Bula oficial · registro MAPA nº 4615

Bula do Predileto

Bula completa do Predileto (registro MAPA nº 4615), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: amicarbazona e tebutiurom.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

V2025 04 17 PREDILETO Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 4615

COMPOSIÇÃO

4-amino-N-tert-butyl-4,5-dihydro-3-isopropyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazole-1-carboxamide (AMICARBAZONE) ................................................................................ 350 g/kg (35,0% m/m) 1-(5-tert-butyl-1,3,4-thiadiazol-2-yl)-1,3-dimethylurea (TEBUTHIURON) .................................................................................... 250 g/kg (25,0% m/m) Outros Ingredientes .................................................................................. 400 g/kg (40,0% m/m) Contém: Alquil naftaleno sulfonato de sódio, Naftaleno

GRUPOC1HERBICIDA
GRUPOC2HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Triazolinona (amicarbazone) e Ureia (tebuthiuron) TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) Nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DINAMIC TÉCNICO – REGISTRO MAPA Nº 10501 Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127 - Índia Saltigo GmbH Operações ChemPark Leverkusen, 51369 Leverkusen - Alemanha Superform Chemistries Limited Plot Nº D3/6, GIDC-III, Dahej, Dist. Bharuch-392165, Gujarat - India DINAMIC TÉCNICO ARYSTA – REGISTRO MAPA Nº 04413 Green Life Science Co., Ltd. 230-7 Hwachi, Dong Yeosu City, Jeonnam - Coréia do Sul DINAMIC TÉCNICO DC – REGISTRO MAPA Nº 21718 Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127 - Índia

DINAMIC TÉCNICO RL – REGISTRO MAPA Nº 00518 Rallis Índia Limited Lote Nº Z110 e Z112, área SEZ, G. I. D. C., Dahej, Taluka-Vagra, Distrito - Bharuch, 392 130, Gujarat - Índia TEBUTHIURON TÉCNICO VOLCANO – REGISTRO MAPA Nº 05106 Jiangsu Kuaida Agrochemical Co., Ltd. Rudong Coastal Economic Development Zone, Rudong Yangkou Chemical Industry Park, Rudong, Jiangsu 226407 - China Jiangsu Sword Agrochemicals Co., Ltd. Nº 1008, Huagong Road, Jianhu Economic Development Zone, Yancheng City, Jiangsu Province - China UPL South Africa (Pty) Ltd Corner of Nyala and Duiker Roads, ERF 216 Canelands - África do Sul Yancheng South Chemicals Co., Ltd. Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui, Yangcheng City, Jiangsu - China TEBUTIUROM TÉCNICO OF – REGISTRO MAPA Nº 05319 Jiangsu Kuaida Agrochemical Co., Ltd. Rudong Coastal Economic Development Zone, Rudong Yangkou Chemical Industry Park, Rudong, Jiangsu 226407 - China Jiangxi Zhonghe Chemical Industry Co., Ltd. Nº 11 Rongqi Road Yunshan Economic and Technological Area, Xinghuo Industrial Park, Yongxiu County, Jiangxi - China Ancom Crop Care Sdn. Bhd. Lot 1, Lingkaran Sultan Hishamuddin, Kawasan 20, Selat Kelang Utara, 42000, Port Klang, Selangor Darul Ehsan - Malásia Sinon Corporation Nº101, Nanrong Road, DaDu District, Taichung City 43245 - Taiwan R.O.C TEBUTIUROM TÉCNICO OURO FINO – REGISTRO MAPA Nº 08310 Danyang Jixiang Chemical Co., Ltd. Huangtang Town, Danyang, Jiangsu Province - China FORMULADOR: UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP CEP: 18160-000 - CNPJ 02.974.733/0010-43 Cadastro no Estado (CDA/SP) no 4153 IQL - INDÚSTRIAS QUÍMICAS LORENA LTDA - EPP Rua Hum Esquina com a Rua Seis, s/n° - Lote Industrial - Roseira/SP CEP: 12580-000 - Brasil – CNPJ: 48.284.749/0001-34 Cadastro no Estado (CDA/SP) n° 266

MlCRO SERVICE INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Rua Minas Gerais, 310 - Diadema/SP - 09941-760 - CNPJ: 43.352.558/0001-49 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 079 SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - Uberaba/MG - 38044-755 CNPJ: 23.361.306/0001-79 Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 2.972 OURO FINO QUÍMICA S.A. Avenida Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14, lote 5 - Dist. Industrial III Uberaba/ MG - CEP 38044-750 - Brasil CNPJ: 09.100.671/0001-07 Cadastro no Estado (IMA/MG) n° 8.764 UPL SOUTH AFRICA (PTY) LTD. Corner of Nyala and Duiker Roads, ERF 216, Canelands - República da África do Sul

Nº do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

E CONSERVE-OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira (quando o produto for formulado e/ou manipulado no Brasil)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I - PRODUTO

ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

PREDILETO é um herbicida sistêmico, aplicado na pré-emergência da cultura e plantas daninhas, constituído da mistura dos ativos amicarbazona + tebutiurom para uso na cultura da cana-de-açúcar, nos sistemas de cultivos denominados cana-planta e cana-soca. RECOMENDAÇÕES DE USO:

CulturaPlantas InfestantesDose/haN° Máximo de AplicaçõesÉpoca de AplicaçãoVolume de calda terrestre
Nome CientíficoNome Comumkg p.c.g i.a.
Cana- de- açúcarAmaranthus deflexusCaruru1,50 - 2,00(525,00 + 375,00) - (700,00 + 500,00)1Em pré- emergência da cultura e das plantas infestantes200 L/ha
Bidens pilosaPicão-preto
Sida rhombifoliaGuanxuma
Sonchus oleraceusSerralha
Momordica charantiaMelão-de-são- caetano
Arachis hypogaeaAmendoim2,00 - 3,00(700,00 + 500,00) - (1050,00 + 750,00)
Ipomoea grandifoliaCorda-de-viola
Ipomoea nilCorda-de-viola
Ipomoea purpureaCorda-de-viola
Ipomoea quamoclitCorda-de-viola
Merremia aegyptiaCorda-de-viola
Brachiaria decumbensCapim braquiária
Panicum maximumCapim-colonião2,50 - 3,00(875,00 + 625,00) - (1050,00 + 750,00)

Obs.: doses recomendadas para solos argilosos.

MODO/EQUIPAMENTOS DE APLICACÃO PREDILETO deve ser pulverizado em área total com equipamentos terrestres com barras equipadas com pontas de pulverização do tipo leque 110.02, 110.03, 80.04 ou outras que, quando distanciadas 50 cm entre si e a uma altura de 50 cm do solo, possibilitem uma perfeita distribuição do produto com um volume de calda de 200 L/ha. Seguir sempre as recomendações do fabricante quanto à pressão de trabalho e tipo de ponta de pulverização. Obs.: consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Realizar uma única pulverização em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, tanto no sistema de cana-planta como no sistema de cana-soca.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Intervalo de Segurança: não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

•É importante evitar, nas pulverizações, sobreposições do herbicida, pois caso isto ocorra poderá causar um aumento da concentração de PREDILETO acima do recomendado pela UPL do Brasil Industria e Comercio S.A., trazendo risco de fitotoxicidade à cultura. •A tolerância de novas variedades de cana-de-açúcar deve ser determinada antes de se adotar PREDILETO como prática de manejo de plantas daninhas. • Chuvas extremamente pesadas, após a aplicação, podem resultar num baixo nível de controle e/ou injúria à cultura de cana-de-açúcar. • Para rotação de cultura, observar o período mínimo de um ano após aplicação do produto. • Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/h. • Não aplicar, exceto quando recomendado para o uso em cultura, ou drenar, ou lavar, equipamentos de pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em locais nos quais o produto químico possa ser levado ou posto em contato com estas raízes.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo. Até a presente data, não existe nenhum relato de biótipo naturalmente resistente ao PREDILETO (amicarbazona+tebutiurom), que anteriormente era controlado com eficiência nas doses indicadas. Há espécies naturalmente mais tolerantes ao herbicida. Solicita-se que, quando ocorrer suspeita de baixa eficácia de PREDILETO, nas doses recomendadas para o controle de qualquer planta daninha que esteja mencionada como espécie sensível recomendada na bula do produto, imediatamente contatar a UPL do Brasil Industria e Comercio S.A.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;

- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia;

- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele ATENÇÃO Nocivo se inalado Provoca irritação ocular grave PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR - PREDILETO -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoAMICARBAZONA: triazolinona; TEBUTIUROM: ureia; ALQUIL NAFTALENO SULFONATO DE SÓDIO: sulfonato de alquilnaftalenos; NAFTALENO: hidrocarboneto aromático policíclico.
Classe toxicológicaCategoria 4- Produto pouco tóxico.
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaAmicarbazona: Estudos conduzidos em ratos mostraram que a amicarbazona foi rápida e amplamente absorvida pelo trato gastrintestinal. Este ativo foi distribuído para os tecidos e eliminado rapidamente. Menos de 1% da dose administrada permaneceu nos tecidos 72 horas após a administração, com as maiores concentrações sendo observadas no fígado, nos rins e no sangue. A amicarbazona foi amplamente biotransformada no organismo de ratos, com 17 metabólitos identificados sendo que apenas 2% da dose administrada foi excretada na forma inalterada na urina e <1% nas fezes. A biotransformação ocorreu principalmente através da conjugação com o ácido glucurônico formando N-glucuronídeo com excreção principalmente via fecal e desaminação seguida de hidroxilação formando uma série de metabólitos hidroxilados com excreção predominantemente via urinária. Os principais metabólitos identificados na urina de ratos foram: iPR-2-OH desamino amicarbazona (32-34% da dose excretada); tBu-OH desamino amicarbazona (11%) e iPR-1,2-diOH desamino amicarbazona (6%). Já nas fezes, os principais metabólitos identificados foram: amicarbazona conjugada com ácido glucurônico (10-11% da dose excretada); tBu-OH desamino amicarbazona (4%) e iPR-1,2-diOH desamino amicarbazona (<1%). A substância foi rapidamente excretada do organismo de ratos. Cerca de 91% da dose administrada foi eliminada dentro das primeiras 24 horas, principalmente através da urina (64%) e em uma menor proporção através das fezes (27%). Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos. Tebutiurom: Não há informações disponíveis em humanos. O tebutiurom apresentou rápida absorção através do trato gastrointestinal em ratos, coelhos, camundongos e cães. O tebutiurom foi amplamente biotransformado nas quatro espécies de animais, com pelo menos 7 metabólitos principais sendo detectados na urina. Apenas 0,4 - 0,7% da dose foi excretada na urina na forma da substância inalterada em ratos, cães e coelhos e 23% em camundongos. A principal via de biotransformação do tebutiurom foi através da N-desmetilação seguida de oxidação. A excreção ocorreu principalmente através da urina (84 – 96%) e somente cerca de 3% dos metabólitos foram excretados através das fezes em ratos, coelhos e cães. Enquanto que, em camundongos, 66% foi excretada através da
urina e 30%, através das fezes. Em ratos, foi observada excreção biliar. Após 96 horas, foi excretado entre 74 e 107% do total administrado, em todas as espécies. Na menor dose (10 mg/kg p.c. em ratos, coelhos, camundongos e cães), a maior parte da dose administrada foi eliminada dentro das primeiras 24 horas. Não houve evidências de bioacumulação desta substância nem dos seus metabólitos nos tecidos de ratos, coelhos, camundongos e cães. Alquil naftaleno sulfonato de sódio: O perfil de metabolismo e de eliminação, das substâncias da classe dos alquil naftalenos sulfonados, está relacionado com o tamanho das cadeias alquil e extensão dos substituintes nos anéis naftalenos de cada substância. Espera-se que a maioria dos alquil naftalenos não substituídos seja eliminada e que ocorra biotransformação através do sistema de oxigenases do citocromo P-450 a 1-naftol e 2-naftol. No entanto, para o caso dos surfactantes, além da atuação das oxigenases do citocromo P- 450, as porções sulfonadas no anel de naftaleno podem fornecer um grupo funcional, pelo qual estes compostos podem ser facilmente conjugados e eliminados. Naftaleno: Em estudos em ratos, a absorção através da via oral foi rápida e ampla. Após absorção, o naftaleno foi rapidamente distribuído e excretado e amplamente biotransformado. Em humanos foram detectados alguns metabólitos, através de estudos in vitro e in vivo, dentre eles o 1-naftol, 2- naftol, o naftaleno-1,2-diidrodiol e o 1,4-naftolquinona. Em ratos foram identificados ainda conjugados de N-acetilcisteína naftaleno (38,1% da dose administrada), glucuronídeo de 1,2-diidro 1-2- diidroxinaftaleno (diidrodiol) (23,9%), diidroxinaftaleno (4,9%), naftols and glucoronídeos de naftol (4,6%) e glucuronídeo de 1,2-diidro-1-hidroxi-2-metiltionaftaleno [CH3S-metabólito] (4,6%). O naftaleno foi excretado principalmente através da urina e, em menor extensão, através das fezes, com evidência de circulação entero-hepática em roedores. O naftaleno pode atravessar a barreira placentária.
ToxicodinâmicaAmicarbazona: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade da amicarbazona em humanos nem em outras espécies de mamíferos. Tebutiurom: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do tebutiurom em humanos nem em outras espécies de mamíferos. Alquil naftaleno sulfonato de sódio: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos ou animais. Naftaleno: O naftaleno é convertido em metabólitos reativos (epóxido), e que normalmente são detoxificados através da conjugação com a glutationa, ácido glucurônico ou sulfato. No entanto, nos tecidos com alta atividade do citocromo P-450 monooxigenase e baixos níveis de glutationa e ácido glucurônico, os metabólitos reativos podem se ligar covalentemente a macromoléculas celulares, induzindo a peroxidação lipídica, estresse oxidativo e/ou a fragmentação do DNA, considerado um mecanismo indireto de ação genotóxica.
Sintomas e sinaisNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato respiratório com tosse, ardência do nariz boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Naftaleno: Os principais efeitos tóxicos decorrentes da exposição a grandes quantidades desta substância são anemia hemolítica e catarata, tanto após ingestão quanto inalação. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato respiratório superior com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de grandes quantidades pode resultar em anemia hemolítica. Os sintomas típicos de intoxicação incluem urina escura, palidez, dor abdominal, febre, náusea, diarreia e vômito. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. A ingestão pode causar também sintomas semelhantes aos descritos em “exposição respiratória”. Efeitos crônicos: A exposição repetida ou prolongada ao naftaleno pode resultar na formação de catarata.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Tebutiurom: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, associados ou não à ocorrência de metemoglobinemia e cianose. Realizar a dosagem de metemoglobina em pacientes com cianose. Na exposição ocupacional ao tebutiurom, caracterizam nível de risco quando as concentrações sanguíneas de metemoglobina estão iguais ou superiores a 1,5% da hemoglobina. Naftaleno: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. A identificação dos metabólitos 1- naftol e 2-naftol na urina pode auxiliar na confirmação da exposição.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Medidas sintomáticas e de manutenção: - Em caso de sintomas de metemoglobinemia, avaliar a necessidade de administração de 1 a 2 mg/kg de azul de metileno a 1% lentamente, via intravenosa, em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias a critério médico.
ContraindicaçõesA indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química. A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos dasNão disponível.
interações químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518 5465 Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >300-2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>2,56 mg/L). Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos eritema e edema apenas na leitura de 1 hora, completamente revertidos dentro de 24 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu opacidade da córnea, irite, hiperemia na conjuntiva, quemose e secreção. Todos os sinais de irritação regrediram em 14 dias após a aplicação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos: Amicarbazona: Em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, foram observados efeitos hepáticos caracterizados por aumento do peso absoluto e relativo do fígado, hipertrofia, dilatação dos sinusoides e aumento dos níveis de enzimas hepáticas e de colesterol/triglicerídeos. Com base nestes efeitos, em estudo de 90 dias em ratos NOAEL de 33 mg/kg/p.c. e LOAEL de 67 mg/kg p.c. Em estudo de 90 dias em cães o NOAEL estabelecido foi de 6,28 mg/kg p.c./dia e o LOAEL de 25 mg/kg p.c./dia. Em estudo de toxicidade crônica/carcinogenicidade em ratos foi estabelecido NOAEL de 2,3 mg/kg p.c./dia. Alguns efeitos leves na glândula tireoide foram observados nos estudos de toxicidade subcrônica em ratos, contudo, tais efeitos não foram observados nos estudos de toxicidade crônica. Estes efeitos parecem estar relacionados ao aumento do metabolismo hepático e liberação de hormônios T4 e T3-glucoronídeo, causando uma estimulação da glândula da tireoide, o que resultou em hiperplasia das células foliculares da tireoide. Esta hiperplasia é considerada espécie-específica de roedores e sem relevância para humanos. A amicarbazona não apresentou potencial mutagênico em estudos conduzidos in vivo e in vitro e nem foi carcinogênica em estudos em ratos e camundongos. Não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos em ratos (NOAEL de 73,2 mg/kg p.c./dia em machos e NOAEL de 84 mg/kg p.c./dia em fêmeas, maiores doses testadas). Em estudos de toxicidade para o desenvolvimento em ratos e coelhos, não foram observadas evidências de potencial teratogênico. Foi observado um atraso na ossificação dos fetos em doses nas quais foi observada toxicidade materna (em ratos, NOAEL materno/desenvolvimento de 15 mg/kg p.c.; em coelhos, o NOAEL materno foi de 5 mg/kg p.c./dia e o NOAEL desenvolvimento foi de 20 mg/kg p.c./dia). Tebutiurom: Não foi observado potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos com o tebutiurom pela via oral. Esta substância também não demonstrou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. O principal efeito decorrente da exposição aguda ou crônica ao tebutiurom, em mamíferos, foi a diminuição do peso corpóreo. Em estudo de 90 dias em ratos foi observada uma leve vacuolização de células pancreáticas e diminuição do peso corporal (NOAEL = 50 mg/kg p.c./dia e LOAEL = 125 mg/kg p.c./dia). Em cães, foram observados sinais de toxicidade hepática, incluindo aumento do peso do fígado e da atividade enzimática. No estudo de 90 dias e no de toxicidade crônica em cães, pela via oral, foi estabelecido o NOAEL de 25 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 50 mg/kg p.c./dia, com base nos efeitos hepáticos e diminuição no peso corporal. Em estudos conduzidos em ratos pela via oral, o tebutiurom não apresentou efeitos tóxicos sobre os parâmetros reprodutivos nem sobre o desenvolvimento embrio-fetal. Em estudos de toxidade ao desenvolvimento em coelhos, foi observada uma redução do peso corpóreo fetal e aumento no número de reabsorções na maior dose testada, na qual também foi observada toxicidade materna (NOAEL materno/desenvolvimento = 10 mg/kg p.c./dia e LOAEL materno/desenvolvimento = 25 mg/kg p.c./dia). O tebutiurom não apresentou evidências de potencial neurotóxico. Alquil naftaleno sulfonato de sódio: A substância é uma mistura complexa de hidrocarbonetos de petróleo aromáticos, predominantemente na forma de alquilnaftalenos, submetida à reação de sulfonação e consequente formação de sal de sódio. As informações para a substância são limitadas, por isso foram consideradas as informações da classe dos alquil naftalenos sulfonados. Em estudos combinados de toxicidade crônica e toxicidade reprodutiva com três surfactantes representativos da classe, conduzidos em ratos, foram observados efeitos de irritação local no estômago dos animais parentais, redução de peso corpóreo e lesões microscópicas no timo e rim de fêmeas. Não houve evidência de neurotoxicidade nos estudos. Naftaleno: Em ratos expostos, pela via oral, durante 13 semanas, foram observados efeitos nos rins, no timo e nos parâmetros hematológicos, nas doses de 200 e 400 mg/kg p.c./dia (maiores doses testadas; NOAEL = 100 mg/kg p.c.dia). A exposição repetida, pela via oral, em concentrações superiores a 1000 mg/kg p.c./dia resultou em catarata em ratos, camundongos e coelhos. Em estudo de 2 anos em

camundongos, após administração de 10 e 30 mL/m³/6h/5 dias por semana, foram observadas inflamação crônica nos pulmões, inflamação no nariz, metaplasia no epitélio do sistema olfativo e hiperplasia no epitélio respiratório. Em estudo de toxicidade a longo prazo, em ratos, foram observados adenomas epiteliais no sistema respiratório e neuroblastomas no sistema epitelial olfatório, após a exposição a concentrações de 10 mL/m³. A substância não foi considerada tóxica para a reprodução nem para o desenvolvimento embriofetal. No entanto, devido à capacidade de atravessar a barreira placentária, pode causar anemia hemolítica nos fetos expostos, através da ingestão da substância pela mãe. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Metemoglobinemia (cianose, hipoxemia, tontura e fraqueza).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: (X) ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE lII) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas. • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para (algas). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para plantas que se deseje preservar. Não aplique O PRODUTO próximo a áreas de preservação ou onde possa ocorrer o escoamento superficial para essas áreas ou atingir corpos hídricos. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.

• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes;

• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens

Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Predileto registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 4615 · documento de 07/05/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Predileto?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Predileto e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Predileto é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 4615, documento de 07/05/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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