Brasil soma 451 mortes por Covid e 16,8 mil novos casos em 24 horas

O Brasil registrou 451 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo atualização dos dados do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). O total de vítimas da doença no país chega a 604.679.

Também foram notificados 16.852 novos casos, totalizando 21.697.341 desde o início da pandemia.

A média móvel semanal de óbitos é de 369 – está abaixo de 400 desde 11 de outubro. Já a média diária de novos casos é de 12.158.

O mais recente boletim do Observatório Covid-19 da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), publicado ontem, aponta para uma tendência de redução de novos casos, hospitalizações e mortes em todo o Brasil.

Mas os pesquisadores alertam para instabilidades nos dois sistemas do Ministério da Saúde que notificam casos leves de Covid-19: o e-SUS e o Sivep-Gripe.

“Isso se reflete na divulgação de um número abaixo do esperado durante algumas semanas, seguida de um número excessivo de notificações, o que pode gerar interpretações equivocadas sobre as tendências locais da pandemia e a tomada de decisões baseadas em dados incompletos. A irregularidade do fluxo de notificação deve ser levada em conta e serve como alerta para as consequências de decisões por vezes inoportunas ou baseadas em dados incompletos e atrasados”, afirmam eles.

Fonte noticias.r7.com/saude

Começa hoje Inscrição para o exame nacional de residência

As inscrições para a edição 2021 do Enare (Exame Nacional de Residência) inicia nesta quarta-feira (20) e vão até o dia 8 de novembro. As provas estão marcadas para o dia 12 de dezembro deste ano. Tanto o acesso ao edital quanto as inscrições podem ser feitos por meio do site do Enare.

O Enare foi criado em 2020 para otimizar a forma de seleção dos residentes. Mais de 3,2 mil vagas de residência das áreas médica, multi e uniprofissional serão ofertadas em 81 instituições distribuídas em todo o país.

De acordo com a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), estatal responsável pelo edital, vinculada ao MEC (Ministério da Educação), esta edição apresentou um crescimento de aproximadamente 800% no número de vagas e de 900% no número de instituições participantes, na comparação com o último certame.

Na edição deste ano, as provas serão realizadas em todas as capitais e em mais 23 cidades: Feira de Santana (BA), Ilhéus (BA), Imperatriz (MA), Uberlândia (MG), Caratinga (MG), Juiz de Fora (MG), Montes Claros (MG), Dourados (MS), Sinop (MT), Campina Grande (PB), Cascavel (PR), Guarapuava (PR), Londrina (PR), Nova Iguaçu (RJ), Passo Fundo (RS), Pelotas (RS), Bauru (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), Campinas (SP), Araguaína (TO), Petrolina (PE) e Joinville (SC).

Classificação
A Ebserh explica que o sistema de classificação é semelhante ao do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que usa notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para seleção de estudantes da graduação em universidade federais. Depois das provas, o candidato terá a nota alcançada na especialidade escolhida e poderá utilizá-la para indicar onde pretende atuar. O sistema fica aberto por um tempo determinado para que cada candidato registre o local de sua preferência. As melhores notas se sobrepõem às menores, determinando, no fechamento do sistema, quem ocupará as vagas. Em seguida, ele é aberto novamente para preencher as vagas ociosas e para a formação de cadastro reserva.

Em 2020, houve a oferta de 405 vagas para oito hospitais da Rede Ebserh/MEC e um hospital militar. Foram 304 para 41 especialidades de residência médica, oito para a residência uniprofissional (entre enfermagem e física médica) e 93 para a residência multiprofissional, que incluiu enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, odontólogos, nutricionistas e profissionais de educação física. Com o aumento de vagas deste ano, a Ebserh espera uma maior diversificação nas especialidades profissionais.

A Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, que atendem pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) e apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas.

Fonte noticias.r7.com/saude

Ibirapuera cobrará de empresas e treinadores que atuam no parque

Gerido pela iniciativa privada desde o segundo semestre de 2020, o Parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, vai passar a cobrar uma tarifa das empresas e treinadores lá que atuam em atividades como corrida e ioga. A tarifa está nos planos da Urbia Parques, concessionária do Ibirapuera. O modelo e o valor da cobrança não estão definidos, mas a perspectiva é que isso aconteça até fevereiro do ano que vem.

Segundo o diretor da concessionária, Samuel Lloyd, o objetivo da tarifa é gerar receitas para o equilíbrio financeiro do Ibirapuera e cumprir o direito de exclusividade de exploração comercial, dado durante o processo de concessão. Pessoas que utilizam o parque como forma de lazer não serão afetadas.

“Todas as empresas que operam dentro do Ibirapuera nas áreas concedidas no Plano Diretor [do parque] devem pagar uma taxa à concessionária do parque, que tem a obrigação de mantê-lo estruturado”, disse Lloyd.

Em paralelo, a gestão vai regularizar os espaços destinados às empresas que utilizam o Ibirapuera para a prática esportiva — uma obrigação estabelecida no Plano Diretor do parque, de 2019, para evitar conflito de usos. Além de organizar o parque, a regularização vai permitir que a Urbia saiba quantas assessorias esportivas, empresas e atletas operam dentro do Ibirapuera de uma forma ou de outra.

A criação de uma tarifa era esperada por parte dos treinadores e empresas que estão no local desde que o Ibirapuera foi concedido à iniciativa privada. A presidente da Associação dos Treinadores de Corrida do Estado de São Paulo, Alessandra Othechar, afirmou que a preocupação imediata é o impacto financeiro para os treinadores, que ainda sentem os prejuízos motivados pela interrupção das atividades esportivas durante a pandemia.

As reuniões da Urbia com as empresas e os treinadores — ou “assessorias esportivas” — para tratar sobre a cobrança começaram no ano passado. Um dos maiores impedimentos na negociação é a maneira como será feita a cobrança, já que as assessorias alegam que cada uma tem um modelo próprio de negócio.

Uma das primeiras propostas foi cobrar uma taxa fixa por atleta, por exemplo. As assessorias argumentam que essa forma poderia ser viável para treinadores e empresas com centenas de alunos, mas prejudicaria aqueles que trabalham com grupos menores.

O modelo mais discutido atualmente é a cobrança de um percentual de 3% a 5% da mensalidade de cada aluno. Para a presidente da ATC, esse formato deixa dúvidas de como a Urbia fiscalizaria o faturamento de cada assessoria. De acordo com Lloyd, seria por autodeclaração.

“Funcionaria por autodeclaração, com cada empresa ou treinador declarando quantos alunos e qual o faturamento, mas esse é um debate que está muito longe de ser definido”, explica o diretor da Urbia.

 

A estimativa inicial da Urbia é gerar uma receita mensal de R$ 100 mil e assim contribuir para a manutenção do Ibirapuera, que tem uma despesa mensal de R$ 3 milhões, segundo a concessionária.

“Não há mais dinheiro público no Ibirapuera. Precisamos ter receitas para manter o parque e fazer melhorias nele, como a instalação de armários, vestiários e outras estruturas que vão auxiliar os visitantes”, disse Lloyd.

Para Alessandra, da ATC, desde que o parque passou para a iniciativa privada, os treinadores sentem melhorias, mas a contrapartida por meio de taxas precisa ser melhor discutida porque há, de modo indireto, o pagamento de outros valores.

“Temos treinadores que utilizam o Ibirapuera todos os dias de manhã e durante a noite e precisam pagar duas taxas de estacionamento, por exemplo. Acho que os profissionais da área podem levar benefícios para o parque que vão além de uma tarifa”, destacou.

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Brasil registra 183 mortes e 7.446 novos casos em 24h

Nesta segunda-feira (18), o Brasil registrou 183 mortes e 7.446 novos casos diagnosticados de Covid-19, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 322, e a média móvel de novos casos é de 9.882.

O país contabiliza 21.651.910 pessoas diagnosticadas com a doença e 603.465 mortes. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 no país.

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8%, e a taxa de mortalidade para cada 100 mil habitantes é de 287,2.

O Vacinômetro do R7 mostra que mais de 151,6 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no país, o que corresponde a 71,6% da população, sendo que mais de 104,9 milhões já receberam a segunda dose ou uma vacina de dose única e estão completamente imunizados.

Acompanhe o Vacinômetro em tempo real:

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Brasil recebe lote de 4,5 milhões de doses da vacina da Pfizer

Chegou neste sábado (16), no início da manhã, ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais um lote de 4,5 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer. Os imunizantes do laboratório americano vieram em dois voos. Mais um carregamento com 1,3 milhão de doses deve chegar amanhã (17).

Os lotes fazem parte do contrato assinado com o Ministério da Saúde para o fornecimento de 100 milhões de doses da vacina até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.

O Ministério da Saúde já distribuiu 310,5 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus de quatro laboratórios para serem aplicadas em todo o país. Até o momento, 101,3 milhões de pessoas foram completamente imunizadas contra a doença com duas doses ou com a vacina de dose única.

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Especialistas recomendam reforço de vacina da Moderna para idosos

Um painel de especialistas consultores da FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos) recomendou por unanimidade, na quinta-feira (14), uma dose de reforço da vacina contra Covid-19 da Moderna para pessoas com 65 anos ou mais e aquelas com alto risco de doença grave.

Se a FDA acatar a recomendação dos conselheiros e aprovar o reforço da vacina da Moderna, o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) fará recomendações específicas sobre quem deveria recebê-lo. O CDC deve se reunir para debater a questão na próxima semana.

O Comitê Consultivo de Vacinas e Produtos Biológicos Relacionados da FDA se reuniu nesta quinta para considerar a dose adicional da vacina da Moderna, e vai avaliar se fará uma recomendação semelhante para o imunizante da Johnson & Johnson na sexta-feira. O resultado da votação para apoiar o reforço da Moderna foi 19 a 0.

A Moderna está buscando autorização para um reforço que contém 50 microgramas de vacina, metade da força de sua dose normal, mas ainda maior que a da injeção da Pfizer/BioNTech, de 30 microgramas.

Além de contemplar as pessoas com 65 anos ou mais e aquelas em risco de Covid-19 grave, o painel de especialistas votou para recomendar a autorização de uma terceira dose da vacina da Moderna para indivíduos de 18 a 64 anos em risco de exposição frequente a infecções por coronavírus devido ao trabalho. As doses seriam administradas pelo menos seis meses após a inoculação inicial de duas doses.

As autoridades de saúde dos EUA estão sob pressão para autorizar as doses de reforço de vacinas contra Covid-19 depois que, em agosto, a Casa Branca anunciou que planejava uma ampla campanha de reforço, a depender das aprovações da FDA e do CDC.

Durante a reunião dos conselheiros da FDA, autoridades de saúde de Israel disseram que as doses de reforço da vacina contra Covid-19 da Pfizer-BioNTech melhoraram a proteção contra casos graves da doença em pessoas de 40 anos ou mais velhas.

“O que estamos vendo é uma ruptura na curva epidêmica em Israel”, disse Sharon Alroy-Preis, diretora dos serviços de saúde pública do Ministério da Saúde israelense.

Ela disse que o programa de vacinação de reforço, que agora inclui 50% da população de todas as faixas etárias, está começando a diminuir as infecções mesmo entre os moradores não vacinados do país.

Israel, que monitora atentamente as vacinas em sua população, disse em uma apresentação de slides que administrar uma dose de reforço levou a uma proteção maior contra infecções confirmadas entre pessoas de 16 anos ou mais.

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Brasil registra números elevados de casos de SRAG entre crianças

O Boletim InfoGripe da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), publicado nesta quinta-feira (14), indica que os casos semanais de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) estão em um número elevado entre crianças de 0 a 9 anos em todas as regiões do país, exceto o Norte.

De acordo com a publicação, o cenário em alguns lugares supera os picos registrados em 2020 e tem o VSR (vírus sincicial respiratório) em presença considerável dentre os diagnósticos. Na faixa etária entre 10 e 19 anos, assim como para as crianças, foi observada diminuição da positividade para o Sars-CoV-2, mesmo que ainda com predomínio marcante entre os infectados, com presença relativamente pequena de casos positivos para rinovírus.

Por outro lado, na população adulta com mais de 20 anos, a Covid-19 ainda é a causa principal de SRAG. Segundo o boletim, o cenário brasileiro é considerado estável, mesmo com sinal de crescimento leve nas tendências de longo prazo, nas últimas seis semanas, e de curto prazo, nas últimas três semanas; crianças são o único grupo a apresentar patamar elevado.

O InfoGripe indica que aumentou o número de estados com sinal de crescimento dos casos de SRAG na tendência de longo prazo. “Embora na maioria deles o cenário seja de crescimento lento e ainda compatível com oscilação em torno de patamar estável”, diz a publicação.

O Espírito Santo é o único Estado a manter o crescimento dos casos de síndrome respiratória aguda grave em idosos com mais de 70 anos.

“Com o lento avanço da dose de reforço em idosos nos estados, o cenário de crescimento de casos graves na população em geral relatado, embora ainda seja lento, pode desencadear o mesmo efeito. Em função disso, é importante reforçar a necessidade de cuidado especial junto à população idosa frente ao avanço nas flexibilizações das medidas de proteção coletiva”, diz o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

Fonte noticias.r7.com/saude

Brasil registra 176 mortes por Covid e 7.852 novos casos em 24h

O Brasil registrou, nesta quarta-feira (13), 176 mortes por Covid-19 e 7.852 novos casos diagnosticados, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

Com o balanço de hoje, o país contabiliza 601.574 óbitos e 21.597.949 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 no país.

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8% e a taxa de mortalidade para cada 100 mil habitantes é de 286,3. A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 316, e a média móvel de novos casos é de 11.588.

O Vacinômetro do R7 mostra que mais de 149 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no país, o que corresponde a 70% da população, sendo que mais de 100 milhões já receberam a segunda dose ou uma vacina de dose única e estão completamente imunizados.

Acompanhe o Vacinômetro em tempo real:

Fonte noticias.r7.com/saude

Brasil registra 185 mortes e 7.359 novos casos em 24h

Nesta terça-feira (12), o Brasil registrou 185 mortes e 7.359 novos casos diagnosticados de Covid-19, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 367, e a média móvel de novos casos é de 13.003.

O país contabiliza 601.398 mortes e 21.590.097 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 no país.

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8% e a taxa de mortalidade por cada 100 mil habitantes é de 286,2.

O Vacinômetro do R7 mostra que mais de 149,8 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no país, o que corresponde a 70,7% da população, sendo que mais de 100,2 milhões já receberam a segunda dose ou uma vacina de dose única e estão completamente imunizadas.

Acompanhe o Vacinômetro em tempo real:

Fonte noticias.r7.com/saude