Falta de oxigênio para tratar covid faz Orlando reduzir uso de água

A cidade de Orlando (EUA) pediu nesta sexta-feira (20) a seus habitantes uma redução “imediata” no consumo de água devido à escassez de oxigênio líquido necessário para o tratamento de pacientes com covid-19 diante de uma explosão de internações no Estado da Flórida.

O prefeito Buddy Dyer explicou que existe uma “enorme demanda nacional” por oxigênio líquido e pediu à comunidade e às empresas que evitem regar gramados e lavar veículos por pelo menos uma semana.

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“É outro resultado o que acontece quando os moradores não são vacinados e ficam gravemente doentes e precisam de tratamento e apoio médico urgente”, lamentou Dyer em uma entrevista coletiva.

A OUC (Comissão de Serviços Públicos de Orlando) disse que o oxigênio líquido usado para tratar a água da cidade está sendo desviado para hospitais.

O fornecimento semanal de 10 caminhões de oxigênio líquido para tratamento de água potável na cidade está sendo reduzido para sete ou até cinco por causa do crescente número de hospitalizações, que agora ultrapassa 17 mil na Flórida.

A OUC enfatizou que é fundamental reduzir a irrigação de gramados e jardins, atividade responsável por 40% do uso de água na região da Flórida Central, onde ficam famosos parques temáticos da Universal e da Disney.

As autoridades ressaltaram que se o consumo de água não for reduzido, elas terão que emitir um alerta para que os moradores a fervam antes do consumo.

De acordo com dados de agências federais dos Estados Unidos, 17.198 pessoas estão atualmente internadas em 258 hospitais da Flórida, e apenas 6,9% dos leitos de UTI (Unidades de Terapia Intensiva) estão disponíveis.

Além disso, pela segunda semana consecutiva, o Departamento de Saúde do estado relatou mais de 150 mil novos casos de covid-19.

Fonte noticias.r7.com/saude

Professores da rede pública de SP devem voltar às aulas presenciais

O governo do estado de São paulo anunciou, nesta sexta-feira (20), a decisão da suspensão de liminar na Justiça que garantia aos professores o retorno às aulas presenciais 14 dias após a segunda dose ou dose única da imunização contra a covid-19. De acordo com a Secretaria da Educação, autora do pedido, a volta dos profissionais visa a retomada das aulas de forma segura para todos e respeitando as diretrizes atualizadas de saúde.

“A ação movida pelo sindicato não possui nenhuma base pedagógica e não leva em conta o quanto a pandemia e afastamento das escolas prejudicam os estudantes, conforme atestado em diversos estudos nacionais e internacionais, e visa apenas satisfazer agenda política partidária”, afirmou o titular da pasta, Rossieli Soares.

Desta forma, permanece a norma já estabelecida de que todos os servidores da rede estadual devem retornar às atividades presenciais, sem revezamento. Somente os que pertencem aos grupos de risco só irão retornar 14 dias após a aplicação da segunda dose ou da dose única da vacina. Os servidores e colaboradores que, por escolha pessoal, optarem por não se vacinar dentro do calendário local, também deverão retornar.

O governo estadual determinou que as escolas atendem os estudantes conforme a sua capacidade física, tendo como base as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde)e respeitando o distanciamento mínimo de 1 metro entre as pessoas. O uso de máscaras continua obrigatório dentro das escolas e durante o percurso de ida e volta.

Na entrada, todas as pessoas terão a temperatura medida. Os protocolos também incluem higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel 70% e dos ambientes e ambientes arejados com portas e janelas abertas.

A Secretaria da Educação também divulgou que foram adquiridos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e itens de higiene pela que podem ser complementados pelas escolas.

Ainda conforme dados do governo paulista, no início do mês de agosto, cerca de 96% dos profissionais da rede estadual de ensino – quase de 240 mil pessoas – já haviam sido imunizados contra a covid-19 em pelo menos uma dose. Ainda, 51% dos servidores — mais de 110 mil — já estão com o calendário vacinal completo.

Somando todas as redes (federal, estadual, municipais e particular) de educação básica do estado, já foram imunizados com a primeira dose ou dose única quase 910 mil profissionais em todo estado. Desses, quase 340 mil estão com o calendário vacinal completo (duas doses ou dose única), complementou a gestão estadual.

Fonte noticias.r7.com/saude

Anvisa rejeita uso da CoronaVac em crianças e adolescentes

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reprovou por unanimidade, durante reunião extraordinária da diretoria colegiada nesta quarta-feira (18), a ampliação do uso emergencial da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, para crianças acima de 3 anos de idade. 

A diretora relatora, Meiruze Freitas, afirmou que os dados clínicos de segurança da vacina na faixa etária foram considerados insuficientes. “Se faz necessária a condução de um estudo clínico de fase 3 com um número robusto de participantes (…) é necessário gerar mais dados para que se possa afirmar a eficácia e a segurança da vacina na população pediátrica”. 

Gustavo Mendes, gerente geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), destacou que o número de crianças e adolescentes avaliado no estudo, 586, não é suficiente para demonstrar o perfil de segurança nesta faixa etária. Segundo ele, seriam necessários ao menos dois mil participantes. 

“O tamanho reduzido do estudo não permite avaliar quais as reações adversas incomuns e raras (…) Os dados também não permitem o conhecimento sobre a proteção e a duração conferida pela vacina nessa população. A condição de risco benefício é desfavorável para o uso da vacina na população pediátrica”, disse Mendes.

No Brasil, apenas a vacina da Pfizer tem autorização para ser aplicada em pessoas acima de 12 anos.

Apesar da negativa em relação à aplicação em crianças e adolescentes, o diretor Alex Machado ressaltou que a vacina segue segura para ser aplicada em adultos. “Estamos diante de uma vacina segura, que contribuiu de maneira efetiva, com uma quantidade significativa de doses para o PNI (Programa Nacional de Imunizações), para a redução do número de óbitos, de hospitalizações e de evitar casos graves da doença”. 

A relatora Meiruze Freitas recomendou que o Ministério da Saúde considere a aplicação da terceira dose da CoronaVac em idosos acima de 80 anos e imunossuprimidos. “No contexto da variante Delta, uma dose adicional pode ajudar a prevenir casos graves e possivelmente fatais em idosos e em pessoas com sistema imunológico prejudicado”, afirmou.

Durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (18), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a pasta planeja uma dose de reforço para todos os imunizantes em aplicação no país.

“Planejamos, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacinação. Isso vale para todos os imunizantes”, disse.

O Ministério da Saúde também está patrocinando um estudo para verificar uma dose de reforço com um outro imunizante para as pessoas que tomaram a CoronaVac. A pesquisa será feita com cerca de 1.200 voluntários e não terá participação do Instituto Butantan, detentor dos direitos comerciais e da produção da vacina no Brasil.

Além disso, a Anvisa decidiu manter a autorização de uso emergencial para que a vacina seja aplicada em pessoas maiores de 18 anos, mas determinou que o Instituto Butantan apresente os dados complementares de imunogenicidade da vacina, assim como as informações referentes ao acompanhamento da população adulta dentro do cronograma que será estabelecido pela GGMED. 

Segundo Gustavo Mendes, ainda não foram apresentadas informações suficientes sobre a duração da proteção conferida pela vacina, da eficácia contra variantes de preocupação e sobre a imunogenicidade da vacina em idosos.

“As lacunas sobre imunogenicidade e o acompanhamento dos vacinados no estudo limitam conclusões sobre duração da proteção e, por consequência, da necessidade da dose de reforço. Mas não existem evidências que ponham em dúvida a eficácia e segurança [da vacina] demonstradas nos estudos”, disse Mendes.

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Afta na gengiva: as melhores formas de tratar e como evitar

A afta é uma das principais causas das dores na zona bucal. É um problema que atinge várias áreas na zona bucal, seja céu da boca, interior das bochechas, língua, beira dos lábios, mas principalmente a gengiva. Você sabe quais são as principais causas da afta na gengiva? Conhece suas principais causas? Conheça melhor esse …

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Fiocruz: casos de síndrome respiratória voltam a crescer no Brasil

A nova edição do Boletim InfoGripe, feito pelos pesquisadores da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz), divulgado na tarde desta quarta-feira (18), mostra que os casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) apresentam tendência de uma retomada de crescimento. A análise usa como base dados do Sivep-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe), até 16 de agosto. Vale ressaltar que a maioria dos casos de SRAG são de pessoas com covid-19.

O relatório mostra que Bahia, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo, de acordo com números das últimas seis semanas. Das 27 unidades federativas, somente cinco têm sinal de queda a longo prazo: Alagoas, Mato Grosso (que apresenta subnotificação de casos de SRAG no Sivep-Gripe em razão de sistema próprio de registro), Paraíba, Roraima e Tocantins. Na Paraíba é observado um sinal de crescimento na tendência de curto prazo (últimas 3 semanas), indicando possível interrupção na tendência queda, sinal que também está presente em outros 10 estados.

Entre as capitais, seis mostram crescimento na tendência, Curitiba (SC), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). Em oito delas, foi observado sinal de queda na tendência de longo prazo: Belém (PA), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Macapá (AP), Maceió (AL) e Palmas (TO). Na tendência de curto prazo, apresentam crescimento Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Natal (RN), Porto Velho (RO) e Teresina (PI).

O estudo ainda mostra que a transmissão comunitária dá sinais claros de interrupção de queda e princípio de crescimento em diversos locais, os valores semanais continuam elevados. Todos os estados apresentam macrorregiões em nível alto ou superior, sendo que nove estados e o Distrito Federal contam com macrorregiões em nível extremamente elevado.

O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que essa alta indica uma atenção especial ao relaxamento das medidas de distanciamento, enquanto a tendência de queda não tiver sido mantida por tempo suficiente para que o número de novos casos atinja valores significativamente baixos.  “Isso evidencia a necessidade de manutenção de medidas de mitigação da transmissão e proteção à vida”, disse Gomes. 

Fonte noticias.r7.com/saude

Doze adolescentes tomam vacina sem aval da Anvisa na Grande SP

A vacina contra covid-19 da Pfizer é a única vacina autorizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para aplicação em adolescentes, mas 12 jovens de com comorbidades foram imunizados com doses de CoronaVac e AstraZeneca no município de Rio Grande da Serra, na Grande São Paulo.

Foram dez aplicações da CoronaVac e duas da AstraZeneca em adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, de acordo com a Prefeitura de Rio Grande da Serra. Os funcionários envolvidos na aplicação dos imunizantes foram afastados e um processo administrativo foi aberto.

“A Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido e informa que todos os pacientes que receberam as doses já estão sendo monitorados, e aguarda orientação do Estado de como proceder com a segunda dose”, afirmou a prefeitura por meio de nota.

A Secretaria Estadual de Saúde informou que Rio Grande da Serra recebeu a quantidade de doses da Pfizer necessárias para começar a vacinar quem tem 16 e 17 anos com deficiências, comorbidades, gestantes e puérperas.

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Luísa Sonza é vacinada contra a covid: ‘Não esqueça da 2ª dose’

Luísa Sonza acaba de entrar para a lista de famosos vacinados contra a covid-19. A cantora de 23 anos foi imunizada neste domingo (15).

Nas redes sociais, ela celebrou o momento e pediu para que as pessoas não deixem de receber a segunda dose. 

“Como eu queria que mais de 500 mil pessoas tivessem tido a oportunidade que eu tô tendo hoje. É uma mistura de muita felicidade, mas também de muita dor em saber que poderia ter sido antes. O meu muito obrigada a todos os profissionais da saúde. Vocês nos salvaram! Vacinem-se! E não esqueça da segunda dose!”, pediu a cantora. 

Confira as celebridades que tomaram a vacina contra a covid-19

Fonte noticias.r7.com/saude