Bula oficial · registro MAPA nº 18420

Bula do Sumimax AMT

Bula completa do Sumimax AMT (registro MAPA nº 18420), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Ametrina e flumioxazina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 22 páginas no PDF.

SUMIMAX AMT Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 18420

COMPOSIÇÃO

N2-ethyl-N4-isopropyl-6-methylthio-1,3,5-triazine-2,4-diamine (AMETRINA).............................................................................................................. 480,0 g/L (48,00% m/v) N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2-dicarboxamide (FLUMIOXAZINA)...........................................................................................................40,0 g/L (4,00% m/v) ETILENOGLICOL.............................................................................................................32,4 g/L (3,24% m/v) Outros Ingredientes..................................................................................................527,6 g/L (52,76% m/v)

GRUPOC1HERBICIDA
GRUPOEHERBICIDA

CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Herbicida seletivo de ação de contato e sistêmica GRUPO QUÍMICO: Ametrina: Triazina Flumioxazina: Ciclohexenodicarboximida Etilenoglicol: Glicol TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO: SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE - Tel.: (85) 40111000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Ametrina Técnico Binnong – Registro MAPA nº TC15421 Shandong Binnong Technology Co., Ltd. - Nº 518, Yongxin Road - Binzhou Binbei Town Shandong - China Ametrina Técnico Oxon – Registro MAPA nº 6717 Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd. - Zhongshan, Xiaopu - 313116, Changxing, Zhejiang - China Hebei Shanli Chemical Co., Ltd. - Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108 Cangzhou, Hebei - China Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong - China Ametrina Técnico ZS – Registro MAPA nº 7017 Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd. - Zhongshan, Xiaopu - 313116, Changxing, Zhejiang - China Xiangshui Zhongshan Bioscience Co., Ltd. - Dahe Road, Xiangshui Eco Chemical Industry Park, Xiangshui County, 224600, Yancheng, Jiangsu - China Ametrina Técnico ZS-Cropchem – Registro MAPA nº 6817 Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd. - Zhongshan, Xiaopu - 313116, Changxing, Zhejiang - China Hebei Shanli Chemical Co., Ltd. - Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108 Cangzhou, Hebei - China Ametryne Técnico Oxon – Registro MAPA nº 01488804 Sipcam Oxon S.P.A. - Strada Provinciale per Torre Beretti, Km 2,6 - Mezzana Bigli - Provincia di Pavia (PV) - 27030 - Itália Flumioxazin Técnico Agrogill – Registro MAPA nº TC04921 Jiangsu Yunfan Chemical Co., Ltd. - Nº 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park Qidong, Jiangsu - China Página 1 de 22

Flumioxazin Técnico Lier - Registro MAPA nº TC01522 Lier Chemical Co., Ltd. - Economic and Technical Development Zone 621000 Mianyang, Sichuan - China Flumioxazin Técnico Proventis – Registro MAPA nº TC14021 Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - No. 9 Weijiu Rd, Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area 312369 Zhejiang - China Flumioxazina Técnico Cropchem – Registro MAPA nº TC08621 Shandong Binnong Technology Co., Ltd. - Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou - 256600, Shandong - China Flumyzin Técnico – Registro MAPA nº 06895 Sumitomo Chemical Co., Ltd. - Oita Works, 2200, Tsurusaki, Oita-shi, Oita - 870-0106 - Japão Anhui Neotec Co., Ltd. - No. 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Materials Base, Huaibei City, Anhui Province - China FMX Técnico – Registro MAPA nº TC16522 Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd. - Yangkou Chemical Industrial Park, 226407, Rudong, Jiangsu - China Sumyzin Técnico – Registro MAPA nº 00199 Sumitomo Chemical Co., Ltd. - Oita Works, 2200, Tsurusaki, Oita-shi, Oita - 870-0106 - Japão Anhui Neotec Co., Ltd. - No. 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Materials Base, Huaibei City, Anhui Province - China FORMULADOR: Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Número de registro do estabelecimento/Estado: IMA/MG nº 2.972 Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: SEU PODER. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 1 5 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 2 de 22

INSTRUÇÕES DE USO

SUMIMAX AMT é um herbicida seletivo de ação de contato e sistêmica recomendado para controle das plantas infestantes nas culturas de Cana-de-Açúcar, Café, Citros, Eucalipto e Mandioca, conforme descrito no quadro a seguir:

1. Café
Modalidade de aplicação: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e pós-emergência da cultura podendo ser em lavouras com mudas recém transplantadas e/ou lavouras com plantas em produção.
Plantas infestantes Nome comum/Nome científicoDoses Produto Comercial (L/ha)Volume de calda (L/ha)Nº máximo de aplicações
Terrestre
Picão-preto (Bidens pilosa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) Buva (Conyza bonariensis) Capim-amargoso (Digitaria insularis) Capim-braquiária (Urochloa decumbens)3,0 - 4,01501
Início e época de aplicação: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e pós-emergência da cultura. Fazer 1 (uma) aplicação de SUMIMAX AMT sob a “saia” do cafeeiro (faixa de plantio), antes da emergência das plantas infestantes. Plantas de café estabelecidas, em produção: utilizar jato dirigido podendo ser barra com proteção antideriva ou protetor tipo “chapéu de napoleão”, de modo que a calda herbicida não entre em contato com as folhas do cafeeiro. Mudas de café, em formação: aplicar de 15 a 20 dias após o transplantio das mudas, devendo-se utilizar jato dirigido podendo ser barra com proteção antideriva ou protetor tipo “chapéu de napoleão”, de modo que a calda herbicida não entre em contato com as folhas do cafeeiro. A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas infestantes.
2. Cana-de-açúcar
Modalidade de aplicação: Pré-emergência da cana-de-açúcar e pré-emergência ou no máximo em pós-emergência precoce das plantas infestantes em área total.
Plantas Infestantes Nome Comum/Nome CientíficoDoses Produto Comercial (L/ha)Volume de calda (L/ha)Nº máximo de aplicações
TerrestreAérea
Capim-colchão ou milha (Digitaria nuda) (Digitaria horizontalis) Capim-colonião (Panicum maximum) Capim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea) Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) (Ipomoea purpurea) (Ipomoea hederifolia) (Ipomoea grandifolia) Leiteira ou amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)3,0 - 4,0 L180 - 20030 - 401

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2. Cana-de-açúcar Início e época de aplicação: Fazer 01 (uma) aplicação na época recomendada. Aplicar o SUMIMAX AMT após o plantio dos toletes da cana-de-açúcar ou logo após o corte (cana-soca), antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Em caso da cana-soca, as plantas daninhas de preferência não devem estar germinadas no momento da aplicação ou estar no máximo em estádio de pósemergência precoce (folhas largas com 2 a 4 folhas e gramíneas antes do perfilhamento). Não utilizar o produto em períodos prolongados de seca. Utilizar as doses menores em solos mais leves (arenosos) e as doses maiores em solos mais pesados (argilosos). Efetuar o controle de Ipomoea hederifolia somente em solos leves (arenosos).

3. Citros
Modalidade de aplicação: Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência da cultura, podendo ser em lavouras com mudas recém transplantadas e/ou lavouras com plantas em produção.
Plantas infestantes Nome comum/Nome científicoDoses Produto Comercial (L/ha)Volume de calda (L/ha)Nº máximo de aplicações
Terrestre
Picão-preto (Bidens pilosa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) Buva (Conyza bonariensis) Capim-amargoso (Digitaria insularis) Capim-braquiária (Urochloa decumbens)3,0 - 4,01501
Início e época de aplicação: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e pós-emergência da cultura. Fazer 1 (uma) aplicação do SUMIMAX AMT na faixa de plantio de citros (projeção da copa), antes da emergência das plantas infestantes. Plantas estabelecidas, em produção: utilizar jato dirigido, podendo ser barra com proteção antideriva ou protetor tipo “chapéu de napoleão”, de modo que a calda herbicida não entre em contato com as folhas dos citros. Mudas em formação: aplicar a partir de quatro dias após o transplantio das mudas, devendo-se utilizar jato dirigido, podendo ser barra com proteção antideriva ou protetor tipo “chapéu de napoleão”, de modo que a calda herbicida não entre em contato com as folhas dos citros. A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas infestantes.
4. Eucalipto
Modalidade de aplicação: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e pós-emergência da cultura.
Plantas infestantes Nome comum/Nome científicoDoses Produto Comercial (L/ha)Volume de calda (L/ha)Nº máximo de aplicações
Terrestre
Capim-braquiária (Urochloa decumbens) Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Guanxuma (Sida rhombifolia) Erva-quente (Spermacoce latifolia) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colonião (Panicum maximum)3,0 - 4,01501

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4. Eucalipto Início e época de aplicação: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e pós-emergência da cultura. Fazer 1 (uma) aplicação do SUMIMAX AMT antes da emergência das plantas infestante a partir de cinco dias após o transplantio das mudas, devendo-se utilizar jato dirigido podendo ser barra com proteção antideriva ou protetor tipo “chapéu de napoleão”, de modo que a calda herbicida não entre em contato com as folhas da cultura. A utilização de doses crescentes, até a máxima dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas infestantes.

5. Mandioca
Modalidade de aplicação: Aplicação em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes.
Plantas infestantes Nome comum/Nome científicoDoses Produto Comercial (L/ha)Volume de calda (L/ha)Nº máximo de aplicações
Terrestre
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Picão-preto (Bidens pilosa) Capim-marmelada ou papuã (Urochloa plantaginea)3,0 - 4,01501
Início e época de aplicação: Aplicação em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes. Fazer 1 (uma) aplicação de SUMIMAX AMT no solo logo após o plantio das manivas, podendo se estender até 15 dias após plantio, desde que seja antes da emergência da cultura e das plantas infestantes, utilizando as maiores doses em áreas com maiores infestações e diferentes bancos de sementes de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados).

MODO DE APLICAÇÃO

SUMIMAX AMT deve ser aplicado dando cobertura uniforme sobre o solo bem preparado, livre de torrões e sem cobertura vegetal. Deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. Pode ser aplicado via terrestre, através de pulverizadores manuais, motorizados, tratorizados de barra, autopropelidos e por via aérea tripulada ou conforme recomendações para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Preparo da calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até ¾ de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto SUMIMAX AMT de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura. Equipamentos de aplicação: Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Página 5 de 22

O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Antes de aplicar SUMIMAX AMT, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado. Aplicação terrestre Equipamentos costais (manuais ou motorizados): utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorra sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Pontas de pulverização e classe de gotas: utilizar pontas de pulverização de jato plano de pré-orifício, jato plano de impacto, jato plano de indução de ar ou jato cônico com indução de ar, que proporcionem classe de gotas de média a grossa para obtenção de boa cobertura e que promova o controle eficaz da planta daninha. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos e condições meteorológicas. Faixa de deposição: no caso de barra com duas ou mais pontas de pulverização, utilize espaçamento entre pontas de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas de aplicação ou sobreposição excessiva. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 150 - 200 L/ha, ou conforme recomendação agronômica. Equipamento tratorizado: Pulverizadores de barra ou autopropelidos: para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Pontas de pulverização e classe de gotas: utilizar pontas de pulverização de jato plano (pré-orifício, de impacto ou com indução de ar) ou jato cônico com indução de ar, que proporcionem classe de gotas de média a grossa, para a redução de deriva. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos e condições meteorológicas. Ajuste da barra: a altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 150 - 200 L/ha, ou conforme recomendação agronômica. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Página 6 de 22

Aplicação aérea Aplicação destinada EXCLUSIVAMENTE para a cultura de Cana-de-açúcar. Aeronave tripulada: realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e provida de barras apropriadas e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Ponta de pulverização e classe de gotas: utilizar preferencialmente, pontas de jato plano de impacto com o menor ângulo do defletor, para gotas mais grossas, ou de preferência plano “simples”, com ângulo de abertura no leque menor ou igual a 40 graus e com zero graus de deflexão. Caso seja usado ponta de jato cônico utilizar discos de maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado gotas grossas ou superior. Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. O operador deve ajustar os fatores operacionais para obter gota de classe grossa ou superior e entender que a velocidade de voo e a pressão de trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: a faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 30 - 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Condições Climáticas/Meteorológicas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. • Temperatura ambiente abaixo de 30°C. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Temperatura e Umidade: Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Página 7 de 22

Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Importância do diâmetro de gota: O diâmetro de gotas deve ser tal que possibilite uma cobertura suficiente para que o herbicida desempenhe sua máxima eficácia e que o potencial de deriva seja mínimo. Gotas de menor diâmetro geram maior cobertura, porém também elevam o potencial de deriva. A deriva de herbicidas pode ocasionar efeitos adversos em plantas não-alvos. Por esse motivo, adota-se a classe de gotas médias a grossas para os herbicidas de ação por contato e de classe grossa ou superior para os herbicidas sistêmicos. O uso de classe de gotas grossas ou superior deve estar atrelado ao seguimento das condições meteorológicas ideais para aplicação a fim de reduzir a deriva nas aplicações. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica. Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais: Volume de calda de pulverização: use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Pontas de pulverização com vazão maior produzem gotas maiores em relação ao mesmo modelo de menor vazão. Pressão: prefira o uso de pressões intermediárias dentro dos limites indicados para cada ponta de pulverização. Quando maiores volumes de calda forem necessários, opte pela substituição por use pontas de pulverização de maior vazão, ao invés de aumentar a pressão. O uso de pressões excessivas na pulverização eleva o risco de deriva e ocasiona o desgaste prematuro das pontas de pulverização. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante inversões térmicas, que ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica. Se a fumaça dispersa rapidamente e sobe, há indicação de bom movimento vertical do ar. Página 8 de 22

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Cuidados na limpeza do pulverizador: O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas sensíveis. Antes de aplicar o SUMIMAX AMT, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado. Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do SUMIMAX AMT, deve ser seguido o procedimento de limpeza mais restritivo. Limpeza/Lavagem do equipamento de aplicação: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos toda vez que for aplicado o SUMIMAX AMT. Imediatamente após o término da aplicação do SUMIMAX AMT, seguir as seguintes etapas para limpar o equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte): 1. Drenar completamente o tanque de pulverização e abastecer o tanque do pulverizador com água limpa até metade de sua capacidade volumétrica. Acionar a agitação e recirculação (se houver) por 20 minutos. Após esse período, pulverizar todo o líquido do tanque acionando todas as seções e bicos da barra. Ao final, drenar o volume morto de calda do tanque. 2. Remova as tampas, pontas de pulverização, extremidades de seção, filtros de bomba e linha e coloqueos em um recipiente contendo água limpa + solução de limpeza de tanque a base de amônia (3% v/v) na proporção de 1% e deixo-os de molho por 20 minutos. Preencha o volume total do tanque com água (enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento) + solução de limpeza de tanque a base de amônia na mesma proporção e concentração. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter a solução de limpeza circulando e mantenha-a ligada por 20 minutos. Após esse período, esgotar todo o líquido do tanque pela barra de pulverização. Drenar o volume morto de calda do tanque. Retirar as peças deixadas de molho, enxaguá-las e reinstalá-las no pulverizador. 3. Abastecer o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade volumétrica. Acionar a agitação e recirculação (se houver) por 20 minutos. Após esse período, pulverizar todo o líquido do tanque acionando todas as seções e bicos da barra. Ao final, drenar o volume morto de calda do tanque.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasIntervalo de Segurança (dias)
Café44
Cana-de-açúcar180
Citros44
EucaliptoUso não alimentar
MandiocaIntervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. - Fitotoxicidade: o produto quando utilizado de acordo com as recomendações não causa fitotoxicidade às culturas. Na cultura da mandioca poderá causar sintomas iniciais de fitotoxicidade, com manifestação de clorose, leve ou mais acentuada e eventualmente retenção no crescimento das plantas. Tais sintomas, porém são temporários e desaparecem, sem causar nenhuma interferência no seu desenvolvimento e na produtividade final. Restrições de uso: Em caso de aplicações com a cultura da cana-de-açúcar já emergida, utilizar proteção nas pontas de pulverização, evitandose atingir as folhas da cana-de-açúcar. Em caso de aplicações após o transplante de mudas de citros, de café e de eucalipto, utilizar proteção nas pontas de pulverização, evitando-se atingir as folhas das culturas. Não aplicar o SUMIMAX AMT em condições de seca (plantas com deficiência hídrica e solo seco, principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado) e com plantas daninhas fora do estádio recomendado (folha larga de 2 a 4 folhas e gramíneas antes do perfilhamento). Preferencialmente, SUMIMAX AMT deve ser aplicado com solo úmido.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E e do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Página 10 de 22

Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPOC1HERBICIDA
GRUPOEHERBICIDA

GRUPO C1 HERBICIDA GRUPO E HERBICIDA O produto SUMIMAX AMT é composto por AMETRINA, que apresenta como mecanismo de ação a inibição da fotossíntese no fotossistema II (C1) e FLUMIOXAZINA, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da enzima Protoporfirinogênio oxidase (PPO / PROTOX), pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente. Página 11 de 22

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3, quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3, quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Página 12 de 22

- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, máscara e luvas de nitrila. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe; óculos; avental; botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. ADVERTÊNCIA: a pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Página 13 de 22

INTOXICAÇÕES POR SUMIMAX AMT

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoAmetrina: Triazina
Flumioxazina: Ciclohexenodicarboximida
Etilenoglicol: Glicol
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaAmetrina: após administração oral e intravenosa a ratos, a ametrina foi rápida e
completamente absorvida. A Ametrina foi amplamente distribuída, sendo
encontrada em todos os tecidos e órgãos em níveis baixos, não excedendo 2,1% da
dose administrada. A maioria dos resíduos foi excretada na urina (50 - 61%) e nas
fezes (30 a 42%) dentro de 24 a 48 horas após a administração. Um grupo de
metabólitos polares foi detectado como resultado do metabolismo da Ametrina em
ratos. As quantidades de metabólitos variaram com a posologia, sexo e via de
administração. A biotransformação ocorreu através de clivagem molecular
(desalquilação S, desalquilação N), oxidação, hidroxilação, conjugação com sulfato,
glutationa e ácido glucorônico, resultando em vários metabólitos prontamente
excretáveis.
Flumioxazina: estudo com animais estima-se que, após absorção sua excreção é
relativamente rápida tanto via urinária como fecal. Aproximadamente 100% do
produto administrado foi excretado do corpo dos animais, pelas fezes e urina,
dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior dose testada (100 mg/Kg de
peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin inalterado nas fezes, sugerindo que
esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastro-
intestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem
da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais
compostos nas fezes foram os derivados sulfonados, e na urina os derivados
sulfonados, derivados alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado
em concentração maior que 5%, nas fezes, foi 3-hidroxi-sulfo-flumioxazin. Em geral,
o nível de resíduo encontrado nos tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado
no sangue, coração, fígado e rins.
Etilenoglicol: um estudo de toxicocinética foi conduzido em coelhos fêmeas
prenhes. As fêmeas receberam doses de etilenoglicol por via oral (gavagem) de 100
e 1000 mg/kg p.c. nos dias 9 ou 15 de gestação. Verificou-se que o metabólito ácido
glicólico é distribuído preferencialmente no embrião de ratos em comparação ao
sangue materno; o contrário é observado em coelhos. Outro metabólito relevante
identificado é o ácido oxálico, que é transportado lentamente do fígado para os
rins.
ToxicodinâmicaAmetrina: a Ametrina é translocada predominantemente por meio do sistema
apoplástico (xilema) e atua como inibidor do fotossistema II. Ela se liga ao sítio QB
localizado na proteína D1 dos cloroplastos, causando o bloqueio do transporte de
elétrons e a paralisação da produção de NADPH e ATP. Como consequência, há a
interrupção da fixação de carbono e peroxidação dos lipídios. As plantas tratadas
apresentam clorose foliar e têm o seu crescimento inibido. Esta via metabólica não
existe em mamíferos, sendo seu modo de ação pouco relevante para seres
humanos; a Ametrina é considerada pouco tóxica para mamíferos.
Flumioxazina: as evidências de estudos conduzidos em animais não mostraram
relevância em humanos.

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Etilenoglicol: o metabólito relevante para a toxicidade do desenvolvimento
observado em ratos e camundongos, mas não em coelhos, parece ser o ácido
glicólico. Os autores concluíram que a insensibilidade relativa do coelho ao
etilenoglicol é devido a uma menor exposição embrionária ao ácido glicólico
provavelmente relacionado ao metabolismo materno e distribuição limitada ao
embrião durante períodos críticos de desenvolvimento. O metabólito relevante
para a nefropatia (sub) crônica é o ácido oxálico, que é transportado lentamente do
fígado para os rins, onde forma cristais de Ca-oxalato. Também foram
demonstradas diferenças no padrão de malformações em ratos com acúmulo de
Ca-oxalato.
Sintomas e sinais clínicosAmetrina:
Toxicidade aguda: há poucos relatos de intoxicação em seres humanos que
mostraram baixa toxicidade aguda (diarreia, letargia e sonolência).
Em animais produziu:
Sinais e sintomas
DérmicaIrritação leve. Não sensibilizante dérmico
OcularIrritação leve
InalatóriaIrritação leve
OralNáuseas, vômitos, diarreia
SistêmicaDebilidade muscular, ataxia, dispneia, perda de reflexos e sialorréia.
Toxicidade crônica: não foi mutagênico e não há dados adequados para avaliar
potencial carcinogênico.
Flumioxazina:
Toxicidade aguda: não há relatos de sintomas de intoxicação aguda em humanos,
sendo recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se
surgirem quaisquer sintomas. Em animais produziu:
Sinais e sintomas
DérmicaIrritação leve. Não sensibilizante dérmico
OcularIrritação leve
Oral-
Inalatória-
SistêmicaAlterações hepáticas.
Toxicidade crônica: provavelmente não é carcinogênico para humanos (EPA).
Etilenoglicol: pode ser fatal, se ingerido.
A ingestão de grandes quantidades de etilenoglicol por seres humanos pode causar
depressão do sistema nervoso central (SNC), seguida de efeitos cardiopulmonares
e danos renais posteriores. Os únicos efeitos observados em um estudo com
indivíduos expostos a baixos níveis de etilenoglicol por inalação por cerca de um
mês foram irritação da garganta e do trato respiratório superior.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TratamentoAntídoto: não há antidoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias
respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.

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1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora).
Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo
ou por intubação endotraqueal.
2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e
hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1h)
1. Dose: suspensão (240 mL de água / 30g de carvão). Dose: 25 a 100g em adultos,
25 a 50 g em crianças de (1-12 a) e 1g/kg em <1a;
Não provocar vômito, se ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis:
aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial
para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação
assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos,
ECG, etc.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição inalatóriaSe ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite
ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação.
Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e
corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição ocularLave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou
solução salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos
15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente
para o especialista.
Exposição dérmicaRemova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o
especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
- EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório
com o produto.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações químicas
Não há a ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos
diferentes inertes.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT) - ANVISA/MS.
ATENÇÃO
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (NOTIVISA)

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Telefones de emergência da empresa:
Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
Endereço eletrônico da empresa: www.sumitomochemical.com
Correio eletrônico da empresa: sac@sumitomochemical.com

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: maior que 2.000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: maior que 4.000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições de teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: produto não irritante. A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não causou nenhuma irritação cutânea. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: produto pouco irritante. O produto produziu hiperemia conjuntival em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 24 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto é não sensibilizante. Sensibilização respiratória: dado não disponível. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: Ametrina: a carcinogenicidade da ametrina foi investigada em estudos a longo prazo conduzidos em ratos e camundongos por vial oral nas doses 5000, 4000 e 2000 ppm (ratos) e 0, 10, 1000 e 2000 ppm (camundongos). Os efeitos observados em ratos na dose ≥ 500 ppm foram diminuição do peso corpóreo, do consumo de ração e de parâmetros eritrocitários. Exceto pelo hematócrito ligeiramente reduzido em machos da maior dose, os parâmetros eritrocitários foram comparáveis aos controles no final do período de recuperação. Na dose ≥ 2000 ppm houve diminuição de peso corpóreo e consumo de ração, alteração do peso de órgãos como cérebro, coração, fígado, pulmão, rins, baço, ovários, testículos e timo, além de hiperplasia dos hepatócitos, hiperplasia testicular e mineralização renal relacionados à idade devido ao aumento de sobrevida dos animais. Houve também, em doses acima da dose máxima tolerada, aumento da incidência de tumores em machos (testículo, epidídimo e tireoide) e fêmeas (mamas e fígado) relacionados à idade, comparáveis ao controle histórico ou sem significância estatística (NOAEL 50 ppm, equivalente a 2,0 e 2,5 mg/kg p.c./dia para machos e fêmeas, respectivamente); em camundongos foram observadas reduções significativas nos pesos corpóreos desde do início do estudo até a semana 40 de tratamento em ambos os sexos das duas maiores doses. A incidência de lesões neoplásicas foi comparável entre os grupos controle e tratados e não foi indicativa de efeito do tratamento (NOAEL 10 ppm, correspondendo a 1,5 mg/kg p.c./dia). Com base nesses resultados, conclui-se que a ametrina não possui efeito carcinogênico. Adicionalmente, estudos in vitro e in vivo demonstraram resultados negativos para mutagenicidade. Em estudo de 2 gerações em ratos tratados com ametrina nas doses de 0; 20; 200 ou 2000 ppm, o consumo de ração, o peso corpóreo e o ganho de peso corpóreo foram significativamente reduzidos nos animais parentais na dose de 2000 ppm. Reduções significativas de nascimentos e pesos corpóreos pós-natal foram observadas em filhotes (F1) na dose de 2000 ppm. Também pareceu haver um efeito transitório no peso nos filhotes machos e fêmeas F2 na dose intermediária, relacionado ao maior número de filhotes / ninhada no grupo de dose intermediária em comparação ao grupo controle. Não houve efeitos relacionados à ametrina nos parâmetros reprodutivos, sobrevivência dos filhotes, proporção entre machos e fêmeas ou malformações nas gerações F1 ou F2. Da mesma forma, nenhum Página 17 de 22

achado macroscópico ou microscópico atribuível ao tratamento foi observado nos órgãos reprodutivos. Verificou-se que os pesos relativos dos testículos aumentaram significativamente nas maiores doses da geração parental e F1; no entanto, essas diferenças foram atribuídas à redução do peso corpóreo. O NOAEL reprodutivo foi 2000 ppm (146,4 mg/kg/dia para machos e 126,1 mg/kg/ dia para fêmeas), o NOAEL fetal foi 200 ppm (15,5 mg/kg p.c./dia para machos e 13,9 mg/kg p.c./dia para fêmeas). A toxicidade no desenvolvimento foi investigada por estudos em ratos e coelhos tratados com ametrina nas doses de 0, 5; 50 ou 250 mg/kg p.c./dia (ratos) e 0, 1; 10 e 60 mg/kg p.c./dia (coelhos). Em ratos tratados com a maior dose foi observada uma morte, diminuição significativa no consumo de ração, diminuição do peso corpóreo e ganho de peso corpóreo, além de incidência aumentada de hipoatividade, salivação e ptose. As mães tratadas com 50 mg/kg p.c./dia apresentaram aumento da incidência de ptose e salivação, bem como diminuição significativa do consumo de ração durante os dias 8 a 10 da gestação. Não foram observados efeitos nos parâmetros reprodutivos. Da mesma forma, não foram observados achados macroscópicos ou microscópicos relacionados ao tratamento. Uma pequena variação esquelética observada nas duas maiores doses foi atribuída à toxicidade materna observada. O NOAEL materno e fetal foi de 5 mg/kg p.c./dia. Em coelhos, na maior dose, observou-se toxicidade materna evidenciada por diminuição no consumo de ração e ganho de peso corpóreo e aumento do peso do fígado. Não foram observados efeitos relacionados à ametrina na reprodução ou desenvolvimento fetal. O NOAEL materno foi de 10 mg kg p.c./dia, enquanto o NOAEL no desenvolvimento foi ≥60 mg/kg p.c./dia. Não foram observados efeitos teratogênicos nos estudos citados acima. Não há evidências em roedores, coelhos ou cães de que a ametrina ou seus metabólitos afetem adversamente o sistema imunológico em estudos agudos, subcrônicos ou crônicos. Também não foram observadas indicações de efeitos neurotóxicos em estudos de curto e longo prazo com ametrina em ratos, cães, camundongos ou coelhos. Flumioxazina: em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia e insuficiência renal. Etilenoglicol: ratos expostos cronicamente ao etilenoglicol pela dieta exibiram sinais de toxicidade renal e efeitos hepáticos. Um estudo realizado pelo NTP (National Toxicology Program) não identificou aumento na incidência de tumores em camundongos expostos ao etilenoglicol pela dieta. Um estudo epidemiológico sobre mortalidade por câncer renal também não indicou risco aumentado para trabalhadores expostos ao etilenoglicol, portanto o etilenoglicol não é considerado carcinogênico para humanos. Adicionalmente, não há indicação de mutagenicidade por estudos in vivo e in vitro. O etilenoglicol pode causar toxicidade no desenvolvimento caracterizada por malformações e variações esqueléticas em camundongos e ratos quando administrado por gavagem durante o período de organogênese. Por outro lado, a administração de etilenoglicol em coelhos prenhes durante a organogênese em doses de até 2000 mg/kg p.c./dia por gavagem não teve efeito sobre a progênie, enquanto a dose mais alta foi associada à mortalidade materna substancial (42%). Investigações subsequentes, tanto in vivo quanto in vitro, estabeleceram que a toxicidade do desenvolvimento do etilenoglicol em ratos está relacionada ao acúmulo de ácido glicólico no sangue e à acidose metabólica. A toxicidade do ácido glicólico, tanto in vivo quanto in vitro, é exacerbada sob condições ácidas e está relacionado a sua distribuição. Quando o etilenoglicol foi administrado a ratos e coelhos em uma dose tóxica para o desenvolvimento (1000 mg/kg p.c./dia), verificou-se que o ácido glicólico foi distribuído preferencialmente no embrião de ratos em comparação ao sangue materno; o contrário foi observado em coelhos. Investigações recentes demonstraram que a captação de ácido glicólico no embrião de ratos ocorre predominantemente por uma proteína transportadora de captação ativa específica, dependente de pH, consistente com os transportadores de monocarboxilato (MCT) ligados a prótons. Existem duas isoformas do MCT na placenta, uma isoforma de alta afinidade (MCT1) e uma isoforma de baixa afinidade (MCT4). Novos resultados indicam que a polaridade dessas isoformas no sinciciotrofoblasto da placenta de camundongos e ratos é oposta a do coelho e a da placenta humana. Portanto, propõe-se que o coelho seja a espécie mais apropriada para avaliar a toxicidade no desenvolvimento do etilenoglicol em humanos. Como tal, uma vez que o etilenoglicol não é um tóxico para o desenvolvimento no coelho, ele não é considerado tóxico para a reprodução em humanos. Página 18 de 22

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTO PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas). - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. - Telefone de Emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000. - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Página 19 de 22

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça essa operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Página 20 de 22

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. Página 21 de 22

TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não possam ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas. Página 22 de 22

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Sumimax AMT registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 18420 · documento de 16/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Sumimax AMT?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Sumimax AMT e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Sumimax AMT é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 18420, documento de 16/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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