KBR PDG08 Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 25022
COMPOSIÇÃO
Trichoderma harzianum 1306 (mínimo de 3,5 x 109 conídios viáveis/g) .............112,80 g/kg (11,28% m/m) Outros Ingredientes............................................................................................849,00 g/kg (84,90 % m/m) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida e Nematicida Microbiológico TIPO DE FORMULAÇÃO: (WP) Pó Molhável. TITULAR DO REGISTRO (*): KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – Telefone: 0800-770-1919 - CNPJ: 11.074.190/0001-08 Registro na SAA/CDA/SP sob n° 1007 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES/FORMULADORES: KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP - CNPJ: 11.074.190/0001-08 Registro na SAA/CDA/SP sob n° 4360 e n° 1007 KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Rua Via Vicente Verdi, 528, 588 e 638 – Bairro: Industrial CEP: 13518-070 – Charqueada – SP – CNPJ: 11.074.190/0014-22 Registro na SAA/CDA/SP sob nº 4498 KOPPERT (BEIJING) AGRICULTURE CO., LTD Room 1104, Unit 1, Building 10 Nº 20 Guogongzhuang Middle street Fengtai District Beijing – China KOPPERT B.V. Veilingweg 14 2651 BE - Berkel en Rodenrijs - Holanda KOPPERT BIOLOGICAL SYSTEMS, INC. MI 48843 1502 Old US – 23 - Howell – Michigan – EUA KOPPERT MEXICO S.A. DE C.V. Circuito El Marques Norte Nº 82 – Parque Industrial El Marques - El Marques, Querétaro - México KOPPERT ÁFRICA DO SUL No. 12, Lanseria Corporate Estate, Malibongwe drive Lanseria ext 26 1739 P.O. Box 625, Lanseria - South África
KOPPERT ARGENTINA S.A. Av. Centenario 3359 – Quilmes - Buenos Aires – Argentina KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Rua Via Vicente Verdi, 758 - Bairro Industrial - CEP: 13518-070 Charqueada/SP - Brasil - Fone: (19) 3124-3677 - CNPJ: 11.074.190/0009-65 Registro da Empresa na Secretaria do Estado SP/CDA: 4361 BIOTECH CONTROLE BIOLÓGICO LTDA Av. Lourival de Melo Mota, n°15249, Chácara Abel Rocha, Bairro Santos Dumont Maceió/AL - CEP: 57035-210 - CNPJ: 12.014.510/0001-05 Registro na Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas - n° 0146/2021 IMPORTADORES/MANIPULADORES DO PRODUTO: KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Rua Via Vicente Verdi, 528, 588 e 638 – Bairro: Industrial CEP: 13518-070 – Charqueada – SP – CNPJ: 11.074.190/0014-22 Registro na SAA/CDA/SP sob nº 4498 KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – Telefone: 0800-770-1919 - CNPJ: 11.074.190/0001-08 Registro na SAA/CDA/SP sob n° 4360 e n° 1007
| Nº do lote ou partida: | VIDE RÓTULO |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
OS EM SEU PODER. PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS. Produto registrado para o controle de Rhizoctonia solani (Crosta-preta, Damping-off, Mela, Podridãoaquosa, Podridão-do-colo, Podridão-de-raízes, Podridão-radicular, Queima-da-saia, Rhizoctoniose, Tombamento), Fusarium solani (Fusariose, Olho-preto, Podridão-de-raiz, Podridão-radicular, Podridãoseca), Meloidogyne incognita (Nematoide-das-galhas, Meloidoginose), Pratylenchus brachyurus (Nematoide-das-lesões, Pratilencose), Heterodera glycines (Nematoide-de-cisto-da-soja), Macrophomina phaseolinas. (Podridão-cinzenta-do-caule) e Phytophthora sojae (Podridão-radicular), em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Indústria Brasileira CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
CLASSE IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE PRODUTO MICROBIOLÓGICO
INSTRUÇÕES DE USO
KBR PDG08 é um fungicida e nematicida microbiológico. O Trichoderma harzianum, ESALQ 1306, irá agir da seguinte forma contra os patógenos de solo: Antagonismo inibindo a ocupação do espaço por outros microrganismos fitopatógenos que também se desenvolvem no solo; Micoparasitismo ação direta pela qual ocorre a inviabilização das hifas e estruturas de resistências de fungos fitopatogênicos; Antibiose os metabólitos e enzimas produzidos pelo T. harzianum 1306 promovem a degradação da parede celular de fungos fitopatogênicos e suas estruturas de resistência e também de ovos e juvenis de nematoides presentes no solo. KBR PDG08 é uma ferramenta que complementa o manejo integrado de nematoides e fungos de solo em diferentes culturas e é indicado para o controle dos seguintes alvos biológicos aplicados no sulco ou pulverização.
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES PRODUTO COMERCIAL | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|
| Nome comum (Nome científico) | |||
| Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico (*) | Crosta-preta, Damping-off, Mela, Podridão-aquosa, Podridão-do-colo, Podridão-de-raízes, Podridão-radicular, Queima-da-saia, Rhizoctoniose, Tombamento (Rhizoctonia solani) | 100 a 400g p.c./100kg de sementes. | 1 aplicação no tratamento de sementes. Utilize a dose mais alta em regiões com maior índice de incidência e severidade dos patógenos. As menores doses devem ser utilizadas em locais de menor pressão e/ou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento da doença. |
| Podridão-radicular (Phytophthora sojae) | 100 a 500g p.c./100kg de sementes. | 1 aplicação no tratamento de sementes. Utilize a dose mais alta em regiões com maior índice de incidência e severidade dos patógenos. As menores doses devem ser utilizadas em locais de menor pressão e/ou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento da doença. | |
| Fusariose, Olho-preto, Podridão-de-raiz, Podridão-radicular, Podridão-seca (Fusarium solani) | 100 a 400g p.c./100kg de sementes. | 1 aplicação no tratamento de sementes. Utilize a dose mais alta em regiões com maior índice de incidência e severidade dos patógenos. As menores doses devem ser utilizadas em locais de menor pressão e/ou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento da doença. | |
| Podridão-cinzenta-do- caule (Macrophomina phaseolina) | 100 a 500g p.c./100kg de sementes. / 100 a 500g p.c./ha pulverizado via barra. | 2 aplicações, sendo a 1º no tratamento de sementes e a 2ª aplicação via barra no período vegetativo (15 dias após o plantio). Utilize a dose mais alta em regiões com maior índice de incidência e severidade dos patógenos. As menores doses devem ser utilizadas em locais de menor pressão e/ou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento da doença. |
| Nematóide-das-lesões, Pratilencose (Pratylenchus brachyurus) | 100 a 400g p.c./100kg de sementes. | 1 aplicação no tratamento de sementes. Utilize a dose mais alta em regiões com maior índice de incidência e severidade dos patógenos. As menores doses devem ser utilizadas em locais de menor pressão e/ou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento da doença. | |
|---|---|---|---|
| Nematóide-das-galhas, Meloidoginose (Meloidogyne incognita) | 100 a 400g p.c./100kg de sementes. | 1 aplicação no tratamento de sementes. Utilize a dose mais alta em regiões com maior índice de incidência e severidade dos patógenos. As menores doses devem ser utilizadas em locais de menor pressão e/ou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento da doença. | |
| Nematóide-de-cisto-da- soja (Heterodera glycines) |
glycines)
MODO DE APLICAÇÃO
Aplicação terrestre: Tratamento de Sementes Diluir o KBR PDG08 em um volume de água suficiente para proporcionar a distribuição uniforme do produto nas sementes, aplicando-se a calda diretamente sobre as sementes. Em geral considera-se um total de 500 mL de calda / 100 kg de sementes para se proporcionar uma boa distribuição do produto. O tratamento das sementes deve ser feito em equipamentos misturadores, tambores rotativos, equipamento de rosca sem fim ou em outro equipamento que possibilite uma distribuição homogênea do produto, de forma a manter segurança na aplicação e cobertura uniforme das sementes. Após o tratamento, as sementes devem ser armazenadas em locais frescos e secos e livre de radiações solares direta. Pulverização via barra Recomenda-se uma pré-diluição antes de introduzir o produto no tanque. KBR PDG08 é recomendado pulverização via barra para patógenos que possuem estruturas de resistência presentes na superfície do solo, a pulverização via barra é o mais indicado para inviabilizar estas estruturas. Horário de aplicação: As pulverizações via barra deverão ser realizadas nos horários mais frescos do dia ou em dias nublados, evitando aplicações com alta incidência luminosa.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo. Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem complete da calda. Caso necessite entrar na area tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO
Não há fitotoxicidade se respeitado a dose recomendada INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: Por se tratar de um fungicida e nematicida microbiológico não se tem relatos da evolução da resistência de fungos e nematoides a Trichoderma harzianum. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: KBR PDG08 é uma ferramenta que complementa o manejo integrado de pragas em diferentes culturas, haja visto que: - Possui um amplo espectro de ação; - Auxilia no manejo de resistência de insetos pragas a inseticidas químicos;
- Preserva inimigos naturais; - Possui a fácil associação com outros métodos de controle (controle varietal, rotação de culturas etc).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE "MODO DE APLICAÇÃO". DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE. INDIVÍDUOS IMUNOSISUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO. PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO. PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VALVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção. - Seguir as recomendações do fabricante do EPIs com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPIs danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada”;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas. - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual, sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual: luvas e óculos de proteção. - Os Equipamentos de Proteção Individual recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: luvas de proteção, óculos de segurança com proteção latera, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente e máscara com filtro mecânico. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
RISCOS ASSOCIADOS AO PRODUTO KBR PDG08
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Nome científico | Trichoderma harzianum Cepa 1306 |
|---|---|
| Classe Toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, dérmica e ocular |
| Mecanismos de Toxicidade | Não foram observados sinais clínicos evidentes de toxicidade causado pela exposição ao Trichoderma harzianum. Este fungo é utilizado para controle biológico na agricultura em todo o mundo. Existem relatos de casos clínicos confirmados de infecção fúngica por fungos do gênero Trichoderma. Como patógeno oportunista tem sido relatado um aumento no registro de casos em pacientes imunocomprometidos. |
| Sintomas e sinais clínicos | Toxicidade cutânea, em ratos, foi superior a 2000 mg/kg. Irritação/Corrosão Cutanea à Curto Prazo em Coelhos: Um dos animais apresentou edema grau 1 na avaliação de 1h, com reversão em 24h; eritema grau 1 nas avaliações de 1h a 24h, com reversão em 48h. Um outro animal apresentou edema e eritema grau 1 na avaliação de 1h, com reversão em 24h. Não foi classificado nas categorias do GHS. Irritação/Corrosão Ocular: Foi classificado como uma substância com potencial para reduzir a reversibilidade das reações oculares, categoria 2B nas categorias GHS. Opacidade e Permeabilidade da Córnea Bovina: Apresentou um Índice de Irritação In Vitro > 3; ≤ 55, portanto, há predição para uma substância potencialmente irritante. Toxicidade/Patogenicidade oral aguda: Não foram observadas características de toxicidade, patogenicidade e de infectividade. Toxicidade/Patogenicidade pulmonar aguda: Não foram observadas características de toxicidade, patogenicidade e de infectividade. Toxicidade/Patogenicidade intraperitoneal aguda: Não foram observadas características significativas de toxicidade e patogenicidade nos ratos expostos pela via intraperitoneal. Sensibilização Cutanea Ensaio do Linfonodo Local LLNA: Potencial não sensibilizante. |
| Diagnóstico | O diagnóstico pode ser feito com o isolamento e identificação macroscópica ou molecular a partir de cultura de tecidos. Os estudos de toxicidade/patogenicidade desenvolvidos com o microrganismo não demonstraram capacidade patogênica. |
| Tratamento | Tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático. No caso de pacientes imunocomprometidos seu tratamento deve ser decidido pelo médico. |
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da Empresa: 0800-770-1919 Endereço eletrônico da empresa: www.koppert.com.br Correio eletrônico da empresa: regulatorio@koppertbrasil.com.br |
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS
Exposição aguda: - DL50 dermal, em ratos, é superior a 2000 mg/kg. - Irritação/Corrosão Cutanea à Curto Prazo em Coelhos: não foi classificado nas categorias do GHS. - Irritação/Corrosão Ocular à Curto Prazo em Coelhos: foi classificado como uma substância com potencial para reduzir a reversibilidade das reações oculares, categoria 2B nas categorias GHS. - Toxicidade/Patogenicidade oral aguda: Não foram observadas características de toxicidade, patogenicidade e de infectividade do agente microbiano de controle (AMC) para o item de teste KBRPDG07/KBR-PDG08 TGAI; a taxa de eliminação foi considerada de até 3 dias. - Toxicidade/Patogenicidade pulmonar aguda: Não foram observadas características de toxicidade, patogenicidade e de infectividade do agente microbiano de controle (AMC) para o item de teste KBRPDG07/KBR-PDG08 TGAI; a taxa de eliminação foi considerada de até 3 dias. - Toxicidade/Patogenicidade intraperitoneal aguda: Não foram observadas características significativas de toxicidade e patogenicidade nos ratos expostos pela via intraperitoneal a uma dose elevada do agente microbiano de controle (AMC) KBRPDG07/KBR-PDG08 TGAI. - Sensibilização Cutanea Ensaio do Linfonodo Local LLNA: Foi classificado como não sensibilizante. Exposição crônica: Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos. Não foram realizados testes em longo prazo com mamíferos (exposição crônica). A referência de informações são os testes com mamíferos para verificar os efeitos agudos. Por se tratar de um agrotóxico microbiano deve ser considerado o risco biológico inerente ao mesmo.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) (X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos dos produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A. - Telefone de emergência: 0800-770-1919. - Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros. - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga a instrução abaixo: - Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL. LAVAGEM DA EMBALAGEM: - Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita por meio de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.