Bula oficial · registro MAPA nº 29623

Bula do Sinsmart CEP CL3

Bula completa do Sinsmart CEP CL3 (registro MAPA nº 29623), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Bacillus amyloliquefaciens, cepa CL3.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 14 páginas no PDF.

SINSMART CEPA CL3; WANDA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob nº 29623

COMPOSIÇÃO

Bacillus amyloliquefaciens (cepa CL3) 1,0 x 109 (UFC/ml)...................14,87g/L (1,49% m/v) Outros ingredientes............................................................................985,13 g/L (98,51% m/v) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida Microbiológico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão concentrada (SC) Sinon do Brasil Ltda Avenida Carlos Gomes 1340 – Conj. 1001, Bairro Três Figueiras, CEP: 90470-282, Porto Alegre – RS, C.N.P.J.: 03.417.347/0001-22 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: Nº 00001094/99 – SAA/RS (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE/FORMULADOR/MANIPULADOR: Sinon Corporation No. 101, Nanrong Road, DaDu District, Taichung City 43245, Taiwan Sinon Chemical (CHINA) Co., Ltd No. 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, P.R.C. IMPORTADOR: GOPLAN S/A Rua Antônio Lapa, 606 – Cambui CEP: 13025-241, Campinas/SP, C.N.P.J: 37.422.096/0001-96 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4296 CDA/SP

N° do Lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

N° do Lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA ATENTAMENTE O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS Indicações e restrições de uso: Vide bula e receita. Restrições Estaduais, do Distrito Federal e Municipais: Vide bula. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

AGITE ANTES DE USAR Produto indicado para o controle de Mofo-Cinzento (Botrytis cinerea), Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides), Fusariose (Fusarium solani), Mancha-da-branca (Phaeosphaeria maydis), Ferrugem da soja (Phakospora packyrhizi), Podridão das raízes (Pythium ultimum), Mancha de ramularia (Ramularia areola), Tombamento “Damping-off” ou Mancha areolada (Rhizoctonia solani), Mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum), Oídio (Sphaerotheca fuliginea), Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris) em todas as culturas nas quais ocorram os alvos citados. CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: POUCO PERIGOSO ao meio ambiente – CLASSE IV Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

SINSMART CEPA CL3; WANDA é um fungicida microbiológico de contato, recomendado para o controle de Mofo-Cinzento (Botrytis cinerea), Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides), Fusariose (Fusarium solani), Mancha-da-branca (Phaeosphaeria maydis), Ferrugem da soja (Phakospora packyrhizi), Podridão das raízes (Pythium ultimum), Mancha de ramularia (Ramularia areola), Tombamento “Damping-off” (Rhizoctonia solani), Mancha aureolada (Rhizoctonia solani), Mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum), Oídio (Sphaerotheca fuliginea), Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris) em qualquer cultura que ocorra o alvo biológico descrito. Atua na membrana celular das estruturas reprodutivas do fungo fitopatogênico, produzindo rupturas, ocasionando assim sua deformação. INDICAÇÕES DE USO:

CULTURAALVODOSEVOLUMENÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES
(produtoDE CALDA
comercial)(L/ha)
Em qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico (*)Mofo Cinzento (Botrytis cinerea)4,0 -10,0 L/ha1000Realizar até 5 aplicações com intervalos de 07 dias. Recomenda-se a primeira pulverização de forma preventiva.
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)1,0 – 4,0 L/ha1000Realizar até 5 aplicações foliares com intervalos de 07 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações preventivamente ao aparecimento da doença e/ou quando as condições climáticas e histórico da região forem favoráveis ao aparecimento do patógeno.
Fusariose (Fusarium solani)2,0 - 5,0 L/ha150Realizar aplicação única no sulco de plantio.
Mancha-da- branca (Phaeosphaeria maydis)0,5 – 2,0 L/ha200Realizar até 3 aplicações foliares. Realizar a primeira aplicação preventivamente no estádio V6 e repetir com intervalos de 14 dias.
Ferrugem da soja (Phakospora packyrhizi)0,5 - 2,0 L/ha200Realizar até 5 aplicações foliares. Realizar a primeira aplicação preventivamente no estádio V6 e repetir com intervalos de 10 dias
Podridão das raízes (Pythium ultimum)0,8 – 1,0 L/ha100Realizar até 6 aplicações com intervalos de 07 dias. Recomenda-se a primeira pulverização de forma preventiva.
Mancha de ramularia (Ramularia areola)0,5 - 2,0 L/ha200Realizar até 9 aplicações com intervalos de 10 a 14 dias. Recomenda-se a primeira pulverização de forma

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CULTURAALVODOSEVOLUMENÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES
(produtoDE CALDA
comercial)(L/ha)
preventiva.
Em qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico (*)Tombamento “Damping-off” (Rhizoctonia solani)3,0 – 4,0 L/ha500Realizar aplicação única no sulco de plantio.
Mancha aureolada (Rhizoctonia solani)1,0 – 4,0 L/ha200Realizar até 5 aplicações foliares com intervalos de 07 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações preventivamente ao aparecimento da doença e/ou quando as condições climáticas e histórico da região forem favoráveis ao aparecimento do patógeno.
Mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum)0,5 -1,0 L/ha200Realizar até 5 aplicações foliares com intervalos de 07 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações preventivamente ao aparecimento da doença e/ou quando as condições climáticas e histórico da região forem favoráveis ao aparecimento do patógeno.
Oídio (Sphaerotheca fuliginea)1,0 - 4,0 L/ha200 - 500Realizar até 5 aplicações foliares com intervalos de 07 dias. Recomenda-se a primeira pulverização de forma preventiva.
Mancha- bacteriana (Xanthomonas campestris)4-8L/ha1000Realizar até 5 aplicações com intervalos de 07 dias. Recomenda-se a primeira pulverização de forma preventiva.

(*) Eficiência agronômica comprovada de Mofo-Cinzento (Botrytis cinerea), Fusariose (Fusarium solani), Podridão das raízes (Pythium ultimum), Tombamento “Damping-off” (Rhizoctonia solani), Oídio (Sphaerotheca fuliginea), Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris) na cultura da Alface, de Mancha de ramularia (Ramularia aréola) na cultura do Algodão, de Mancha aureolada (Rhizoctonia solani) na cultura do Fumo, de Oídio (Sphaerotheca fuliginea) na cultura do Melão, de Mancha-dabranca (Phaeosphaeria maydis) na cultura do Milho, de Ferrugem da soja (Phakospora packyrhizi) na cultura da Soja e de Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) na cultura da Uva. Preparo da calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do SINSMART CEPA CL3; WANDA deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Recomenda-se a adição de adjuvante a calda de pulverização. Verificar a compatibilidade biológica de produtos químicos utilizados em mistura. A aplicação deve ser realizada logo após o preparo da calda de pulverização. As aplicações deverão ser realizadas nos horários mais frescos do dia ou com céu nublado, com umidade relativa do ar acima de 60%. MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Aplicar via pulverização folia com equipamentos terrestres (pulverizador costal ou tratorizado). Utilizar o volume de calda adequado. Recomendações de Uso: • Usar a dose mais alta em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença ou histórico de alta incidência na área. • Realizar a limpeza do pulverizador quando este estiver com algum resíduo de defensivos agrícolas. • Aplicação deve ser realizada logo após o preparo da calda. • Recomenda-se que as aplicações sejam realizadas nas horas mais frescas do dia, de preferência no final da tarde ou início de noite. • Nunca deixar o produto exposto ao sol. Conservar o produto em geladeira ou lugar fresco e arejado. • Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 30ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 Km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 60%. • Não aplicar em período de chuvas intensas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado em função da não necessidade de estipular limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. LIMITAÇÕES DE USO: Em pulverização recomenda-se a aplicação nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde ou no início da noite. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de Bacillus amyloliquefaciens. Qualquer agente de controle de fungos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de resistência. Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), visando prolongar a vida útil dos mesmos. - Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado de forma consecutivas, evitando assim resistência. - Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula. - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRD. - Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do Manejo - Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponível e apropriado. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivo agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico e luvas de nitrila. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: viseira facial, botas, macacão, luvas. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. ATENÇÃO Pode ser nocivo se em contato com a pele. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Nome comercialSINSMART CEPA CL3; WANDA
Nome científicoBacillus amyloliquefaciens cepa CL3
Classe toxicológicaCategoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica
Mecanismos de toxicidade/patogenicidadeBacillus amyloliquefaciens é uma bactéria gram positiva facilmente encontrado na natureza, em especial no solo. Não é esperado nenhum efeito toxigênico causado pela

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exposição ao Bacillus amyloliquefaciens. Entretanto, como qualquer outro microrganismo, Bacillus amyloliquefaciens possui potencial de ação como patógeno oportunista.
Sintomas e sinais clínicosO Bacillus amyloliquefaciens é potencialmente irritante para os olhos e foi sensibilizante dérmico.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de possível quadro clínico compatível.
TratamentoO tratamento é de suporte e a maioria das exposições casuais requer apenas descontaminação. Exposição oral Não há antídoto específico para envenenamento por Bacillus amyloliquefaciens. O tratamento é sintomático e de suporte e inclui o monitoramento para o desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibilidade. Exposição inalatória Remova o intoxicado para um local arejado. Monitore para alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Exposição ocular Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Se os sintomas não forem solucionados após a descontaminação ou se for detectada uma anormalidade significante durante o exame, encaminhe para um oftalmologista. Exposição dérmica Remova as roupas contaminadas e lave a pele exposta com água e sabão. Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
AtençãoPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722- 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/ MS). A intoxicação por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência: Sinon do Brasil Ltda 0800 0141149 Endereço Eletrônico: http://www.sinon.com.br/

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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Toxicidade/patogenicidade oral aguda: não foram encontradas evidências de patogenicidade, toxicidade e infectividade nos animais testados Toxicidade/patogenicidade pulmonar aguda: não foram encontradas evidências de patogenicidade, toxicidade e infectividade nos animais testados Toxicidade/patogenicidade intravenosa aguda: não foram encontradas evidências de patogenicidade, toxicidade e infectividade nos animais testados DL50 dérmica para ratos: > 2.0000 mg/kg. Corrosão/Irritação cutânea (in vitro em epiderme humana reconstituída): não irritante. Corrosão/Irritação ocular (in vitro córnea bovina-BCOP): não irritante. Sensibilização cutânea em camundongos: não sensibilizante. Exposição crônica: Não foram realizados testes de exposição crônica em animais de acordo com a legislação. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) – Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) – Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( ) – Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) (X) – POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) •Evite a contaminação ambiental – preserve a natureza •Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. •Aplique somente as doses recomendadas •Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. •A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: •Manter o produto em sua embalagem original, sempre fechada. •Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade. •O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais •A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível •O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável •Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO •Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças •Respeite o prazo de validade do produto. •Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT •Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Sinon do Brasil - telefone de emergência: (051) 3023-8181 ou o Centro de Controle de Intoxicações: telefone 0800-7226001. - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’agua. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retire as camadas da terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’agua: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

Em caso de incêndio: use extintor de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem as embalagens e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação 3 vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sobre pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado ao funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização em posição vertical durante 30 segundos; - Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sobre pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas; O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ,

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde estão guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Sinsmart CEP CL3 registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 29623 · documento de 21/10/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Sinsmart CEP CL3?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Sinsmart CEP CL3 e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Sinsmart CEP CL3 é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 29623, documento de 21/10/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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