Bula oficial · registro MAPA nº 16121

Bula do Nat Beauveria

Bula completa do Nat Beauveria (registro MAPA nº 16121), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Beauveria bassiana, isolado IBCB 66*.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 2 páginas no PDF.

animais tratados. Entretanto o fungo foi isolado de amostra de órgãos tais como fígado e baço de animais tratados com o fungo. A presença de colônias encontradas nas placas semeadas com amostras de tecidos dos animais demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar potencial de infectividade. • Toxicidade / Patogenicidade Intravenosa Aguda: neste teste, foram observadas na necropsia dos animais tratados, alterações macroscópicas no fígado, baço e estômago (congestão, aumento de tamanho, aderência e microabcesso moderados), esplenomegalia e aderência do baço, intestinos (aderência e com conteúdo sanguinolento), nos pulmões (congestão) e fígado (congestão e áreas pálidas). Nenhum dos achados confirma a capacidade de toxicidade ou patogenicidade, mas novamente a presença de colônias encontradas nas placas semeadas com amostras de diversos tecidos dos animais tratados, demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar potencial de infectividade. Indústria Brasileira Válido por até 150 dias a temperatura de 27°C, 5° C ou -18°C

Tratamento0 tratamento é sintomático. Não há antídoto específico. 0 tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos, conforme definido em protocolos es- pecíficos para infecção fúngica. Deve haver monitoramento para desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibili- dade. Medidas de suporte devem ser adotadas, se necessário. Exposição Oral Não há registro de reações associadas ao fungo Beauveria bassiana. 0 tratamento é sintomático. Exposição Inalatória lnstitua tratamento sintomático. Caso seja verificada algu- ma sintomatologia do trato respiratório, o paciente deve ser monitorado e receber auxílio para ventilação, se necessário. Exposição Ocular lrrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo me- nos 15 minutos. Assegure que não haja partículas rema- nescentes na conjuntiva. lnstitua tratamento sintomático. Encaminhar para um oftalmologista, se necessário. Exposição Dérmica Lave a pele exposta com água e sabão. Institua tratamento sintomático.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
AtençãoLigue para o disque intoxicação 0800 722-6001 para no- tificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Telefone de Emergência da empresa: (85) 3923.1362

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA - 5

Produto Improvável de Causar Dano Agudo

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL –

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 16.121 IV Pouco Perigoso ao Meio Ambiente

COMPOSIÇÃO

Beauveria bassiana, isolado IBCB 66* (2,86 x 109 UFC/g).......................................................... 50g/kg (5 % m/m) Outros Ingredientes................................................... 950g/kg (95% m/m) Produto fitossanitário com Uso Aprovado para Agricultura Orgânica PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO (*) Existem diversos relatos em literatura médica de Beauveria bassiana (Metsch) como causador de infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. Sendo assim, orienta-se a afastar pessoas com imunodeficiência ou imunossuprimidos da manipulação direta destes produtos. Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em humanos. CLASSE: Inseticida e acaricida microbiológico de Contato. TIPO DE FORMULAÇÃO: WP – pó molhável MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA TITULAR DO REGISTRO (*): Agropaulo Agroindustrial S/A Endereço: Fazenda Lagoa Vermelha, Rod. CE 123 KM 40, s/n; Distrito: Lagoa da Salsa; CEP: 62.823-000, Cidade: Jaguaruana, Estado: Ceará - Tel.: (85) 3923.1362. WPP: (85) 99978.9869. C.N.P.J.: 05.373.212/0009-95. SAC: sac.agropaulo.com - sac@agropaulo.com Número de registro do estabelecimento/Estado – 211/2016

INSTRUÇÕES DE USO

NAT BEAUVERIA é um inseticida e acaricida microbiológico de contato, indicado para aplicação em pulverização de plantas e solos para o controle de Cigarrinha do milho, Mosca-branca, Ácaro rajado, Moleque da bananeira e Bicudo da cana-de-açúcar. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS 1. ESTE PRODUTO É: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). (X) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). CULTURAS: em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Agropaulo Agroindustrial S/A Endereço: Fazenda Lagoa Vermelha, Rod. CE 123 KM 40, s/n; Distrito: Lagoa da Salsa; CEP: 62.823-000, Cidade: Jaguaruana, Estado: Ceará - Tel.: (85) 3923.1362. WPP: (85) 99978.9869. C.N.P.J.: 05.373.212/0009-95. SAC: sac.agropaulo.com - sac@agropaulo.com Número de registro do estabelecimento/Estado – 211/2016 PRAGAS/DOENÇAS/PLANTAS INFESTANTES: Bemisia tabaci raça B (Mosca-branca), Cosmopolites sordidus (Moleque da bananeira), Tetmnychus urticae (Ácaro rajado), Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho), Sphenophorus levis (Bicudo da cana-de-açúcar) de acordo com especificação de referência publicada através da INC SDA/SDC 36/2019. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. DOSE DO PRODUTO: FORMULADOR: Agropaulo Agroindustrial S/A Endereço: Fazenda Lagoa Vermelha, Rod. CE 123 KM 40, s/n; Distrito: Lagoa da Salsa; CEP: 62.823-000, Cidade: Jaguaruana, Estado: Ceará - Tel.: (85) 3923.1362. WPP: (85) 99978.9869. C.N.P.J.: 05.373.212/0009-95. SAC: sac.agropaulo.com - sac@agropaulo.com Número de registro do estabelecimento/Estado – 211/2016

Alvo biológicoDoseObservações
Nome ComumNome Científico
Mosca-brancaBemisia tabaci raça B0,3 kg do PC/haUtilizar de 200 a 300 L de calda/ ha. Umidade relativa acima de 70%. Reaplicar com intervalo de 14 dias. Não realizar mais que 4 aplicações por safra. Aplicar com pulverizadores trato- rizados de barra ou pingente.
Moleque da bananeiraCosmopolites sordidus1,8 kg do PC/haUtilizar 100 iscas/ ha. Utilizar isca de pasta fúngica do tipo “telha “ com 50 ml de pasta fúngica por isca. Iscas tipo telha - preparar uma pasta misturando 10g do produto com um pouco de agua limpa. Cortar porções do pseudocaule remanescente da colheita da bananeira, com 50 cm de compri- mento, partir ao meio e pincelar a pasta na superfície cortada, dei- xando-a em contato com o solo. Realizar 3 aplicações.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA

CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos e não são esperados por se tratar de produto composto por conídios fúngicos e arroz. MANIPULADOR: Agropaulo Agroindustrial S/A Endereço: Fazenda Lagoa Vermelha, Rod. CE 123 KM 40, s/n; Distrito: Lagoa da Salsa; CEP: 62.823-000, Cidade: Jaguaruana, Estado: Ceará - Tel.: (85) 3923.1362. WPP: (85) 99978.9869. C.N.P.J.: 05.373.212/0009-95. SAC: sac.agropaulo.com - sac@agropaulo.com Número de registro do estabelecimento/Estado – 211/2016

EFEITOS AGUDOS (RESULTANTES DE ENSAIOS COM ANIMAIS - produto

formulado com Beauverla bassiana, isolado IBCB 66* e arroz: • DL50 Dermal Aguda: > 4.000 mg/kg de peso corpóreo. • Irritação Dérmica: em coelhos albinos, não causou irritação e/ou lesão dérmica. • Irritação Ocular: em coelhos albinos mostrou-se extremamente irritante para os olhos causando opacidade de córnea, irite, hiperemia e quemose em todos os animais, havendo reversão total das reações oculares em até 14 dias. A irritação ocular verificada foi atribuída ao arroz presente na formulação e não especificamente ao AMC. • Sensibilização Cutânea: em cobaia, o AMC não foi considerado sensibilizante. • Toxicidade/Patogenicidade Oral Aguda: neste teste, nenhuma evidência de patogenicidade e toxicidade foram encontradas durante a necropsia dos animais tratados. Entretanto, foi realizado o isolamento de UFC em fezes, órgão e fluidos, o que demonstra capacidade de transposição de barreira intestinal e outras barreiras biológicas. Embora os sinais clínicos e a necropsia não tenham evidenciado potencial patogênico, a presença de colônias encontradas nas placas de cultura semeadas com amostras de tecido dos animais demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar potencial de infectividade. • Toxicidade / Patogenicidade Pulmonar Aguda: neste teste, nenhuma evidência de patogenicidade e toxicidade foi encontrada durante a necropsia dos

Nº. do lote ou partida:VIDE RÓTULO
Data de fabricação:
Data de vencimento:

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS. Produto indicado para o controle da Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B), Moleque da bananeira (Cosmopolites sordidus), Ácaro rajado (Tetranychus urticae), Cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) e Bicudo da cana-de açúcar (Sphenophorus levis), em todas as culturas nas quais ocorram.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto.

Ácaro rajadoTetranychus urticae0,4 kg do PC/haUtilizar 100L de calda/ha. Rea- lizar aplicações em baixas infes- tações da praga com umidade relativa elevada Seis pulverizações a cada 3 a 4 dias com jato dirigido para a face inferior das folhas.
Cigarrinha do milhoDalbulus maidis2,8 kg do PC/haUtilizar de 200 a 300L de calda/ ha. Realizar mais de 1 aplicação caso seja necessário.
Bicudo da cana-de- açucarSphenopho- rus levis2,6 kg do PC/haAplicando-se 70% da calda no corte da soqueira (corte dirigi- do) e 30% sobre as plantas, com bico leque. Umidade relativa aci- ma de 46%. Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatada a presença de adultos da praga na área.

PRIMEIROS SOCORROS

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo e bula do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure um médico. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilizar os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO CONSIDERANDO QUE, COMO TODO MICROORGANISMO VIVO, Beauveira bassiana PODE ATUAR COMO AGENTE DE INFECÇÃO OPORTUNISTA.

LIMITAÇÕES DE USO

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. Aplicar fungicida ou herbicida somente 1 semana após a aplicação do produto. Para beneficiar a atuação do produto NAT BEAUVERIA, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, recomenda-se as seguintes práticas culturais: ATENÇÃO: PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas de borracha, avental, óculos, máscara, touca árabe e luvas. • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. • Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. RISCOS ASSOCIADOS À EXPOSIÇÃO A Beauveria bassiana – INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Nome TécnicoNAT BEAUVERIA
Nome CientíficoBeauveria bassiana, isolado IBCB 66*
Classe ToxicológicaV Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica. Beauveria bassiana é um fungo entomopatogênico, facilmente encontrado na natureza, em especial no solo.
Mecanismos de toxicidadeNão é esperado, em mamíferos, efeito toxigênico causado pela exposição à Beauveria bassiana, contudo há regis- tros de infecção em pessoas imunossuprimidas e quadro de ceratite. Os estudos de patogenicidade, desenvolvidos com o microrganismo não demonstraram capacidade patogênica.
Sintomas e sinais clínicosAté o presente momento não foram observados proble- mas em função da aplicação deste patógeno nas unidades de proteção ou em campo. Foram observadas reações alér- gicas em pessoas que trabalham em laboratórios, como febre e problemas pulmonares. Um pequisador apresen- tou sensibilidade alguns meses após realizar pesquisas com este fungo, sem proteção (luvas ou máscara). Apesar destes problemas, testes de segurança com exposição oral e intraocular não resultaram em efeitos adversos e não houve evidência de multiplicação em tecidos de mamíferos.
DiagnósticoExistem relatos em literatura médica de Beauveria bassiana como causador de infecção oportunista em indivídos imunossuprimidos. O diagnóstico pode ser feito com a con- frimação da exposição e com o isolamento e a identifciação macroscópica ou molecular a partir da cultura microbiana.

• Usar a calda no mesmo dia do seu preparo; • Aplicar com umidade relativa do ar acima de 65%; • Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado; • Nunca deixar o produto exposto ao sol; • Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos; • Não aplicar em período de chuvas intensas; • Não aplicar sob vento forte.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Devem ser realizadas aplicações quando da ocorrência da praga e de acordo com o levantamento populacional em área total.

MODO DE APLICAÇÃO

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27°C ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 km/hora), bem como umidade relativa do ar abaixo de 70%. Durante a aplicação do produto, é necessária a agitação constante da calda no tanque, a fim de manter uma boa homogeneização durante toda a operação. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. • Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas da calça por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, óculos com proteção lateral, máscara com filtro P2 ou P3, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Vide dados relativos à proteção da saúde humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. Modo de aplicação terrestre: Para a aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra ou pingente. O produto não deve ser administrado em volume de calda inferior a 200L/ ha. Recomenda-se bico triplo leque com vazão igual ou superior a 0,75 L/ min. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados relativos à proteção ao meio ambiente.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

• Evite o contato com a área tratada. • Verifique a direção do vento e aplique de forma a não entrar na névoa do produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas da calça por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, óculos com proteção lateral, máscara com filtro P2 ou P3, touca árabe e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados relativos à proteção ao meio ambiente. Modo de aplicação aérea: O produto deve ser administrado no campo por meio de aeronaves preparadas para pulverizações agrícolas utilizando altura de voo entre 3 e 4 metros. Recomenda-se volume de calda entre 40 e 60 litros/ha. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados relativos à proteção ao meio ambiente. Pulverização: Procedimento 1 - Limpeza do equipamento Realizar a limpeza de todas as partes do pulverizador retirando todo o resíduo dos agroquímicos utilizados anteriormente. A lavagem de todo equipamento de pulverização deve ser feita em local adequado, longe de qualquer corpo hídrico e seguindo as regras de adequação orientadas pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para destinação dos resíduos provenientes da limpeza. Para realizar a lavagem, deve-se utilizar uma solução de água com produto saneante apropriado para o defensivo anteriormente utilizado com auxílio de sistema pressurizado de água que possibilite a limpeza sob pressão de todas as partes do pulverizador. Atenção especial deve ser dada para filtros e bicos, onde fica retida grande quantidade de resíduos. Após a lavagem do equipamento, recomenda-se encher com água ¼ do volume do tanque, deixar sob agitação e liberar pelos bicos do pulverizador. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, máscara, avental, botas, macacão e luvas. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. • Troque e lave as suas roupas de proteção separado das roupas domésticas. Ao lavar as roupas use luvas e avental impermeável. • Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não há relatos de desenvolvimento de resistência à fungos entomapatogênicos. Porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência à Inseticidas - IRAC-BR -recomenda algumas estratégias: • Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. • Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das recomendações locais. • Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultura por ex.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponíveis. Procedimento 2 - Preparo da calda de pulverização Deve-se misturar o produto com água em um balde na proporção de 5 L de água para cada 1 Kg de produto. Após homogeneizar bem a mistura, aguardar 5 minutos para que o material inerte possa ser depositado no fundo do balde. Decorrido os 5 minutos, o sobrenadante deve ser despejado no tanque do pulverizador, tomando o cuidado de não permitir que o sólido decantado vá junto à suspensão. O mesmo procedimento deve ser realizado por mais 3 vezes. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismo de ação distinta.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Nat Beauveria registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 16121 · documento de 24/06/2021.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Nat Beauveria?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Nat Beauveria e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Nat Beauveria é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 16121, documento de 24/06/2021), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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