Perfil do milho · Rio Grande do Sul
Milho em Maximiliano de Almeida (RS)
Na safra 2024, o rendimento de milho em Maximiliano de Almeida (RS) foi de 120,0 sacas por hectare (7.200 kg/ha), 99% acima da média do Brasil — 5.760 toneladas em 800 hectares. Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal.
Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), safra 2024. Dados atualizados em .
Dados-chave
- Produção de milho: 5.760 toneladas
- Área plantada: 800 hectares
- Produtividade: 7.200 kg/ha (120,0 sacas/ha)
- Posição nacional: 1463º maior produtor de milho do Brasil
- Valor da produção: R$ 4,80 mi
- Janela de plantio (milho): 1 de agosto a 31 de janeiro
- Exportação do estado (RS): US$ 185,35 mi em milho (grão)
- Preço ao produtor (milho): R$ 59,13 por saca de 60 kg (RS)
- Custo de produção (milho): R$ 72,05 por saca (total) · R$ 10.616/ha
- Margem estimada (milho): −R$ 12,92 por saca (preço − custo total)
- Preço mínimo (milho): R$ 55,64 por saca de 60 kg (PGPM)
- Crédito de custeio (milho): R$ 9,65 mi contratados · 1.578 ha financiados
- Armazenagem de grãos: 33.507 t de capacidade estática · 6 unidades
Produção de milho em Maximiliano de Almeida — série histórica
Toneladas por ano-safra. Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 1612.
Ver série completa em números
| Safra | Produção (t) | Área plantada (ha) | Produtividade (kg/ha) | Valor (R$ mil) |
|---|---|---|---|---|
| 2024 | 5.760 | 800 | 7.200 | 4.798 |
| 2023 | 4.500 | 1.000 | 4.500 | 6.210 |
| 2022 | 2.310 | 700 | 3.300 | 3.657 |
| 2021 | 3.150 | 700 | 4.500 | 4.221 |
| 2020 | 5.400 | 600 | 9.000 | 4.050 |
| 2019 | 5.000 | 500 | 10.000 | 2.731 |
| 2018 | 2.400 | 400 | 6.000 | 1.200 |
| 2017 | 10.080 | 1.200 | 8.400 | 3.689 |
| 2016 | 7.020 | 900 | 7.800 | 4.267 |
| 2015 | 8.100 | 900 | 9.000 | 3.078 |
| 2014 | 7.920 | 1.100 | 7.200 | 3.079 |
| 2013 | 4.680 | 1.300 | 3.600 | 2.012 |
| 2012 | 9.180 | 1.800 | 5.100 | 3.712 |
| 2011 | 9.000 | 1.500 | 6.000 | 3.735 |
| 2010 | 15.000 | 2.500 | 6.000 | 3.799 |
| 2009 | 7.680 | 4.000 | 2.400 | 2.152 |
| 2008 | 19.890 | 5.100 | 3.900 | 8.008 |
| 2007 | 27.000 | 5.000 | 5.400 | 7.110 |
| 2006 | 23.040 | 6.000 | 3.840 | 4.608 |
| 2005 | 8.418 | 5.000 | 1.830 | 2.610 |
Fonte: IBGE/PAM. Valores nominais.
Como Maximiliano de Almeida se compara
| Indicador | Maximiliano de Almeida | Média RS | Média Brasil |
|---|---|---|---|
| Produtividade (kg/ha) — safra 2024 | 7.200 | 5.024 | 3.613 |
Fonte: IBGE/PAM.
Perguntas frequentes
Quanto Maximiliano de Almeida produziu de milho na safra 2024?
Maximiliano de Almeida colheu 5.760 toneladas de milho em 800 hectares na safra 2024, uma produtividade de 7.200 kg/ha (120,0 sacas/ha). Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal.
Maximiliano de Almeida é o maior produtor de milho do Brasil?
Não. Na safra 2024, Maximiliano de Almeida (RS) ocupou a 1463ª posição no ranking nacional de produção de milho por município.
Qual a produtividade do milho em Maximiliano de Almeida?
A produtividade do milho em Maximiliano de Almeida foi de 7.200 kg/ha na safra 2024 — acima da média nacional, de 3.613 kg/ha. Fonte: IBGE/PAM.
Como evoluiu a produção de milho em Maximiliano de Almeida?
Entre 2005 e 2024, a produção de milho em Maximiliano de Almeida passou de 8.418 para 5.760 toneladas (-32%). Fonte: IBGE/PAM.
Quando plantar milho em Maximiliano de Almeida?
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de milho em Maximiliano de Almeida vai de 1 de agosto a 31 de janeiro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de agosto a 31 de janeiro. Portaria 235 de 10-07-2026.
Qual a estimativa da safra atual de milho em Rio Grande do Sul?
Para a safra 2025/26, a CONAB estima 6.011.400 toneladas de milho em Rio Grande do Sul (o estado inteiro), em 817.100 hectares. O dado por município só fecha depois, com o IBGE.
Para onde vai o milho que Rio Grande do Sul exporta?
Rio Grande do Sul exportou US$ 185.349.323 em milho (grão) em 2025, cerca de 787.380 toneladas. Fonte: Comex Stat. A atribuição por município não é publicada; o dado é estadual.
Quanto vale a saca de milho hoje em Maximiliano de Almeida?
Em agosto de 2026, o preço médio recebido pelo produtor de milho em Rio Grande do Sul foi de R$ 59,13 por saca de 60 kg, segundo a pesquisa de preços da CONAB. O valor varia de praça para praça e a cada semana. Para referência, a paridade de exportação (preço internacional de US$ 224/t × dólar a R$ 5,09) fica em torno de R$ 68 por saca, antes de frete e do ágio/deságio da praça. Fontes: CONAB, Banco Mundial e Banco Central.
Qual o preço mínimo do milho em Maximiliano de Almeida?
O preço mínimo garantido ao produtor (PGPM) na safra 2026 é de R$ 55,64 por saca de 60 kg de milho em Rio Grande do Sul (Portaria MAPA nº 812). O preço de mercado ao produtor em agosto de 2026 (R$ 59,13/saca) estava 6% acima desse piso. Fonte: CONAB.
Quanto custa produzir milho em Maximiliano de Almeida?
Em março de 2026, o custo total de produção de milho nas regiões produtoras de Rio Grande do Sul foi de cerca de R$ 72,05 por saca de 60 kg (R$ 10.616 por hectare), incluindo custeio, custos fixos e a renda dos fatores (terra e capital). Só o custo operacional (sem terra e capital) foi de R$ 63,24 por saca. É um custo de referência por região, não por lavoura. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
É lucrativo plantar milho em Maximiliano de Almeida?
Com o preço médio ao produtor de R$ 59,13/saca em agosto de 2026 e o custo de produção de R$ 72,05/saca (total) em março de 2026, a margem sobre o custo total foi de −R$ 12,92 por saca (e de −R$ 4,11 sobre o custo operacional). Para uma produtividade de 120 sacas/ha, isso dá cerca de −R$ 1.550 por hectare. Ou seja, o preço não cobriu o custo total de produção — situação comum quando o custo inclui a remuneração da terra e do capital. Preço e custo são de meses diferentes e variam por lavoura — trate como estimativa. Fontes: CONAB.
Quanto de crédito rural foi para o milho em Maximiliano de Almeida?
Em 2025, produtores de milho em Maximiliano de Almeida contrataram cerca de R$ 9,65 mi em crédito rural de custeio para o milho, cobrindo cerca de 1.578 hectares (algo como R$ 6.118 por hectare). É o financiamento do ciclo da lavoura registrado no SICOR do Banco Central — não inclui recursos próprios, barter nem crédito de fornecedor. Fonte: Banco Central — Matriz de Dados do Crédito Rural.
Quanto de Maximiliano de Almeida é área agrícola?
No mapeamento do MapBiomas de 2025, cerca de 56% de Maximiliano de Almeida era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), sendo 37% de lavoura. A vegetação natural remanescente era de 39%. Fonte: MapBiomas — Cobertura e Uso da Terra, Coleção 11 (classificação de satélite, por município).
Quantos armazéns tem em Maximiliano de Almeida?
Maximiliano de Almeida tem 6 unidades armazenadoras cadastradas na CONAB, com capacidade estática total de 33.507 toneladas de grãos — o equivalente a cerca de 582% da produção de milho do município na safra 2024. A capacidade é de todas as culturas, não só de milho. Fonte: CONAB — Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (SICARM); é uma foto da posição atual do cadastro.
Estimativa da safra atual em Rio Grande do Sul
O número acima é da última safra fechada por município (IBGE). Para a safra 2025/26, a estimativa mais recente para Rio Grande do Sul (estado inteiro) é de 6.011.400 toneladas em 817.100 hectares (7.357 kg/ha).
Fonte: CONAB — Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, atualizado em . Estimativa estadual, não municipal.
Calendário do milho em Maximiliano de Almeida
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de milho em Maximiliano de Almeida vai de 1 de agosto a 31 de janeiro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de agosto a 31 de janeiro.
Janela do ZARC (Portaria 235 de 10-07-2026) para plantio em sequeiro; varia com o ciclo da cultivar e o tipo de solo.
Exportação de milho de Rio Grande do Sul
Em 2025, Rio Grande do Sul exportou US$ 185,35 mi em milho (grão) — cerca de 787 mil toneladas.
Fonte: Comex Stat / Secex, atualizado em . Exportação por UF de origem; não há atribuição por município.
Preço do milho em Maximiliano de Almeida
Preço médio mensal recebido pelo produtor em Rio Grande do Sul, R$ por saca de 60 kg. Fonte: CONAB — Preços de Mercado.
O preço ao produtor é a média que a CONAB pesquisa a cada mês no estado — o que o produtor de fato recebe pela saca. Ele varia de praça para praça e a cada semana. O preço mínimo (PGPM) é o piso garantido pelo governo, fixado pela Portaria MAPA nº 812; para 2027 já foi definido em R$ 58,44. A paridade de exportação (preço internacional × dólar) fica em torno de R$ 68 por saca, antes de frete e do ágio ou deságio da praça.
Fontes: CONAB — Preços de Mercado (preço médio ao produtor), atualizado em e Preço Mínimo (PGPM); Banco Central — dólar de venda; Banco Mundial — Pink Sheet. Não usamos indicadores de preço de licença fechada (ex.: CEPEA/Esalq).
Custo de produção e margem — milho em Maximiliano de Almeida
| Componente do custo | R$/saca 60 kg |
|---|---|
| Custeio (variável) | R$ 53,64 |
| Custos fixos | R$ 9,60 |
| Terra e capital | R$ 8,81 |
| Custo total | R$ 72,05 |
Custo total de produção por saca de 60 kg, R$ nominais. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
O custo total soma o custeio (sementes, fertilizantes, defensivos, operações), os custos fixos e a renda dos fatores — o quanto a terra e o capital próprio renderiam em outro uso. Sem esses dois últimos, fica o custo operacional, mais próximo do desembolso. Com o preço ao produtor de agosto de 2026 (R$ 59,13/saca), o milho em Maximiliano de Almeida não cobriu o custo total, com margem de −R$ 12,92 por saca.
Custo de referência das regiões produtoras de Rio Grande do Sul, atualizado em — não é o custo da sua lavoura. Preço e custo podem ser de meses diferentes. Fonte: CONAB — Custos de Produção (agricultura empresarial).
Crédito rural do milho em Maximiliano de Almeida
Em 2025, produtores de Maximiliano de Almeida contrataram R$ 9,65 mi em crédito rural de custeio para o milho, financiando cerca de 1.578 hectares. O custeio banca o ciclo da lavoura (sementes, insumos, tratos); é só a parte feita com crédito rural registrado — recursos próprios e barter não entram.
Fonte: Banco Central — Matriz de Dados do Crédito Rural (SICOR), atualizado em . O ano é o de emissão do contrato.
Armazenagem de grãos em Maximiliano de Almeida
Capacidade estática = quanto os armazéns do município guardam ao mesmo tempo, somando todas as culturas (não só milho). Fonte: CONAB — Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (SICARM), posição de . É uma foto do cadastro, não uma série.
Uso do solo em Maximiliano de Almeida
No mapeamento do MapBiomas de 2025, 56% de Maximiliano de Almeida era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), dos quais 37% de lavoura.
Fonte: MapBiomas — Mapeamento Anual da Cobertura e Uso da Terra (Coleção 11), ano de referência 2025. Classificação de satélite; pode divergir do cadastro fundiário. Área mapeada: 20.895 ha.
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Por camada de dado: produção · preço · custo e margem · exportação · quando plantar · crédito rural · armazenagem · clima · uso do solo