Perfil do milho · Goiás
Milho em Rio Quente (GO)
Rio Quente (GO) tem uma das lavouras de milho mais produtivas do país: 5.545 kg/ha na safra 2024, cerca de 53% acima da média nacional. Foram 183 toneladas em 33 hectares. Fonte: IBGE/PAM.
Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), safra 2024. Dados atualizados em .
Dados-chave
- Produção de milho: 183 toneladas
- Área plantada: 33 hectares
- Produtividade: 5.545 kg/ha (92,4 sacas/ha)
- Posição nacional: 3793º maior produtor de milho do Brasil
- Valor da produção: R$ 137 mil
- Janela de plantio (milho): 21 de outubro a 31 de dezembro
- Exportação do estado (GO): US$ 1,01 bi em milho (grão)
- Preço ao produtor (milho): R$ 53,33 por saca de 60 kg (GO)
- Custo de produção (milho): R$ 68,87 por saca (total) · R$ 6.886/ha
- Margem estimada (milho): −R$ 15,54 por saca (preço − custo total)
- Preço mínimo (milho): R$ 38,28 por saca de 60 kg (PGPM)
- Crédito de custeio (milho): R$ 1,50 mi contratados · 353 ha financiados
Produção de milho em Rio Quente — série histórica
Toneladas por ano-safra. Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 1612.
Ver série completa em números
| Safra | Produção (t) | Área plantada (ha) | Produtividade (kg/ha) | Valor (R$ mil) |
|---|---|---|---|---|
| 2024 | 183 | 33 | 5.545 | 137 |
| 2023 | 157 | 25 | 6.280 | 120 |
| 2022 | 149 | 28 | 5.321 | 187 |
| 2021 | 138 | 25 | 5.520 | 181 |
| 2020 | 154 | 23 | 6.696 | 99 |
| 2019 | 150 | 25 | 6.000 | 77 |
| 2018 | 108 | 17 | 6.353 | 46 |
| 2017 | 1.095 | 150 | 7.300 | 575 |
| 2016 | 15 | 3 | 5.000 | 5 |
| 2015 | 420 | 70 | 6.000 | 126 |
| 2014 | 270 | 50 | 5.400 | 113 |
| 2013 | 600 | 100 | 6.000 | 258 |
| 2012 | 720 | 120 | 6.000 | 276 |
| 2011 | 644 | 105 | 6.133 | 296 |
| 2010 | 400 | 80 | 5.000 | 92 |
| 2009 | 363 | 110 | 3.300 | 90 |
| 2008 | 600 | 150 | 4.000 | 190 |
| 2007 | 420 | 150 | 2.800 | 105 |
| 2006 | 420 | 150 | 2.800 | 87 |
| 2005 | 420 | 150 | 2.800 | 105 |
Fonte: IBGE/PAM. Valores nominais.
Como Rio Quente se compara
| Indicador | Rio Quente | Média GO | Média Brasil |
|---|---|---|---|
| Produtividade (kg/ha) — safra 2024 | 5.545 | 5.269 | 3.613 |
Fonte: IBGE/PAM.
Perguntas frequentes
Quanto Rio Quente produziu de milho na safra 2024?
Na safra 2024, Rio Quente (GO) produziu 183 toneladas de milho em 33 hectares plantados — o equivalente a 92,4 sacas por hectare (5.545 kg/ha). Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal.
Rio Quente é o maior produtor de milho do Brasil?
Não. Na safra 2024, Rio Quente (GO) ocupou a 3793ª posição no ranking nacional de produção de milho por município.
Qual a produtividade do milho em Rio Quente?
A produtividade do milho em Rio Quente foi de 5.545 kg/ha na safra 2024 — acima da média nacional, de 3.613 kg/ha. Fonte: IBGE/PAM.
Como evoluiu a produção de milho em Rio Quente?
Entre 2005 e 2024, a produção de milho em Rio Quente passou de 420 para 183 toneladas (-56%). Fonte: IBGE/PAM.
Quando plantar milho em Rio Quente?
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de milho em Rio Quente vai de 21 de outubro a 31 de dezembro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de outubro a 31 de dezembro. Portaria 221 de 10-07-2026.
Qual a estimativa da safra atual de milho em Goiás?
Para a safra 2025/26, a CONAB estima 10.270.400 toneladas de milho em Goiás (o estado inteiro), em 1.899.900 hectares. O dado por município só fecha depois, com o IBGE.
Para onde vai o milho que Goiás exporta?
Goiás exportou US$ 1.006.067.686 em milho (grão) em 2025, cerca de 4.772.855 toneladas. Fonte: Comex Stat. A atribuição por município não é publicada; o dado é estadual.
Quanto vale a saca de milho hoje em Rio Quente?
Em agosto de 2026, o preço médio recebido pelo produtor de milho em Goiás foi de R$ 53,33 por saca de 60 kg, segundo a pesquisa de preços da CONAB. O valor varia de praça para praça e a cada semana. Para referência, a paridade de exportação (preço internacional de US$ 224/t × dólar a R$ 5,09) fica em torno de R$ 68 por saca, antes de frete e do ágio/deságio da praça. Fontes: CONAB, Banco Mundial e Banco Central.
Qual o preço mínimo do milho em Rio Quente?
O preço mínimo garantido ao produtor (PGPM) na safra 2026 é de R$ 38,28 por saca de 60 kg de milho em Goiás (Portaria MAPA nº 812). O preço de mercado ao produtor em agosto de 2026 (R$ 53,33/saca) estava 39% acima desse piso. Fonte: CONAB.
Quanto custa produzir milho em Rio Quente?
Em março de 2026, o custo total de produção de milho nas regiões produtoras de Goiás foi de cerca de R$ 68,87 por saca de 60 kg (R$ 6.886 por hectare), incluindo custeio, custos fixos e a renda dos fatores (terra e capital). Só o custo operacional (sem terra e capital) foi de R$ 58,90 por saca. É um custo de referência por região, não por lavoura. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
É lucrativo plantar milho em Rio Quente?
Com o preço médio ao produtor de R$ 53,33/saca em agosto de 2026 e o custo de produção de R$ 68,87/saca (total) em março de 2026, a margem sobre o custo total foi de −R$ 15,54 por saca (e de −R$ 5,57 sobre o custo operacional). Para uma produtividade de 92 sacas/ha, isso dá cerca de −R$ 1.436 por hectare. Ou seja, o preço não cobriu o custo total de produção — situação comum quando o custo inclui a remuneração da terra e do capital. Preço e custo são de meses diferentes e variam por lavoura — trate como estimativa. Fontes: CONAB.
Quanto de crédito rural foi para o milho em Rio Quente?
Em 2025, produtores de milho em Rio Quente contrataram cerca de R$ 1,50 mi em crédito rural de custeio para o milho, cobrindo cerca de 353 hectares (algo como R$ 4.265 por hectare). É o financiamento do ciclo da lavoura registrado no SICOR do Banco Central — não inclui recursos próprios, barter nem crédito de fornecedor. Fonte: Banco Central — Matriz de Dados do Crédito Rural.
Quanto de Rio Quente é área agrícola?
No mapeamento do MapBiomas de 2025, cerca de 60% de Rio Quente era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), sendo 2% de lavoura. A vegetação natural remanescente era de 39%. Fonte: MapBiomas — Cobertura e Uso da Terra, Coleção 11 (classificação de satélite, por município).
Estimativa da safra atual em Goiás
O número acima é da última safra fechada por município (IBGE). Para a safra 2025/26, a estimativa mais recente para Goiás (estado inteiro) é de 10.270.400 toneladas em 1.899.900 hectares (5.406 kg/ha).
Fonte: CONAB — Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, atualizado em . Estimativa estadual, não municipal.
Calendário do milho em Rio Quente
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de milho em Rio Quente vai de 21 de outubro a 31 de dezembro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de outubro a 31 de dezembro.
Janela do ZARC (Portaria 221 de 10-07-2026) para plantio em sequeiro; varia com o ciclo da cultivar e o tipo de solo.
Exportação de milho de Goiás
Em 2025, Goiás exportou US$ 1,01 bi em milho (grão) — cerca de 4,77 mi toneladas.
Fonte: Comex Stat / Secex, atualizado em . Exportação por UF de origem; não há atribuição por município.
Preço do milho em Rio Quente
Preço médio mensal recebido pelo produtor em Goiás, R$ por saca de 60 kg. Fonte: CONAB — Preços de Mercado.
O preço ao produtor é a média que a CONAB pesquisa a cada mês no estado — o que o produtor de fato recebe pela saca. Ele varia de praça para praça e a cada semana. O preço mínimo (PGPM) é o piso garantido pelo governo, fixado pela Portaria MAPA nº 812; para 2027 já foi definido em R$ 38,28. A paridade de exportação (preço internacional × dólar) fica em torno de R$ 68 por saca, antes de frete e do ágio ou deságio da praça.
Fontes: CONAB — Preços de Mercado (preço médio ao produtor), atualizado em e Preço Mínimo (PGPM); Banco Central — dólar de venda; Banco Mundial — Pink Sheet. Não usamos indicadores de preço de licença fechada (ex.: CEPEA/Esalq).
Custo de produção e margem — milho em Rio Quente
| Componente do custo | R$/saca 60 kg |
|---|---|
| Custeio (variável) | R$ 48,19 |
| Custos fixos | R$ 10,71 |
| Terra e capital | R$ 9,97 |
| Custo total | R$ 68,87 |
Custo total de produção por saca de 60 kg, R$ nominais. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
O custo total soma o custeio (sementes, fertilizantes, defensivos, operações), os custos fixos e a renda dos fatores — o quanto a terra e o capital próprio renderiam em outro uso. Sem esses dois últimos, fica o custo operacional, mais próximo do desembolso. Com o preço ao produtor de agosto de 2026 (R$ 53,33/saca), o milho em Rio Quente não cobriu o custo total, com margem de −R$ 15,54 por saca.
Custo de referência das regiões produtoras de Goiás, atualizado em — não é o custo da sua lavoura. Preço e custo podem ser de meses diferentes. Fonte: CONAB — Custos de Produção (agricultura empresarial).
Crédito rural do milho em Rio Quente
Em 2025, produtores de Rio Quente contrataram R$ 1,50 mi em crédito rural de custeio para o milho, financiando cerca de 353 hectares. O custeio banca o ciclo da lavoura (sementes, insumos, tratos); é só a parte feita com crédito rural registrado — recursos próprios e barter não entram.
Fonte: Banco Central — Matriz de Dados do Crédito Rural (SICOR), atualizado em . O ano é o de emissão do contrato.
Uso do solo em Rio Quente
No mapeamento do MapBiomas de 2025, 60% de Rio Quente era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), dos quais 2% de lavoura.
Fonte: MapBiomas — Mapeamento Anual da Cobertura e Uso da Terra (Coleção 11), ano de referência 2025. Classificação de satélite; pode divergir do cadastro fundiário. Área mapeada: 24.467 ha.
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Por camada de dado: produção · preço · custo e margem · exportação · quando plantar · crédito rural · armazenagem · clima · uso do solo