SAORI® Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 31920
COMPOSIÇÃO
Peptídeos Derivados de Proteína Harpin ........................................ 10 g/kg (1% m/m) Outros ingredientes .................................................................. 990 g/kg (99 % m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida GRUPO QUÍMICO: Derivado de proteína Harpin TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): PI AGSCIENCES BRASIL LTDA Av. Dr. Chucri Zaidan, 1550, conjunto 1212, Vila São Francisco (Zona Sul) CEP 04711-130, São Paulo/SP – Brasil – Fone: (11) 5685-0025 CNPJ 24.155.104/0001 33 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob no 1297. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE/FORMULADOR: Plant Health Care, Inc. 3005 1st Ave, Seattle, WA 98121 – Estados Unidos da América ● Acies Bio d.o.o., Ljubljanska cesta 45, 1241 Kamnik – Eslovênia MANIPULADOR: Tagma Brasil Industria e Comercio de Produtos Quimicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros, CEP 13148-030 - Paulinia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro CDA/SP: 477
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: OS EM SEU PODER.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO
CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV -
PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: SAORI não possui ação direta sobre patógenos, atuando como como um ativador do mecanismo de defesa de plantas. Aplicado no tratamento das sementes, SAORI inicia o mecanismo de defesa natural das plantas que auxilia a planta na resistência contra patógenos. Além de seu efeito protetivo, o SAORI auxilia na melhoria da produtividade e qualidade dos grãos, desenvolvimento e recuperação das plantas. Como não atua diretamente no patógeno, não é esperado que o patógeno adquira resistência a este produto (peptídeo). SAORI deve ser utilizado dentro do programa de controle fitossanitário das culturas indicadas no rótulo, servindo de complemento a produtos que atuam sobre o patógeno. CULTURAS, PRAGAS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Alvo biológico | Dose | Nº máximo | ||
|---|---|---|---|---|
| Época e Intervalo de | ||||
| Cultura | Nome Comum Nome | Produto | de | |
| aplicação | ||||
| Científico | Comercial | aplicações | ||
| Soja | Ferrugem-asiática-da- soja Phakopsora pachyrhizi | 30 a 120 µg/semente | 1 | Aplicar uma única vez na forma de tratamento de sementes |
| Mancha-alvo Corynespora cassiicola | ||||
| Mancha-parda Septoria glycines | 60 a 120 µg/semente | |||
| Mancha-de-cercospora Cercospora kikuchii |
Doses devem ser usadas de acordo com a pressão de doença na área tratada. Usar doses maiores em áreas de maior severidade de ocorrência de ferrugem-da-soja. IMPORTANTE: Para saber as doses de SAORI em gramas por 100 kg de semente, use a Tabela 01.
Tabela 01. Doses de SAORI (em µg/semente) convertidas em gramas de SAORI por 100 kg de semente:
| Peso de Mil Sementes (g/1000 sementes) (*) | Dose de SAORI (µg/semente) | |||
|---|---|---|---|---|
| 30 | 60 | 90 | 120 | |
| Dose de SAORI (g/100 kg semente) | ||||
| 120 | 25,0 | 50,0 | 75,0 | 100,0 |
| 140 | 21,4 | 42,9 | 64,3 | 85,7 |
| 160 | 18,8 | 37,5 | 56,3 | 75,0 |
| 180 | 16,7 | 33,3 | 50,0 | 66,7 |
| 200 | 15,0 | 30,0 | 45,0 | 60,0 |
| 220 | 13,6 | 27,3 | 40,9 | 54,5 |
| 240 | 12,5 | 25,0 | 37,5 | 50,0 |
(*) usar a regra de três para calcular a dose por 100 kg em outros valores de peso de mil sementes, tomando-se por base o peso de mil sementes desejado e a dose em g/100 kg semente correspondente à dose em µg/semente que se deseja utilizar. MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Volume de calda: Utilizar entre 300 e 600 ml/calda por 100 kg de semente. Instruções para o preparo da calda: Faça uma pré-diluição do produto na proporção de 1 parte do produto em 3 partes de água. Ex. 1 g de SAORI em 3 ml de água. Coloque o produto pré-diluído no tanque de pulverização com água pela metade e complete o volume de calda, mantendo sempre a agitação da calda. Utilizar a calda preparada no mesmo dia. CUIDADOS – Não utilize água clorada nas caldas de pulverização ou água com alto conteúdo de matéria orgânica. Equipamentos de aplicação: Utilizar equipamentos específicos para o tratamento de sementes, que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes. Equipamentos para tratamento por batelada: Ao usar equipamentos de tratamento de sementes por batelada ou lotes, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares, siga os procedimentos abaixo: Passo 1 - Colocar um peso de sementes conhecido;
Passo 2 - Adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes, seguindo-se as instruções para o preparo da calda recomendadas na bula; Passo 3 - Proceder a agitação/operação do equipamento, de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes, durante um tempo de 1-2 minutos por batelada. Equipamentos para tratamento com fluxo contínuo de sementes: Passo 1 - Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período de tempo; Passo 2 - Regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período de tempo. Cuidados a serem tomados: Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação. Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras. A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes, pode resultar em níveis indesejados ou baixa performance do produto. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
| CULTURA | DIAS |
|---|---|
| Soja | Não há necessidade de observância de intervalo de segurança, produto destinado ao tratamento de sementes |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, produto destinado ao tratamento de sementes.
LIMITAÇÕES DE USO
Não há casos de incompatibilidade conhecidos, quando utilizado de acordo com as instruções contidas na bula. Fitotoxicidade para a cultura indicada: SAORI não apresenta qualquer efeito fitotóxico nas culturas e doses recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não se aplica uma vez que o produto ativa múltiplos mecanismos de defesa das plantas sobre os microrganismos. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: O produto ativa múltiplos mecanismos de defesa das plantas sobre os microrganismos. De maneira geral, recomenda-se a integração de métodos de controle cultural (uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, manejo da irrigação e outros), mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, para um melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados. • Não utilize equipamento com vazamento ou defeito. • Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas nos primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro, óculos de proteção e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado. PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES: • Evite o máximo possível o contato com as sementes tratadas. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação. • Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual recomendados nas atividades que envolvam o tratamento das sementes. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro, óculos de proteção e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, máscara, botas, macacão e luvas. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. • Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável. • Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção, após cada aplicação do produto. • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. INALAÇÃO: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. RISCOS ASSOCIADOS AO USO DO PRODUTO SAORI
| Grupo químico | Derivado de Proteína Harpin |
|---|---|
| Classe | PRODUTO NÃO CLASSIFICADO |
| toxicológica | |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Estudos de digestibilidade in vitro, demostram que o produto SAORI é imediatamente degradado pelas enzimas do estomago, não havendo desta forma risco de exposição agudo, subcrônico ou crônico. |
| Toxicodinâmica | Peptídeos Derivados de Proteínas Harpin (PDPH) fazem parte da terceira geração de ingredientes ativos à base de harpin que desencadeiam um complexo conjunto de respostas metabólicas na planta tratada, causando expressão de genes naturais e induzindo seus sistemas naturais de crescimento e defesa, não tendo patogenicidade conhecida para mamíferos. Nenhuma homologia com proteínas de toxicidade ou alergenicidade conhecidas. Não se espera que o próprio peptídeo do SAORI seja tóxico para humanos ou outros mamíferos. |
| Sintomas e sinais | Não são esperados sintomas de toxicidade decorrentes do uso do SAORI. Além disso, foram comparadas as sequências de aminoácidos das proteínas harpin para homologia com proteínas e oligopeptídeos com propriedades toxicológicas ou alergênicas conhecidas usando o sistema BLAST (Ferramenta de busca de alinhamento local básico), um programa de bioinformática para a busca de sequência de aminoácidos. Essas análises demonstraram que as proteínas harpin não possuem homologia significativa com proteínas ou polipeptídeos que são conhecidos por serem tóxicos ou alergênicos a seres humanos ou outros mamíferos. |
| clínicos | |
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. Entretanto, dados de pesquisadores e trabalhadores expostos a harpin em sua produção e aplicação, por aproximadamente 10 anos, demonstraram que não houve indicação de toxicidade ou hipersensibilidade associada a esta proteína. |
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Antídoto: Não há antídoto específico. |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração. |
| Efeitos das | Não foram relatados efeitos de interações químicas para os Peptídeos Derivados de Proteínas Harpin (PDPH). |
| interações | |
| químicas | |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: (11)5685-0025 |
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c. – Não classificado pelo GHS. DL50 dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c. – Não classificado pelo GHS. CL50 inalatória em ratos: > 5,23 mg/L - Categoria 5 GHS. Entretanto, como não houve mortalidade em decorrência da exposição à substância teste, e com base na Nota Técnica nº 02/2016 “Considerações sobre os estudos de Toxicidade Inalatória (CL50 inalatória) para fins de classificação toxicológica”, o resultado do estudo não será usado para fins de classificação toxicológica. Irritação ocular em coelhos: Não foram observados efeitos na córnea e os efeitos na conjuntiva, como quemose e secreção foram revertidos dentro de 24h. O produto não foi classificado para irritação ocular de acordo com o GHS. Irritação dérmica em coelhos: Dois animais tratados apresentaram eritema, reversível em 72h. O produto não foi classificado para irritação dérmica de acordo com o GHS. Sensibilização cutânea: O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo Método de Buehler, sendo, portanto, não classificado quanto à sensibilização dérmica pelo GHS. Efeitos crônicos: O peptídeo SAORI não é subcronicamente tóxico com base em sua toxicidade aguda negligenciável e evidência de degradação rápida; as células de mamíferos não contêm sequências de aminoácidos com homologia significativa com a proteína receptora da planta PHDP; não se espera exposição repetida a longo prazo ao SAORI.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ■ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa PI AGSCIENCES BRASIL LTDA - telefone de emergência: (11) 5685-0025. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.