Brasil recebe lote de 4,5 milhões de doses da vacina da Pfizer

Chegou neste sábado (16), no início da manhã, ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais um lote de 4,5 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer. Os imunizantes do laboratório americano vieram em dois voos. Mais um carregamento com 1,3 milhão de doses deve chegar amanhã (17).

Os lotes fazem parte do contrato assinado com o Ministério da Saúde para o fornecimento de 100 milhões de doses da vacina até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.

O Ministério da Saúde já distribuiu 310,5 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus de quatro laboratórios para serem aplicadas em todo o país. Até o momento, 101,3 milhões de pessoas foram completamente imunizadas contra a doença com duas doses ou com a vacina de dose única.

Fonte noticias.r7.com/saude

Especialistas recomendam reforço de vacina da Moderna para idosos

Um painel de especialistas consultores da FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos) recomendou por unanimidade, na quinta-feira (14), uma dose de reforço da vacina contra Covid-19 da Moderna para pessoas com 65 anos ou mais e aquelas com alto risco de doença grave.

Se a FDA acatar a recomendação dos conselheiros e aprovar o reforço da vacina da Moderna, o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) fará recomendações específicas sobre quem deveria recebê-lo. O CDC deve se reunir para debater a questão na próxima semana.

O Comitê Consultivo de Vacinas e Produtos Biológicos Relacionados da FDA se reuniu nesta quinta para considerar a dose adicional da vacina da Moderna, e vai avaliar se fará uma recomendação semelhante para o imunizante da Johnson & Johnson na sexta-feira. O resultado da votação para apoiar o reforço da Moderna foi 19 a 0.

A Moderna está buscando autorização para um reforço que contém 50 microgramas de vacina, metade da força de sua dose normal, mas ainda maior que a da injeção da Pfizer/BioNTech, de 30 microgramas.

Além de contemplar as pessoas com 65 anos ou mais e aquelas em risco de Covid-19 grave, o painel de especialistas votou para recomendar a autorização de uma terceira dose da vacina da Moderna para indivíduos de 18 a 64 anos em risco de exposição frequente a infecções por coronavírus devido ao trabalho. As doses seriam administradas pelo menos seis meses após a inoculação inicial de duas doses.

As autoridades de saúde dos EUA estão sob pressão para autorizar as doses de reforço de vacinas contra Covid-19 depois que, em agosto, a Casa Branca anunciou que planejava uma ampla campanha de reforço, a depender das aprovações da FDA e do CDC.

Durante a reunião dos conselheiros da FDA, autoridades de saúde de Israel disseram que as doses de reforço da vacina contra Covid-19 da Pfizer-BioNTech melhoraram a proteção contra casos graves da doença em pessoas de 40 anos ou mais velhas.

“O que estamos vendo é uma ruptura na curva epidêmica em Israel”, disse Sharon Alroy-Preis, diretora dos serviços de saúde pública do Ministério da Saúde israelense.

Ela disse que o programa de vacinação de reforço, que agora inclui 50% da população de todas as faixas etárias, está começando a diminuir as infecções mesmo entre os moradores não vacinados do país.

Israel, que monitora atentamente as vacinas em sua população, disse em uma apresentação de slides que administrar uma dose de reforço levou a uma proteção maior contra infecções confirmadas entre pessoas de 16 anos ou mais.

Fonte noticias.r7.com/saude

Brasil registra números elevados de casos de SRAG entre crianças

O Boletim InfoGripe da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), publicado nesta quinta-feira (14), indica que os casos semanais de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) estão em um número elevado entre crianças de 0 a 9 anos em todas as regiões do país, exceto o Norte.

De acordo com a publicação, o cenário em alguns lugares supera os picos registrados em 2020 e tem o VSR (vírus sincicial respiratório) em presença considerável dentre os diagnósticos. Na faixa etária entre 10 e 19 anos, assim como para as crianças, foi observada diminuição da positividade para o Sars-CoV-2, mesmo que ainda com predomínio marcante entre os infectados, com presença relativamente pequena de casos positivos para rinovírus.

Por outro lado, na população adulta com mais de 20 anos, a Covid-19 ainda é a causa principal de SRAG. Segundo o boletim, o cenário brasileiro é considerado estável, mesmo com sinal de crescimento leve nas tendências de longo prazo, nas últimas seis semanas, e de curto prazo, nas últimas três semanas; crianças são o único grupo a apresentar patamar elevado.

O InfoGripe indica que aumentou o número de estados com sinal de crescimento dos casos de SRAG na tendência de longo prazo. “Embora na maioria deles o cenário seja de crescimento lento e ainda compatível com oscilação em torno de patamar estável”, diz a publicação.

O Espírito Santo é o único Estado a manter o crescimento dos casos de síndrome respiratória aguda grave em idosos com mais de 70 anos.

“Com o lento avanço da dose de reforço em idosos nos estados, o cenário de crescimento de casos graves na população em geral relatado, embora ainda seja lento, pode desencadear o mesmo efeito. Em função disso, é importante reforçar a necessidade de cuidado especial junto à população idosa frente ao avanço nas flexibilizações das medidas de proteção coletiva”, diz o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

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Escova para aparelho: veja como deve ser a sua principal aliada

A escolha da escova para aparelho deve levar em consideração algumas características para que a limpeza da zona bucal ocorra de forma adequada. Veja aqui o que considerar na hora de escolher a escova ideal: Como deve ser a escova para aparelho? Pacientes que passaram ou estejam passando por um tratamento ortodôntico relatam dificuldades na …

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Brasil registra 176 mortes por Covid e 7.852 novos casos em 24h

O Brasil registrou, nesta quarta-feira (13), 176 mortes por Covid-19 e 7.852 novos casos diagnosticados, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

Com o balanço de hoje, o país contabiliza 601.574 óbitos e 21.597.949 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 no país.

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8% e a taxa de mortalidade para cada 100 mil habitantes é de 286,3. A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 316, e a média móvel de novos casos é de 11.588.

O Vacinômetro do R7 mostra que mais de 149 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no país, o que corresponde a 70% da população, sendo que mais de 100 milhões já receberam a segunda dose ou uma vacina de dose única e estão completamente imunizados.

Acompanhe o Vacinômetro em tempo real:

Fonte noticias.r7.com/saude

Fios de sustentação: o que é, antes e depois e qual o preço

Os fios de sustentação são um dos procedimentos estéticos que podem ser realizados em consultório odontológico. Conheça aqui como ele é feito, quais são suas indicações, vantagens e preço: O que é fios de sustentação? Com o passar do tempo os procedimentos estéticos se tornaram mais acessíveis e cada vez mais uma opção de aumentar …

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Brasil registra 185 mortes e 7.359 novos casos em 24h

Nesta terça-feira (12), o Brasil registrou 185 mortes e 7.359 novos casos diagnosticados de Covid-19, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 367, e a média móvel de novos casos é de 13.003.

O país contabiliza 601.398 mortes e 21.590.097 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 no país.

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8% e a taxa de mortalidade por cada 100 mil habitantes é de 286,2.

O Vacinômetro do R7 mostra que mais de 149,8 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no país, o que corresponde a 70,7% da população, sendo que mais de 100,2 milhões já receberam a segunda dose ou uma vacina de dose única e estão completamente imunizadas.

Acompanhe o Vacinômetro em tempo real:

Fonte noticias.r7.com/saude

Queiroga: SUS pode incorporar medicamentos contra Covid

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na tarde desta segunda-feira (11) que pesquisas de medicamentos para tratamento da Covid-19 têm evoluído e eles podem ser uma opção para o Sistema Único de Saúde (SUS).

O ministro foi questionado sobre a possibilidade de o coquetel de drogas experimentais em estudo pela AstraZeneca ser incorporado ao sistema público para tratamento da doença. A farmacêutica britânica anunciou que o coquetel demonstrou ser eficaz para diminuir casos graves e mortes de pacientes que não tenham sido hospitalizados, mas o estudo ainda não foi revisado por cientistas independentes.

“As pesquisas têm evoluído. Anticorpos monoclonais são uma opção. Já há, inclusive, o RegenCov, que é o conjunto de dois anticorpos monoclonais”, afirmou Queiroga ao deixar o ministério nesta tarde. Os anticorpos monoclonais são aqueles desenvolvidos em laboratório para atingir uma região específica do vírus e neutralizá-lo.

Queiroga disse ainda que o governo sempre foi a favor de um tratamento que começasse na fase inicial da doença, mas não citou o fato de o presidente Jair Bolsonaro defender, desde o princípio da pandemia, medicamentos que não têm eficácia comprovada contra a doença.

O ministro afirmou que o RegenCov, um dos coquetéis em estudo no mundo e que já obteve aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial, já teve revisão dos pares publicada em revista científica e demonstrou ter real eficácia. 

“Saiu recentemente, numa publicação no New English Journal of Medicine, [texto] mostrando que essa medicação, quando usada por indivíduos que têm comorbidades, reduz em pouco mais de 70% o desfecho com morte e internação. E essa pesquisa é de boa qualidade”, disse o ministro.

O RegenCov teve registro emergencial aprovado pela Anvisa em abril, mas apresenta um custo elevado para ser incorporado ao SUS. Naquele mês, Queiroga havia dito que, caso a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS avaliasse que há condições de implementar o uso do medicamento e orçamento para sua aquisição, o tratamento seria disponibilizado para os brasileiros.

Queiroga também citou o medicamento da farmacêutica americana Merck, que pediu nesta segunda-feira à agência reguladora dos Estados Unidos autorização emergencial para comercializar o comprimido contra a Covid-19 produzido por ela. O ministro afirmou ter sido informado por seu secretário-executivo, Rodrigo Cruz, que há tratativas da empresa com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para realizar a transferência de tecnologia.

“Se não me engano, o Rodrigo Cruz estava me falando que há algum tipo de tratativa com a Fundação Oswaldo Cruz para a tentativa de transferência de tecnologia. Nós sabemos que a vacinação tenta acabar com a pandemia, mas ela não tem o poder de acabar com a doença. As pessoas vão adoecer, e aí a gente tem que tratá-las para evitar que elas evoluam com as formas graves, as síndromes respiratórias agudas e óbito”, completou.

Máscara
O ministro demonstrou irritação ao ser questionado sobre o uso de máscara. Neste domingo (10), Bolsonaro foi multado em São Paulo por descumprir a lei que obriga o uso de máscara na cidade de Peruíbe, no litoral sul do estado. Queiroga se queixou de que a imprensa fazia perguntas repetidas “para ficar com as mesmas narrativas, em que ninguém acredita mais”. O ministro afirmou que é necessário “olhar para a frente” e para o que está sendo feito “em relação ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde”.

“Na saúde suplementar, por exemplo, ninguém me pergunta, mas nós aprovamos uma diretriz aqui no Consu [Conselho Nacional de Saúde Suplementar]. Primeira diretriz em 20 anos aprovada no âmbito da saúde suplementar. Isso é mais importante do que essas discussões laterais, estéreis e que não servem para nada. Francamente”, disse Queiroga. 

O ministro se referia à Política Nacional de Saúde Suplementar para o Enfrentamento da Covid-19 (PNSS-Covid), aprovada no mês passado. O Consu estava inativo desde 2000, quando a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi criada.

Fonte noticias.r7.com/saude