Xampu a seco: benefícios e como usá-lo

O xampu a seco é um dos cosméticos mais usados ​​no mundo. O motivo é muito simples: é fácil de usar e tem resultados imediatos e excelentes. Apesar disso, deve ser usado com moderação para evitar problemas.

Xampu a seco: benefícios e como usá-lo

Última atualização: 13 Março, 2021

O xampu a seco é um produto que ajuda a limpar os cabelos sem usar água. É utilizado para a higiene quando não é possível fazer uma lavagem convencional ou quando você não quer fazê-la por algum motivo.

Os ingredientes do xampu a seco permitem eliminar a oleosidade, as impurezas e os maus odores que se acumulam no couro cabeludo. Também há quem diga que este produto facilita o penteado. A lavagem a seco eliminaria a necessidade de lavar o cabelo com tanta frequência e permitiria mantê-lo limpo, brilhante e vigoroso.

Vantagens de usar o xampu a seco

As vantagens do xampu a seco são muitas, e é por isso que este é um produto que ganhou popularidade nos últimos anos. O primeiro benefício é que ele permite uma limpeza rápida quando necessário. Outras vantagens de usar o xampu seco têm a ver com evitar lavar o cabelo com muita frequência, pois isso pode ressecá-lo demais.

Além disso, dá mais volume ao cabelo e evita o aspecto “lambido”. Também facilita a modelagem, sem danificar ou deteriorar os folículos se usado com moderação. Isso ocorre porque ele absorve o excesso de óleo acumulado no couro cabeludo.

Quase sempre eles são fabricados com componentes amigos do meio ambiente. Inclusive, é possível fazer uma versão caseira com elementos fáceis de encontrar. Para cabelos tingidos, existem formulações especiais que acentuam a cor desejada, se este for o caso.

Tipos de xampu a seco
Algumas vantagens do xampu a seco estão relacionadas à facilidade de uso e ao cuidado com o meio ambiente.

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Tipos de xampus a seco

Antes de dar algumas dicas para a aplicação do xampu a seco, é conveniente saber que este produto vem em diferentes apresentações. As mais comuns são as seguintes:

  • Em pó: é semelhante ao talco e é aplicado na raiz para retirar o excesso de oleosidade.
  • Creme: aplicado em toda a cabeça e produz um resultado mais natural que também facilita o penteado. Não é adequado para cabelos oleosos.
  • Aerossol: é aplicado nas raízes. O difusor ajuda a distribuí-lo de maneira mais uniforme do que com outros métodos.
  • Para cabelos tingidos: adiciona um toque de cor para cobrir eventuais imperfeições ou irregularidades no tom.
  • Ecológico: possui ingredientes naturais que ajudam a proteger os cabelos e o meio ambiente.

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Método de aplicação recomendado

O procedimento adequado para a aplicação desse tipo de xampu compreende três fases: aplicação, fixação e escovação. O processo leva entre 15 e 25 minutos. O que você deve fazer é o seguinte:

  • Se usar xampu em pó ou em spray, aplique-os somente no couro cabeludo e nas áreas muito oleosas ou sujas. Se usar creme, aplique no couro cabeludo e espalhe por todo o cabelo.
  • Quando usar spray, aplique o produto a cerca de 15 centímetros de distância.
  • Se quiser dar um pouco mais de volume, coloque mais produto na raiz dos cabelos.
  • É conveniente mover o cabelo com os dedos durante a aplicação.
  • Deixe o produto agir por um período de 5 a 15 minutos, a menos que o rótulo indique o contrário.
  • Após este intervalo, massageie suavemente o couro cabeludo e escove o cabelo para remover os resíduos. Nesta última etapa você pode usar secador, mas com temperatura fria.

A melhor hora para aplicar o xampu a seco é antes de dormir. Por um lado, ajuda a absorver melhor o suor que pode surgir durante a noite; por outro lado, quando você acordar só terá que fazer pequenos retoques e pentear o cabelo da maneira habitual.

Este tipo de limpeza pode substituir o xampu tradicional?

O xampu a seco não é um substituto para a lavagem com água. É claro que ajuda a esconder a sujeira e dá aos cabelos uma aparência limpa e bonita. No entanto, não oferece uma boa higiene.

Esses tipos de produtos fornecem uma solução estética temporária, mas não limpam o cabelo. A lavagem tradicional é aquela que remove as bactérias e equilibra o pH natural da pele, portanto nada a substitui. É melhor usar o método de xampu a seco entre as lavagens regulares.

Quando é aconselhável usar xampu a seco?

Poderíamos dizer que o xampu a seco é uma excelente opção quando você está com pressa ou não tem tempo para fazer a sua higiene pessoal. É uma solução de emergência que é útil nesses casos.

Também é excelente quando, por exemplo, você faz uma viagem longa que o impede de manter a sua higiene habitual. Da mesma forma, é útil se depois de ir para a academia você tiver um encontro e quiser estar com a aparência impecável.

Esse tipo de xampu é uma alternativa para quem tem cabelos oleosos ou secos. Permite não ter que lavar regularmente, sem implicar um aspecto sujo e deteriorado. Também ajuda a adicionar volume e facilita o penteado.

Saúde dos cabelos
Os diferentes tipos de xampu a seco são usados em situações em que a lavagem convencional dos cabelos não é possível.

Principais desvantagens do seu uso

Nem tudo é tão perfeito no que diz respeito ao xampu a seco. Antes de mais nada, você deve estar ciente de que este não é um xampu de verdade, no sentido estrito da palavra. Portanto, não limpa o seu cabelo.

Da mesma forma, é importante lembrar que esses produtos, principalmente aqueles que vêm em aerossol, podem conter componentes que danificam o folículo piloso. Em particular, alguns contêm álcool.

Se você os usar com muita frequência ou não lavar o cabelo da maneira convencional por muito tempo, existe o risco de que os folículos capilares fiquem obstruídos. Isso pode levar a uma infecção chamada foliculite. Também pode causar caspa ou inflamação, como dermatite seborreica.

Cuidado com o xampu a seco

Lembre-se de verificar se o xampu seco que você usa não contém amianto. Este é um componente que está presente em produtos em pó, como o talco. O amianto tem sido associado a algumas formas de câncer quando o uso deste produto é prolongado.

Há indícios de que o uso desses tipos de artigos em combinação com o calor produzido pelo secador é prejudicial ao couro cabeludo, porque o resseca extremamente. Para que você não tenha problemas, é conveniente usar o xampu seco com moderação.

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Fonte noticias.r7.com/saude

Entregas de vacinas a Estados serão semanais, diz Ministério da Saúde

O ministério da Saúde apresentou, neste sábado (13), um novo cronograma de entrega de vacinas a governadores, com entregas semanais. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, se reuniu com os governadores por videoconferência. 

De acordo com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), o cronograma apresentado é da vacinas produzidas pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz até julho. 

Também foi confirmada a entrega de dois lotes da vacina da AstraZeneca pelo Consórcio da OMS e da Bharat Biotech. Ficou acordado que as 37 milhões de doses da vacina Sputnik V compradas pelo Consórcio Nordeste façam parte do Plano Nacional de Imunização (PNI), com entregas previstas a partir de Abril. A Sputnik V ainda precisa de aprovação da Anvisa. 

Fonte noticias.r7.com/saude

Por que o peixe panga tem má fama?

A produção de panga está crescendo exponencialmente e este peixe está sendo servido nas mesas de todo o mundo. No entanto, a polêmica em torno do seu consumo continua surgindo de tempos em tempos. Vejamos alguns dos motivos.

Por que o peixe panga tem má fama?

Última atualização: 13 Março, 2021

A má fama do peixe panga levou uma rede de supermercados a parar de vender esta espécie em diversos países europeus. Ele também parou de ser servido em muitas cantinas escolares. No entanto, ainda é um peixe comumente consumido em muitos países europeus e nos  Estados Unidos.

As autoridades alimentares insistem na segurança dos controles na produção e transporte deste peixe. Até o momento, não houve nenhum alerta de saúde relacionado ao consumo do panga. Então, qual é a polêmica? Existem razões para parar de consumir o panga?

Quais são as características do peixe panga?

O panga – hipoftalmo de Pangasius – é um peixe de água doce que vive principalmente nos rios Mekong e Chao Phraya, embora, atualmente, boa parte do que é consumido seja cultivado em fazendas. A maioria delas está localizada no sudeste da Ásia, em países como Vietnã, Tailândia, Camboja e Laos.

O panga pertence ao grupo dos peixes brancos, como o linguado, a pescada e a garoupa. Em geral, o peixe branco é recomendado por seu aporte de proteínas de alto valor biológico, minerais e vitaminas D, A e B1. 

Porém, no caso do panga, esses valores nutricionais costumam ser menores. Ele tem menos proteína por 100 gramas do que a pescada ou o linguado, bem como uma composição lipídica diferente. Ele também tem menos vitamina A e D. 

Peixe com vegetais

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Ele se tornou um peixe muito apreciado, tanto nas cozinhas comunitárias (hospitais, asilos…) quanto entre os consumidores privados. Isso se deve, sobretudo, ao seu preço acessível, à sua apresentação em filés sem pele ou espinhas e ao seu sabor suave. 

Por que o peixe panga tem má reputação?

Como vimos, o consumo de panga é polêmico há alguns anos. No entanto, em nenhum momento foi declarado qualquer alerta alimentar pelas autoridades especializadas.

Vamos ver quais são os pontos mais sombrios em torno do consumo do panga:

1. É um peixe contaminado

Uma das polêmicas que giram em torno desse peixe é sua possível contaminação. Aproximadamente 90% de todo o panga consumido no mundo vem do rio Mekong. Este é um dos rios mais poluídos de todo o planeta. Além disso, deve-se levar em consideração que a própria produção desse peixe nas fazendas aumenta essa contaminação. 

Em 2017, a OCU (Organização de Consumidores e Usuários da Espanha), realizou uma análise de 23 amostras de panga, algumas congeladas e outras frescas. Os resultados mostraram que:

  • Em 4 amostras, foram encontrados restos de um herbicida proibido na Europa.
  • Traços de mercúrio foram detectados em 9 amostras. Embora a quantidade não tenha ultrapassado o limite legal de 0,5 mg por quilo, ela ficou muito próxima da metade desse valor. Esses valores podem ser preocupantes para crianças, embora não para adultos. Eles não ultrapassam os níveis que podem ser encontrados em peixes como atum, tubarão ou peixe-espada. 

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2. Sustentabilidade ambiental e alimentar

Alguns especialistas desaconselham o consumo deste peixe por razões ambientais. Consumir peixes de países distantes tem um forte impacto no meio ambiente. Isso se deve tanto ao processo de produção pelo qual o peixe passa, quanto aos custos do seu transporte e distribuição.

Além disso, é preciso levar em conta o impacto que a sua produção intensiva tem no próprio território. Algumas das consequências negativas foram o desmatamento de manguezais em países como o Vietnã e a mudança no uso das terras ao redor do rio Mekong. O arroz, um dos pilares da alimentação dos moradores da região, parou de ser cultivado nelas.

Presença de mercúrio nos peixes

3. Processo de produção

O panga é um peixe produzido principalmente em fazendas. A piscicultura intensiva tem várias consequências ambientais e sociais negativas.

Por um lado, as águas estão mais poluídas do que já estavam. Isso ocorre devido à descarga descontrolada de antibióticos e fezes do próprio peixe. Além disso, os espécimes de panga vivem aglomerados em pequenos espaços, são alimentados com ração e representam um perigo para as espécies autóctones.

O impacto social da agricultura em fazendas de peixes não é mínimo. O panga é um peixe muito barato, e isso se deve, em parte, aos baixos salários e às más condições da força de trabalho.

Como escolher um bom peixe?

Embora o peixe panga tenha má reputação, comê-lo não é perigoso. Para manter a segurança, seria interessante limitar o consumo a uma vez por semana no caso de adultos, e uma vez a cada duas semanas no caso de crianças.

Porém, dados os aspectos negativos que deram a má fama ao panga, podemos fazer outras recomendações para manter um consumo de peixe mais saudável e responsável. Se quisermos consumir peixes com base em critérios de sustentabilidade, tradição culinária e saúde, devemos priorizar os seguintes aspectos:

  • Consumir peixes que não sejam cultivados, e sim capturados com métodos que respeitem o meio ambiente.
  • Consumir os peixes típicos das nossas regiões, comprados em mercados e peixarias locais.
  • Prefira as espécies menores, pois elas acumulam menos metais pesados ​​em seus tecidos. 
  • Escolha diferentes variedades entre as opções possíveis. A variedade na dieta é uma das maneiras de garantir que ela seja mais balanceada e tenha menos riscos.

Como fonte de proteínas, minerais e ácidos graxos essenciais, o peixe é um bom aliado da nossa alimentação. Agora sabemos como melhorar a escolha deste alimento tão importante para uma alimentação variada e saudável.

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Fonte noticias.r7.com/saude

Brasil é o 22º país em número de mortes por milhão de habitantes

O Brasil é, em termos absolutos, o segundo país do mundo mais atingido pela pandemia do novo coronavírus, com mais de 11.3 milhões de casos e mais de 275 mil mortes por complicações da covid-19. No total de infecções confirmadas, o país voltou a passar a Índia ao longo da semana. Em termos proporcionais, no entanto, está mais longe do topo.

Com os números de todo o planeta até a última sexta-feira (12), o Brasil é o 22º país do mundo em mortes por milhão de habitantes, segundo o portal OurWorldInData, da Universidade de Oxford, no Reino Unido. O país tem uma proporção de 1.294 mortes por milhão

Além dos EUA, que ocupam a primeira colocação mundial tanto em casos quanto em mortes no absoluto e está em 11º na proporção de mortes por milhão, estão na frente do Brasil 17 países europeus, o México e o Peru.

O primeiro colocado nessa estatística é San Marino, com 2.268 mortes por milhão. No entanto, em números absolutos são apenas 77 mortes, em uma população de pouco mais de 33 mil pessoas. Em seguida, vêm a República Tcheca, com 2.135 mortes por milhão e a Bélgica, com 1.932.

O Brasil registra mais de 10 milhões de pessoas recuperadas da covid-19, número que supera a quantidade de casos ativos, de 1.087.295, que são os pacientes em acompanhamento médico, segundo o Ministério da Saúde. O país também já vacinou 9,4 milhões de pessoas.

A pasta informa que a doença está presente em todos os municípios brasileiros e que mais da metade das cidades apresentam entre 2 e 100 casos. Em relação a mortes, 1.856 municípios tiveram novos registros, sendo que 974 dispõem de apenas um óbito confirmado.

O Brasil soma 275.105 mortes por covid e 11.363.380 milhões de casos, sendo 85.663 registrados em um dia. O Ministério afirma que 2.216 pessoas morreram nas últimas 24 horas.

Fonte noticias.r7.com/saude

O que são os excipientes de medicamentos?

Para saber quais são os excipientes que um medicamento contém, basta consultar a bula ou o rótulo. Neste artigo, explicaremos como se informar melhor sobre esses componentes do medicamento.

O que são os excipientes de medicamentos?

Última atualização: 13 Março, 2021

Com certeza você já conhece a expressão “excipientes de medicamentos” porque já a viu muitas vezes, mesmo que seja lendo a bula de um remédio. No entanto, você sabe exatamente a que esse termo se refere?

Os excipientes de medicamentos são os componentes da formulação excetuando o princípio ativo, que é a molécula terapêutica. Nesse sentido, um medicamento consiste principalmente em um princípio ativo e excipientes. Estes excipientes são usados ​​para atingir a forma de dosagem desejada.

A forma farmacêutica é, portanto, o arranjo individualizado ao qual os medicamentos e excipientes são adaptados. Em outras palavras, é a aparência física que é dada aos medicamentos para facilitar a sua administração. Por exemplo, o xarope é uma forma de dosagem para admiração oral, enquanto os comprimidos são uma forma de dosagem diferente.

Em última análise, os excipientes são combinados com princípios ativos ou fármacos em diferentes formas farmacêuticas (para administração oral, intravenosa, anal, etc.) para sintetizar um medicamento, que é a combinação das substâncias acima mencionadas.

Para que servem os excipientes dos medicamentos?

Pessoa tomando medicamentos

Os excipientes têm a função de facilitar o preparo, armazenamento e administração de medicamentos. Além disso, eles são os únicos componentes que podem diferir entre um medicamento de marca e um medicamento genérico.

A seguir, nomeamos alguns dos tipos de excipientes mais usados:

  • Aglutinantes: sua função é manter os componentes juntos. Alguns dos mais usados ​​são amidos, açúcares, lactose e açúcares como o xilitol.
  • Diluentes: preenchem o conteúdo de um comprimido ou cápsula para obter uma apresentação conveniente para o consumo. A celulose vegetal é um excipiente amplamente utilizado em comprimidos ou cápsulas de gelatina dura.
  • Desintegrantes: fazem com que a liberação dos princípios ativos melhore no trato digestivo.
  • Lubrificantes: são essenciais para evitar que se formem grumos ou que os ingredientes grudem nas máquinas durante a fabricação. Algumas das substâncias mais comumente usadas para esse fim são minerais comuns como o talco. Também se utiliza gordura de esteroides.
  • Cobertura: esses excipientes são responsáveis ​​por proteger os ingredientes dos agentes atmosféricos como o ar ou a umidade. Além disso, ajudam a fazer com que os comprimidos sejam engolidos com mais facilidade. Geralmente é usada uma camada de celulose que não contém nenhuma substância alergênica.
  • Adoçantes: a principal função desses excipientes é favorecer a deglutição dos comprimidos, melhorando o seu sabor.
  • Aromatizantes e corantes: melhoram as propriedades organolépticas dos medicamentos e, consequentemente, melhoram a adesão ao regime terapêutico.

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Como os excipientes de medicamentos aparecem na bula?

Mulher lendo a bula de remédio

Os excipientes são normalmente substâncias inertes, ou seja, não provocam nenhum efeito no organismo. No entanto, em algumas ocasiões é possível que tenham uma ação ou um efeito reconhecido, como alergias ou intolerâncias.

Por isso, você deve sempre se informar sobre a composição de um medicamento e garantir o seu uso correto.

Para saber os excipientes que um medicamento contém, basta consultar a bula ou o rótulo. Na primeira, os excipientes estão totalmente expressos, ou seja, primeiro com a Denominação Comum Internacional, que é o nome pelo qual é conhecido, seguido da letra “E” -que nem sempre aparece- e por fim seu número correspondente.

No entanto, no rótulo pode aparecer apenas com a letra “E” e o número correspondente; o nome comum não precisa aparecer. Vamos pegar o excipiente chamado dióxido de titânio como exemplo. Nos medicamentos que o contêm, a bula deve dizer: “dióxido de titânio E171”.

Graças a esta informação incluída na bula, muitos problemas de saúde podem ser evitados. Por exemplo, os pacientes celíacos podem verificar se a formulação contém glúten. Da mesma forma, os pacientes com intolerância à lactose podem ver se há algum componente que os afeta.

Descubra também: Administração de medicamentos por via nasal

Conclusão

Os excipientes de medicamentos são essenciais para a fabricação dos mesmos. Melhoram o sabor, a aparência, a absorção e a distribuição da fórmula.

Como alguns deles podem produzir efeitos alérgicos ou intolerantes, é essencial que, antes de tomar um medicamento, você leia a bula ou consulte seu médico ou farmacêutico.

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Fonte noticias.r7.com/saude

Estudo aponta eficácia de uma dose de vacina em quem já teve covid-19

Pesquisadores da Escola de Medicina Icahn em Nova York, nos Estados Unidos, desenvolveram um estudo publicado no periódico acadêmico New England Journal of Medicine apontando a eficácia da aplicação de uma dose das vacinas da Pfizer e da Moderna em pacientes que já tiveram covid-19.

O estudo, publicado na forma de carta e não como artigo revisado, analisou 110 participantes de um teste clínico, sendo que um grupo já havia tido diagnóstico positivo de covid-19 e outro que ainda não havia sido contaminada pelo vírus.

Os participantes que já haviam tido covid-19 desenvolveram mais rapidamente anticorpos com uma dose. Já os não infectados previamente tiveram baixa resposta na criação de anticorpos até o 12º dia depois da vacinação, a sua maioria após este período.

O desempenho dos previamente infectados foi superior também ao de pessoas que receberam duas doses das vacinas adotadas na pesquisa. Neste grupo, a aplicação da 2ª dose não revelou mudanças significativas no sistema imunológico contra o vírus.

Os pesquisadores também avaliaram os efeitos colaterais. Eles foram maiores nos participantes que já haviam contraído covid-19, mas em nenhum dos casos houve eventos adversos que levassem à hospitalização.

“Nós descobrimos que uma dose das vacinas gerou rápida resposta em participantes soropositivos [do novo coronavírus], com níveis de anticorpos similares ou superiores a participantes soronegativos que receberam duas doses. Mas se uma dose destas vacinas provê proteção efetiva em soropositivos ainda requer investigação”, concluem os autores.

Fonte noticias.r7.com/saude

EUA, Índia, Japão e Austrália fazem pacto por vacinas para Ásia

Os Estados Unidos e três de seus parceiros mais próximos na região do Indo-Pacífico se comprometeram, nesta sexta-feira (12), a fornecer até 1 bilhão de doses de vacina contra o coronavírus para a Ásia até o final de 2022, em uma reunião cuidadosamente coreografada para conter a crescente influência da China na região.

Leia também: EUA passam de 100 milhões de doses de vacinas já aplicadas

O presidente dos EUA, Joe Biden, e os líderes de Austrália, Índia e Japão — países juntos conhecidos como Quad — prometeram em sua primeira cúpula moldar um Indo-Pacífico livre e aberto, com cooperação em segurança marítima, cibernética e econômica, todas questões vitais para as quatro democracias diante dos desafios de Pequim.

“Estamos renovando nosso compromisso de garantir que nossa região seja regida pelo direito internacional, comprometida com a defesa dos valores universais e livre de coerção”, disse Biden a seus colegas, sem citar a China.

Seu conselheiro de segurança nacional, Jake Sullivan, classificou a cúpula virtual como um grande dia para a diplomacia norte-americana, enquanto os EUA buscam revitalizar suas alianças e se aproximar de Pequim com uma posição de força antes de uma reunião de alto escalão EUA-China no Alasca na próxima semana.

“Os quatro líderes discutiram o desafio apresentado pela China e deixaram claro que nenhum deles tem ilusões sobre a China”, disse Sullivan a repórteres mais tarde, acrescentando que todos acreditam que a democracia pode vencer a “autocracia”.

Em uma declaração conjunta, Biden, o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, prometeram trabalhar de forma estreita na distribuição de vacinas contra a Covid-19, clima e segurança.

“Nós lutamos por uma região que seja livre, aberta, inclusiva, saudável, ancorada por valores democráticos e sem coerção”, acrescentaram.

Fonte noticias.r7.com/saude

Dos 828 servidores da Saúde de MG vacinados, só 13 já têm 60 anos

Dos 828 servidores da Saúde de Minas vacinados contra a covid-19, às escuras, apenas 13 já têm 60 anos ou mais.

A informação está na lista oficial de imunizados, enviada pelo Governo Estadual à ALMG (Assembleia Legislativa de Minas), nesta sexta-feira (12).

Os dados apontam que destes 13 funcionários idosos, oito estavam cumprindo suas atividades exclusivamente no regime presencial, enquanto os outros cinco saíam a campo para trabalhar.

O R7 questionou a SES (Secretaria de Estado de Saúde) sobre a permanência dos trabalhadores com mais de 60 anos no serviço presencial, mas ainda não teve retorno.

O grupo de 13 servidores com mais de 60 anos conta com funcionários ligados a direntes setores da pasta, como o gabinete do secretário, equipe de assessoria estratégica e subsecretarias.

O servidor com o maior cargo entre eles é a diretora de Vigilância, Ângela Ferreira Vieira, que ocupa a função considerada do quarto escalão na secretaria. Segundo o documento, a diretora também realiza atividades em campo.

O relatório não indica se os servidores fazem parte de algum grupo de risco por problemas de saúde e não detalha a idade daqueles que têm menos de 60 anos. Em resumo, a SES usou sete critérios para justificar o motivo de um servidor ser vacinado. São eles:

    1. Funcionário com trabalho em campo
    2. Funcionário maior de 60 anos com trabalho em campo
    3. Funcionário com trabalho em campo e presencial
    4. Funcionário com trabalho presencial
    5. Funcionário maior de 60 anos com trabalho presencial
    6. Funcionário da Central Estadual de Rede de Frios
    7. Funcionário do almoxarifado

Lista

A lista foi entregue a pedido da ALMG, que instaurou uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o suposto caso de ‘fura-filas’ dentro da pasta, revelado pelo R7 e pela Record TV Minas.

A presidência da Assembleia destacou que os funcionários vacinados não necessariamente cometeram irregularidades. Os peritos vão investigar quem pode ter, de fato, cometido infrações e quem seriam os responsáveis. O Ministério Público Estadual também investiga as denúncias.

No decorrer da semana, Carlos Eduardo Amaral, então secretário de Saúde exonerado após a divulgação do caso, alegou que não houve irregularidades. Segundo ele, todos os servidores imunizados são de áreas estratégicas para manutenção das ações de combate à pandemia ou precisam ir a campo para trabalhar.

Veja como anda a campanha de vacinação em todo Brasil:

Fonte noticias.r7.com/saude

SP cria Comitê de Blitz para atuar contra festas clandestinas

Um Comitê de Blitz foi criado vai reforçar a fiscalização do cumprimento das medidas restritivas contra a pandemia e atuar contra festas clandestinas e aglomerações no na cidade de São Paulo, informou nesta sexta-feira (12) o governo paulista, após uma reunião no Palácio dos Bandeirantes que definiu detalhes das operações.

A atuação começa já neste final de semana, o último antes de entrar em vigor, na segunda-feira (15), a fase emergencial do Plano SP.

As novas restrições tentam conter o avanço do números de casos e mortes, que bateu recorde no estado nesta sexta. Nas últimas 24 horas, a média foi de uma morte a cada três minutos, somando ao todo 521, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde.

O comitê é formado pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) e a Covisa (Coordenadoria da Vigilância Sanitária) pela Prefeitura de São Paulo, além da da Vigilância Sanitária, do Procon e das Polícias Civil e Militar.

De acordo com o governo do estado, o Procon-SP fiscalizou 636 estabelecimentos que prestam atividade não essencial, como bares, baladas, restaurantes, lanchonetes. Cem foram autuados. os infratores estão sujeitos a multa de até R$ 10,2 milhões, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.

Fonte noticias.r7.com/saude

Lista mostra vacinados no alto escalão da Saúde Estadual em MG

A lista de servidores vacinados, às escuras, na Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirma a imunização de então membros do alto escalão da pasta (veja os nomes abaixo).

Além dos ex-secretário Carlos Eduardo Amaral, secretário adjunto Marcelo Cabral, também aparecem no relatório 27 funcionários do gabinete principal. Entre eles, o chefe do setor, João Pinho.

Conforme já mostrado pela reportagem, todos os cinco subsecretários também receberam as doses das vacinas contra a covid-19, assim como os 10 superintendentes. Ainda não há confirmação de que eles permanecem no governo. Após a exoneração de Carlos Eduardo Amaral há a expectativa de sejam anunciadas mais demissões neste sábado (13).

Os dados estão na lista que o Governo de Minas entregou à ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais), nesta sexta-feira (12). São 828 nomes, ao todo.

Leia também: MG vacinou 332 servidores que não iam a campo e ficam só no escritório

A Casa Legislativa vai usar o relatório na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) instaurada para apurar denúncias de suposto ‘fura-filas’. A presidência da Assembleia destacou que os nomes vacinados não necessariamente cometeram irregularidades. Os peritos vão investigar quem pode ter, de fato, cometido irregularidades e quem seriam os responsáveis.

O Ministério Público Estadual também investiga o caso revelado pelo R7 e pela Record TV Minas.

No decorrer da semana, Amaral, alegou que não houve irregularidades. Segundo ele, todos os servidores imunizados são de áreas estratégicas para manutenção das ações de combate à pandemia ou precisam ir a campo para trabalhar.

Veja quem foi vacinado no alto escalão e a justificativa apresentada:

Gabinete
 
    • Carlos Eduardo Amaral – ex-secretário de Estado de Saúde (trabalho em campo)
    • Marcelo Cabral – ex-secretário adjunto de saúde (trabalho em campo)
    • João Pinho – chefe de gabinete (trabalho em campo)

Subsecretários

    • Marcílio Dias Magalhães – Subsecretaria de Políticas e Ações de Saúde (trabalho em campo)
    • Juliana Ávila Teixeira – Subsecretaria de Regulação do Acesso a Serviços e Insumos de Saúde (trabalho presencial)
    • Janaína Passos de Paula – Subsecretaria de Vigilância em Saúde (trabalho presencial)
    • André de Andrade Ranieri – Subsecretaria de Inovação e Logística em Saúde (trabalho presencial)
    • Darlan Venâncio Thomaz Pereira – Subsecretaria de Gestão Regional (trabalho presencial)

Superintendentes

    • Grazielle Dias da Silva – Superintendência de Assistência Farmacêutica (trabalho presencial)
    • Camila Helen de Almeida Silva Oliveira – Superintendência de Atenção Primária à Saúde (trabalho presencial)
    • Daniela de Cássia Domingues – Superintendência de Regulação (trabalho presencial)
    • Elice Eliane Nobre Ribeiro – Superintendência de Vigilância Epidemiológica (trabalho presencial)
    • Filipe Curzio Laguardia – Superintendência de Vigilância Sanitária (trabalho presencial)
    • Débora Alessandra Kawahara Morelli – Superintendência de Planejamento e Finanças (trabalho presencial)
    • Marcos Gonzaga Milagres – Superintendência de Inovação, Logística e Tecnologia da Informação (trabalho presencial)
    • Laise Sofia de Macedo Rodrigues – Superintendência de Gestão (trabalho presencial)
    • Sandro Alves Bustamante – Superintendência de Gestão de Pessoas (trabalho presencial)
    • Gustavo Dias da Costa Martins – Superintendência de Contratualização e Programação (trabalho presencial)

Veja como anda a vacinação em todo Brasil:

Fonte noticias.r7.com/saude