urina, entretanto não é de valor
diagnóstico. Os níveis séricos não correlacionam com o quadro clínico.
TratamentoAntídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de
suporte. Deve ser evitado o contato de produto com os olhos, pele e roupas
contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto
(até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito
lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados;
corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração
gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir
a absorção sistêmica deles, se administrado log após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão (240mL de água/30g de carvão), Dose: 25 a 100g
em adultos, 25 a 50g em crianças de (1-12) anos e 1g/kg em < 1 ano;
• Não provocar vômito.
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-
10mg; crianças = 0,2 - 0,5mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam
(adultos = 2-4mg; crianças = 0,05 - 0,1mg/kg). Considerar Fenobarbital ou
Propofol na recorrência das convulsões em > 5 anos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias áreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias.
Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou
gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas
após o desaparecimento dos sintomas.
Tratamento• Alcalinização da urina: pode ajudar a estimular a eliminação do produto
e deve ser considerado em intoxicações graves.
• Arritmias cardíacas: instruir monitoramento cardíaco, ECG e
administrar oxigênio. Avaliar hipóxia, acidose e distúrbios eletrolíticos.
Lidocaína e amiodarona são geralmente os agentes de primeira linha no
tratamento das arritmias. Amiodarona deve ser dado com precaução se
substâncias que prolongam o intervalo QT e/ou causam taquicardia ventricular
do tipo torsades de pointes estão envolvidas na intoxicação. Ritmo instável
requer imediata cardioversão.
• Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento
dos sintomas.
ContraA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
indicaçõespneumonite química.
Efeitos sinérgicosEfeitos sinérgicosEm ovelhas tem se demonstrado sinergismo tóxico entre o Picloram e o
2,4-D.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: www.rainbowagro.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450 Endereço Eletrônico da Empresa: www.rainbowagro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: A taxa de absorção dérmica em ratos é altamente variável dependendo da forma química, veículo e espécie animal. Em ratos, picos tissulares são alcançados entre 10 minutos a 8 horas dependendo da dose administrada. 2,4-D tem sido detectado no fígado, rim e pulmões de várias espécies de animais. Níveis no cérebro são baixos, entretanto, alcançam níveis de toxicidade. 2,4-D passa a barreira placentária em ratos, camundongos e suínos e é encontrado no útero, placenta, feto e líquido intrauterino. O metabolismo depende da dose administrada e da espécie animal. Baixas doses em ratos mostram meia vida de 0,5 - 0,8 horas. Estudos realizados em animais de laboratório mostram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas. Também foi excretado no leite das ratas durante o período de lactação. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos: DL50 oral (ratos fêmeas): 500 mg/kg DL50 dérmica em ratos > 4000 mg/kg CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): não foi determinada nas condições do teste Irritação Dérmica: A substância-teste quando aplicada na pele dos animais causou sinais clínicos de irritação como eritema e edema grau 1 entre 1 a 72 horas após a exposição do produto. Todos os sinais clínicos de toxicidade voltaram a normalidade entre 24 horas até 7 dias após o início da exposição. Irritação Ocular: A substância-teste quando aplicada no olho dos animais de laboratório causou sinais clínicos de toxicidade severa como: Opacidade Irreversível grau 4 na córnea; Hiperemia, Edema e Secreção irreversível. PRODUTO PROVOCA LESÃO OCULAR GRAVE. Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso. O ingrediente ativo 2,4-D também foi testado em camundongos por período de dezoito meses não apresentando evidências de carcinogênese. O ingrediente ativo de 2,4-D não apresentou evidência de teratogênese ou efeitos reprodutivos sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi considerado mutagênico tanto “in vivo” quanto “in vitro”. A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-D é 0,01 mg/Kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kg/dia encontrado no estudo dietário em cães e no fator de segurança de 100. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Rainbow Defensívos Agrícolas Ltda. – telefone de Emergência: (51) 3237-6414. Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água e siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto. • TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis, não há restrições estaduais.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do 2,4-D R 806 SL Perterra registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 215 · documento de 12/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do 2,4-D R 806 SL Perterra?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do 2,4-D R 806 SL Perterra e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do 2,4-D R 806 SL Perterra é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 215, documento de 12/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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