V2024 10 24 BULA GUNNER Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 01699
COMPOSIÇÃO
5-(2-chloro,-a,a,a, trifluoro-p-tolyloxy)-2-nitro benzoic acid (ACIFLUORFEM).................................................................................80 g/L ( 8,0 % m/v) 3-isopropyl-1 H-2,1,3-benzothiadiazin-4(3H)-one-2,2-dioxide (BENTAZONA)........................................................................................................... 140 g/L (14 % m/v) Outros Ingredientes................................................................................................ 400 g/L ( 40 % m/v)
| GRUPO | F3 | HERBICIDA | ||
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| GRUPO | C3 | HERBICIDA |
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida GRUPO QUÍMICO: Difeneléter e Benzotiadiazina. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO(*): UPL DO BRASIL – Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 - Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 - FAX: (19) 3794-5624 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Superform Chemistries Limited. 117/118 GIDC, Ankleshwar, 393 002, Dist. Bharuch, Gujarat – Índia Bentazon Técnico BASF – Registro nº 01294 BASF AG, Ludwigshafen – Alemanha. FORMULADOR: BASF S.A. Av. Brasil, 791 – Bairro Engenheiro Neiva CEP: 12521-900 – Guaratinguetá/SP CNPJ: 48.539.407/0002-07 Registro da Empresa na CDA/SAA-SP sob nº 487
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
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| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II – PRODUTO MUITO PERIGOSO
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
Gunner é um Herbicida seletivo com ação de contato recomendado para o controle das plantas infestantes na cultura da soja para aplicação pós emergencia.Aplicado sobre as plantas é absorvido no espaço de algumas horas, iniciando sua ação. A cultura da soja tem capacidade de degradar com rapidez o produto e por isso, a planta recupera-se dos efeitos iniciais de fitotoxicidade, desenvolvendo-se normalmente sem efeito negativo sobre a produtividade. As plantas daninhas para as quais o produto é indicado, não conseguem desativar o herbicida e, por isso, acabam morrendo, sendo alta a eficiência do herbicida contra as ervas no estágio inicial de desenvolvimento. Com o crescimento, estas vão perdendo a sensibilidade ao herbicida. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA e NÚMERO DE APLICAÇÕES:
| CULTURA | PRAGASPLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA terrestre (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|
| SOJA | 2 a 6 folhas Carrapicho de carneiro (Acanthospermum hispidum) Caruru (Amaranthus viridis) Caruru (Amaranthus deflexus) Mentrasto (Ageratum conyzoides) Botão Azul (Eupatorium pauciflorum) Mata pasto (Hyptis suaveolens) Corda de viola (Ipomoea grandifolia) Nabo, nabiça (Raphanus raphanistrum) Guanxuma (Sida rhombifolia) Erva de touro (Tridax procumbens) Joá de capote (Nicandra physaloides) Carrapichão (Xanthium strumarium) | 1,5 | 200 a 300 L/ha (Aplicação aérea 40 L/ha) | As plantas daninhas devem estar dentro dos estágios recomendados e a soja deve estar com o primeiro trifólio formado. Deve utilizar adição de adjuvante na concentração de 0,2 % v/v pois tende a melhorar o controle das plantas daninhas, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida. Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. |
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| Picão preto (Bidens pilosa) | ||||
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| 2 – 4 folhas Carrapicho rasteiro (Acanthospermum australe) Trapoeraba (Commelina benghalensis) Leiteiro (Euphorbia heterophylla) Erva quente (Spermacoce latifólia) Poaia (Richardia brasiliensis) |
MODO DE APLICAÇÃO: Gunner deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas daninhas. Sendo um produto com ação de contato, uma boa cobertura é importante para a plena eficácia. Via terrestre Pulverizadores, motorizados ou acoplados de barra, com bicos uniformes de um dos seguintes tipos: - Jato em leque, 80.02; 80.03; 110.02; 110.03; APG 110 R (vermelho), APG 110 D (laranja), Visio Flo amarelo, Visiflo azul que produzem gotículas entre 300 e 400 micra e permitem uma deposição de cerca de 20 goticulas/cm². Jato cônico, D-2 13 ou D-2 25, que produzem gotículas entre 120 e 150 micra e permitem uma deposição de 40 a 50 goticulas/cm². Pressão entre 60 e 100 libras/pol² (40 libras/pol² no bico). A altura da barra deve ser tal que permita pequena sobreposição dos jatos dos diversos bicos, no topo das ervas daninhas. Volume de agua: 200 a 300 L/ha; quando a folhagem estiver molhada por orvalho ou neblina. Reduzir o volume de água. Via aérea - Avião agrícola, equipado com barra e bicos de jato cônico, montados na vertical (90º) em duas opções: - 36 bicos modelo D1.2-45 - 46 bicos modelo D1.0-45 Altura de voo: 2,5 a 3,5 metros da barra ao tpo das plantas. Largura da faixa: variável, entre 12 e 14 metros, devendo ser estabelecida por teste, verificada uma concentração de 30 a 50 goticulas/cm². Pressão: 30 a 35 libras/pol². Volume de água: 40 litros/ha Cuidados: Abastecer o avião com a cada por bombardeamento, evitando despejar manualmente no tanque. Não permitir a contaminação da cabine do piloto. Auxiliares de pista devem usar o equipamento de proteção individual. Página 5 de 13
Marcadores de faixa (bandeirinhas) devem trabalhar com vestimenta completa de material impermeável, com cobertura da cabeça, proteção de olhos e máscara de respiração.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Soja:.........................................90 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Gunner é indicado para uso em culturas num estado normal de sanidade e desenvolvimento. Plantas que estejam sofrendo efeitos adversos por condições climáticas desfavoráveis (seca, granizo, etc.) ou dano de outra natureza, inclusive fitotoxicidade por outro herbicida, são muito mais suscetíveis e por isso não devem receber o tratamento. Condições diversas: Chuvas – GUNNER geralmente é absorvido pelas folhas num período de algumas horas; esse período pode variar conforme as condições ambientais e a atividade fisiológica das plantas. Chuvas antes da absorção completa do produto podem causar uma diminuição na porcentagem de controle. Umidade no solo – Plantas que se desenvolvem sob condições de pouca umidade apresentam no geral um crescimento mais lento na parte aérea na parte aérea e um aprofundamento nas raízes, tendendo a acumular mais substancias de reserva. Com isso podem resistir melhor e eventualmente sobrevier. A umidade do solo estimula um rápido crescimento e favorece a ação do herbicida. Umidade relativa do ar – Com umidade relativa do ar elevada, a absorção de GUNNER é mais rápida, o que diminui os riscos de lavagem por chuvas que venham a ocorrer poucas horas depois da aplicação. Com baixa umidade atmosférica a absorção é mais lenta além de que se acelera a evaporação da calda pulverizada. A eficiência é maior quando a umidade relativa do ar é elevada. Em regiões onde a umidade relativa do ar é baixa. Recomendase efetuar o tratamento nas primeiras horas da manhã. Não aplicar com UR do ar inferior a 60%. Luminosidade: A eficiência de GUNNER é maior quando existe boa luminosidade na área tratada. Culturas irrigadas: No caso de cultura irrigada por aspersão, a irrigação só de recomeçar no dia seguinte. Temperatura: Com temperaturas baixas, a eficiência do tratamento pode ser diminuída. Nesse caso, o acréscimo do adjuvante na calda é imprescindível. Efetuar o tratamento quando a temperatura ambiental é superior a 15°C. GUNNER não deve ser aplicado com organofosforados, por haver uma potencialização da fitoxicidade.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Página 6 de 13
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo. Página 7 de 13
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila; • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos; • Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; Retirar essa frase caso o produto não tenha intervalo de reentrada; • Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto; • Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável; • Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto; • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha. Página 8 de 13
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Não foram realizados estudos com seres humanos. Os mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo de Acifluorfen e Bentazona foram estudados em animais de laboratório. Acifluorfen foi avaliado quanto a sua absorção, distribuição e excreção em ratos Wistar na dose de 44 mg/kg de peso corpóreo. Acifluorfen foi rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal e excretado principalmente pela urina e fezes. Através da urina 38 e 55% (machos e fêmeas) respectivamente) e via fezes 56 a 26% (machos e fêmeas, respectivamente). Menos de 1% da dose administrativa foi encontrada nos tecidos. Bentazona foi avaliada quanto a sua absorção, distribuição e excreção em ratos (Sprague-Dawley) nas doses de 4 e 200 mg/kg de peso corpóreo. Após 48 horas 84,7%-86,8% da dose administrada havia sido excretada pela urina. Foi excretada via bílis 0,8-1,3% da dose e 2,3-1,9% pelas fezes. Observou-se que a bentazona foi rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal e excretada principalmente pela urina. Não houve acúmulo de Acifluorfen e Bentazona nos tecidos e órgãos. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: GUNNER mostrou-se irritante e não corrosivo para os olhos de coelhos e mostrou-se não irritante e não corrosivo para a pele de coelhos. Efeitos crônicos: Nos estudos de toxicidade subcronica e crônica, o acifluorfen administrado por via oral em ratos, camundongos e cães, promoveu diminuição do consumo de alimentos, perda de peso corpóreo e aumento de peso do fígado e rins, principalmente nas doses testadas. O Acifluorfen não apresentou efeitos sobre a reprodução e prole quando testado em ratos e coelhos, abaixo da máxima dose tolerada. No estudo de toxicidade para o desenvolvimento, foi estabelecido um NOAEL para a toxicidade materna e para o desenvolvimento igual a 20 mg/kg p.c/dia. Em um estudo sincrônico, a bentazona foi administrada em ratos por 13 semanas, via oral, sendo estabelecido um NOAEL de 60 mg/kg p.c/dia, baseado na redução de peso corpóreo, alterações bioquímicas, aumento no tempo de protrombina, diurese e aumento do peso do fígado e rim. Estudo crônico conduzido em cães (1 ANO) foi observado, somente nas maiores doses, alterações hematológicas, diminuição de peso corpóreo e inflamação intestinal. A bentazona foi classificada quanto à carcinogênese, como “sem evidencias de carcinogenicidade para homem”. A substancia teste não foi considerada teratogênica, nem mutagênica. Página 9 de 13
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). X - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Página 10 de 13
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
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• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
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• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis Página 13 de 13