Cientistas descobrem por que idosos sentem mais frio que jovens

Um grupo de cientistas dos Estados Unidos encontrou uma resposta biológica para o fato de idosos sentirem mais frio do que jovens.

Ao analisar como o organismo de ratos de diferentes idades reage ao frio, pesquisadores da Universidade de Yale e da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, encontraram uma deficiência de um tipo específico de células imunológicas ao longo do tempo.

Os ratos mais velhos perderam um tipo de célula imunológica situada dentro da gordura do corpo, chamadas de ILC2. São estas células que restauram o calor do corpo quando somos expostos a temperaturas mais baixas.

O entendimento deste mecanismo pode, segundo os autores, ser extrapolado também para seres humanos. 

Os autores do trabalho, cujo resultado foi publicado na revista científica Cell Metabolism, sequenciaram gentes de camundongos velhos e jovens.

Eles identificaram que os mais velhos não tinham as células ILC2, uma deficiência que limitava a capacidade de queimar gordura e aumentar a temperatura corporal no frio.

Os cientistas também descobriram que estimular a produção deste tipo de célula nos ratos velhos, ao contrário do que a lógica poderia sugerir, deixou-lhes mais propensos à morte em condições de redução significativa das temperaturas ambientais.

Por outro lado, quando transplantaram as células ILC2 dos ratos jovens para os mais velhos, estes restauraram a capacidade de adaptação térmica.

“As células imunológicas desempenham um papel além da defesa de patógeno e ajudam a manter as funções metabólicas normais da vida. Com a idade, o sistema imunológico já mudou, e precisamos ter cuidado como o manipulamos para restaurar a saúde dos idosos”, afirmou em comunicado um dos autores do estudo, o professor de imunobiologia Vishwa Deep Dixit, da Universidade de Yale.

Fonte noticias.r7.com/saude

Molnupiravir: remédio oral pode ser o 1º tratamento inicial de covid

Desde o início da pandemia de covid-19, o mundo busca por um medicamento que as pessoas possam tomar em casa e evitar o risco de complicações da doença. Tentou-se em um primeiro momento reposicionar drogas existentes para outros fins, mas nenhuma teve eficácia.

Agora, esta procura pode estar perto do fim, com o avanço da fase final dos estudos clínicos do antiviral molnupiravir.

A droga foi inventada por uma empresa de biotecnologia dos EUA sem fins lucrativos — a Drug Innovations at Emory — que recebe financiamento parcial do governo norte-americano.

Posteriormente, a fórmula foi licenciada pela empresa Ridgeback Biotherapeutics, sediada na Flórida, que firmou acordo com a farmacêutica MSD (Merck Sharp & Dohme) para viabilizar os estudos clínicos e produção.

Os testes avançaram para a fase 3 em abril deste ano, após resultados promissores em voluntários que fizeram uso do medicamento nos primeiros dias desde o início dos sintomas.

Com cerca de 1.800 voluntários ainda sendo recrutados ao redor do mundo, inclusive no Brasil (veja abaixo os centros de pesquisa), a MSD espera ter resultados interinos desta fase até outubro.

A expectativa da farmacêutica é de que os dados finais para obtenção de registro sejam apresentados às agências reguladoras ainda neste ano.

“O que temos hoje é o estudo de fase 3 exatamente na população de pacientes no momento inicial da doença — até cinco dias de sintomas, não hospitalizados. Eles tomam 800 mg, duas vezes ao dia por cinco dias. É este braço de tratamento contra o placebo [substância sem efeito terapêutico] para conseguir comprovar a eficácia do que a gente já viu nos estudos de fase 1 e 2. […] O que a gente quer comprovar agora é que existe uma diminuição da hospitalização e de morte”, explica a diretora médica da MSD Brasil, Marcia Abadi.

Tratamentos como anticorpos monoclonais e o antiviral remdesivir têm restrições de uso — são restritos a hospitais e a determinado perfil de paciente — e de preço, pois custam alguns milhares de reais.

Neste contexto, um possível sucesso do molnupiravir pode ser o que o oseltamivir (Tamiflu) foi durante a pandemia de H1N1, em 2009. Até hoje, o medicamento é prescrito quando há suspeita de infecção pelo vírus influenza, especialmente em indivíduos mais vulneráveis, como crianças e idosos.

Para o professor Alexandre Naime Barbosa, chefe da infectologia da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) em Botucatu, se o molnupiravir se mostrar eficaz nos primeiros sintomas da covid-19, ele poderá ser usado para aumentar a proteção em indivíduos vulneráveis.

“Quanto é a minha chance individual de proteção com as vacinas? Entre 80% e 90% de redução das internação e óbito. Se eu tivesse uma medicação efetiva nos dias iniciais, poderia subir para uma proteção entre 95% e 97%, o que, aliás, você já vê o exemplo. Acontece com a gripe. Vacino as pessoas idosas, por exemplo, mas se tem um quadro de paciente com síndrome gripal e é de grupo de risco, eu uso o oseltamivir nas primeiras 48 horas. Neste caso, o timing é tudo.”

O molnupiravir tem como foco o material genético de vírus de RNA, como é o SARS-CoV-2, causador da covid-19.

Ao atacar o genoma do coronavírus, o medicamento impede que ele se reproduza dentro do organismo da pessoa infectada, o que evita, consequentemente, um agravamento da doença.

Os pesquisadores observaram também uma capacidade do molnupiravir de reduzir a carga viral na nasofaringe e nos olhos de pessoas expostas ao coronavírus.

A diretora médica da MSD afirma que a dose de 800 mg se mostrou segura e eficaz nos testes.

“O que vimos nos estudos iniciais é que a parte de eventos adversos se equivale a placebo, ou seja, tem um perfil de segurança absolutamente tolerável, que é muito importante.”

A apresentação em cápsulas, como qualquer outro medicamento que compramos nas farmácias, também conta positivamente a favor do molnupiravir em relação às infusões intravenosas disponíveis hoje, pois facilita a distribuição e o uso.

Quando a MSD obteve os dados interinos da fase 2/3, no fim de abril, optou por iniciar a produção do equivalente a 10 milhões de tratamentos.

Em 9 de junho, o governo dos Estados Unidos fechou um acordo de intenção de compra com a MSD de cerca de 1,7 milhão de tratamentos, uma vez que o molnupiravir receba a autorização de uso de emergência ou registro definitivo da FDA (Agência de Medicamentos e Alimentos do país).

Marcia destaca que a produção foi “sob risco”, mas com a intenção de ter os remédios disponíveis imediatamente caso os pedidos a órgãos reguladores sejam aprovados.

Segundo a executiva, ter voluntários no Brasil é um facilitador para obter autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

“Se tudo der certo, se o estudo comprovar seus resultados, a gente pretende conversar o mais rápido possível com as agências regulatórias. Aqui no Brasil [será] quase que concomitante com as agências regulatórias internacionais. […] Aqui no Brasil, a nossa expectativa é ter de uma maneira ampla o oferecimento de acesso a essa medicação.”

A farmacêutica deve colocar boa parte do seu parque industrial e capilaridade global na produção e distribuição do medicamento, acrescenta.

Os ensaios clínicos ainda sugeriram outro potencial uso para o molnupiravir: profilaxia pós-exposição.

Baseada nestes achados, a MSD anunciou no último dia 1º um segundo estudo de fase 3 para comprovar se há vantagem em pessoas que foram expostas ao vírus tomarem o medicamento antes mesmo de desenvolver qualquer sintoma.

O professor da Unesp exemplifica um caso em que a profilaxia pós-exposição seria útil.

“Eu atendi uma senhora de 90 anos que mora com a filha e com o neto. O neto não está seguindo direito as questões de prevenção e acabou ficando sintomático e passando a covid para a mãe e para a avó. Por sorte, elas estão vacinadas e tiveram uma covid moderada, não foi preciso internar por enquanto. Mas se tivesse estudos conclusivos mostrando a eficácia dessa medicação, eu poderia ter feito isso [tratamento preventivo] logo ao descobrir a infecção no menino. A avó de 90 anos seria uma potencial beneficiada.”

Marcia diz ser possível que também haja voluntários para esse braço do estudo aqui no Brasil. Ao todo, devem ser cerca de 1.300 voluntários.

Estarão elegíveis pessoas com 18 anos ou mais e que morem na mesma casa com alguém que tenha infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada em laboratório e com sintomas.

Os voluntários receberão 800 mg de molnupiravir ou placebo (sem que saibam o que estão tomando) a cada 12 horas durante cinco dias.

Indivíduos maiores de 18 anos que tenham diagnóstico de covid-19 há menos de cinco dias podem procurar um dos endereços abaixo para se candidatar como voluntário nos testes do molnupiravir. Todos serão orientados sobre o tratamento e assinarão um termo de consentimento livre e esclarecido. 

São Paulo (Capital)
1) Centro de Pesquisa Clínica do Hospital das Clínicas
Rua Doutor Ovídio Pires de Campos, 555, 6º andar – Prédio CeAC – Centro de Atendimento ao Colaborador – Cerqueira César

2) Instituto de Infectologia Emílio Ribas
Av. Dr. Arnaldo, 165 – Cerqueira César

São Paulo (Interior)
3) Hospital de Base de São José do Rio Preto (São José do Rio Preto)
Av. Brigadeiro Faria Lima, 5544 – Vila São Jose, São José do Rio Preto

Minas Gerais
4) Santa Casa da Misericórdia de Belo Horizonte
Av. Francisco Sales, 1111 – Santa Efigênia, Belo Horizonte

Paraná
5) Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná (Curitiba)
Rua Padre Camargo, 261 – Alto da Glória

Rio Grande do Sul
6) Hospital Tacchini (Bento Gonçalves)
Rua General Osório, 235, subsolo 2

Brasília
7) Chronos Pesquisa Clínica
Avenida Helio Prates QNM 34 A/E 01 JK Shopping Torre sala – 612/613 – Taguatinga Norte

Fonte noticias.r7.com/saude

SP aplica 1ª dose contra covid em adolescentes e 3ª em maiores de 90

A cidade de São Paulo segue vacinando contra a covid-19 adolescentes de 12 a 17 anos, sem comorbidades, nesta sexta-feira (10). Os idosos, com 90 anos ou mais, também podem comparecer às unidades de saúde para receber a dose extra do imunizante, desde que já tenham completado seu esquema vacinal com as duas doses ou recebido a vacina da Johnson, de dose única, há pelo menos seis meses.

Para os adolescentes, é aplicado exclusivamente o imunizante da Pfizer, único autorizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em pessoas com menos de 18 anos.

O jovem deve estar acompanhado dos pais ou de um responsável. Caso esse acompanhamento não seja possível, o adolescente deve estar na companhia de um adulto com autorização assinada por um responsável.

A primeira, a segunda e a dose de reforço são oferecidas das 8h às 17h nos megapostos, drive-thrus e farmácias parceiras e das 7h às 19h em UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e AMAs/UBSs Integradas.

O site De Olho na Fila ajuda a evitar aglomerações ao exibir a movimentação de pessoas nas unidades. A ferramenta também informa quais vacinas estão disponíveis para aplicação da segunda dose.

A recomendação é fazer o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já, que agiliza o tempo de atendimento no posto de vacinação.

Fonte noticias.r7.com/saude

Com avanço da vacinação, Alesp retoma sessões presenciais

A Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) retomou, nesta quarta-feira (8), as sessões presenciais, após seis meses com as atividades sendo realizadas em ambiente virtual. A medida foi adotada após o avanço da vacinação contra a covid-19. Na tribuna do plenário Juscelino Kubitschek, os parlamentares repercutiram, principalmente, os atos promovidos no 7 de setembro.

As sessões ordinárias e extraordinárias presenciais devem respeitar medidas sanitárias. Máscaras são obrigatórias e a higienização do plenário e dos equipamentos foram intensificadas. Também o acesso de funcionários e assessores aos locais está restrito ao essencial.

As galerias do plenário Juscelino Kubitschek permanecem fechadas, mas os espaços destinados às assessorias das lideranças partidárias, imprensa e mesa de som podem ser utilizados atendendo à exigência do uso de máscaras e respeitando o distanciamento.

Apenas as reuniões de comissões permanecem em ambiente virtual assim como atos e sessões solenes, exceto por decisão da presidência da Casa.

Projetos

Também durante a sessão, o 1° vice-presidente da Casa, deputado Wellington Moura, convocou uma reunião de comissões para analisar, às 13h30 desta quinta-feira (9), o projeto de lei 539/2021, de autoria do Executivo, que cria o Painsp (Plano de Ações Integradas do Estado de São Paulo).

O projeto do Executivo propõe novas modalidades de regime de colaboração e transferência de recursos do estado aos municípios em ações voltadas à melhoria da educação básica pública. Até o momento, a proposição recebeu 25 propostas de emendas, que podem ou não ser acatadas na reunião das comissões.

Se receber aval dos integrantes dos colegiados, o projeto deve seguir para discussão e votação em plenário no mesmo dia, em sessão presencial.

Fonte noticias.r7.com/saude

Campanha para prevenir depressão e suicídio mira 1 milhão de pessoas

A campanha “SOS VIDA contra a depressão e o suicídio”, que será realizada nos próximos sábado (11) e domingo (12), pretende levar informação e apoio emocional a 1 milhão de pessoas no Brasil e em mais nove países.

A iniciativa do programa social DTC (Depressão Tem Cura) se engaja no Setembro Amarelo, um conjunto de ações que tem como principal objetivo reduzir o número de pessoas que atenta contra a própria vida.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, o país registra mais de 13 mil suicídios por ano, mas a quantidade pode ser ainda maior, em consequência da subnotificação. Cerca de 97% dos casos estão relacionados a transtornos mentais, dentre os quais se destaca a depressão.

Durante a campanha, serão montados postos de atendimento em locais de grande circulação de pessoas, com voluntários treinados à disposição de quem precise desabafar. Em todas as 343 cidades brasileiras onde a ação acontecerá, folhetos educativos serão distribuídos e, em cruzamentos movimentados, haverá a exibição de faixas com mensagens alertando para a gravidade do problema.

No exterior, a iniciativa ocorrerá em cidades de nove países: Argentina, Chile, China, Estados Unidos, França, Inglaterra, Japão, Portugal e Rússia.

Depois da conversa individual, as pessoas atendidas pelos voluntários do DTC serão convidadas a preencher um formulário virtual de inscrição para o Webinar “O que nunca te contaram sobre a depressão”, que proporcionará mais informações sobre a doença e a importância de combatê-la.

Salvo pela mensagem da voluntária

Jefferson Garcia, responsável pelo DTC no Brasil, avalia que “o cenário de pandemia que vivemos propicia o desenvolvimento de sentimentos de desespero, angústia e tristeza. Mais do que nunca, é necessário estabelecer redes de apoio e escuta entre as pessoas”.

Cerca de 10 mil voluntários participarão do “SOS VIDA contra a depressão e o suicídio”. Um deles é o empresário Raimundo Jorge da Silva Pinto Júnior, de 40 anos de idade, que conhece a doença bem de perto e, hoje, ajuda diversas pessoas que se encontram sofrendo o que sofreu, e venceu.

“No meu caso, o quadro de ansiedade e depressão se desenvolveram enquanto eu tinha uma loja, devido às inúmeras preocupações e muitos problemas financeiros. Apesar dos esforços, essa loja faliu. Neste período, também me divorciei. Desenvolvi crises de ansiedade e depressão constantes. Fiquei sem conseguir pagar o aluguel do apartamento que eu morava e fui despejado. Em janeiro de 2020, tentei o suicídio”, relata Raimundo.

“Naquele momento, meu celular, que estava no chão, fez um barulho de mensagem, e eu fui ver o que era. Ao pegar o aparelho, constatei que era uma voluntária [do DTC] que havia visto as minhas postagens. Aquela mensagem, salvou minha vida”, finaliza.

Todos os protocolos sanitários serão observados para evitar a propagação e o contágio pela covid-19.

Serviço
Campanha “SOS VIDA contra a depressão e o suicídio” (algumas localidades)

São Paulo (SP)
Data: 11/9
Horário: 9h às 12h
Avenida Paulista — Praça Oswaldo Cruz (em frente ao Shopping Pátio Paulista)
Vale do Anhangabaú — em diversos pontos da região
Parque do Ibirapuera — Praça Armando de Salles Oliveira — Monumento às Bandeiras

Rio Branco (AC)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereço: Avenida Principal – Parque Horto Florestal

Maceió (AL)
Data: 11/9
Horário: 10h
Endereço: Rua do Comércio (Calçadão) – Centro – Maceió

Macapá (AP)
Data: 11/9
Horário: 16h
Endereço: Fortaleza de Macapá – Centro

Manaus (AM)
Data: 12/9
Horário: 16h
Endereço: Av. Coronel Teixeira – Ponta Negra

Salvador (BA)
Data: 12/9
Horário: 16h
Endereço: Largo da Mariquita – Rio Vermelho – Orla de Salvador

Fortaleza (CE)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereço: Aterro da Praia de Iracema – Praia de Iracema

Vitória (ES)
Data: 12/9
Horário: 16h
Endereço: Praça dos Namorados – Jardim Camburi

Goiânia (GO)
Data: 12/9
Horário: 16h30
Endereço: Parque Lago das Rosas – Centro – Lago das Rosas/ Zoológico

São Luís (MA)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereço: Rua Grande – Centro – Praça Deodoro – São Luiz

Cuiabá (MT)
Data: 12/9
Horário: 16h
Endereço: Av. Miguel Sútil – Duque de Caxias – Parque Mãe Bonifácia

Campo Grande (MS)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereço: Avenida Afonso Pena, Praça – Centro

Belo Horizonte (MG)
Data: 11/9
Horário: 10h
Endereço: Praça Sete de Setembro, s/n – Centro

Belém (PA)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereços: Rodovia BR-316, Km 01 – Castanheira – Shopping Castanheira
Av. João Paulo II, S/N – Curió Utinga, Belém – Parque Estadual Utinga 

João Pessoa (PB)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereço: Parque Solon de Lucena – Centro – Lagoa

Curitiba (PR)
Data: 11/9
Horário: 10h
Endereço: Av. Luiz Xavier, 34-68 – Centro – Praça Osório

Recife (PE)
Data: 11/9
Horário: 10h
Endereço: Av. Boa Viagem, s/n – Boa Viagem – Parque Dona Lindu

Teresina (PI)
Data: 12/9
Horário: 16h
Endereço: Av. Frei Serafim 110 – Cabral – Parque Cidadania

Rio de Janeiro (RJ)
Data: 11/9
Horário: 10h
Endereço: Praia do Flamengo em frente número 200 – Aterro do Flamengo

Campos dos Goytacazes (RJ)
Data: 11/9
Horário: 16h
Endereço: Av. Sen. José Carlos Pereira Pinto, nº 442/ 590 – Parque Calabouço – Shopping Guarus

Natal (RN)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereço: Praça Gentil Ferreira (conhecida também como Praça do Relógio)

Porto Alegre (RS)
Data: 11/9
Horário: 10h
Endereço: Praça 15 de Novembro, s/n – Centro – Mercado Público

Porto Velho (RO)
Data: 12/9
Horário: 17h
Endereço: Av. Jorge Teixeira, 4026 – Costa e Silva – Complexo Espaço Alternativo

Boa Vista (RR)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereço: Praça do Caxambu – Centro – Perto do terminal de ônibus

Florianópolis (SC)
Data: 12/9
Horário: 15h
Endereço: Parque Coqueiros – Coqueiros

Aracaju (SE)
Data: 12/9
Horário: 15h
Endereço: Orla do Atalaia – Atalaia – Arcos da Orla

Palmas (TO)
Data: 11/9
Horário: 9h
Endereço: Avenida Juscelino Kubitscheck, s/n – Centro (próximo à Praça dos Girassóis)

Brasília (DF)
Data: 11/9
Horário: 10h
Endereço: Rodoviária do Plano Piloto – Plano Piloto – Rodoviária Central (em frente os Ministérios)

Fonte noticias.r7.com/saude

Quase 250 mil pessoas foram vacinadas em um só dia em SP

A cidade de São Paulo aplicou, somente nesta segunda-feira (6), 246.739 doses de imunizantes contra a covid-19, o que representa um recorde de vacinação em um só dia, de acordo com a prefeitura.

Foram aplicadas 142.905 primeiras doses, sendo 133.258 em adolescentes, 92.840 segundas doses, além de 13 doses únicas. Também foram aplicadas 10.982 doses de reforço em idosos com mais de 90 anos.

Até o momento, foram vacinados 431.430 adolescentes entre 12 e 17 anos, o que corresponde a 51% do público elegível, estimado em 844.073 pessoas.

Desde o início da campanha, a capital já aplicou 15.285.851 doses contra a covid-19. A cobertura vacinal para população adulta está em 104,7% para primeira dose ou dose única e 58,4% para segunda dose.

Nesta terça-feira (7), feriado nacional, não há vacinação. A imunização será retomada nesta quarta-feira (8) em toda a rede de saúde.

Doses de reforço

Os idosos com mais de 60 anos podem fazer a inscrição nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) para receber as doses de reforço, se houver imunizantes ao término das atividades do serviço de saúde.

A medida vale para quem tomou a segunda dose há mais seis meses na capital. Para isso, é preciso apresentar a carteirinha com o esquema vacinal completo, documento com foto e comprovante de residência.

Também podem se cadastrar para a aplicação da terceira dose, pessoas imunossuprimidas com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose ou a única há pelo menos 28 dias.

Fonte noticias.r7.com/saude

Consultório odontológico: saiba como montar o seu próprio consultório

O principal sonho de qualquer dentista depois de se formar é abrir o seu próprio consultório odontológico. Contudo, abrir uma clínica odontológica por conta própria pode exigir alguns cuidados a mais do que abrir uma clínica por uma franquia odontológica de renome. Veja aqui o passo a passo para abrir um consultório odontológico e quais …

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CoronaVac: dose de reforço quase triplica anticorpos contra Delta

Uma dose de reforço da CoronaVac, vacina contra covid-19 do laboratório chinês Sinovac, reverteu a queda nas atividades de anticorpos contra a variante Delta do coronavírus, mostrou um estudo, amenizando as preocupações sobre a resposta de longo prazo do imunizante contra a altamente contagiosa variante.

O estudo vem em meio a preocupações sobre a eficácia da vacina chinesa, que no Brasil é envasada pelo Instituto Butantan, contra a Delta, que se tornou a variante dominante globalmente e está impulsionando uma alta nas infecções mesmo nos países onde a vacinação está mais avançada.

Vários países que dependeram fortemente da CoronaVac em suas campanhas de imunização começaram a aplicar doses de reforço com outras vacinas, desenvolvidas por laboratórios ocidentais, em pessoas que foram completamente vacinadas com o imunizante chinês.

A atividade de anticorpos neutralizantes contra a Delta não foi detectada em amostras retiradas de pessoas que receberam a vacina após seis meses da segunda dose, de acordo com o estudo publicado no domingo, ainda sem revisão de outros cientistas independentes.

Mas aqueles que receberam doses de reforço mostraram potência neutralizadora mais que 2,5 vezes superior contra a Delta cerca de quatro semanas após a terceira dose, comparado com o nível registrado cerca de quatro semanas depois da segunda aplicação, disseram pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências, da Sinovac e de outras instituições chinesas, segundo o relatório do estudo.

Eles não discutiram como as mudanças na atividade de anticorpos afetam especificamente a eficácia da CoronaVac para prevenir que pessoas adoeçam por causa da variante.

O estudo em laboratório envolveu amostras de 66 participantes, incluindo 38 voluntários que receberam duas ou três doses da vacina.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) planeja entregar cerca de 100 milhões de doses das vacinas contra covid-19 da Sinovac e da Sinopharm até o final deste mês principalmente para países da África e da Ásia, na primeira entrega de vacinas chinesas contra a covid-19 a ser realizada pela entidade.

Mas alguns países rejeitaram receber essas vacinas, alegando a falta de dados sobre a eficácia delas contra a Delta.

Segundo a Sinovac, cerca de 1,8 bilhão de doses da CoronaVac foram distribuídas globalmente, incluindo na China, até o final de agosto.

Fonte noticias.r7.com/saude

Pfizer deve entregar mais de 2 milhões de doses neste domingo

A Pfizer divulgou neste domingo (5) a chegada de mais um lote de vacinas contra a covid-19 no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), com 1.146.600 doses. A previsão é que às 16hh15 outra aeronave aterrisse com 1.141.920 doses, totalizando 2.288.520 doses.

Tratam-se do 64° e 65° lotes que serão entregues ao governo brasileiro, ressalta a farmacêutica. Essas entregas fazem parte de um cronograma anunciado na terça-feira (31) pela Pfizer que estimava o fornecimento do total de 10 milhões de vacinas até este domingo (5). 

A vacina da Pfizer é a única aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a aplicação em adolescentes, que já está sendo realizada no país. Além disso, está entre os imunizantes recomendados pelo Ministério da Saúde para aplicação da terceira dose em idosos e imunosuprimidos, previsto para ter início no dia 15, data estimada para que 100% dos adultos acima de 18 anos tenham recebido a primeira dose de uma vacina contra covid no país. Vale ressaltar que alguns estados já anunciaram que vão antecipar essa aplicação.

Fonte noticias.r7.com/saude

SP e Rio são os únicos que devem usar Coronavac na 3ª dose

Apesar de o Ministério da Saúde ter recomendado o uso das vacinas de Pfizer, AstraZeneca e Janssen como reforço na proteção contra a covid-19, os estados do Rio de Janeiro e São Paulo incluíram a Coronavac como uma opção para a dose extra. A aplicação de uma terceira dose da vacina do Butantan é segura e não causa reações graves, mas especialistas criticam a decisão de usá-la como dose de reforço porque ela é menos eficaz, especialmente entre os idosos.

Em São Paulo, o início da aplicação da chamada “terceira dose” está marcado para a próxima segunda-feira. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, foram distribuídas 380 mil doses e os municípios estão orientados a utilizar todas as vacinas disponíveis. O Ministério da Saúde programou para o dia 15 de setembro o início dessa nova fase da campanha e, portanto, só deve distribuir as doses da Pfizer na metade do mês.

Na capital paulista, o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, também disse que entre os dias 6 e 15 de setembro a cidade aplicará “a vacina que estiver disponível na unidade” como reforço. Após o dia 15, com a chegada das doses que devem ser enviadas pelo Ministério da Saúde, o imunizante da Pfizer deve ser priorizado.

A nota técnica 27/2021 do Ministério da Saúde, que trata do assunto, diz que a dose de reforço deve ser aplicada em imunossuprimidos vacinados há 28 dias e em idosos acima de 70 anos vacinados há seis meses. Nesta etapa deve ser aplicada prioritariamente a vacina da Pfizer e, na falta dela, as vacinas da Janssen e da AstraZeneca.

No Rio de Janeiro, o estado pretende misturar as vacinas. Quem tomou duas doses de Coronavac deve receber Pfizer, AstraZeneca ou Janssen como reforço. Aqueles que tomaram qualquer outra vacina contra a covid podem receber uma injeção extra da Coronavac. Já a cidade do Rio disse em nota que usará apenas Pfizer e AstraZeneca como reforço – a vacina da Janssen não está disponível no País neste momento. Outros 20 estados e o Distrito Federal disseram à reportagem que não vão usar a Coronavac como dose de reforço. Acre, Amapá, Rondônia e Sergipe não responderam.

O infectologista Júlio Croda, pesquisador da Fiocruz e ex-membro do Centro de Contingência contra a covid de São Paulo, vê com bons olhos a combinação de vacinas, mas aponta que oferecer a Coronavac como terceira dose para os idosos não é uma boa estratégia. “A terceira dose com Coronavac pode ser aplicada em profissionais da saúde jovens, mas não nos grupos de risco. Os idosos estão mais vulneráveis atualmente e continuarão assim se usarmos a Coronavac no reforço.”

Para fins de comparação, o infectologista diz que estudos em pré-print, ainda não revisados por pares, mostram que a terceira dose da Coronavac aumenta em dez vezes a proteção contra a covid-19. Com a vacina da Pfizer, a eficácia aumenta entre cem e mil vezes.

Croda diz que a Coronavac cumpriu um papel fundamental no início da pandemia, principalmente por ser a única vacina disponível em grande quantidade no País, mas fala que agora temos opções melhores à disposição. “A Coronavac talvez tenha sido a vacina que mais salvou vidas porque chegou em tempo oportuno. Entretanto, neste momento, temos outras opções.”

O especialista vê a decisão de São Paulo como um movimento político do governo. “Talvez eles queiram usar a Coronavac porque compraram muitas doses. Dessa vez, quem está fazendo política é o governo de São Paulo”, observa.

Ele diz que nenhum outro país que usou a Coronavac em sua campanha de vacinação utilizou o mesmo imunizante como dose de reforço. “Chile, Uruguai, Bahrein, Emirados Árabes Unidos… Todos esses países vacinaram com a Coronavac e agora estão usando AstraZeneca ou Pfizer no reforço”, cita.

O imunologista Jorge Kalil reconhece a importância da terceira dose, mas diz que a Coronavac não deveria ser usada para este fim. “Não acho que vale a pena oferecer a Coronavac como dose de reforço sobretudo para idosos e imunossuprimidos. Eu seguiria o que foi definido no PNI (Programa Nacional de Imunizações).” Para embasar sua posição, o especialista cita que o dado de efetividade da Coronavac em idosos acima de 80 anos é muito baixo.

Em nota, o Instituto Butantan lamentou a postura do Ministério da Saúde e diz que a decisão de não usar a Coronavac como dose de reforço tem “motivos políticos e ideológicos”. O instituto disse que a pasta “atua desde o início da pandemia para desqualificar uma das melhores vacinas disponíveis no mercado”.

Segundo o Butantan, estudos feitos pela Sinovac mostram que a terceira dose da vacina gera “robusta reação imunológica e aumento na produção de anticorpos”. O texto enviado ainda diz que “o Butantan defende o uso da Coronavac como imunizante de dose adicional para toda a população idosa e público imunossuprimido de qualquer faixa etária”.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, garantiu que, sem registro definitivo dado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Coronavac não será utilizada como dose de reforço. Segundo Queiroga, como o imunizante foi aprovado em uso emergencial, o registro definitivo deve ser pleiteado. “Se (o diretor do Butantan) Dimas Covas tem evidência científica, ele deve apresentar à Anvisa”, disse Queiroga, em entrevista à CNN Brasil.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) vem se manifestando contra a terceira dose de qualquer fabricante porque a maioria dos países ainda não conseguiu oferecer as duas primeiras doses da vacina para a sua população.

Dados do site Our World In Data, ligado à Universidade de Oxford, mostram que 40% da população mundial já recebeu ao menos uma dose da vacina contra a covid-19. No entanto, esse volume está concentrado em países desenvolvidos, enquanto nas nações pobres apenas 1,8% das pessoas iniciaram o esquema vacinal.

Santiago Cornejo, diretor de Engajamento de Países do Covax Facility, disse em entrevista ao Estadão que este não é o momento de aplicar uma terceira dose. Ele reforça o discurso da OMS e pede que o foco seja oferecer as duas doses a toda a população mundial mais vulnerável para, depois, pensar no reforço. “Defendo que precisamos de vacinas para as populações de maior risco.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte noticias.r7.com/saude