Logomarca do produto Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 07323.
COMPOSIÇÃO
(E)-N1-[(6-chloro-3-pyridyl)methyl]-N2-cyano-N1-methylacetamidine (ACETAMIPRIDO)……………………….................................................................….…200 g/L (20,0 % m/v) Reaction product comprising equal quantities of (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S)-3-[(Z)-2-chloro3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S)-αcyano-3-phenoxybenzyl (1R,3R)- 3-[(Z)-2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2dimethylcyclopropanecarboxylate (LAMBDA-CIALOTRINA)………......................................................................................80 g/L (8,0 % m/v) Polymethylenepolyphenylene isocyanate e M-tolylidene diisocyanate (ÁCIDO ISOCIÂNICO, ÉSTER DE POLIMETILENOPOLIFENILENO E DIISOCIANATO DE TOLUENO)...................................................................................................................13,4 g/L (1,34 % m/v) 1,2-benzisothiazolin-3-one (BENZISOTIAZOLINONA)…………………………...……...……2 g/L (0,2 % m/v) Solvent Naphtha (Petroleum), Heavy Aromatic (NAFTA DE PETRÓLEO (< 1% NAFTALENO)) ..............................................................................................................54,5 g/L (5,45 % m/v) Outros Ingredientes:.....................................................................................................809 g/L (80,9 % m/v) GRUPO 4A INSETICIDA GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: INSETICIDA DE AÇÃO SISTÊMICA, CONTATO E INGESTÃO GRUPO QUÍMICO: ACETAMIPRIDO (NEONICOTINOIDE), LAMBDA-CIALOTRINA (PIRETRÓIDE), DIISOCIANATO DE TOLUENO (ISOCIANATOS), ÁCIDO ISOCIÂNICO, ÉSTER DE POLIMETILENOPOLIFENILENO (ISOCIANATOS), BENZISOTIAZOLINONA (ISOTIAZOLINONA), NAFTA DE PETRÓLEO (< 1% NAFTALENO) (UVCB (SUBSTÂNCIAS DE COMPOSIÇÃO DESCONHECIDA OU VARIÁVEL, PRODUTOS DE REAÇÕES COMPLEXAS OU MATERIAIS BIOLÓGICOS) TIPO DE FORMULAÇÃO: MISTURA DE CS e SC (ZC) TITULAR DO REGISTRO (*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: LAMBDACYHALOTHRIN TÉCNICO ICI - Registro MAPA nº 0668902 Syngenta Limited - P.O. Box A38, Leeds Road, Huddersfield, West Yorkshire HD2 1FF, Reino Unido. LAMBDA CYHALOTHRIN TÉCNICO SYN - Registro MAPA nº 15916 Youth Chemical Co. Ltd - 3 Dalian Road, Yangzhou Chemical Industry Zone – Yizheng, 211402, Yangzhoy – Jiangsu –- China. Youjia Crop Protection Co., Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu, China 226407 Bharat Rasayan Limited. - 42/4, Amod Road, GIDC, Industrial Estate, Dahej, District Bharuch; 392 130, Gujarat, India. ACETAMIPRIDO TÉCNICO SUMITOMO – Registro MAPA nº 3617 Jiangsu Fengshan Group Co., Ltd. - Wanggang Town, 224145, Dafeng, Jiangsu – China
| GRUPO | 4A | INSETICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | 3A | INSETICIDA |
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ACETAMIPRID TÉCNICO ADAMA BR – Registro MAPA n° 27319 Hebei Yetian Agrochemicals Co., Ltd. - Industrial Zone, South of Yuanshi County, Shijiazhuang Shijiazhuang – China. Ningxia Ruitai Technology Co., Ltd. - Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex, Zhongwei, 755000, Ningxia – China. ACETAMIPRID TÉCNICO MILENIA – Registro MAPA n° 10713 Adama Makhteshim Ltd. - Neot-Hovav, Eco-Industrial Park – Beer-Sheva - Israel Jiangsu Yangnong Chemical Co. Ltd. - 39 Wenfeng Road, Yangzhou City, Jiangsu Province - China Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong - China Jiangsu Fengshan Group Co., Ltd. - Caomiao Town, Dafeng City, Jiangsu Province, 224134 - China MOSPILAN TÉCNICO – Registro MAPA n° 9798 Iharabras S.A. Indústrias Químicas. - Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP. Liling Fine Chemicals Co., Ltd. - Xing Gang Road, Riverside Industry Park, Changshu Economic Development Zone, 215537, Jiangsu – China. Nippon Soda Co., Ltd. - Nihongi Plant - 950, Fujisawa, Nakago-ku, Joetsu-Shi, Niigata, 949-2392 - Japão. Tianjin Rotam Chemical Co. Ltd. - Tie Dong Road, Beichen District, Tianjin – China. Jiangsu Chemspec-Weier Chemical Co. Ltd. - Weiliu Road, Chenjiangang Chemical Park, Xiangshui, 224600 Yancheng, Jiangsu – China. Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited. - Plot Nº 74A, Road Nº 9, Jubilee Hills 500 033 Hyderabad, Telangana – Índia. Rudong Huasheng Chemical Co. Ltd. - Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong Coastal Economic Development Zone, 226407 Rudong, Jiangsu, China. Ningxia Ruitai Technology Co. Ltd. - Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex, Ningxia, 755000, China. Lanzhou Chemspec Technology Co., Ltd. - No. 336, Yulin River Street, Lanzhou New Area, Lanzhou City, Gansu Province, China. Jiangsu Changqing Agrochemical Nantong Co. Ltd. - No. 3, Haibin Road, Chemical Industrial Zone, Open Coastal Economic Zone, Rudong County, Nantong City, Jiangsu, China. Shandong Hailir Chemical Co. Ltd - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang Shandong, China. ACETAMIPRIDO TÉCNICO HAILIR – Registro MAPA n° TC00624 Shandong Hailir Chemical Co., LTD - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong, China. ACETAMIPRID TÉCNICO SYN – Registro MAPA nº TC11824 Jiangsu Changqing Agrochemical Nantong Co. Ltd.. - No. 3, Haibin Road, Chemical Industrial Zone, Open Coastal Economic Zone, Rudong County Nantong City, Jiangsu, China. FABRICANTE DA PRÉ-MISTURA: LAMBDACIALOTRIN PRÉ-MISTURA 250 CS – Registro MAPA n° 019717 Syngenta Crop Protection, LLC. – 410 Swing Road, 27409 Greensboro, North Carolina, Estados Unidos da América. Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915 - Paulínia/SP – Brasil - CNPJ: 60.744.463/0010-80; Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 453. Syngenta Nantong Crop Protection Co., Ltd. – No.19 Jianghe Road, Economic and Technological Development Area, Nantong, Jiangsu, P.R. China. Syngenta Chemicals B. V. ‐ Rue de Tymberchamps, 37 B‐7180, Seneffe, Bélgica. Syngenta Crop Protection LLC. – 3905 Highway 75, St. Gabriel LA 70776, Estados Unidos da América. FORMULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha, CEP: 13148-915, Paulínia/SP, CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 453; Syngenta Crop Protection, LLC. - Highway 75, River Road, St. Gabriel, Louisiana, 70776 – EUA; Syngenta Chemicals B.V. - Rue de Tyberchamps, 37, B-7180 Seneffe, Bélgica. Página 2 de 35
Syngenta Crop Protection, LLC. - 4111, Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska – EUA; Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5, CH 4333, Münchwilen - Suíça. Syngenta Production France S.A.S. - Route de la Gare, 30670 Aigues-Vives, França. Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa - Londrina / PR CEP: 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263. Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari/RS - CEP: 95860-000 - CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99. Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4476. MANIPULADOR: Iharabras S/A Indústrias Químicas - Av. Liberdade, 1701, Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 – Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 8. O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta.
| Nº do Lote ou da Partida | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação | |
| Data de Vencimento |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação Data de Vencimento ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I – PRODUTO
ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Página 3 de 35
INSTRUÇÕES DE USO
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVAL DE APLICAÇÃO
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| ABACATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||
| ABACAXI | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| AÇAÍ | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 200 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a | ||
| praga na cultura. Pulverizar quando forem | |||||||
| constatadas as primeiras infestações na área. | |||||||
| Mosca-branca: Recomenda-se monitorar | |||||||
| constantemente a praga na cultura, observando a | |||||||
| presença de ninfas na face inferior das folhas. | |||||||
| Realizar a aplicação quando for observado o início | |||||||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | ||||||
| da infestação da mosca-branca na área. | |||||||
| Vaquinha: Recomenda-se monitorar | |||||||
| constantemente a ocorrência da praga na cultura. | |||||||
| Realizar a aplicação no início da infestação na área | |||||||
| ou conforme nível de dano na cultura. | |||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente | ||||||
| a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da | |||||||
| ocorrência dos primeiros pulgões. | |||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| Pulgão-preto-do- coqueiro (Cerataphis brasiliensis) | 150 - 500 mL/ha | INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 a 21 dias. | |||||
| ALGODÃO | Bicudo (Anthonomus grandis) | 400 - 500 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Bicudo: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações quando o nível de infestação obtido através do monitoramento, atingir de 1 a 2% de botões florais atacados, ou quando for identificado presença de bicudo em armadilhas de monitoramento. Fazer bateria sequencial de 3 aplicações com intervalo de 5 dias. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | ||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 300 mL/ha | ||||||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | ||||||
| AMENDOIM | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | ||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| ANONÁCEAS | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. | ||
| terrestre: | |||||||
| 800 a 1000 | |||||||
| L/ha | |||||||
| Pulverização | |||||||
| aérea: |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||||
| ARROZ (Irrigado e Sequeiro) | Percevejo-do- arroz (Oebalus poecilus) | 100 - 300 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização | Percevejo-do-arroz: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros percevejos. Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. | ||||
| terrestre: | |||||||||
| 100 a 200 | |||||||||
| L/ha | |||||||||
| Pulverização | |||||||||
| aérea: | |||||||||
| Mín. 20 L/ha | |||||||||
| AVEIA | Pulgão-das-folhas (Rhopalosiphum padi) | 200 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgões: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. | ||||
| Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | |||||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 - 500 mL/ha | ||||||||
| AZEITONA | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar | ||||
| constantemente a praga na cultura, observando a | |||||||||
| presença de ninfas na face inferior das folhas. | |||||||||
| Realizar a aplicação quando for observado o início | |||||||||
| da infestação da mosca-branca na área. | |||||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||||
| máximo de aplicações. | |||||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | |||||||||
| BERINJELA | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 800 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. | ||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for observado o início da infestação na área, nos primeiros sintomas de ataque nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias. | |||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 200 - 500 mL/ha | ||||
| CACAU | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. |
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||
| CAFÉ | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1000 - 2000 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 400 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Bicho-mineiro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for observado o início da infestação na área, nos primeiros sintomas de ataque nas folhas. Cochonilha: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, respeitando-se o intervalo mínimo de 30 dias, não excedendo o número máximo de aplicações. |
| Bicho-mineiro-do- café (Perileucoptera coffeella) | |||||
| Cochonilha-da- roseta (Planococcus minor) | |||||
| CANA-DE- AÇÚCAR | Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 500 - 3000 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha | Cigarrinha-das-raízes: Pulverizar quando forem encontradas as primeiras ninfas nas brotações das soqueiras. Pulverizar preferencialmente no início do desenvolvimento da cultura. Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura. |
| CASTANHA- DO-PARÁ | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 a 21 dias. |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
| CENTEIO | Pulgão-das-folhas (Rhopalosiphum padi) | 200 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgões: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. |
| Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | |||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 - 500 mL/ha | ||||
| CEVADA | Pulgão-das-folhas (Rhopalosiphum padi) | 200 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgões: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. |
| Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | |||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 - 500 mL/ha | ||||
| CITROS | Psilídeo (Diaphorina citri) | 400 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Psilídeo: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos adultos ou ninfas nos ramos e brotações. Cochonilha: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. |
| Cochonilha- escama-farinha (Unaspis citri) | 200 - 500 mL/ha | ||||
| COCO | Pulgão-preto-do- coqueiro (Cerataphis brasiliensis) | 150 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 a 21 dias. |
| CUPUAÇU | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente | |||||
| a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da | |||||||
| ocorrência dos primeiros pulgões. | |||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | |||||||
| DENDÊ | Pulgão-preto-do- coqueiro (Cerataphis brasiliensis) | 150 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 a 21 dias. | ||
| ERVILHA | Afídeo-de-feijão- preto (Aphis fabae) | 150 - 500 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Percevejo: Monitorar constantemente a lavoura e realizar aplicação no início da infestação. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | ||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | ||||||
| Percevejo-marrom (Euschistus heros) | |||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| FEIJÃO | Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 300 - 500 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Percevejo: Monitorar a ocorrência de percevejo na lavoura através de batida de pano e realizar aplicação no início da infestação. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias | ||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci) | |||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| FEIJÕES (qualquer espécie de Phaseolus, | Afídeo-de-feijão- preto (Aphis fabae) | 150 - 500 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. |
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| CULTURAS Vigna e Cajanus) | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar | ||||
| constantemente a praga na cultura, observando a | |||||||
| presença de ninfas na face inferior das folhas. | |||||||
| Realizar a aplicação quando for observado o início | |||||||
| da infestação da mosca-branca na área. | |||||||
| Percevejo-marrom (Euschistus heros) | Percevejo: Monitorar constantemente a lavoura e | ||||||
| realizar aplicação no início da infestação. | |||||||
| Vaquinha: Recomenda-se monitorar | |||||||
| constantemente a ocorrência da praga na cultura. | |||||||
| Realizar a aplicação no início da infestação na área | |||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | ou conforme nível de dano na cultura. | ||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||||
| GUARANÁ | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| GRÃO-DE- BICO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | ||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| JILÓ | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 800 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for | ||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 200 - 500 mL/ha | observado o início da infestação na área, nos | |||||
| primeiros sintomas de ataque nas folhas. | |||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias. | |||||||
| LENTILHA | Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 300 - 500 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Percevejo: Monitorar constantemente a lavoura e realizar aplicação no início da infestação. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | ||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| LICHIA | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||
| MACADÂMIA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||
| MACAÚBA | Pulgão-preto-do- coqueiro (Cerataphis brasiliensis) | 150 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 a 21 dias. | ||
| MAMÃO | Afídio-de-feijão- preto (Aphis fabae) | 150 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgões: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. | ||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | |||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| MANGA | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| MARACUJÁ | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 a 400 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar | ||
| constantemente a praga na cultura, observando a | |||||||
| presença de ninfas na face inferior das folhas. | |||||||
| Realizar a aplicação quando for observado o início | |||||||
| da infestação da mosca-branca na área. | |||||||
| Vaquinha: Recomenda-se monitorar | |||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| constantemente a ocorrência da praga na cultura. | |||||||
| Realizar a aplicação no início da infestação na área | |||||||
| ou conforme nível de dano na cultura. | |||||||
| Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente | |||||||
| a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da | |||||||
| ocorrência dos primeiros pulgões. | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 – 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 a 400 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 200 - 500 mL/ha | ||||||
| MILHETO | Pulgão-dos- cereais (Rhopalosiphum maidis) | 200 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Percevejo: Monitorar constantemente a lavoura e realizar aplicação no início da infestação, antes de aparecerem os sintomas de danos. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. | ||
| Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 400 - 500 mL/ha | ||||||
| MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 200 - 400 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgão: Realizar monitoramento constante e iniciar | ||
| as aplicações logo após o aparecimento das | |||||||
| primeiras colônias. | |||||||
| Cigarrinha: Recomenda-se monitorar | |||||||
| constantemente a praga na cultura, observando a | |||||||
| presença de insetos nas folhas novas do milho. | |||||||
| Realizar o monitoramento constante e iniciar as | |||||||
| Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 300 - 400 mL/ha | ||||||
| aplicações quando for observado o início da | |||||||
| infestação da cigarrinha na área. | |||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||||
| Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 400 - 500 mL/ha | ||||||
| Percevejo: Pulverizar no início do desenvolvimento | |||||||
| da cultura (até 2 dias após a emergência das | |||||||
| plantas de milho) e reaplicar com intervalo de 5 dias | |||||||
| após a primeira aplicação. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias. |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| NOZ-PECÃ | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar | ||
| constantemente a ocorrência da praga na cultura. | |||||||
| Realizar a aplicação no início da infestação na área | |||||||
| ou conforme nível de dano na cultura. | |||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | |||||||
| PIMENTA | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 800 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar | ||
| constantemente a praga na cultura, observando a | |||||||
| presença de ninfas na face inferior das folhas. | |||||||
| Realizar a aplicação quando for observado o início | |||||||
| da infestação da mosca-branca na área. | |||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | Vaquinha: Recomenda-se monitorar | ||||||
| constantemente a ocorrência da praga na cultura. | |||||||
| Realizar a aplicação no início da infestação na área | |||||||
| ou conforme nível de dano na cultura. | |||||||
| Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente | |||||||
| a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| ocorrência dos primeiros pulgões. | |||||||
| Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a | |||||||
| praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for | |||||||
| observado o início da infestação na área, nos | |||||||
| primeiros sintomas de ataque nas folhas. | |||||||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 200 - 500 mL/ha | ||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias. | |||||||
| PIMENTÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 800 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for observado o início da infestação na área, nos primeiros sintomas de ataque nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias. | ||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 200 - 500 mL/ha |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||||
| PINHÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 a 21 dias. | ||||
| PITAYA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | ||||
| PUPUNHA | Falsa-broca-do- café (Hypothenemus eruditus) | 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 a 21 dias. | ||||
| QUIABO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 800 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar | ||||
| constantemente a praga na cultura, observando a | |||||||||
| presença de ninfas na face inferior das folhas. | |||||||||
| Realizar a aplicação quando for observado o início | |||||||||
| da infestação da mosca-branca na área. | |||||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | Vaquinha: Recomenda-se monitorar | ||||||||
| constantemente a ocorrência da praga na cultura. | |||||||||
| Realizar a aplicação no início da infestação na área | |||||||||
| ou conforme nível de dano na cultura. | |||||||||
| Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente | |||||||||
| a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da | |||||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | ||||||||
| ocorrência dos primeiros pulgões. | |||||||||
| Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a | |||||||||
| praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for | |||||||||
| observado o início da infestação na área, nos | |||||||||
| primeiros sintomas de ataque nas folhas. | |||||||||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 200 - 500 mL/ha | ||||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||||
| máximo de aplicações. | |||||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias. | |||||||||
| ROMÃ | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação da mosca-branca na área. | ||||
| terrestre: | |||||||||
| 800 a 1000 | |||||||||
| L/ha | |||||||||
| Pulverização | |||||||||
| aérea: | |||||||||
| Mín. 20 L/ha |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||||
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 150 - 500 mL/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente | |||||
| a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da | |||||||
| ocorrência dos primeiros pulgões. | |||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | |||||||
| SOJA | Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 400 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Percevejo: Monitorar a ocorrência de percevejos na | ||
| lavoura através de batida de pano e realizar | |||||||
| aplicação no início da infestação. | |||||||
| Mosca-branca: Recomenda-se monitorar | |||||||
| Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 300 - 500 mL/ha | constantemente a praga na cultura, observando a | |||||
| presença de ninfas na face inferior das folhas. | |||||||
| Realizar a aplicação quando for observado o início | |||||||
| da infestação da mosca-branca na área. | |||||||
| Vaquinha: Recomenda-se monitorar | |||||||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| constantemente a ocorrência da praga na cultura. | |||||||
| Realizar a aplicação no início da infestação na área | |||||||
| ou conforme nível de dano na cultura. | |||||||
| Percevejo: Monitorar a ocorrência de percevejos na | |||||||
| Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | lavoura através de batida de pano e realizar | ||||||
| aplicação foliar no início da infestação. | |||||||
| Cascudinho: Recomenda-se monitorar | |||||||
| constantemente a praga na cultura. Pulverizar | |||||||
| Cascudinho-da- soja (Myochrous armatus) | 200 - 500 mL/ha | quando forem constatadas as primeiras infestações | |||||
| ou danos na área. | |||||||
| Reaplicar se necessário de acordo com a | |||||||
| reinfestação da área, não excedendo o número | |||||||
| máximo de aplicações. | |||||||
| INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||||
| SORGO | Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Cigarrinha: Realizar o monitoramento constante e iniciar as aplicações quando for observado o início da infestação da cigarrinha na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Percevejo: Monitorar constantemente a lavoura e realizar aplicação no início da infestação, antes de aparecerem os sintomas de danos. Pulgões: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. | ||
| Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||||
| Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 400 - 500 mL/ha | ||||||
| Pulgão-das-folhas (Rhopalosiphum padi) | 200 - 500 mL/ha | ||||||
| Pulgão-dos- cereais (Rhopalosiphum maidis) |
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| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
| TOMATE | Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 200 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 800 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for observado o início da infestação na área, nos primeiros sintomas de ataque nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias. |
| TRIGO | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopahlosiphum graminum) | 100 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. |
| TRITICALE | Pulgão-das-folhas (Rhopalosiphum padi) | 200 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Pulgões: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da ocorrência dos primeiros pulgões. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. |
| Pulgão-dos- cereais (Rhopalosiphum maidis) | |||||
| Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) |
Para todas as culturas acima, a menor dose deve ser recomendada no início da infestação ou aparecimento dos primeiros sintomas na área, e a maior dose recomendada em áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque.
MODO DE APLICAÇÃO
Preparo da calda: o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. Pulverização terrestre: Pulverização foliar. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros: - Pressão de trabalho: 100 a 400 kPa (costal) e 100 a 800 kPa (equipamentos tratorizados); - Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico); Página 17 de 35
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2; Aplicação por Sistema de Irrigação por Gotejo ou Aspersão (Convencional, Pivô Central ou Micro-aspersão): utilizar equipamentos de irrigação ajustados de modo a possibilitar cobertura uniforme do produto. Importante utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados. Verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem do equipamento. Quimigação: Cana-de-açúcar: O produto INZAK ZEON também pode ser aplicado através de drench utilizando a vinhaça como calda. Neste caso, garantir que a aplicação respeite a dose recomendada por hectare. Pulverização aérea: Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, INZAK ZEON, ENGEO ZEON pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea. Aplicação via drones agrícolas: O produto INZAK ZEON pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA). Para todos os tipos de pulverização, utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: - Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm para pulverização terrestre e de 2 m para pulverização aérea, adequadas ao equipamento em uso); - Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; Página 18 de 35
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; - Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições meteorológicas recomendadas para a aplicação: - Temperatura do ar: abaixo de 30 ºC. - Umidade relativa do ar: acima de 55%. - Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h. - Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro. Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador do produto. Os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, ou seja, a interação do equipamento de pulverização e as condições meteorológicas no momento da aplicação (velocidade do vento, umidade, temperatura e ocorrência de inversão térmica ou chuvas/orvalho).
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Dias | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Abacate | 10 | ||||
| Abacaxi | 10 | ||||
| Açaí | 10 | ||||
| Algodão | 10 | ||||
| Amendoim | 7 | ||||
| Anonáceas | 10 | ||||
| Arroz | 30 | ||||
| Aveia | 15 | ||||
| Azeitona | 10 | ||||
| Berinjela | 1 | ||||
| Cacau | 10 | ||||
| Café | 60 | ||||
| Cana-de-açúcar | Não determinado | ||||
| devido à modalidade | |||||
| de uso | |||||
| Castanha-do-pará | 10 | ||||
| Centeio | 15 | ||||
| Cevada | 15 | ||||
| Citros | 10 | ||||
| Coco | 10 | ||||
| Cupuaçu | 10 | ||||
| Dendê | 10 | ||||
| Ervilha | 7 | ||||
| Feijão | 7 | ||||
| Feijões | 7 | ||||
| Grão-de-bico | 7 |
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| Guaraná | 10 | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Jiló | 1 | ||||
| Lentilha | 7 | ||||
| Lichia | 10 | ||||
| Macadâmia | 10 | ||||
| Macaúba | 10 | ||||
| Mamão | 10 | ||||
| Manga | 10 | ||||
| Maracujá | 10 | ||||
| Melancia | 3 | ||||
| Melão | 3 | ||||
| Milheto | 15 | ||||
| Milho | 15 | ||||
| Noz-pecã | 10 | ||||
| Pimenta | 1 | ||||
| Pimentão | 1 | ||||
| Pinhão | 10 | ||||
| Pitaya | 10 | ||||
| Pupunha | 10 | ||||
| Quiabo | 1 | ||||
| Romã | 10 | ||||
| Soja | 14 | ||||
| Sorgo | 15 | ||||
| Tomate | 3 | ||||
| Trigo | 15 | ||||
| Triticale | 15 |
Tomate Trigo Triticale
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros, exceto para a cultura do café (300 metros) em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho. Página 20 de 35
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Testes de campo demonstraram que, nas culturas e doses recomendadas, não há efeito fitotóxico. Devido ao grande número de espécies e variedades das Culturas de Suporte Fitossanitário Insuficiente, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
GRUPO 4A INSETICIDA GRUPO 3A INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida INZAK ZEON, ENGEO ZEON pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) (Acetamiprido) e grupo 3A (Moduladores de canais de sódio - Piretróides e Piretrinas) (Lambda-cialotrina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto dos mesmos grupos pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do INZAK ZEON, ENGEO ZEON como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distintos do grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e grupo 3A (Moduladores de canais de sódio - Piretróides e Piretrinas). Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
| GRUPO | 4A | INSETICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | 3A | INSETICIDA |
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• Usar INZAK ZEON, ENGEO ZEON ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de INZAK ZEON, ENGEO ZEON podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da pragaalvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do INZAK ZEON, ENGEO ZEON, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e grupo 3A (Moduladores de canais de sódio - Piretróides e Piretrinas) não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do INZAK ZEON, ENGEO ZEON ou outros produtos do grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e grupo 3A (Moduladores de canais de sódio - Piretróides e Piretrinas) quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhadores capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos, ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Página 22 de 35
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de proteção individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável. • Após a cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de Página 23 de 35
aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e botas de borracha. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Nocivo se ingerido ou inalado Quando inalado pode provocar sintomas alérgicos, de asma ou dificuldades respiratórias Pode provocar reações alérgicas na pele Pode provocar sonolência ou vertigem Provoca danos aos órgãos por exposição prolongada ou repetida Suspeito de causar câncer PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: QUANDO INALADO PODE PROVOCAR SINTOMAS ALÉRGICOS, DE ASMA OU DIFICULDADES RESPIRATÓRIAS. Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. PERIGO INTOXICAÇÕES POR INZAK ZEON, ENGEO ZEON
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico Lambda-cialotrina: Piretroide Acetamiprido: Neonicotinoide Diisocianato de tolueno: Isocianatos Ácido isociânico, éster de polimetilenopolifenileno: Isocianatos | ||
|---|---|---|
| Grupo químico | Lambda-cialotrina: Piretroide | |
| Acetamiprido: Neonicotinoide | ||
| Diisocianato de tolueno: Isocianatos | ||
| Ácido isociânico, éster de polimetilenopolifenileno: Isocianatos |
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| Benzisotiazolinona: Isotiazolinona Nafta de Petróleo (< 1% naftaleno): UVCB (substâncias de composição desconhecida ou variável, produtos de reações complexas ou materiais biológicos) | |||
|---|---|---|---|
| Benzisotiazolinona: Isotiazolinona | |||
| Nafta de Petróleo (< 1% naftaleno): UVCB (substâncias de composição | |||
| desconhecida ou variável, produtos de reações complexas ou materiais | |||
| biológicos) | |||
| Classe toxicológica | |||
| Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico | |||
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. | ||
| Toxicocinética | Lambda-cialotrina: Após a administração oral a ratos, a absorção foi de | ||
| aproximadamente 55% da dose administrada. O produto se distribuiu para | |||
| a maioria dos tecidos, sendo os maiores níveis de resíduos encontrados | |||
| no tecido adiposo. A metabolização se deu principalmente por clivagem da | |||
| ligação éster e a maior parte da dose foi rapidamente eliminada pela urina | |||
| na forma de conjugados polares já nas primeiras 24 horas; apenas | |||
| pequena proporção (2–3%) foi identificada nos animais após sete dias. | |||
| Acetamiprido: A absorção do acetamiprido é rápida sendo quase | |||
| completamente absorvido (> 90%) pelo trato gastrointestinal, atingindo | |||
| concentração máxima no sangue em aproximadamente 2-3 horas. Ele é | |||
| amplamente distribuído nos tecidos, sendo as concentrações mais | |||
| elevadas encontradas nas glândulas adrenais, fígado e rins após | |||
| administração oral a ratos. O acetamiprido sofre biotransformação | |||
| mediante processos de desmetilação e conjugação com glicina. Sua | |||
| excreção, que ocorre principalmente na forma de metabólitos, é rápida e | |||
| primordialmente pela urina (53–65%), sendo em menor parte excretado | |||
| pela bile (machos: 30–35%; fêmeas: 22-29%); mais de 99% da dose | |||
| administrada é eliminada em até quatro dias após a dosagem, sem | |||
| indicação de bioacumulação nos tecidos. | |||
| Diisocianato de tolueno: Administrado oralmente não é bem absorvido. | |||
| Há estudos que indicam que em ratos expostos pela via oral a altas doses | |||
| de diisocianato de tolueno, grande parte da substância foi polimerizada no | |||
| estômago e excretada nas fezes. A urina é a via predominante de | |||
| excreção, seguida da via biliar (39%). Em ratos, a maior parte da dose foi | |||
| recuperada no trato gastrointestinal, órgãos excretores, estômago, ceco, | |||
| intestino grosso e bexiga. Os tecidos com as maiores concentrações foram | |||
| sangue, fígado, rins e estômago. A recuperação total nos tecidos não | |||
| excedeu 1% das doses recuperadas 4 h após a dosagem. A administração | |||
| inalatória na forma de vapor resultou em uma absorção quase completa | |||
| pelos pulmões em ratos. A principal proporção da dose inalada foi | |||
| excretada nas fezes (>50%). Após exposição ao vapor, a eliminação | |||
| sanguínea foi bifásica e 90% da radioatividade no plasma foi associado a | |||
| proteínas. A substância foi distribuída de forma relativamente uniforme por | |||
| todo o corpo com predominância para o estômago, intestino delgado, rins, | |||
| pulmões e tireoide. | |||
| Ácido isociânico, éster de polimetilenopolifenileno: Pelos dados de | |||
| excreção urinária, biliar e fecal, bem como radioatividade na carcaça | |||
| medida 168 horas após a exposição, os autores estimaram que | |||
| aproximadamente 32% da dose inalada foi sistemicamente disponível em | |||
| estudo avaliando absorção pela via inalatória da substância monomérica. | |||
| As maiores porcentagens de radioatividade foram recuperadas do trato | |||
| respiratório e gastrointestinal, mas a radioatividade foi detectada em todos | |||
| os tecidos examinados. Os autores sugeriram que a radioatividade no trato | |||
| gastrointestinal provavelmente resultou da ingestão oral durante a higiene | |||
| (grooming) dos animais após o período de exposição e/ou da depuração |
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| mucociliar de material do trato respiratório. Cinco metabólitos foram | |||
|---|---|---|---|
| identificados na urina, fezes e bile. Quatro metabólitos foram identificados | |||
| como produtos N-acetilados e N-acetilados hidroxilados do ácido | |||
| isociânico, enquanto o quinto não pôde ser identificado. A excreção se deu | |||
| principalmente pelas fezes e, em menor proporção, urina. | |||
| Benzisotiazolinona: A substância é rápida e extensivamente absorvida | |||
| pelo trato gastrointestinal e pela pele de ratos, sendo rapidamente | |||
| excretada, principalmente pela urina, com pouca ou nenhuma distribuição | |||
| tecidual. Foram detectados baixos níveis de radioatividade no trato | |||
| gastrointestinal e fezes após aplicação dérmica, indicando que é | |||
| improvável que ocorra excreção biliar. O material de teste não é | |||
| decomposto em componentes voláteis ou eliminado pelo material | |||
| expirado. Simulações utilizando diferentes softwares indicaram potenciais | |||
| vias de biotransformação que incluem hidroxilação do anel benzênico, | |||
| sulfonação de álcoois aromáticos, conjugação de glutationa, hidrólise de | |||
| amida e glucuronidação de álcoois aromáticos. Não há potencial de | |||
| bioacumulação. | |||
| Nafta de Petróleo (<1% naftaleno): Apesar de a nafta de petróleo em | |||
| questão apresentar de 10 a 13 carbonos (C10-C13) em sua composição, | |||
| é possível extrapolar os dados de toxicocinética de informações dos | |||
| compostos aromáticos de 10 a 15 carbonos (C10-C15). Esses compostos | |||
| são tipicamente metabolizados pela oxidação da cadeia lateral em álcool | |||
| e derivados de ácido carboxílico. Os metabólitos podem ser glicuronidados | |||
| e excretados na urina ou posteriormente metabolizados antes de serem | |||
| excretados. A maioria dos metabólitos é excretada na urina e, em menor | |||
| extensão, nas fezes. A excreção é rápida, com a maior parte da eliminação | |||
| ocorrendo nas primeiras 24 horas após a exposição. Devido à rápida | |||
| excreção, não é esperada bioacumulação da substância nos tecidos. | |||
| Toxicodinâmica | Lambda-cialotrina: Os piretroides do tipo II atuam diretamente nos | ||
| axônios dos neurônios de insetos e mamíferos; eles se ligam aos canais | |||
| de sódio, mantendo-os abertos, e prolongam acentuadamente o tempo de | |||
| despolarização. Como consequência, há intoxicação por hiperexcitação do | |||
| sistema nervoso central. Apesar de apresentarem o mesmo mecanismo | |||
| de ação, os piretroides são considerados bem menos tóxicos para | |||
| mamíferos, pois passam por extenso processo de metabolização. | |||
| Acetamiprido: Agonista do receptor nicotínico de acetilcolina em insetos. | |||
| Liga-se ao receptor da acetilcolina na membrana dos neurônios pós- | |||
| sinápticos, sem ser degradado pela acetilcolinesterase. Assim, ao abrir os | |||
| canais de sódio e permitir maior influxo deste íon na célula, causa | |||
| hiperatividade nervosa e colapso do sistema nervoso. Os neonicotinoides | |||
| são teoricamente menos tóxicos para o sistema nervoso de mamíferos | |||
| devido à baixa afinidade pelos receptores nicotínicos dos vertebrados. | |||
| Diisocianato de tolueno: O diisocianato de tolueno é um produto químico | |||
| orgânico sintético. Dos mecanismos patogênicos conhecidos para | |||
| humanos, a inflamação neurogênica é responsável pela inflamação das | |||
| vias aéreas. O risco de asma ocupacional induzida pela substância está | |||
| associado ao polimorfismo do receptor de neuroquinina 2, um receptor | |||
| para os neuropeptídeos que são liberados de neurônios sensoriais das | |||
| vias aéreas. |
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| Ácido isociânico, éster de polimetilenopolifenileno: Vários estudos | |||
|---|---|---|---|
| associaram a asma induzida pelo ácido isociânico à modulação de | |||
| anticorpos imunoglobulinas específicas. | |||
| Benzisotiazolinona: Apresenta função biocida e funciona como agente | |||
| eletrofílico, reagindo com enzimas críticas que inibem o crescimento e o | |||
| metabolismo microbiano, acarretando morte celular após várias horas de | |||
| contato. Pode funcionar como bactericida, bacteriostático, fungicida e | |||
| fungistático, dependendo do nível de dose aplicado, das condições do | |||
| sistema e do nível de controle microbiano desejado. Vários relatos | |||
| associaram a dermatite alérgica de contato derivada da exposição a | |||
| isotiazolinonas à ativação de mediadores inflamatórios nas células da pele. | |||
| Nafta de Petróleo (<1% naftaleno): Apresenta função de solvente | |||
| aromático. A exposição à nafta de petróleo, de maneira geral, pode causar | |||
| efeitos relacionados ao estresse oxidativo em humanos como peroxidação | |||
| lipídica, quebra de proteínas, disfunção mitocondrial, depleção de | |||
| antioxidantes, interrupção do metabolismo das purinas e perturbação do | |||
| ciclo do ácido cítrico. No entanto, não há informações na literatura para a | |||
| fração da nafta de petróleo específica do produto Engeo Pleno S. | |||
| Sintomas e sinais clínicos | Lambda-cialotrina: Sua ingestão pode causar irritação gastrointestinal, | ||
| náuseas e vômitos. Por inalação de pó ou gotículas de aerossol, pode | |||
| haver tosse e irritação do trato respiratório alto. O contato com a pele está | |||
| associado à sensação de formigamento e dormência de áreas expostas | |||
| (parestesia) e o contato com os olhos pode causar irritação ocular. | |||
| Acetamiprido: Casos de intoxicação por acetamiprido em humanos são | |||
| raros na literatura. Dois casos de ingestão intencional de formulações à | |||
| base de acetamiprido foram descritos no Japão. Os pacientes | |||
| apresentaram náuseas, vômitos, debilidade muscular, hipotermia, | |||
| convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações eletrocardiográficas e | |||
| hipóxia. Tratamento de suporte foi suficiente e os dois pacientes se | |||
| recuperaram sem complicações em 2 dias. | |||
| Diisocianato de tolueno: Trabalhadores expostos por via inalatória | |||
| apresentaram significativa diminuição na função pulmonar, que causa uma | |||
| reação semelhante à asma (sibilância, dispneia e constrição dos | |||
| brônquios). Sensibilização cutânea e respiratória induzida por diisocianato | |||
| foram condições ocupacionais comumente relatadas. | |||
| Ácido isociânico, éster de polimetilenopolifenileno: A toxicidade deste | |||
| composto para o trato respiratório não foi tão bem investigada como o | |||
| diisocianato de tolueno, mas os efeitos parecem ser semelhantes. Os | |||
| principais efeitos observados incluem asma ocupacional em indivíduos | |||
| sensibilizados e diminuição da função pulmonar. | |||
| Benzisotiazolinona: Há evidência de potencial para sensibilização | |||
| cutânea em animais de laboratório e humanos em concentrações iguais | |||
| ou superiores a 500 ppm. Foi relatada sensibilização cutânea em | |||
| trabalhadores expostos a formulações à base de água contendo | |||
| benzisotiazolinona e utilizadas durante fabricação de tintas e vernizes, | |||
| moldes para cerâmica, emulsões acrílicas, impressoras, entre outros. | |||
| Alergias também foram observadas após testes de contato. | |||
| Nafta de Petróleo (<1% naftaleno): não há informações sobre sinais | |||
| clínicos reportados em humanos para a nafta em questão ou moléculas |
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| semelhantes. | |||
|---|---|---|---|
| As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com | |||
| animais de experimentação tratados com a formulação à base de lambda- | |||
| cialotrina e acetamiprido, INZAK ZEON, ENGEO ZEON: | |||
| Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral realizado em ratos, | |||
| 3/4 animais testados na maior dose morreram e os sinais clínicos | |||
| observados foram redução de atividade, tremores intermitentes no corpo | |||
| inteiro, postura curvada, posição prona, incoordenação motora, piloereção | |||
| e hipotermia. O animal sobrevivente se recuperou no dia 10. Na menor | |||
| dose, não houve mortalidade ou sinais clínicos. | |||
| Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória realizado | |||
| em ratos, 3/5 machos e 2/5 fêmeas testados na maior concentração | |||
| morreram após apresentar redução da atividade, respiração anormal, | |||
| tremores e ataxia. Os animais sobreviventes apresentaram os mesmos | |||
| sinais, além de manchas ano-genitais, marcha anormal e manchas na | |||
| face, com recuperação a partir do dia 10. Na menor concentração, não | |||
| houve mortalidade. Os sinais observados foram redução de atividade, | |||
| respiração irregular, manchas ano-genitais, manchas na face e postura | |||
| curvada. Os animais se recuperaram até o dia 6. | |||
| Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica realizado | |||
| em ratos, 1 animal apresentou respiração irregular, inchaço na face e | |||
| manchas ano-genitais, com recuperação no dia 5. Um outro animal | |||
| apresentou escaras superficiais na pele, no local de aplicação do item | |||
| teste, entre os dias 8 e 11. Em estudo de irritação dérmica realizado em | |||
| coelhos, o produto não foi considerado irritante. O produto não foi | |||
| considerado sensibilizante dérmico em camundongos. | |||
| Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os | |||
| animais apresentaram vermelhidão e quemose na conjuntiva, com | |||
| recuperação até o dia 2. | |||
| Exposição crônica: Os ingredientes ativos dessa formulação não foram | |||
| considerados mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres | |||
| humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não são considerados | |||
| desreguladores endócrinos e não interferem com a reprodução. Vide item | |||
| “efeitos crônicos” abaixo. | |||
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de | ||
| exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. | |||
| Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, | |||
| trate o paciente imediatamente. Se for necessário, o diagnóstico pode ser | |||
| confirmado através da mensuração de piretroides ou seus metabólitos na | |||
| urina. | |||
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o | ||
| quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve | |||
| ser dada ao suporte respiratório. | |||
| Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, | |||
| frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). | |||
| Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada | |||
| cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de |
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| consciência do paciente. | |||
|---|---|---|---|
| Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar | |||
| a absorção e os efeitos locais. | |||
| Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do | |||
| produto proceder com: | |||
| - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em | |||
| crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, | |||
| na proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo | |||
| quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. | |||
| - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande | |||
| quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria | |||
| dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger | |||
| vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo | |||
| orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação | |||
| endotraqueal com cuff. | |||
| ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, | |||
| podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o | |||
| paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via | |||
| oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa | |||
| ou dificuldade de deglutição. | |||
| Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e | |||
| arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar | |||
| atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, | |||
| administrar oxigênio e ventilação mecânica. | |||
| Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a | |||
| descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e | |||
| orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima | |||
| para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser | |||
| encaminhado para tratamento. | |||
| Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente | |||
| com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando | |||
| contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou | |||
| fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. | |||
| Antídoto: Não há antídoto específico. | |||
| Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar | |||
| respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar | |||
| um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para | |||
| realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, | |||
| especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, | |||
| deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e | |||
| máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |||
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. | ||
| Efeitos das interações químicas | Não foram relatadas interações químicas entre lambda-cialotrina e acetamiprido e medicamentos possivelmente utilizados no tratamento de intoxicação por lambda-cialotrina e acetamiprido em humanos. |
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| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) |
|---|---|
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com |
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório: Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: 1049 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: entre 1,03 e 2,05 mg/L Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Não irritante. Corrosão/irritação ocular em coelhos: Não irritante. Sensibilização cutânea: O produto contém um componente conhecidamente sensibilizante para seres humanos em sua composição (benzisotiazolinona). Portanto, deve ser considerado sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória: O produto deve ser considerado sensibilizante para as vias respiratórias devido à presença de isocianatos na composição. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de ratos. Efeitos crônicos: Lambda-cialotrina: No estudo de 2 anos em ratos, os animais testados na maior dose apresentaram redução de ganho de peso corpóreo, redução no consumo de ração, alterações bioquímicas leves no sangue e aumento do peso do fígado. No estudo de carcinogenicidade em camundongos, adenocarcinomas mamários observados nas fêmeas foram considerados não relacionados ao tratamento. Adicionalmente, a lambda-cialotrina não foi considerada mutagênica in vivo e in vitro. Em estudo da reprodução de três gerações, houve redução no ganho de peso dos pais em todas as gerações tratadas com a maior dose, além de pequena redução na média do peso total da ninhada das gerações F2 e F3. Nos estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos, a exposição à maior dose causou apenas redução do peso corpóreo materno, do ganho de peso e do consumo de ração. Com base nos estudos acima descritos, a lambda-cialotrina não é considerada carcinogênica, teratogênica ou tóxica para a reprodução. Acetamiprido: Em estudo de 2 anos em ratos, nas maiores doses, houve diminuição de peso corpóreo, além de alterações no fígado de machos; os tumores nas glândulas mamárias de fêmeas não foram considerados relacionados ao tratamento. Os camundongos, em estudo de 18 meses, apresentaram alterações no fígado, glândula adrenal e baço, sem sinais de tumores. O acetamiprido não foi considerado carcinogênico ou mutagênico. Em estudo de duas gerações em ratos, foram observados redução do consumo alimentar e de peso corpóreo, bem como alterações hepáticas nas maiores doses. Nos filhotes, observou-se diminuição do ganho de peso em ambas as gerações e redução da sobrevivência pós-natal da geração F2 na maior dose. Não houve efeitos na reprodução em qualquer dose testada. Os ratos e coelhos dos estudos de toxicidade do desenvolvimento também apresentaram diminuição no consumo de ração e ganho de peso. Com relação aos filhotes, apenas em ratos foram observadas alterações esqueléticas Página 30 de 35
na maior dose. O acetamiprido não foi considerado teratogênico nos estudos descritos e é considerado improvável desregulador endócrino. Diisocianato de tolueno: Em dois estudos crônicos pela via inalatória conduzidos em ratos, os animais apresentaram irritação do trato respiratório, mas não foram observados tumores ou toxicidade sistêmica. Em estudos crônicos em ratos e camundongos tratados pela via oral, foram observados aumento no número de tumores em vários órgãos, principalmente no tecido subcutâneo e no pâncreas. Entretanto, o estudo por via oral não é considerado válido devido ao manuseio incorreto do material de teste e pela via de exposição inadequada. Estudos em humanos não mostraram evidência de risco carcinogênico. Os efeitos da exposição de ratos em um estudo de toxicidade reprodutiva de duas gerações foram limitados aos efeitos no trato respiratório causados por irritação local. Em um estudo de toxicidade no desenvolvimento pela via inalatória em ratos, houve redução no ganho de peso corpóreo materno, no peso corpóreo e no consumo de ração. Não foram observados efeitos teratogênicos. Em conjunto, essas informações indicam que o diisocianato de tolueno não apresenta toxicidade para o desenvolvimento e reprodução. Adicionalmente, não apresenta potencial genotóxico pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro. Ácido isociânico, éster de polimetilenopolifenileno: As lesões pulmonares em ratos expostos a concentrações de 1,0 e/ou 6,0 mg/m3 de ácido isociânico por 2 anos consistiram em fibrose localizada leve a moderada e epitelização do ducto alveolar e acúmulo de macrófagos com pigmento amarelo; a exposição à maior dose também resultou em bronquiolização alveolar localizada. Não foram identificadas lesões fora do trato respiratório ou alterações de peso corpóreo após 2 anos. Foi observada uma incidência significativamente aumentada (6/60) de adenoma pulmonar, bem como de um adenocarcinoma pulmonar, em ratos machos expostos a 6,0 mg/m3 da substância polimérica. Em ratas expostas a 6,0 mg/m3, 2/59 animais desenvolveram adenomas pulmonares; não houve adenocarcinomas. Não é clara a associação entre a substância e desenvolvimento de câncer em humanos. Adicionalmente, nenhuma informação foi localizada sobre efeitos no desenvolvimento ou na reprodução em humanos após exposição pela via inalatória ao ácido isociânico. Após a exposição de ratos a um aerossol da substância nos dias gestacionais 6–15 em estudo do desenvolvimento, houve aumento na incidência de ninhadas com fetos exibindo esternébras assimétricas, porém considerado dentro dos limites da variabilidade biológica; nenhum efeito do tratamento foi observado em outros parâmetros gestacionais, assim como malformações não foram identificadas nos fetos. Benzisotiazolinona: Embora a exposição oral por doses repetidas de benzisotiazolinona em ratos tenha sido consistentemente associada ao aumento da incidência de lesões histopatológicas na porção não-glandular do estômago, estes efeitos foram atribuídos principalmente a efeitos irritantes locais da substância. Não há evidência de efeitos significativos nos parâmetros reprodutivos ou no desenvolvimento pré-natal em estudos conduzidos em ratos pela via oral. A benzotiazolinona não apresenta potencial genotóxico pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro. Não há estudos de carcinogenicidade disponíveis, porém não se espera que a substância seja carcinogênica com base nos estudos negativos de genotoxicidade e modelagens por QSAR (relação quantitativa estrutura-atividade). Nafta de Petróleo (<1% naftaleno): É possível extrapolar os dados a partir de estudos conduzidos com solventes aromáticos de 9 carbonos (nafta de alto ponto de fulgor) ou de 10 a 15 carbonos em sua composição (C10-C15). Tais solventes não são considerados mutagênicos em ensaios in vivo e in vitro. Espera-se que tenham baixa toxicidade após exposição a doses repetidas por via oral. Sinais de toxicidade, como alterações na hematologia (hematócrito, hemoglobina, MCHC), alterações nas células epiteliais foliculares da tireoide e aumentos na hemossiderina nos macrófagos, foram caracterizados em doses de 600 mg/kg em estudo subcrônico. Os efeitos foram revertidos completamente após o período de recuperação de 4 semanas. Em estudo da reprodução de 3 gerações conduzido com a nafta de alto ponto de fulgor foi observado redução na sobrevivência e no ganho de peso corpóreo da prole do grupo de maior dose. No entanto, não houve efeitos nos parâmetros reprodutivos. Também não são esperados Página 31 de 35
efeitos no desenvolvimento dos filhotes com base em estudo conduzido com molécula semelhante (MRD-90-884).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: X - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes; Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes). Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Este produto é TÓXICO para abelhas e pode afetar outros insetos benéficos. Não aplique o produto durante o período de maior visitação das abelhas; Para aplicações terrestres é necessário manter uma distância de 5 metros em relação à corpos d´água. Não aplique diretamente na água ou permita deriva em corpos d'água adjacentes; Não contaminar a água utilizada para irrigação, fins domésticos ou áreas como lagoas, valas, lagos, sistemas de drenagem, etc., através da eliminação de resíduos de produtos. 1.1 INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA: - Polinizadores • Não aplique o produto se abelhas estiverem forrageando ativamente na área. Aplique o produto somente de manhã e após o pôr do sol. • Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto. • Não permitir que a deriva de pulverização atinja áreas de vegetação natural ou outras culturas floríferas nas proximidades. • Para áreas de vegetação adjacentes à cultura do Arroz, respeitar a zona de contenção de 4 metros, às culturas do Milheto, Milho e Sorgo, respeitar a zona de contenção de 18 metros, às culturas do Citros, Coco, Feijão, Mamão, Melão, Milho, Pimentão, Tomate e Trigo, respeitar a zona de contenção de 48 metros, e às culturas da Cana-de-Açúcar e Café respeitar a zona de contenção de 62 metros no caso de aplicações terrestre. Página 32 de 35
• Para áreas de vegetação adjacentes à cultura do Arroz, respeitar a zona de contenção de 58 metros, às culturas do Milheto, Milho e Sorgo, respeitar a zona de contenção de 98 metros, às culturas do Citros, Coco, Feijão, Mamão, Melão, Milho, Pimentão, Tomate e Trigo, respeitar a zona de contenção de 78 metros, e à cultura do Café, respeitar a zona de contenção de 168 metros, no caso de aplicações aéreas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. Telefone da empresa: 0800 704 4304. Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante, pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente Página 33 de 35
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendoa na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) Página 34 de 35
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 35 de 35