Perfil do milho · Minas Gerais
Milho em Dores do Indaiá (MG)
Em 19 anos, Dores do Indaiá (MG) saiu de 8.100 para 720 toneladas de milho (caiu 91%). Na safra 2024 foram 200 hectares a 60,0 sacas por hectare. Fonte: IBGE/PAM.
Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), safra 2024. Dados atualizados em .
Dados-chave
- Produção de milho: 720 toneladas
- Área plantada: 200 hectares
- Produtividade: 3.600 kg/ha (60,0 sacas/ha)
- Posição nacional: 2869º maior produtor de milho do Brasil
- Valor da produção: R$ 691 mil
- Janela de plantio (milho): 21 de outubro a 31 de dezembro
- Exportação do estado (MG): US$ 91,15 mi em milho (grão)
- Preço ao produtor (milho): R$ 58,21 por saca de 60 kg (MG)
- Custo de produção (milho): R$ 66,71 por saca (total) · R$ 6.671/ha
- Margem estimada (milho): −R$ 8,50 por saca (preço − custo total)
- Preço mínimo (milho): R$ 51,03 por saca de 60 kg (PGPM)
- Crédito de custeio (milho): R$ 500 mil contratados · 72 ha financiados
Produção de milho em Dores do Indaiá — série histórica
Toneladas por ano-safra. Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 1612.
Ver série completa em números
| Safra | Produção (t) | Área plantada (ha) | Produtividade (kg/ha) | Valor (R$ mil) |
|---|---|---|---|---|
| 2024 | 720 | 200 | 3.600 | 691 |
| 2023 | 700 | 200 | 3.500 | 840 |
| 2022 | 638 | 100 | 6.380 | 989 |
| 2021 | 594 | 100 | 5.940 | 1.010 |
| 2020 | 540 | 80 | 6.750 | 475 |
| 2019 | 462 | 70 | 6.600 | 266 |
| 2018 | 462 | 70 | 6.600 | 231 |
| 2017 | 271 | 42 | 6.452 | 136 |
| 2016 | 900 | 200 | 4.500 | 630 |
| 2015 | 1.800 | 450 | 4.000 | 774 |
| 2014 | 1.800 | 450 | 4.000 | 614 |
| 2013 | 5.850 | 1.300 | 4.500 | 2.135 |
| 2012 | 4.992 | 1.500 | 4.160 | 1.997 |
| 2011 | 8.170 | 2.150 | 3.800 | 3.677 |
| 2010 | 7.000 | 2.000 | 3.500 | 2.800 |
| 2009 | 8.000 | 2.000 | 4.000 | 2.600 |
| 2008 | 6.000 | 1.500 | 4.000 | 2.010 |
| 2007 | 6.000 | 1.500 | 4.000 | 3.210 |
| 2006 | 4.320 | 1.500 | 2.880 | 1.944 |
| 2005 | 8.100 | 1.800 | 4.500 | 2.187 |
Fonte: IBGE/PAM. Valores nominais.
Como Dores do Indaiá se compara
| Indicador | Dores do Indaiá | Média MG | Média Brasil |
|---|---|---|---|
| Produtividade (kg/ha) — safra 2024 | 3.600 | 4.508 | 3.613 |
Fonte: IBGE/PAM.
Perguntas frequentes
Quanto Dores do Indaiá produziu de milho na safra 2024?
Dores do Indaiá colheu 720 toneladas de milho em 200 hectares na safra 2024, uma produtividade de 3.600 kg/ha (60,0 sacas/ha). Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal.
Dores do Indaiá é o maior produtor de milho do Brasil?
Não. Na safra 2024, Dores do Indaiá (MG) ocupou a 2869ª posição no ranking nacional de produção de milho por município.
Qual a produtividade do milho em Dores do Indaiá?
A produtividade do milho em Dores do Indaiá foi de 3.600 kg/ha na safra 2024 — abaixo da média nacional, de 3.613 kg/ha. Fonte: IBGE/PAM.
Como evoluiu a produção de milho em Dores do Indaiá?
Entre 2005 e 2024, a produção de milho em Dores do Indaiá passou de 8.100 para 720 toneladas (-91%). Fonte: IBGE/PAM.
Quando plantar milho em Dores do Indaiá?
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de milho em Dores do Indaiá vai de 21 de outubro a 31 de dezembro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de outubro a 31 de dezembro. Portaria 223 de 10-07-2026.
Qual a estimativa da safra atual de milho em Minas Gerais?
Para a safra 2025/26, a CONAB estima 7.237.400 toneladas de milho em Minas Gerais (o estado inteiro), em 1.117.400 hectares. O dado por município só fecha depois, com o IBGE.
Para onde vai o milho que Minas Gerais exporta?
Minas Gerais exportou US$ 91.152.886 em milho (grão) em 2025, cerca de 199.585 toneladas. Fonte: Comex Stat. A atribuição por município não é publicada; o dado é estadual.
Quanto vale a saca de milho hoje em Dores do Indaiá?
Em agosto de 2026, o preço médio recebido pelo produtor de milho em Minas Gerais foi de R$ 58,21 por saca de 60 kg, segundo a pesquisa de preços da CONAB. O valor varia de praça para praça e a cada semana. Para referência, a paridade de exportação (preço internacional de US$ 224/t × dólar a R$ 5,09) fica em torno de R$ 68 por saca, antes de frete e do ágio/deságio da praça. Fontes: CONAB, Banco Mundial e Banco Central.
Qual o preço mínimo do milho em Dores do Indaiá?
O preço mínimo garantido ao produtor (PGPM) na safra 2026 é de R$ 51,03 por saca de 60 kg de milho em Minas Gerais (Portaria MAPA nº 812). O preço de mercado ao produtor em agosto de 2026 (R$ 58,21/saca) estava 14% acima desse piso. Fonte: CONAB.
Quanto custa produzir milho em Dores do Indaiá?
Em março de 2026, o custo total de produção de milho nas regiões produtoras de Minas Gerais foi de cerca de R$ 66,71 por saca de 60 kg (R$ 6.671 por hectare), incluindo custeio, custos fixos e a renda dos fatores (terra e capital). Só o custo operacional (sem terra e capital) foi de R$ 57,36 por saca. É um custo de referência por região, não por lavoura. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
É lucrativo plantar milho em Dores do Indaiá?
Com o preço médio ao produtor de R$ 58,21/saca em agosto de 2026 e o custo de produção de R$ 66,71/saca (total) em março de 2026, a margem sobre o custo total foi de −R$ 8,50 por saca (e de +R$ 0,85 sobre o custo operacional). Para uma produtividade de 60 sacas/ha, isso dá cerca de −R$ 510 por hectare. Ou seja, o preço não cobriu o custo total de produção — situação comum quando o custo inclui a remuneração da terra e do capital. Preço e custo são de meses diferentes e variam por lavoura — trate como estimativa. Fontes: CONAB.
Quanto de crédito rural foi para o milho em Dores do Indaiá?
Em 2025, produtores de milho em Dores do Indaiá contrataram cerca de R$ 500 mil em crédito rural de custeio para o milho, cobrindo cerca de 72 hectares (algo como R$ 6.900 por hectare). É o financiamento do ciclo da lavoura registrado no SICOR do Banco Central — não inclui recursos próprios, barter nem crédito de fornecedor. Fonte: Banco Central — Matriz de Dados do Crédito Rural.
Quanto de Dores do Indaiá é área agrícola?
No mapeamento do MapBiomas de 2025, cerca de 84% de Dores do Indaiá era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), sendo 1% de lavoura. A vegetação natural remanescente era de 15%. Fonte: MapBiomas — Cobertura e Uso da Terra, Coleção 11 (classificação de satélite, por município).
Estimativa da safra atual em Minas Gerais
O número acima é da última safra fechada por município (IBGE). Para a safra 2025/26, a estimativa mais recente para Minas Gerais (estado inteiro) é de 7.237.400 toneladas em 1.117.400 hectares (6.477 kg/ha).
Fonte: CONAB — Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, atualizado em . Estimativa estadual, não municipal.
Calendário do milho em Dores do Indaiá
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de milho em Dores do Indaiá vai de 21 de outubro a 31 de dezembro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de outubro a 31 de dezembro.
Janela do ZARC (Portaria 223 de 10-07-2026) para plantio em sequeiro; varia com o ciclo da cultivar e o tipo de solo.
Exportação de milho de Minas Gerais
Em 2025, Minas Gerais exportou US$ 91,15 mi em milho (grão) — cerca de 200 mil toneladas.
Fonte: Comex Stat / Secex, atualizado em . Exportação por UF de origem; não há atribuição por município.
Preço do milho em Dores do Indaiá
Preço médio mensal recebido pelo produtor em Minas Gerais, R$ por saca de 60 kg. Fonte: CONAB — Preços de Mercado.
O preço ao produtor é a média que a CONAB pesquisa a cada mês no estado — o que o produtor de fato recebe pela saca. Ele varia de praça para praça e a cada semana. O preço mínimo (PGPM) é o piso garantido pelo governo, fixado pela Portaria MAPA nº 812; para 2027 já foi definido em R$ 53,58. A paridade de exportação (preço internacional × dólar) fica em torno de R$ 68 por saca, antes de frete e do ágio ou deságio da praça.
Fontes: CONAB — Preços de Mercado (preço médio ao produtor), atualizado em e Preço Mínimo (PGPM); Banco Central — dólar de venda; Banco Mundial — Pink Sheet. Não usamos indicadores de preço de licença fechada (ex.: CEPEA/Esalq).
Custo de produção e margem — milho em Dores do Indaiá
| Componente do custo | R$/saca 60 kg |
|---|---|
| Custeio (variável) | R$ 47,86 |
| Custos fixos | R$ 9,50 |
| Terra e capital | R$ 9,35 |
| Custo total | R$ 66,71 |
Custo total de produção por saca de 60 kg, R$ nominais. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
O custo total soma o custeio (sementes, fertilizantes, defensivos, operações), os custos fixos e a renda dos fatores — o quanto a terra e o capital próprio renderiam em outro uso. Sem esses dois últimos, fica o custo operacional, mais próximo do desembolso. Com o preço ao produtor de agosto de 2026 (R$ 58,21/saca), o milho em Dores do Indaiá não cobriu o custo total, com margem de −R$ 8,50 por saca.
Custo de referência das regiões produtoras de Minas Gerais, atualizado em — não é o custo da sua lavoura. Preço e custo podem ser de meses diferentes. Fonte: CONAB — Custos de Produção (agricultura empresarial).
Crédito rural do milho em Dores do Indaiá
Em 2025, produtores de Dores do Indaiá contrataram R$ 500 mil em crédito rural de custeio para o milho, financiando cerca de 72 hectares. O custeio banca o ciclo da lavoura (sementes, insumos, tratos); é só a parte feita com crédito rural registrado — recursos próprios e barter não entram.
Fonte: Banco Central — Matriz de Dados do Crédito Rural (SICOR), atualizado em . O ano é o de emissão do contrato.
Uso do solo em Dores do Indaiá
No mapeamento do MapBiomas de 2025, 84% de Dores do Indaiá era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), dos quais 1% de lavoura.
Fonte: MapBiomas — Mapeamento Anual da Cobertura e Uso da Terra (Coleção 11), ano de referência 2025. Classificação de satélite; pode divergir do cadastro fundiário. Área mapeada: 111.119 ha.
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