Perfil do milho · Goiás

Milho em Rio Quente (GO)

Rio Quente (GO) tem uma das lavouras de milho mais produtivas do país: 5.545 kg/ha na safra 2024, cerca de 53% acima da média nacional. Foram 183 toneladas em 33 hectares. Fonte: IBGE/PAM.

Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), safra 2024. Dados atualizados em .

Dados-chave

  • Produção de milho: 183 toneladas safra 2024 · IBGE/PAM
  • Área plantada: 33 hectares safra 2024 · IBGE/PAM
  • Produtividade: 5.545 kg/ha (92,4 sacas/ha) safra 2024 · IBGE/PAM
  • Posição nacional: 3793º maior produtor de milho do Brasil safra 2024 · IBGE/PAM
  • Valor da produção: R$ 137 mil safra 2024 · IBGE/PAM
  • Janela de plantio (milho): 21 de outubro a 31 de dezembro safra 2026/27 · MAPA/ZARC
  • Exportação do estado (GO): US$ 1,01 bi em milho (grão) 2025 · Comex Stat
  • Preço ao produtor (milho): R$ 53,33 por saca de 60 kg (GO) agosto de 2026 · CONAB
  • Custo de produção (milho): R$ 68,87 por saca (total) · R$ 6.886/ha março de 2026 · CONAB
  • Margem estimada (milho): −R$ 15,54 por saca (preço − custo total) preço agosto de 2026 · custo março de 2026 · CONAB
  • Preço mínimo (milho): R$ 38,28 por saca de 60 kg (PGPM) safra 2026 · CONAB
  • Crédito de custeio (milho): R$ 1,50 mi contratados · 353 ha financiados 2025 · BACEN/SICOR
Produção · 2024
183 t
▲ 16,6%
IBGE / PAM
Área plantada
33 ha
▲ 32,0%
IBGE / PAM
Produtividade
5.545 kg/ha
92,4 sc/ha
Valor da produção
R$ 137 mil
▲ 14,2%
IBGE / PAM

Produção de milho em Rio Quente — série histórica

183 t200520142024

Toneladas por ano-safra. Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 1612.

Ver série completa em números
SafraProdução (t)Área plantada (ha)Produtividade (kg/ha)Valor (R$ mil)
2024 183 33 5.545 137
2023 157 25 6.280 120
2022 149 28 5.321 187
2021 138 25 5.520 181
2020 154 23 6.696 99
2019 150 25 6.000 77
2018 108 17 6.353 46
2017 1.095 150 7.300 575
2016 15 3 5.000 5
2015 420 70 6.000 126
2014 270 50 5.400 113
2013 600 100 6.000 258
2012 720 120 6.000 276
2011 644 105 6.133 296
2010 400 80 5.000 92
2009 363 110 3.300 90
2008 600 150 4.000 190
2007 420 150 2.800 105
2006 420 150 2.800 87
2005 420 150 2.800 105

Fonte: IBGE/PAM. Valores nominais.

Como Rio Quente se compara

IndicadorRio QuenteMédia GOMédia Brasil
Produtividade (kg/ha) — safra 2024 5.545 5.269 3.613

Fonte: IBGE/PAM.

Perguntas frequentes

Quanto Rio Quente produziu de milho na safra 2024?

Na safra 2024, Rio Quente (GO) produziu 183 toneladas de milho em 33 hectares plantados — o equivalente a 92,4 sacas por hectare (5.545 kg/ha). Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal.

Rio Quente é o maior produtor de milho do Brasil?

Não. Na safra 2024, Rio Quente (GO) ocupou a 3793ª posição no ranking nacional de produção de milho por município.

Qual a produtividade do milho em Rio Quente?

A produtividade do milho em Rio Quente foi de 5.545 kg/ha na safra 2024 — acima da média nacional, de 3.613 kg/ha. Fonte: IBGE/PAM.

Como evoluiu a produção de milho em Rio Quente?

Entre 2005 e 2024, a produção de milho em Rio Quente passou de 420 para 183 toneladas (-56%). Fonte: IBGE/PAM.

Quando plantar milho em Rio Quente?

Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de milho em Rio Quente vai de 21 de outubro a 31 de dezembro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de outubro a 31 de dezembro. Portaria 221 de 10-07-2026.

Qual a estimativa da safra atual de milho em Goiás?

Para a safra 2025/26, a CONAB estima 10.270.400 toneladas de milho em Goiás (o estado inteiro), em 1.899.900 hectares. O dado por município só fecha depois, com o IBGE.

Para onde vai o milho que Goiás exporta?

Goiás exportou US$ 1.006.067.686 em milho (grão) em 2025, cerca de 4.772.855 toneladas. Fonte: Comex Stat. A atribuição por município não é publicada; o dado é estadual.

Quanto vale a saca de milho hoje em Rio Quente?

Em agosto de 2026, o preço médio recebido pelo produtor de milho em Goiás foi de R$ 53,33 por saca de 60 kg, segundo a pesquisa de preços da CONAB. O valor varia de praça para praça e a cada semana. Para referência, a paridade de exportação (preço internacional de US$ 224/t × dólar a R$ 5,09) fica em torno de R$ 68 por saca, antes de frete e do ágio/deságio da praça. Fontes: CONAB, Banco Mundial e Banco Central.

Qual o preço mínimo do milho em Rio Quente?

O preço mínimo garantido ao produtor (PGPM) na safra 2026 é de R$ 38,28 por saca de 60 kg de milho em Goiás (Portaria MAPA nº 812). O preço de mercado ao produtor em agosto de 2026 (R$ 53,33/saca) estava 39% acima desse piso. Fonte: CONAB.

Quanto custa produzir milho em Rio Quente?

Em março de 2026, o custo total de produção de milho nas regiões produtoras de Goiás foi de cerca de R$ 68,87 por saca de 60 kg (R$ 6.886 por hectare), incluindo custeio, custos fixos e a renda dos fatores (terra e capital). Só o custo operacional (sem terra e capital) foi de R$ 58,90 por saca. É um custo de referência por região, não por lavoura. Fonte: CONAB — Custos de Produção.

É lucrativo plantar milho em Rio Quente?

Com o preço médio ao produtor de R$ 53,33/saca em agosto de 2026 e o custo de produção de R$ 68,87/saca (total) em março de 2026, a margem sobre o custo total foi de −R$ 15,54 por saca (e de −R$ 5,57 sobre o custo operacional). Para uma produtividade de 92 sacas/ha, isso dá cerca de −R$ 1.436 por hectare. Ou seja, o preço não cobriu o custo total de produção — situação comum quando o custo inclui a remuneração da terra e do capital. Preço e custo são de meses diferentes e variam por lavoura — trate como estimativa. Fontes: CONAB.

Quanto de crédito rural foi para o milho em Rio Quente?

Em 2025, produtores de milho em Rio Quente contrataram cerca de R$ 1,50 mi em crédito rural de custeio para o milho, cobrindo cerca de 353 hectares (algo como R$ 4.265 por hectare). É o financiamento do ciclo da lavoura registrado no SICOR do Banco Central — não inclui recursos próprios, barter nem crédito de fornecedor. Fonte: Banco Central — Matriz de Dados do Crédito Rural.

Quanto de Rio Quente é área agrícola?

No mapeamento do MapBiomas de 2025, cerca de 60% de Rio Quente era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), sendo 2% de lavoura. A vegetação natural remanescente era de 39%. Fonte: MapBiomas — Cobertura e Uso da Terra, Coleção 11 (classificação de satélite, por município).

Estimativa da safra atual em Goiás

O número acima é da última safra fechada por município (IBGE). Para a safra 2025/26, a estimativa mais recente para Goiás (estado inteiro) é de 10.270.400 toneladas em 1.899.900 hectares (5.406 kg/ha).

Fonte: CONAB — Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, atualizado em . Estimativa estadual, não municipal.

Calendário do milho em Rio Quente

Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de milho em Rio Quente vai de 21 de outubro a 31 de dezembro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de outubro a 31 de dezembro.

Janela do ZARC (Portaria 221 de 10-07-2026) para plantio em sequeiro; varia com o ciclo da cultivar e o tipo de solo.

Exportação de milho de Goiás

Em 2025, Goiás exportou US$ 1,01 bi em milho (grão) — cerca de 4,77 mi toneladas.

Fonte: Comex Stat / Secex, atualizado em . Exportação por UF de origem; não há atribuição por município.

Preço do milho em Rio Quente

Preço ao produtor · GO · agosto de 2026
R$ 53,33
por saca de 60 kg · CONAB
Preço mínimo (PGPM) · safra 2026
R$ 38,28
preço ao produtor 39% acima
Dólar · 08/09/2026
R$ 5,09
R$ por US$ 1 · Banco Central
Paridade internacional · agosto de 2026
≈ R$ 68
por saca · US$ 224/t × dólar · Banco Mundial
R$ 5311-0118-1026-08

Preço médio mensal recebido pelo produtor em Goiás, R$ por saca de 60 kg. Fonte: CONAB — Preços de Mercado.

O preço ao produtor é a média que a CONAB pesquisa a cada mês no estado — o que o produtor de fato recebe pela saca. Ele varia de praça para praça e a cada semana. O preço mínimo (PGPM) é o piso garantido pelo governo, fixado pela Portaria MAPA nº 812; para 2027 já foi definido em R$ 38,28. A paridade de exportação (preço internacional × dólar) fica em torno de R$ 68 por saca, antes de frete e do ágio ou deságio da praça.

Fontes: CONAB — Preços de Mercado (preço médio ao produtor), atualizado em e Preço Mínimo (PGPM); Banco Central — dólar de venda; Banco Mundial — Pink Sheet. Não usamos indicadores de preço de licença fechada (ex.: CEPEA/Esalq).

Custo de produção e margem — milho em Rio Quente

Custo total · março de 2026
R$ 68,87
por saca · R$ 6.886/ha · CONAB
Custo operacional
R$ 58,90
por saca · sem terra/capital
Margem s/ custo total
−R$ 15,54
preço − custo · por saca
Margem operacional · por hectare
−R$ 515
92 sc/ha × R$ -5,57
Componente do custoR$/saca 60 kg
Custeio (variável)R$ 48,19
Custos fixosR$ 10,71
Terra e capitalR$ 9,97
Custo totalR$ 68,87
R$ 6923-0124-0526-03

Custo total de produção por saca de 60 kg, R$ nominais. Fonte: CONAB — Custos de Produção.

O custo total soma o custeio (sementes, fertilizantes, defensivos, operações), os custos fixos e a renda dos fatores — o quanto a terra e o capital próprio renderiam em outro uso. Sem esses dois últimos, fica o custo operacional, mais próximo do desembolso. Com o preço ao produtor de agosto de 2026 (R$ 53,33/saca), o milho em Rio Quente não cobriu o custo total, com margem de −R$ 15,54 por saca.

Custo de referência das regiões produtoras de Goiás, atualizado em — não é o custo da sua lavoura. Preço e custo podem ser de meses diferentes. Fonte: CONAB — Custos de Produção (agricultura empresarial).

Crédito rural do milho em Rio Quente

Custeio contratado · 2025
R$ 1,50 mi
valor financiado no ano · BACEN/SICOR
Área financiada
353 ha
999% da área plantada
Crédito por hectare
R$ 4.265
custeio ÷ área financiada
R$ 1,50 mi202320242025

Em 2025, produtores de Rio Quente contrataram R$ 1,50 mi em crédito rural de custeio para o milho, financiando cerca de 353 hectares. O custeio banca o ciclo da lavoura (sementes, insumos, tratos); é só a parte feita com crédito rural registrado — recursos próprios e barter não entram.

Fonte: Banco Central — Matriz de Dados do Crédito Rural (SICOR), atualizado em . O ano é o de emissão do contrato.

Uso do solo em Rio Quente

Lavoura
2%
420 ha do município
Pastagem
54%
13.285 ha
Vegetação natural
39%
9.526 ha remanescentes

No mapeamento do MapBiomas de 2025, 60% de Rio Quente era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), dos quais 2% de lavoura.

Fonte: MapBiomas — Mapeamento Anual da Cobertura e Uso da Terra (Coleção 11), ano de referência 2025. Classificação de satélite; pode divergir do cadastro fundiário. Área mapeada: 24.467 ha.

Simule a sua lavoura do milho em Rio Quente

De onde vêm estes dados

Banco Central - Cambio do dolar (SGS 1) Referência: 2026-09-08. Última coleta: .
Banco Central - Matriz de Dados do Credito Rural Referência: 2026. Última coleta: .
Banco Mundial - Preco internacional dos graos (Pink Sheet) Referência: 2026-08. Última coleta: .
Comex Stat / Secex - Exportacao (paises de destino) Referência: 2026. Última coleta: .
Comex Stat / Secex - Exportacao (totais) Referência: 2026. Última coleta: .
CONAB - Acompanhamento da Safra (estimativa) Referência: 2025. Última coleta: .
CONAB - Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (SICARM) Referência: 2026. Última coleta: .
CONAB - Custo de producao (agricultura empresarial) Referência: 2025-11. Última coleta: .
CONAB - Preco de mercado (preco medio ao produtor) Referência: 2026-08. Última coleta: .
CONAB - Preco minimo (PGPM) Referência: 2026. Última coleta: .
IBGE - Levantamento Sistematico da Producao Agricola (LSPA) Ainda não carregado.
IBGE - Pesquisa da Pecuaria Municipal (PPM) Ainda não carregado.
IBGE - Producao Agricola Municipal (PAM) Referência: 2024. Última coleta: .
INMET - Dados historicos (chuva e temperatura por estacao) Referência: 2026-08. Última coleta: .
MAPA - Zoneamento Agricola de Risco Climatico (ZARC) Referência: 2025/26. Última coleta: .
MapBiomas - Cobertura e uso da terra por municipio (Colecao 11) Referência: 2025. Última coleta: .

Ver todas as fontes e a frequência de atualização →

Veja também

Por camada de dado: produção · preço · custo e margem · exportação · quando plantar · crédito rural · armazenagem · clima · uso do solo

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