NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 14524
COMPOSIÇÃO
2-(4,6–dimethoxypyrimidin–2-ylcarbamoylsulfamoyl)-N,N-dimethylnicotinamide (NICOSSULFUROM) .................................................................................................... 40 g/L (4% m/v) Outros Ingredientes: ................................................................................................ 920,0 g/L (92% m/v) GRUPO B HERBICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica. TIPO DE FORMULAÇÃO: Dispersão de óleo (OD) TITULAR DO REGISTRO (*): TRUSTCHEM BRAZIL AGROSCIENCE SOCIEDADE UNIPESSOAL LTDA Av. das Nações Unidas, 18801. Conj. 111 Sala 04 Jardim Dom Bosco - CEP 04.757-025 São Paulo / SP CNPJ: 55.175.219/0001-13 Registro no Estado n° 4480 – CDA/SP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Nicosulfuron Técnico Trustchem – Registro MAPA n° 42918 JIANGSU REPONT PESTICIDE FACTORY CO., LTD. No. 8, Huacheng East Road, Jintan, Jiangsu, China FORMULADOR/MANIPULADOR: JIANGSU REPONT PESTICIDE FACTORY CO., LTD. No. 8, Huacheng East Road, Jintan, Jiangsu, China TRUST CROP PROTECTION TECHNOLOGY CO., LTD. No. 168, South Road Zhao Qiao He, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, 210047, P.R. China. SUNRISE CROP SCIENCE CO., LTD. No. 8, Liwan Road, Salt Chemical New Material Industry Park, Huaian, Jiangsu, P.R. China.
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE III Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM é um herbicida seletivo à base de nicossulfurom indicado para o controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas (gramíneas), em pós-emergência, na cultura do milho, pertencente ao das sulfoniluréias GRUPO B) segundo classificação do HRAC – BR. Herbicidas deste grupo agem inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS) ou aceto-hidroxiácido sintase (AHAS), a enzima chave na rota de biossíntese de três aminoácidos alifáticos de cadeia ramificada, alina, leucina e isoleucina, interrompendo a síntese protéica e de DNA e interferindo na divisão celular. Após a absorção, estes herbicidas são rapidamente translocados para áreas de crescimento ativo (meristemas, ápices), resultando na paralisação do crescimento das plantas suscetíveis. É indicado para a cultura de milho em sistema de plantio convencional ou plantio direto, para aplicação em pós-emergência das plantas daninhas conforme recomendações no quadro a seguir: CULTURAS, ALVOS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO DE APLICAÇÕES E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Plantas daninhas | Dose de produto comercial | Volume de calda | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Milho | Nome científico | Nome comum | ||||
| FOLHA ESTREITA | ||||||
| Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | 1,25 a 1,5 L/ha | Terrestre: 200 a 400 L/ha | |||
| Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||||
| Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||||
| Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha |
| Milho | Echinochloa crusgalli | Capim-arroz | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Número máximo, época e intervalo de aplicações: Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes e quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura). Utilizar a menor dose até o perfilhamento e a maior dose até 2 perfilhos das gramíneas infestantes. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Digitaria horizontalis | Capim-colchão | 1,50 L/ha | Terrestre: 200 a 400 L/ha | |||
| Número máximo, época e intervalo de aplicações: Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes e quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| FOLHA LARGA | ||||||
| Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 1,25 a 1,50 L/ha | Terrestre: 200 a 400 L/ha | |||
| Alternanthera tenella | Apaga-fogo | |||||
| Bidens pilosa | Picão-preto | |||||
| Número máximo, época e intervalo de aplicações: Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes e quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Acanthospermum hispidum | Carrapicho-de-carneiro | 1,25 a 1,50 L/ha | Terrestre: 200 a 400 L/ha | |||
| Ageratum conyzoides | Mentrasto | |||||
| Ipomoea purpurea | Corda-de-viola | |||||
| Leonorus sibiricus | Chá-de-frade | |||||
| Portulaca oleracea | Beldroega | |||||
| Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||||
| Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||||
| Sorghum halepense | Capim-massambará | |||||
| Número máximo, época e intervalo de aplicações: Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes e quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | ||||||
| Commelina benghalensis | Trapoeraba | 1,50 L/ha | Terrestre: 200 a 400 L/ha | |||
| Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo | |||||
| Número máximo, época e intervalo de aplicações: Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes e quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
* Não adicionar adjuvante à calda de aplicação.
ATENÇÃO: As doses podem variar de acordo com o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e das condições ambientais. Doses menores são recomendadas para plantas daninhas em estádios iniciais de desenvolvimento, baixa população de plantas daninhas ou em condições ambientais favoráveis. As doses maiores devem ser utilizadas nos casos em que as plantas daninhas estejam em estádios mais avançados de desenvolvimento, em populações mais densas de plantas daninhas ou em condições ambientais desfavoráveis.
MODO DE APLICAÇÃO
Aplicar o produto em pós-emergência na cultura do milho, pulverizando a calda na parte aérea das plantas daninhas, de forma a obter uma cobertura uniforme, podendo ser aplicado por meio de pulverizador terrestre manual ou motorizado, assim como pulverizador tratorizado. NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM deve ser aplicado quando as plantas daninhas apresentarem um bom desenvolvimento vegetativo, evitando período de estiagem prolongada, excesso de chuva, sequência de dias nublados ou com a cultura em precárias condições vegetativas ou fitossanitárias. O produto necessita de uma hora sem chuva após a aplicação para não ter seu efeito reduzido por lavagem. Não aplicar quando houver orvalho nas folhas ou quando elas estiverem molhadas pela chuva. Evitar sobreposição de faixa de aplicação, pois isto pode acarretar aumento da dose do produto acima recomendado dentro da faixa sobreposta, o que poderá trazer injúrias à cultura. É importante respeitar o número máximo de aplicações. Evitar aplicar o produto em áreas onde possa haver deriva para a cultura do sorgo. Respeitar um intervalo de 7 dias antes ou depois da aplicação de NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM para realizar a aplicação de produtos organosfosforados, sob risco de ocorrência de elevada fitotoxicidade na cultura tratada. Respeitar um intervalo de 7 dias entre as adubações nitrogenadas e a aplicação de NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM. Para rotação de cultura observar o prazo de 90 dias após a aplicação de NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM. Aplicação terrestre: Equipamento costal: Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações de um Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Equipamento tratorizado: Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Para se obter uma distribuição uniforme de NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM sobre o alvo, recomenda-se a utilização de bicos de jato em leque, visando uma densidade mínima de 20 gotas/cm² e tamanho de 200 a 400 micra. No entanto, considerar que o equipamento de pulverização, tipo e
número de pontas e densidade de gotas devem ser adequados para o estádio de desenvolvimento da cultura e a topografia do terreno. Os parâmetros de aplicação como ângulo de barra, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante, seguindo as boas práticas agrícolas. Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Os parâmetros climáticos a serem seguidos no momento da aplicação deverão favorecer a adequada cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas adjacentes. Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura abaixo de 32°C, umidade relativa superior a 60% e vento inferior a 10 Km/h. O potencial de deriva é alto durante a inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de inversão térmica, enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de bom movimento vertical do ar. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Aplicação aérea: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das plantas infestantes citadas na bula. Aeronave tripulada: Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS. Os parâmetros de aplicação através de equipamento aéreo, como ângulo de barra, tipos e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade e altura de voo, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do avião definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CASwww.cas-online.org.br). É importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional. A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização, mantendo-se uma altura de voo de 2,5 a 3 m acima dos alvos. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos aumentam o risco de deriva. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) mínima de 10 L/ha. A seleção das pontas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos
deve propiciar espectro de gotas finas, dentro de toda faixa útil de vazões de trabalho, de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo, bem como minimizar ao máximo a sobreposição não adequada de voo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado. Evite utilizar o drone sem que haja adequada e necessária sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com até 30 kg de carga útil apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida, consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de drone. Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é uma plataforma de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva. Mantenha uma faixa de segurança de acordo com a legislação vigente. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM por drones com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL). Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
| Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
|---|---|---|---|
| Mínimo de 10 L/ha | Fina | 2,5 a 3 m | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Mínimo de 10 L/ha Fina 2,5 a 3 m Ajuste de acordo com cada modelo de drone Condições meteorológicas para pulverização: Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento < 30°C > 50% entre 3 e 10 km/h Preparo da calda: a. Antes da diluição, o produto deve ser agitado em sua embalagem original. b. Com o equipamento e o sistema de aplicação previamente limpos, encher o tanque de pulverização
| Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
|---|---|---|
| < 30°C | > 50% | entre 3 e 10 km/h |
com água até atingir a metade do volume. A água da calda de pulverização deve ser de boa qualidade (não deve ser “dura” e/ou alcalina) e com pH 5, ideal para a aplicação do produto. Caso haja a necessidade de correção do pH ou da dureza da água, encher totalmente o tanque com água 100% do volume do tanque com água, e só então adicionar os produtos para a correção do pH e da dureza. c. Manter o agitador do tanque de pulverização em agitação constante por todo o período de adição do produto ao tanque de pulverização. Não adicionar adjuvante à calda de aplicação. d. Completar o tanque de pulverização com água mantendo o agitador ligado. e. Manter o agitador funcionando durante toda a aplicação do produto.
f. Promover a limpeza do tanque e do sistema de aplicação sempre que necessário para o bom funcionamento do pulverizador, para manter uma boa aplicação e antes de guardar os equipamentos ao final do dia. Cuidados com o sistema de aplicação para uma boa pulverização: a. Certificar a qualidade do sistema de agitação da calda no pulverizador; para circuitos com agitação hidráulica certificar que o volume de retorno de calda no interior do tanque seja de no mínimo 5% até 20% do volume nominal do tanque; b. Usar malhas de filtro de sucção, de linha e de pontas com restrição progressiva c. Não utilizar pressão de pulverização baixa. Preferencialmente próximo do limite superior estabelecido pelo fabricante da ponta de pulverização; d. Limpar a máquina imediatamente após o uso ou completá-la com água antes de guardá-la quando impossibilitada a limpeza imediata ver procedimento de limpeza sugerido; e. Manter a máquina em condições de uso e inspecionada a fim de evitar possíveis falhas durante a pulverização devido a pontas entupidas ou gastas; f. Estar atento as falhas relacionadas as particularidades de cada equipamento corrigi-las previamente. Limpeza do tanque e sistema de pulverização: A limpeza do pulverizador deve ser realizada após o término das aplicações com NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM. Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) Lavagem com água: complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa. Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado. (2) Lavagem com agente de limpeza comercial para tanques: complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa e agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por 20 minutos. Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o tanque através das pontas. Remova todas as pontas de pulverização, telas das pontas, incluindo o filtro em linha e faça a lavagem separadamente com agente de limpeza. Reinstale no sistema de pulverização. (3) Lavagem com água: complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa. Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando pelas bombas, para esgotar completamente o tanque. Volume de calda Para aplicação terrestre e aérea: vide CULTURAS, ALVOS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO DE APLICAÇÕES E INTERVALO DE APLICAÇÃO.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cultura Intervalo de segurança Milho .......................... 45 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Uso exclusivo para culturas agrícolas; Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Não adicionar adjuvante à calda de aplicação; Não aplicar o produto através de sistemas de irrigação; Não aplicar o produto quando a planta estiver passando por estado de estresse hídrico; Não aplicar em plantas infestantes ou culturas sob estresse causado por frio, período de seca, excesso de chuvas, sequência de dias nublados etc.; Não aplicar o produto quando a temperatura estiver abaixo de 10°C; Não aplicar o produto quando as folhas estiverem molhadas pela chuva ou quando houver orvalho nas folhas; A ocorrência de chuvas até uma hora após a aplicação do produto poderá diminuir sua eficiência; Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente; Durante a aplicação do produto, evitar que a deriva atinja outras áreas e/ou culturas. NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM é seletivo para a maioria dos cultivares comerciais de milho. O uso de nicossulfurom em alguns híbridos/variedades de milho pode causar sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem interferir na produtividade. Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações sobre a tolerância de híbridos/variedades com relação ao produto. Não aplicar o produto nas culturas de milheto e milho pipoca. Para a rotação de cultura observar o prazo de 90 a 120 dias após a aplicação do produto. O limite máximo e tolerância de resíduos deste produto na cultura tratada podem divergir em outros países com relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para exportação, verifique estas informações previamente à utilização do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide modo de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA À HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO B HERBICIDA O produto herbicida NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM é composto por Nicossulfurom, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da ALS (Acetolactato sintase), pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com a vida útil fora de especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara simples; óculos de segurança com proteção lateral; e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara simples; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término de intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos e Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR NICOSSULFURON 40 OD TRUSTCHEM
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Sulfoniluréia |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Vias de exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória. |
| Toxicocinética | Estudos com animais de laboratório evidenciaram que o Nicossulfurom é rapidamente absorvido (taxa de absorção 38 a 42%) e eliminado pelo organismo, principalmente pelas fezes (> 62%), quando absorvido pelo trato gastrointestinal. Outras vias de excreção são a urina (> 14%) e bile (> 14%). Após absorção o produto é encontrado principalmente no sangue. Não há efeito acumulativo no organismo. Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido, trato intestinal, órgãos/tecidos e na carcaça dos animais analisados. A taxa de recuperação do produto e seus metabólitos variaram de 94,2 a 99,9%, sendo o Nicossulfurom o principal produto excretado. Os mecanismos de toxicidade não são conhecidos em animais. |
| Toxicodinâmica | Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Nas plantas age como herbicida por inibição da enzima acetolactato sintetase (ALS), o que leva ao bloqueio da produção de aminoácidos, valina, isoleucina, essenciais para a produção de proteínas e de outros componentes da planta. A enzima ALS não é encontrada em animais ou no homem. |
| Sintomas e Sinais Clínicos Sintomas e Sinais Clínicos | Toxicidade aguda: toxicidade sistêmica é improvável a menos que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Em animais tem se observado: Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar Irritação, desconforto ou exantema; sensibilização da pele e sintomas alérgicos Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. O desenvolvimento de metemoglobinemia é raro, mas pode ocorrer em casos de ingestão de grandes quantidades de herbicidas da classe das ureias substituídas e é caracterizada por depressão do sistema nervoso central (dor de cabeça, tontura e fraqueza), cianose e hipoxemia e, em casos mais graves, pode ocorrer dispneia e dificuldade respiratória. Toxicidade crônica: pode causar alterações eritrocitárias, diminuição na produção de leucócitos, produção de metahemoglobina, alteração do metabolismo proteico, moderado enfisema e perda de peso. Não há evidências de efeitos carcinogênicos, neurotóxicos, imunotóxicos ou endócrinos em humanos. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
|---|---|
| Antídoto | Não há antídoto específico. |
| Tratamento | O tratamento das intoxicações por nicossulfurom é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Tratamento geral: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais. Estabilização do paciente: Proceder a estabilização do paciente com a manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Exposição Oral: Lavagem gástrica – na maioria dos casos não é necessário. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não- intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal. Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrando logo após a ingestão (1 h) − Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) anos e 1g/Kg em <1 ano; − Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. − Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica. − Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, a temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. |
| Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com beta2 agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação. Usar equipamentos de proteção para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto. EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú). | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência. |
| Efeitos das interações químicas | Nicossulfurom incrementa a toxicidade do Diazinon, um inseticida organofosforado, mas o mecanismo não parece ser associado à atividade acetilcolinesterase. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT - ANVISA/MS |
| As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da empresa: TRUSTCHEM BRAZIL AGROSCIENCE SOCIEDADE UNIPESSOAL LTDA: (11) 99749-9419 |
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT - ANVISA/MS As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: TRUSTCHEM BRAZIL AGROSCIENCE SOCIEDADE UNIPESSOAL LTDA: (11) 99749-9419
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
EFEITOS AGUDOS
- DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. - DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg p.c. - CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste. - Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto é levemente irritante para a pele. De acordo com os resultados obtidos no estudo, na avaliação de 1 hora, foi observado eritema em todos os animais. Nas avaliações de 24 e 48 horas o grau de eritema foi diminuindo, até desaparecer na avaliação de 72 horas os animais não apresentaram edemas ou eritemas. Devido à ausência de irritação cutânea, o teste foi finalizado em 72 horas.
| - Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto é levemente irritante para a pele. | De acordo com | |
|---|---|---|
| os resultados obtidos no estudo, na avaliação de 1 hora, foi observado eritema em todos os animais. | ||
| Nas avaliações de 24 e 48 horas o grau de eritema foi diminuindo, até desaparecer na avaliação de 72 | ||
| horas os animais não apresentaram edemas ou eritemas. Devido à ausência de irritação cutânea, o | ||
| teste foi finalizado em 72 horas. |
- Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto é minimamente irritante para os olhos. De acordo com os resultados obtidos no estudo, não foram observados opacidade de córnea e efeitos na Iris durante o estudo. Moderada irritação na conjuntiva foi observada nos três animais uma hora após o tratamento com reversão completa 24 horas. Todos os animais tratados apresentaram quadro normal após 48 horas do início do estudo. - Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante dérmico. - Sensibilização respiratória: o produto não possui potencial de ser sensibilizante respiratório, uma vez que não foi observada sensibilização cutânea. - Mutagenicidade: O produto não apresenta potencial mutagênico. Não foram observados efeitos mutagênicos em nenhuma das concentrações para nenhuma das cinco linhagens, em dois experimentos específicos e com ativação metabólica no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames). Também não houve dano cromossômico estrutural e/ou numérico nas hemácias imaturas dos animais no teste do micronúcleo em células de mamíferos.
EFEITOS CRÔNICOS
Em estudos de toxicidade repetida, conduzidos em ratos, camundongos e cães pela via oral, foram observadas diminuição do peso corpóreo, alterações nos parâmetros hematológicos (consistentes com uma anemia leve) e efeitos no fígado (aumento do peso e alterações químicoclínicas), com NOAEL estabelecido de 200 mg/kg p.c./dia em estudos de 90 dias e 1 ano em cães; em estudo de 2 anos em ratos o NOAEL foi de 199,3-254,4 mg/kg p.c./dia em machos e fêmeas, respectivamente. A substância não foi considerada genotóxica com base em resultados negativos de estudos in vitro e in vivo. Em estudos de toxicidade crônica em ratos, não foram observadas evidências de carcinogenicidade. Em camundongos, foi observado aumento da incidência de tumores hepatocelulares em machos, na dose mais alta testada (5000 ppm, equivalente a 562 mg/kg p.c./dia), estes tumores, no entanto, não foram considerados relevantes, pois ocorreram apenas em um gênero, na ausência de potencial genotóxico e em uma espécie relativamente suscetível a este tipo de tumor. Em estudo de toxicidade reprodutiva conduzido em ratos, não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos. Também não foi observado potencial de toxicidade para desenvolvimento embriofetal em estudos em ratos e coelhos. __________________________________________________________________________
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
| - Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto é minimamente irritante para os olhos. | De acordo com | |
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| os resultados obtidos no estudo, não foram observados opacidade de córnea e efeitos na Iris durante | ||
| o estudo. Moderada irritação na conjuntiva foi observada nos três animais uma hora após o tratamento | ||
| com reversão completa 24 horas. Todos os animais tratados apresentaram quadro normal após 48 | ||
| horas do início do estudo. |
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa TRUSTCHEM BRAZIL AGROSCIENCE SOCIEDADE UNIPESSOAL LTDA. Telefone da empresa: (11) 99749-9419. Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o térmico do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS PELO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas.