Bula oficial · registro MAPA nº 51225

Bula do KBR-T1H57WP2

Bula completa do KBR-T1H57WP2 (registro MAPA nº 51225), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Trichoderma asperelloides, isolado ESALQ 1306.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 14 páginas no PDF.

TRICHODERMIL WP Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 51225

COMPOSIÇÃO

Trichoderma asperelloides, isolado ESALQ 1306 (mínimo de 2 x 109 conídios viáveis/g) …57 g/kg (5,7 %) Outros Ingredientes ………………….………………….…………………. ............................ 943 g/kg (94,3 %) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida e Nematicida Microbiológico TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Rodovia Margarida da Graça Martins, SP 135, s/n, km 17,5 – Bairro: Água Seca CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – Telefone: 0800-770-1919 – CNPJ: 11.074.190/0001-08 Registro na SAA/CDA/SP sob nº 1007 (*) IMPORTADOR PRODUTO FORMULADO FABRICANTES/FORMULADORES: KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Rodovia Margarida da Graça Martins, SP 135, s/n, km 17,5 – Bairro: Água Seca CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – CNPJ: 11.074.190/0001-08 Registro na SAA/CDA/SP sob nº 1007 KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Via Vicente Verdi, 758 – Bairro: Industrial CEP: 13518-070 – Charqueada – SP – CNPJ: 11.074.190/0009-65 Registro na SAA/CDA/SP sob nº 4361 KOPPERT B.V. Veilingweg 14, 2651 BE P.O. Box 155 - Berkel en Rodenrijs – Holanda

N° do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

ARMAZENAR O PRODUTO CONGELADO (≤ 0 °C) POR ATÉ 18 MESES OU REFRIGERADO (≤ 8 °C) POR ATÉ 12 MESES. SE MANTIDO A TEMPERATURA AMBIENTE (25 °C ± 2 °C), O PRODUTO SE MANTÉM ESTÁVEL POR ATÉ 1 MÊS. APÓS ABERTO RECOMENDAMOS O USO IMEDIATO.

PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS. Produto registrado para o controle de Tombamento (Rhizoctonia solani), Podridão-de-raízes (Pythium spp.), Fusariose (Fusarium solani), Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum), Nematoide-das-galhas (Meloidogyne incognita), Nematoide-das-galhas (Meloidogyne javanica), Nematoide-das-lesões (Pratylenchus brachyurus), Nematoide-de-cisto-da-soja (Heterodera glycines), Podridão-cinzenta-docaule (Macrophomina phaseolina), Podridão-radicular (Phytophthora sojae), Requeima, Mela (Phytophthora infestans) e raiz-rosada (Setophoma terrestris) em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos. Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA

CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE IV – PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE PRODUTO MICROBIOLÓGICO

INSTRUÇÕES DE USO

TRICHODERMIL WP é um biofungicida e bionematicida composto pelo fungo Trichoderma asperelloides, isolado ESALQ 1306. Produto com eficiência agronômica comprovada, podendo ser utilizado em qualquer cultura com ocorrência dos alvos biológicos.

CULTURASDOENÇASDOSES DE PRODUTO COMERCIALVOLUME DE CALDANÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Nome comum (Nome Científico)
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicosTombamento (Rhizoctonia solani)100 a 400 g/ha40 L/haSulco de plantio ou via Drench.
150 a 300 g/100 kg de sementes0,6 L/100 Kg de sementesTratamento de sementes.
Podridão-de-raízes (Pythium spp.)100 a 600 g/ha40 L/haSulco de plantio ou via Drench.
150 a 300 g/100 kg de sementes0,6 L/100 Kg de sementesTratamento de sementes.
Fusariose (Fusarium solani)100 a 400 g/ha40 L/haSulco de plantio ou via Drench.
150 a 300 g/100 kg de sementes0,6 L/100 Kg de sementesTratamento de sementes.
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)300 a 1000 g/haAplicação terrestre: 150 L/ha Aplicação aérea: 30 L/haRealizar duas aplicações, sendo a primeira pulverização de forma preventiva (direcionado ao solo) e a segunda pulverização com 15 dias de intervalo.
Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita)100 a 400 g/ha40 L/haSulco de plantio ou via Drench.
150 a 300 g/100 kg de sementes0,6 L/100 Kg de sementesTratamento de sementes.
Nematoide-das- galhas (Meloidogyne javanica)100 a 400 g/ha40 L/haSulco de plantio ou via Drench.
150 a 300 g/100 kg de sementes0,6 L/100 Kg de sementesTratamento de sementes.
CULTURASDOENÇASDOSES DE PRODUTO COMERCIALVOLUME DE CALDANÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Nome comum (Nome Científico)
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicosNematoide-das- lesões (Pratylenchus brachyurus)100 a 400 g/ha40 L/haSulco de plantio ou via Drench.
150 a 300 g/100 kg de sementes0,6 L/100 Kg de sementesTratamento de sementes.
Nematoide-de- cisto-da-soja (Heterodera glycines)100 a 400 g/ha40 L/haSulco de plantio ou via Drench.
150 a 300 g/100 kg de sementes0,6 L/100 Kg de sementesTratamento de sementes.
Podridão-cinzenta- do-caule (Macrophomina phaseolina)Tratamento de Sementes: 150 a 300 g/100 Kg de semente Pulverização: 500 g/haTratamento de Sementes: 0,6 L/100 Kg de sementes Pulverização: 150 L/ha (Terrestre) e 30 L/ha (Aérea)Realizar duas aplicações, a primeira via tratamento de sementes e a segunda via pulverização em barra total com 15 a 30 dias após o plantio.
Sulco de Plantio: 150 a 600 g/ha Pulverização: 500 g/haSulco de Plantio: 40 L/ha Pulverização: 150 L/ha (Terrestre) e 30 L/ha (Aérea)Realizar duas aplicações, sendo a primeira no sulco de plantio e a segunda via pulverização em barra total com 15 a 30 dias após o plantio.
Podridão-radicular (Phytophthora sojae)100 a 600 g/ha40 L/haSulco de plantio ou via Drench.
150 a 300 g/100 kg de sementes0,6 L/100 Kg de sementesTratamento de sementes.
Requeima, Mela (Phytophthora infestans)1000 a 2000 g/ha800 L/haRealizar duas aplicações, sendo a primeira no sulco de plantio e a segunda na amontoa.
Raiz-rosada (Setophoma terrestris)1000 a 2000 g/ha500 L/haRealizar duas aplicações, sendo a primeira no sulco de plantio e a segunda com 30 dias de intervalo.

intervalo.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de TRICHODERMIL WP. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3 a 5 minutos para o início da pulverização. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Aplicação terrestre: Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura do solo, garantido uma uniformidade de distribuição dos esporos do fungo Trichoderma asperelloides, isolado ESALQ 1306. Para a aplicação deve-se utilizar pulverizador costal ou tratorizado. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia. Tratamento de sementes: O tratamento de sementes deverá ser realizado em local apropriado para essa operação. Deve-se utilizar equipamentos de tratamento de sementes que proporcionem uma cobertura uniforme da calda sobre as sementes. Não exceder o volume de calda de 0,6 L/100 kg de sementes. O uso de equipamentos adequados, limpos, regulados e em bom estado de conservação é fundamental para assegurar a uniformidade do tratamento das sementes e a segurança do operador e do meio ambiente. Mantenha as sementes tratadas em local arejado e fora da exposição ao sol. Aplicação aérea: Aplicar por meio de aeronaves agrícolas, seguindo a recomendação do fabricante. O volume de aplicação deve ser de 30 litros de calda por hectare. Respeitar as condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h; temperatura do ar inferior à 27ºC e umidade relativa maior que 60%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto causadas por evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado em função da não necessidade de estipular o Limite Máximo de Resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Quando utilizado para tratamento de sementes ou aplicação no sulco de plantio não há necessidade de observância de intervalo de reentrada. Quando utilizado para pulverizações terrestres ou aéreas, reentrar na área somente após a secagem da calda.

LIMITAÇÕES DE USO

Evitar aplicar nas horas mais quentes do dia. Evitar aplicar com umidade abaixo de 60%. Evitar períodos com altos índices de radiação solar. Evitar misturas de tanques. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA

Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos ao isolado ESALQ 1306. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DOENÇAS: TRICHODERMIL WP é uma ferramenta que complementa o manejo integrado de pragas e doenças em diferentes culturas, haja visto que:  Possui um amplo espectro de ação;  Auxilia no manejo de resistência de pragas e doenças;  Preserva inimigos naturais;  Possui fácil associação com outros métodos de controle (controle varietal, químico, rotação de culturas etc.).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE "MODO DE APLICAÇÃO". DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE. INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO. PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO. PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.

PRECAUÇÕES GERAIS

 Produto para uso exclusivamente agrícola.  O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.  Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.  Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.  Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.  Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.  Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.  Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.  Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.  Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.  Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

 Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.  Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.  Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos e/ou dispersão de poeira.  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES:  Evite o máximo possível o contato com as sementes tratadas.  Aplique o produto somente nas doses recomendadas.  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação.  Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas atividades que envolvam o tratamento das sementes.  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.

 Orienta-se que recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela unidade de tratamento de semente em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

 Evite o máximo possível o contato com a área tratada.  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto.  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.  Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.  Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:  Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.  Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita).  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.  Não reutilizar a embalagem vazia.  No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de proteção.  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2.  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.  Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.  Olhos: ATENÇÃO: PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO AOS OLHOS (categoria 2). Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.  Pele: ATENÇÃO: PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE (categoria 2). PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.  Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. RISCOS ASSOCIADOS AO PRODUTO TRICHODERMIL WP

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Nome científicoTrichoderma asperelloides, isolado ESALQ 1306
Classe toxicológicaCATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaTrichoderma asperelloides
Absorção: A exposição a Trichoderma asperelloides geralmente se dá através do
solo e água. A absorção de fungos pelo organismo humano ou animal é rara. No
entanto, se alguma substância tóxica estiver presente, sua via de absorção pode
depender se é inalada, ingerida ou se ocorre contato dérmico.
Distribuição: Após a absorção, os compostos podem ser distribuídos pelos fluidos
corporais. A distribuição pode ser influenciada pela solubilidade dos compostos e
pela presença de barreiras biológicas, como a barreira hematoencefálica.
Metabolismo: O metabolismo de substâncias derivadas de T. asperelloides pode
ocorrer no fígado, onde enzimas podem modificar esses compostos,
potencialmente tornando-os menos ou mais tóxicos.
Excreção: Os produtos resultantes podem ser excretados por meio da urina, fezes
ou bile. A taxa de excreção é importante para determinar a persistência da
toxicidade.
ToxicodinâmicaTrichoderma asperelloides Mecanismos de ação: T. asperelloides é conhecido por produzir uma variedade de metabólitos secundários que podem ter efeitos benéficos ou prejudiciais. A toxicidade geralmente se relaciona a compostos secundários como 6-pentil-α- pirona, que possui atividade antifúngica significativa ou outros hormônios que podem alterar processos fisiológicos. Efeitos adversos: Embora os fungos do gênero Trichoderma sejam geralmente considerados seguros, a exposição aos seus esporos pode causar reações alérgicas ou sensibilidades em indivíduos predispostos. Estudos e pesquisas: Pesquisas adicionais devem ser realizadas para explorar mais aprofundadamente qualquer possível toxicidade em organismos que entram em contato com os metabolitos do fungo, incluindo plantas, micro-organismos e animais.Trichoderma asperelloides
Mecanismos de ação: T. asperelloides é conhecido por produzir uma variedade
de metabólitos secundários que podem ter efeitos benéficos ou prejudiciais. A
toxicidade geralmente se relaciona a compostos secundários como 6-pentil-α-
pirona, que possui atividade antifúngica significativa ou outros hormônios que
podem alterar processos fisiológicos.
Efeitos adversos: Embora os fungos do gênero Trichoderma sejam geralmente
considerados seguros, a exposição aos seus esporos pode causar reações
alérgicas ou sensibilidades em indivíduos predispostos. Estudos e pesquisas:
Pesquisas adicionais devem ser realizadas para explorar mais aprofundadamente
qualquer possível toxicidade em organismos que entram em contato com os
metabolitos do fungo, incluindo plantas, micro-organismos e animais.
Efeitos Registrados em LiteraturaEstudos sobre a ação tóxica de T. asperelloides em humanos destacam as
seguintes principais descobertas e considerações:
Potenciais propriedades anticâncer:
Pesquisas mostraram que extratos etanólicos de T. asperelloides demonstram
atividade citotóxica contra células de carcinoma colorretal humano, sugerindo
potencial para aplicação terapêutica no tratamento do câncer. Esses extratos
mostram eficácia com efeitos adversos mínimos, mas avaliações de segurança
adicionais são necessárias para confirmar seu uso em humanos (Oliveira et al.,
2024).
Efeitos alergênicos e respiratórios:
A exposição a esporos de Trichoderma, incluindo aqueles de T. asperelloides, em
ambientes ocupacionais ou ambientais tem sido associada a reações alérgicas e
problemas respiratórios em indivíduos sensíveis. Os esporos podem atuar como
alérgenos, especialmente em ambientes de alta exposição, embora o risco de
toxicidade grave seja considerado baixo (Santos et al., 2023).
Segurança em aplicações agrícolas:
Em contextos agrícolas, T. asperelloides tem sido usado efetivamente como um
agente de biocontrole. Seus metabólitos não voláteis demonstraram ter baixa
toxicidade para humanos, ao mesmo tempo em que inibem efetivamente
patógenos vegetais. No entanto, pesquisadores alertam que altas concentrações
ou exposição prolongada ainda podem exigir avaliações de segurança (Ranade
et al., 2022).
Biofumigação e controle de micotoxinas:
Compostos orgânicos voláteis (COVs) de T. asperelloides exibem atividade
antifúngica contra fungos aflatoxigênicos, reduzindo potencialmente a
contaminação por aflatoxinas em alimentos. Esses COVs mostraram um impacto
tóxico geralmente baixo na saúde humana, mas ressaltam a importância do
monitoramento de quaisquer efeitos indesejados de longo prazo (Boukaew et al.,
2024).
Produção de metabólitos fúngicos:
Metabólitos secundários produzidos por T. asperelloides incluem asperelinas,
uma classe de peptídeos com bioatividade conhecida. Embora as asperelinas
sejam exploradas para usos agrícolas e farmacêuticos, há dados limitados sobre
seu perfil de toxicidade em humanos, necessitando de uma análise cuidadosa
antes de uma aplicação mais ampla (Fernandes et al., 2021).
Avaliação terapêutica e tóxica em modelos animais:
Estudos in vivo em animais avaliando a toxicidade aguda de extratos de T.
asperelloides mostraram efeitos adversos limitados, tornando-o um candidato
promissor para aplicações de base biológica. No entanto, extrapolar essas
descobertas para humanos exige ensaios adicionais (Mulatu et al., 2022).
Embora T. asperelloides seja promissor para aplicações terapêuticas e agrícolas,
avaliações contínuas são essenciais para garantir sua integração segura em usos
centrados em humanos, dado o potencial de efeitos alergênicos e a necessidade
de um perfil toxicológico completo.
Sintomas e Sinais ClínicosTrichoderma asperelloides
Sensibilizante dérmico. Os componentes da formulação podem causar efeito
sensibilizante e irritação dérmica.
DiagnósticoO diagnóstico pode ser feito com a confirmação da exposição.
TratamentoNão há tratamento ou antídoto específico. Tratamento sintomático, em função do
quadro clínico.
Exposição oral
Tratamento sintomático e monitoramento.
Exposição inalatória
Remova a pessoa exposta para um local arejado.
Monitore para alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie para irritação do trato respiratório. Auxilie na ventilação,
conforme necessário.
Exposição ocular
Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 15 minutos.
Avalie para a ocorrência de alterações na conjuntiva e córnea.
Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
Encaminhar para um oftalmologista, se necessário.
ContraindicaçõesSe ingerido, a indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
de aspiração.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1919 Endereço eletrônico da empresa: www.koppert.com.br Correio Eletrônico da empresa: regulatorio@koppertbrasil.com.br

Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1919 Endereço eletrônico da empresa: www.koppert.com.br Correio Eletrônico da empresa: regulatorio@koppertbrasil.com.br

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

“Vide item toxicocinética” e “vide item toxicodinâmica”. Efeitos Agudos: Toxicidade/patogenicidade oral aguda: Nas condições do estudo, não foram observadas características de toxicidade, patogenicidade e de infectividade em ratos expostos a uma dose elevada (1,35 x 109 conídios viáveis/por animal) de KBR-T1H57WP2 pela via oral. Toxicidade/patogenicidade pulmonar aguda: Nas condições do estudo, não foram observadas características de toxicidade, patogenicidade e de infectividade em ratos expostos a uma dose elevada (1,35 x 108 conídios viáveis/por animal) de KBR-T1H57WP2 pela via orotraqueal.; Toxicidade/patogenicidade intraperitoneal aguda: Nas condições do estudo, não foram observadas características de toxicidade ou patogenicidade em ratos expostos a uma dose elevada (1,35 x 108 conídios viáveis/animal) de KBR-T1H57WP2 pela via intraperitoneal.; DL50 em ratos: > 2.000 mg/kg; Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Irritante (categoria 2); Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Dados dos componentes indicam que o produto é irritante (categoria 2); Sensibilização cutânea: Sensibilizante. Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade de Trichoderma asperelloides em humanos. Não foram realizados testes de exposição crônica em animais de acordo com legislação vigente

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. • Telefone da empresa: 0800-770-1919. • Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual que deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS) AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS. ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS: • O armazenamento das embalagens – sacarias – vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio das sacarias. • As embalagens – sacarias – vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS – VAZIAS: • Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico TRICHODERMIL WP ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas. • Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico TRICHODERMIL WP e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do KBR-T1H57WP2 registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 51225 · documento de 12/01/2026.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do KBR-T1H57WP2?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do KBR-T1H57WP2 e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do KBR-T1H57WP2 é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 51225, documento de 12/01/2026), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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