<Logotipo Syngenta> <Logomarca do produto> Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 31322
COMPOSIÇÃO
Reaction product comprising equal quantities of (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl(1S,3S)-3-[(Z)-2chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S)-α-cyano-3phenoxybenzyl(1R,3R)-3-[(Z)-2-chloro3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2dimethylcyclopropanecarboxylate (LAMBDA-CIALOTRINA)...........................................................................250,0 g/L (25,0% m/v) Solvent Naphta (petroleum), heavy arom. (Nafta de Petróleo).....................................................................................145,64 g/L (14,56% m/v) Outros ingredientes...................................................................................845,0 g/L (84,5% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: INSETICIDA DE CONTATO E INGESTÃO GRUPO QUÍMICO: PIRETRÓIDE TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO DE CÁPSULAS (CS) TITULAR DO REGISTRO (*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda – Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 56432322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: LAMBDA-CYHALOTHRIN TECNICO ICI – Registro MAPA nº 0668902: Syngenta Limited – P.O. Box A38, Leeds Road, Huddersfield, West Yorkshire HD2 1FF, Reino Unido. FORMULADOR: Syngenta Chemicals B.V. –Rue de Tyberchamps, 37, B-7180 Seneffe, Bélgica. Syngenta Crop Protection, LLC. - 3905 Highway 75, River Road, St. Gabriel, Louisiana 70776 – EUA. “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
| No do Lote ou Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E AGITE ANTES DE USAR
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE
TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I –
PRODUTO ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: FAIXA AMARELA – PMS Yellow C
INSTRUÇÕES DE USO
| CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº MÁXIMO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| DE | DE | ||||||||||||||
| APLICAÇÕES | CALDA | ||||||||||||||
| Algodão | Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea) | 20 ml/ha (5 g de i.a./ha) | 3 | ÉPOCA: Aplicar KUSTI quando | Aplicação terrestre: 150L/ha Aplicação aérea: 20L/ha | ||||||||||
| forem constatadas 2 | |||||||||||||||
| lagartas/planta ou 25% de | |||||||||||||||
| desfolha. INTERVALO DE | |||||||||||||||
| APLICAÇÃO: Repetir as | |||||||||||||||
| aplicações a cada 7 dias. | |||||||||||||||
| Bicudo (Anthonomus grandis) | 60 ml/ha (15 g de i.a./ha) | ÉPOCA: Para o controle do bicudo, | |||||||||||||
| iniciar as aplicações de KUSTI | |||||||||||||||
| quando o nível de botões florais | |||||||||||||||
| atacados atingir no máximo 5%. | |||||||||||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: | |||||||||||||||
| Repetir as aplicações a cada 8 dias | |||||||||||||||
| ou toda vez que o ataque atingir o | |||||||||||||||
| limiar de 5% de botões danificados. | |||||||||||||||
| Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | 80 ml/ha (20 g de i.a./ha) | ÉPOCA: Para controle da lagarta- | |||||||||||||
| das-maçãs iniciar as aplicações de | |||||||||||||||
| KUSTI quando 20% dos ponteiros | |||||||||||||||
| apresentarem ovos ou 15% dos | |||||||||||||||
| ponteiros estiverem ameaçados. | |||||||||||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: | |||||||||||||||
| Repetir as aplicações a cada 7 | |||||||||||||||
| dias. | |||||||||||||||
| Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 50 ml/ha (12,5 g de i.a./ha) | ÉPOCA: Iniciar o controle das | |||||||||||||
| lagartas-rosadas antes dos 80 dias, | |||||||||||||||
| caso se verifique o nível máximo de | |||||||||||||||
| 10% de flores com lagartas ou 5% | |||||||||||||||
| de maçãs atacadas. INTERVALO | |||||||||||||||
| DE APLICAÇÃO: Repetir as | |||||||||||||||
| aplicações a cada 7 dias. | |||||||||||||||
| Milho | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 | 1 | ÉPOCA: Iniciar as aplicações de KUSTI nos primeiros sintomas de ataque da praga. | Aplicação terrestre: 200 L/ha Aplicação aérea: 20L/ha | ||||||||||
| ml/ha | |||||||||||||||
| (25 g | |||||||||||||||
| de | |||||||||||||||
| i.a./ha) | |||||||||||||||
| Lagarta-do- | 30 | ÉPOCA: Iniciar as aplicações de KUSTI nos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. | |||||||||||||
| cartucho | ml/ha | ||||||||||||||
| (7,5 g | |||||||||||||||
| (Spodoptera | |||||||||||||||
| de | |||||||||||||||
| frugiperda) | |||||||||||||||
| i.a./ha) | |||||||||||||||
| Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 ml/ha (3,75g de i.a./ha) | 2 | ÉPOCA: Aplicar KUSTI quando | Aplicação terrestre: 150 L/ha Aplicação aérea: 20L/ha | ||||||||||
| houver 40 lagartas por batida de | |||||||||||||||
| pano ou 30% de desfolha (antes do | |||||||||||||||
| florescimento) ou 15% de desfolha | |||||||||||||||
| após o florescimento. INTERVALO | |||||||||||||||
| DE APLICAÇÃO: Repetir as | |||||||||||||||
| aplicações a cada 7 dias. | |||||||||||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 ml/ha (7,5 g de i.a./ha) | ÉPOCA: Aplicar KUSTI quando o | |||||||||||||
| nível de dano equivaler a 15% da | |||||||||||||||
| área foliar. INTERVALO DE | |||||||||||||||
| APLICAÇÃO: Repetir as | |||||||||||||||
| aplicações quando o nível de dano | |||||||||||||||
| equivaler a 15% da área foliar. |
| Percevejo-da- soja (Nezara viridula) | 30 ml/ha (7,5 g de i.a./ha) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| quando o nível de percevejos por | |||||||
| pano de batida atingir 2 | |||||||
| percevejos/pano para áreas de | |||||||
| produção de sementes e 4 | |||||||
| percevejos/pano de batida para | |||||||
| áreas de produção de grãos. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: | |||||||
| Repetir as aplicações a cada 7 | |||||||
| dias. |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir percevejos/pano para áreas de produção de sementes e percevejos/pano de batida para áreas de produção de grãos. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Repetir as aplicações a cada 7 dias.
MODO DE APLICAÇÃO
APLICAÇÃO TERRESTRE: O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros: - Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados) - Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico); - Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2; Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: - Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso); - Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; - Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições Meteorológicas: Temperatura do ar: Abaixo de 30o C Umidade relativa do ar: Acima de 55% Velocidade do vento: Máxima de 15 km/h Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. Algodão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de 150 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 5 dias. Milho: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de 200 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. Soja: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de 150 L/ha. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias. APLICAÇÃO AÉREA: Culturas: Algodão, Milho e Soja. Kusti pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a
altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: − Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso); − Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; − Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; − Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições meteorológicas: Temperatura do ar: Abaixo de 30o C Umidade relativa do ar: Acima de 55% Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 15 km/h Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| CULTURA | DIAS |
|---|---|
| Algodão | 10 |
| Milho | 15 |
| Soja | 20 |
CULTURA DIAS Algodão Milho Soja
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho. Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas. Outras restrições a serem observadas: As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto. Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 Km/h ou superiores a 15 Km/h. Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas. Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das plantas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
GRUPO 3A INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida KUSTI pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do KUSTI como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar KUSTI ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de KUSTI podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do KUSTI, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do
grupo químico dos Piretróides não devem exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do KUSTI ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão com mangas compridas, botas de borracha, avental
impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Usar macacão com mangas compridas, botas de borracha, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila durante a aplicação. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada”. Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.”;
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com mangas compridas, botas de borracha e luvas de nitrila. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, macacão com mangas compridas, botas de borracha, luvas de nitrila e respirador. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
| PERIGO | Tóxico se ingerido Nocivo se inalado Provoca moderada irritação à pele Pode provocar reações alérgicas na pele | |||
|---|---|---|---|---|
| PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá- la. Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. |
INTOXICAÇÃO POR KUSTI
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Lambda-Cialotrina: Piretróide | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Nafta de Petróleo (solvente aromático): UVCB (substâncias de composição | |||||
| desconhecida ou variável, produtos de reações complexas ou materiais | |||||
| biológicos). | |||||
| Classe | Categoria 3: Produto moderadamente tóxico | ||||
| toxicológica | |||||
| Vias de exposição | Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são consideradas as mais relevantes. | |||
| Toxicocinética | Lambda-Cialotrina: Após a administração oral a ratos, a absorção foi de | ||||
| aproximadamente 55% da dose administrada. O produto se distribuiu para a | |||||
| maioria dos tecidos, sendo os maiores níveis de resíduos encontrados no tecido | |||||
| adiposo. A metabolização se deu principalmente por clivagem da ligação éster e | |||||
| a maior parte da dose foi rapidamente eliminada pela urina na forma de | |||||
| conjugados polares já nas primeiras 24 horas; apenas pequena proporção (2– | |||||
| 3%) foi identificada nos animais após sete dias. | |||||
| Nafta de Petróleo (solvente aromático): Não há estudos de toxicocinética | |||||
| sobre este solvente propriamente dito, no entanto, estudos com os constituintes | |||||
| da gasolina podem ser utilizados para a compreensão da toxicocinética do nafta. | |||||
| Em roedores, a principal via de exposição utilizada é a inalatória; por ela, os | |||||
| constituintes de maior peso molecular são mais eficientemente absorvidos. Após | |||||
| administração oral, é possível supor que aproximadamente 100% do nafta de | |||||
| petróleo ingerido seria absorvido devido à alta absorção da maioria de seus | |||||
| constituintes pelo trato gastrointestinal. Independentemente da via de absorção, | |||||
| os constituintes são rapidamente metabolizados e eliminados. Por ser | |||||
| hidrofóbico, o nafta possui maior afinidade pelo tecido adiposo, no entanto, | |||||
| nenhum dos componentes apresenta potencial de bioacumulação. Os | |||||
| constituintes de baixo peso molecular do nafta são excretados, principalmente, | |||||
| pelo ar exalado e, em menor proporção, pela urina, com meia-vida na ordem de, | |||||
| aproximadamente, 3-12 horas. A excreção pela urina é mais expressiva para os | |||||
| constituintes de alto peso molecular. | |||||
| Toxicodinâmica | Lambda-Cialotrina: Os piretroides do tipo II atuam diretamente nos axônios dos | ||||
| neurônios de insetos e mamíferos; eles se ligam aos canais de sódio, mantendo- | |||||
| os abertos, e prolongam acentuadamente o tempo de despolarização. Como | |||||
| consequência, há intoxicação por hiperexcitação do sistema nervoso central. | |||||
| Apesar de apresentarem o mesmo mecanismo de ação, os piretroides são | |||||
| considerados bem menos tóxicos para mamíferos, pois passam por extenso | |||||
| processo de metabolização. | |||||
| Nafta de Petróleo (solvente aromático): A narcose (tontura, sonolência e | |||||
| depressão do sistema nervoso central), induzida por exposição aguda a | |||||
| solventes orgânicos, como o nafta de petróleo, sugere mecanismo comum de | |||||
| interação entre os seus constituintes e as células sensíveis do sistema nervoso | |||||
| de humanos. A nível celular, os efeitos narcóticos são associados à redução na | |||||
| excitabilidade neuronal causada por mudanças na estrutura e função da | |||||
| membrana. No entanto, o exato mecanismo de ação associado a este efeito | |||||
| ainda é amplamente desconhecido. | |||||
| Sintomas e sinais | Lambda-Cialotrina: Sua ingestão pode causar irritação gastrointestinal, | ||||
| clínicos | náuseas e vômitos. Por inalação de pó ou gotículas de aerossol, pode haver |
| tosse e irritação do trato respiratório alto. O contato com a pele está associado | |||
|---|---|---|---|
| à sensação de formigamento e dormência de áreas expostas (parestesia) e o | |||
| contato com os olhos pode causar irritação ocular. | |||
| Nafta de Petróleo (solvente aromático): A ingestão de hidrocarbonetos pode | |||
| provocar efeitos no sistema nervoso central (cefaleia, tontura, sonolência, falta | |||
| de concentração, náuseas e vômitos), disritmias e distúrbios gastrointestinais. A | |||
| inalação desses compostos pode causar danos pulmonares, depressão ou | |||
| excitação transitória do SNC e efeitos secundários de hipóxia, infecção, | |||
| formação de pneumatocele e disfunção pulmonar crônica. Irritação ocular leve | |||
| a moderada e lesão ocular reversível podem ocorrer após contato com a maioria | |||
| dos hidrocarbonetos. | |||
| As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com | |||
| animais de experimentação tratados com a formulação à base de lambda- | |||
| cialotrina e nafta de petróleo, KUSTI: | |||
| Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram | |||
| expostos às doses de 100, 200 e 300 mg/kg p.c. Na dose de 100 mg/kg p.c., não | |||
| foi observada mortalidade (0/10 – 5 machos/5 fêmeas). Na dose de 200 mg/kg | |||
| p.c., 3/5 fêmeas foram eutanasiadas por conta dos sinais observados. Na dose | |||
| de 300 mg/kg p.c., todos os animais (10/10) foram eutanasiados ou encontrados | |||
| mortos no dia 1 devido à toxicidade extrema. Os sinais clínicos observados em | |||
| machos na dose de 100 mg/kg p.c. incluíram piloereção, salivação e postura | |||
| curvada; as fêmeas dessa dose apresentaram aparência descuidada e sinais de | |||
| dor (sides pinched in). Na dose de 200 mg/kg, os animais apresentaram | |||
| anormalidade na marcha e hipoatividade. Todos os sinais clínicos foram | |||
| revertidos nos animais sobreviventes até o dia 7 do estudo. | |||
| Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos, não | |||
| foi observada mortalidade dos animais expostos à concentração de 1,87 mg/L | |||
| da substância de teste. Na dose 2,80 mg/L, um macho e uma fêmea foram | |||
| eutanasiados por conta dos sinais observados. Na dose de 4,80 mg/L, três | |||
| machos e cinco fêmeas foram eutanasiados por conta dos efeitos observados. | |||
| Observou-se entre os sinais clínicos: postura curvada, piloereção, salivação, | |||
| sinais de irritação do trato respiratório, lacrimação, respiração irregular e/ou | |||
| fraca, reflexo reduzido a sons, hipoatividade, tremores, marcha irregular e | |||
| redução do reflexo motor e da estabilidade. A maior parte dos animais | |||
| sobreviventes demonstraram melhora dos sinais apresentados até o dia 8 do | |||
| estudo. Entretanto, sinais de irritação do trato respiratório, piloereção e postura | |||
| curvada permaneceram evidentes até o final do estudo. | |||
| Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica em ratos, nenhum | |||
| sinal clínico de toxicidade sistêmica foi observado na dose de 2000 mg/kg p.c. | |||
| Um animal foi eutanasiado por ter mordido severamente a região de aplicação | |||
| da substância-teste. Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos, | |||
| 5/6 animais apresentaram eritema de muito leve a bem definido e 4/6 animais | |||
| apresentaram edema de muito leve a leve na avaliação de 24 horas. Nas | |||
| avaliações de 48 e 72 horas, dois animais continuaram com a presença de | |||
| eritema muito leve ou bem definido e edema variando de muito leve a severo (o | |||
| agravamento do edema visto em um animal se deu a mordidas intensas na | |||
| região). Todos os sinais foram revertidos para todos os animais até o dia 9 do |
| estudo. O produto foi considerado irritante para a pele. O produto foi considerado | |||
|---|---|---|---|
| sensibilizante dérmico em cobaias pelo Teste de Buehler. | |||
| Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular in vivo realizado em coelhos, | |||
| nenhum animal apresentou efeitos na córnea durante o estudo. Todos os | |||
| animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em vermelhidão, | |||
| secreção e quemose (leve a moderada). Todos os efeitos foram reversíveis em | |||
| 72 horas. | |||
| Exposição crônica: O ingrediente ativo não foi considerado mutagênico, | |||
| teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos | |||
| atuais, não é considerado desregulador endócrino e não interfere com a | |||
| reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo. | |||
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao | ||
| produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando | |||
| sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente | |||
| imediatamente. |
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro | ||
|---|---|---|---|
| clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao | |||
| suporte respiratório. | |||
| Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, | |||
| frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer | |||
| via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e | |||
| arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. | |||
| Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a | |||
| absorção e os efeitos locais. | |||
| Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto | |||
| proceder com: | |||
| - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças | |||
| de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de | |||
| 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado | |||
| dentro de uma hora após a ingestão. | |||
| - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade | |||
| do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é | |||
| necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de | |||
| aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito | |||
| lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. | |||
| ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem | |||
| aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de | |||
| lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa | |||
| inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. | |||
| Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, | |||
| fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência | |||
| de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação | |||
| mecânica. | |||
| Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a | |||
| descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e | |||
| cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local | |||
| ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para | |||
| tratamento. | |||
| Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com | |||
| solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com | |||
| a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, | |||
| encaminhar o paciente para tratamento específico. | |||
| Antídoto: Não há antídoto específico. | |||
| Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar | |||
| respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um | |||
| equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o | |||
| procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente | |||
| durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, | |||
| como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se | |||
| contaminar com o agente tóxico. | |||
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração | ||
| e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça | |||
| abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, | |||
| para evitar aspiração do conteúdo gástrico. |
| Efeitos das interações químicas | Efeitos das | Não foram relatados efeitos de interações químicas entre lambda-cialotrina e | ||
|---|---|---|---|---|
| interações | nafta de petróleo, ou entre esses ingredientes ativos e possíveis medicamentos | |||
| químicas | utilizados em casos de intoxicação por lambda-cialotrina ou nafta de petróleo em | |||
| humanos. | ||||
| ATENÇÃO | ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e | ||
| tratamento. | ||||
| Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 | ||||
| Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica | ||||
| (RENACIAT/ANVISA/MS) | ||||
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e | ||||
| Agravos de Notificação Compulsória. | ||||
| Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) | ||||
| Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | ||||
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) | ||||
| Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br | ||||
| Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com |
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório: Vide quadro acima, item “Toxicocinética”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: 180 mg/kg p.c.(Intervalo de confiança 95%: 140 a 230 mg/kg p.c.) DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: 3,12 mg/L (Intervalo de confiança 95%: 2,68 a 3,64 mg/L) Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos, 5/6 animais apresentaram eritema de muito leve a bem definido e 4/6 animais apresentaram edema de muito leve a leve na avaliação de 24 horas. Nas avaliações de 48 e 72 horas, dois animais continuaram com a presença de eritema muito leve ou bem definido e edema variando de muito leve a severo (o agravamento do edema visto em um animal se deu a mordidas intensas na região). Todos os sinais foram revertidos para todos os animais até o dia 9 do estudo. O produto foi considerado irritante para a pele. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular in vivo realizado em coelhos, nenhum animal apresentou efeitos na córnea durante o estudo. Todos os animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em vermelhidão, e secreção e quemose (de leve a moderada) e quemose de leve a moderada. Todos os efeitos foram reversíveis em 72 horas. Sensibilização cutânea em cobaias (Teste de Buehler): O produto foi considerado sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória em ratos: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias respiratórias. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Lambda-cialotrina: Em um estudo oral de 2 anos em ratos, foi observado diminuição do ganho de peso corpóreo e do consumo de alimentos, leves alterações bioquímicas no sangue e aumento do peso do fígado nas maiores doses (NOAEL machos e fêmeas: 1,7 e 1,9 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Em estudo de carcinogenicidade em camundongos, na maior dose os animais apresentaram pilo-ereção e postura curvada. Machos da segunda maior dose também apresentaram esses efeitos. Machos apresentaram comportamento agressivo, emagrecimento, palidez e hiperatividade, além de menor ganho de peso corpóreo e menor eficiência na utilização de alimentos no grupo de maior dose. Na necropsia, houve maior incidência de massas
subcutâneas e inchaço em fêmeas nas duas maiores doses, além de adenocarcinomas mamários. No entanto, não houve relação dose-resposta e as respostas foram condizentes com as do controle histórico (NOAEL machos e fêmeas: 1,8 e 2,0 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Na ausência de tumores relevantes, a lambda-cialotrina não é considerada carcinogênica para humanos. Adicionalmente, estudos de mutagenicidade in vivo e in vitro demonstram que a lambda-cialotrina não apresenta mutagenicidade. Em estudo da reprodução de três gerações, houve redução no ganho de peso dos pais em todas as gerações tratadas com a maior dose, além de pequena redução na média do peso total da ninhada das gerações F2 e F3. Este efeito persistiu durante o período de lactação e pode estar relacionado ao tratamento (NOEL toxicidade reprodutiva 1,5 mg/kg p.c./dia). Nos estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos, a exposição à maior dose causou apenas redução do peso corpóreo materno, do ganho de peso e do consumo de ração (NOAEL materno em ratos 10 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 15 mg/kg p.c./dia; NOAEL materno em coelhos 10 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 30 mg/kg p.c./dia). Com base nos estudos acima descritos, a lambda-cialotrina não é considerada teratogênica ou tóxica para a reprodução. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos de exposições repetidas. Nafta de Petróleo (solvente aromático): Estudos de toxicidade crônica e carcinogenicidade indicam que a inalação de concentrações elevadas dos componentes do nafta de petróleo pode produzir tumores renais em ratos machos devido à nefropatia induzida por alfa-2u-globulina e tumores hepáticos em camundongos fêmeas por possível consequência de desequilíbrio hormonal (NOAEL 10.000 mg/m3). Devido a não-relevância dos mecanismos de ação associados à formação de tumores para humanos, os componentes do nafta petróleo não são considerados carcinogênicos para o homem. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que seus constituintes também não apresentam potencial mutagênico ou genotóxico. Em estudos da reprodução de duas gerações em ratos, por via inalatória, e do desenvolvimento, por via dérmica, parâmetros como fertilidade, desempenho reprodutivo, frequência de malformações e mortalidade fetal não foram afetados pelo tratamento (NOAEL toxicidade reprodutiva e desenvolvimento por via inalatória: > 20000 mg/m3; NOAEL de desenvolvimento via dérmica: 500 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, os compostos do nafta de petróleo não são considerados teratogênicos ou tóxicos para a reprodução em humanos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: X ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II). Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptíveis a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. Telefone da empresa 0800 704 4304. Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendoa na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.