Veja os cuidados para quem precisa sair neste momento crítico

Estados e municípios brasileiros endureceram as medidas de restrição com o aumento da transmissão da covid-19. Ne sexta-feira (26), por exemplo, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro optaram, como medida sanitária, decretar feriado nos próximos dez dias. Porém, muitos profissionais precisam sair para manter os serviços essenciais funcionando. Como esses trabalhadores podem fazer para não se contaminarem com o Sars-CoV-2?

De acordo com o infectologista Leon Capovilla, do Hospital Moriah de São Paulo, mesmo com a necessidade de usar os transportes públicos, é importante seguir as regras de distanciamento. “As pessoas precisam tentar manter o distanciamento de 1m, 1,5 m. O ideal é esperar ônibus ou trem mais vazios. Sabemos que nesse período pode ter menos transporte. Mas a escolha é individual. O ideal é esperar para diminuir o risco de pegar covid”, afirma.

Ele também indica os melhores lugares para viajar no transporte público. “A pessoa tem de usar a máscara, com certeza. Se houver alguém sem, não fique perto e vá para o outro lado. O mais indicado é se posicionar perto das janelas, que devem estar abertas para a circulação de ar”, diz Capovilla.

Alguns profissionais têm a possibilidade de ir ao trabalho em carro de aplicativos ou táxi. O infectologista lembra que também é necessário atenção com a prevenção. “A opção de ir com carro de aplicativo é mais segura, com certeza, já que é menos gente dentro do veículo. Mas entendemos que o custo pode ficar muito alto. O uso de máscara dos passageiros e motorista é fundamental”, explica o especialista.

Ele também fala como deve ser a postura das pessoas dentro dos carros: “Alguém infectado pode ter andado no carro antes de você e o ambiente pode estar contaminado. Então, não fique mexendo nas coisas do carro e, se precisar levar a mão ao rosto, é importante lavar ou passa álcool antes”, ressalta Capovilla.

Muitas pessoas escolhem usar duas máscaras nos transportes públicos e o infectologista não vê problema. “Pode usar duas. Use a descartável simples embaixo e uma de pano em cima. Não tem problema e você estará bem protegido”, conta ele.

Sobre a necessidade de trocar a proteção, Capovilla conta que varia do tipo de máscara usada. “Se a pessoa está usando aquelas máscaras cirúrgicas e se estiver limpa e seca, ela dura até quatro horas. Se for a de tecido, a pessoa pode usar até um dia, desde que não esteja suja, molhada. Importante manusear com a mão limpa e guardar do jeito certo, para que não fique contaminada”, afirma ele.

Outra dúvida frequente é se precisar usar a roupa apenas no transporte público. O médico explica que a higienização completa deve ser na volta para casa. “Quando está no trabalho, não precisa ter uma roupa só para o trabalho. Pode usar a mesma, já que a pessoa estará de máscara e fará a higienização das mãos. Quando chegar em casa, tire toda roupa, coloque para lavar e deixe os sapatos separados, já que existe a chance de infecção, e tome banho”, explica Capovilla.

Não é ideal deixar os sapatos na porta de casa, como virou comum na pandemia. O Corpo de Bombeiros lembra que a porta dos apartamentos e casas servem como rotas de fuga e não podem estar obstruídas.

Fonte noticias.r7.com/saude

Após covid-19, Cristiano diz que médicos estão exaustos e no limite

Cristiano, da dupla com Zé Neto, foi às redes sociais falar sobre o período em que passou internado tratando da covid-19

“Estou bem, o pior já passou. Tenho que me manter isolado por mais uma semana por recomendação médica, pode ser que eu ainda esteja transmitindo (a doença). Só tirei a máscara para falar com vocês. Agradeço muito, foi difícil, se cuidem, porque é uma doença muito sorrateira, muito silenciosa. A hora que você acha que está bem, você não está. As coisas pioram de uma hora para outra”, começou.

Na gravação, o cantor disse que viu leitos disponíveis, mas não profissionais suficientes para tratar de todos os pacientes.

“Muito adoeceram, muitos estão exaustos, muitos estão no limite. A única coisa que eu peço, é um pouco de empatia. Você pode ser um assintomático, que está transmitindo para uma outra que não é assintomática e que poide sair num prejuízo muito grande. Embora que com essa cepa nova, acho que não terão mais assintomáticos daqui para frente”, disse.

O músico recebeu alta no sábado (27), após ficar hospitalizado por três dias.

Fonte noticias.r7.com/saude

Com covid, Orlando Morais, marido de Gloria Pires, recebe alta da UTI

Orlando Morais, marido da atriz Gloria Pires, recebeu alta da UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital DF Star na tarde deste domingo (28), onde vinha tratando da covid-19.

De acordo com o boletim médico, devido a significativa melhora, o músico será transferido para unidade de cuidados especiais. Orlando está internado na unidade desde o dia 23 de março. 

Mais cedo, ele compartilhou nas redes sociais um vídeo em que mostrava certa dificuldade na fala e tosse ao se expressar. Ele também aproveitou para agradecer a equipe médica, amigos, fãs e familiares. 

“Estou internado aqui com covid. Quero agradecer a todo o hospital, que tem sido maravilhoso comigo. Quero agradecer a cada oração, cada bondade de cada brasileiro, de pessoas do mundo inteiro que tem mandado mensagens. Obrigado por tudo”, disse.

O músico também falou sobre as orações que têm feito as demais pessoas que da mesma forma estão lutando contra doença. “Vocês não sabem o que é receber uma oração em uma hora dessa. Retribuo essas orações também a todos aqueles que neste momento não estão conseguindo fazer os seus tratamentos. Mas o Brasil é grande, é generoso. A gente vai chegar lá. Tenho certeza que tudo vai passar. A gente vai de novo ser feliz demais”, garantiu.

Emocionado, Orlando encerrou fazendo um agradecimento a mulher. “Tenho muito agradecimento no coração. Agradecendo a Gloria, que está aqui comigo, minha mulher que cuida de mim a cada segundo. Minha família, meus amigos mais sagrados. Os que nem sequer nunca me viram e que mandam mensagens lindas. Muito obrigado. Eu amo vocês”.

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EUA analisam projetos para criar passaportes de vacinação

A Casa Branca e várias empresas privadas dos Estados Unidos estão trabalhando no desenvolvimento de um padrão de passaporte de vacinação que certifique que o portador está imunizado contra a covid-19, iniciativa também preparada pela União Europeia (UE), informou neste domingo (28) o jornal The Washington Post.

O governo norte-americano avalia iniciativas de ao menos 17 empresas para criar certificados digitais de vacinação, segundo fontes oficiais citadas na reportagem.

A expectativa é de que esses passaportes sejam gratuitos e disponibilizados por meio de aplicativos para smartphones, que poderiam mostrar um código QR, como já é feito em cartões de embarque digitais por muitas companhias aéreas. Os norte-americanos que não têm smartphones poderiam imprimir os certificados, segundo as empresas que estão desenvolvendo os produtos.

“Queremos assegurar que qualquer solução neste tema seja simples, gratuita, de código aberto, acessível ao povo de forma digital e papel, e elaborada desde o início para proteger a privacidade das pessoas”, disse o coordenador da Casa Branca para o combate a covid-19, Jeffrey Zients, em entrevista coletiva neste mês.

Essa missão envolve a superação de muitos desafios, como a prevenção da falsificação de passaportes e ataques aos sistemas informáticos. Além disso, a Casa Branca quer evitar a impressão de que existe uma ordem governamental para ser vacinado, o que é politicamente delicado nos Estados Unidos.

Na segunda-feira passada (22), um grupo com as principais companhias aéreas do país e outras associações de viagem pediram em carta para que a Casa Branca prepare, até 1º de maio, um plano para retomar totalmente as viagens internacionais para os EUA.

Esse plano deve incluir princípios para o desenvolvimento de credenciais sanitárias, como certificados de vacinação, com o objetivo de eventualmente eliminar proibições como a de viajar da maior parte da Europa, que está em vigor há mais de um ano.

Do outro lado do Atlântico, a Comissão Europeia (CE) optou por concluiu para este verão o seu certificado digital de vacinação, um objetivo compartilhado pela indústria aérea, embora necessite receber primeiramente a aprovação dos países-membros da UE.

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Covid: Brasil registra 1.656 mortes e 44.326 infectados em 24h

O Brasil registrou, neste domingo (28), 1.656 mortes por covid-19 e 44.326 novos infectados pela doença, segundo dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). 

Com o novo balanço, o país totaliza 312.206 mortes e 12.534.688 pessoas diagnosticadas com a doença.

A média móvel de óbitos registrada nos últimos 7 dias segue em crescimento e ficou em 2.595. Já a média de novos casos tem queda após diversos dias de alta, fechando em 76.636 – no sábado (27), tinham sido 77.129.

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais seguem sendo os estados com mais mortes.

Em razão do funcionamento em menor escala de repartições públicas nos finais de semana, os balanços divulgados aos domingos e segundas-feiras costumam ter números menores em relação aos demais dias. 

No sábado, o Brasil teve sua segunda maior marca de mortes diárias com 3.438 casos.

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Preço dos remédios para intubação sobe 663% na pandemia da covid

Os medicamentos usados no tratamento da covid-19 em UTI, mais especificamente o chamado “kit intubação”, tiveram uma alta de mais de 660%, segundo levantamento realizado pela  Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde).

A entidade, que reúne oito federações de hospitais, laboratórios e clínicas particulares de todo o Brasil, além de 90 sindicatos de saúde, fez um levantamento com seus associados que mostrou o aumento de preços e de uso dos medicamentos mais utilizados para intubação orotraqueoral. A utlização desses medicamentos deu um salto de mais de 2.000% em alguns casos, como do medicamento rocurônio, utilizado para sedação.

Leia mais: Preço de remédios contra sintomas da covid-19 dispara em hospitais  

Em julho de 2020, a Federação Nacional dos Hospitais, Laboratórios e Clínicas do Estado de São Paulo (Fehoesp) já havia enviado ofício ao Ministério informando que havia constatado aumento de 1.000% nos preços. 

Segundo o presidente da CNSaúde, Breno Monteiro, anestésicos, sedativos e relaxantes musculares que são usados para intubar o paciente, como propofol (usado para sedação), passou de R$ 28,60 antes da pandemia para R$ 183 em março de 2021, uma alta de 539,86%.  A maior alta foi do relaxante muscular Midazolam que custava, antes da pandemia, R$ 22,78 e agora custa, em média, R$ 174, um aumento de 663,83%.

Outros medicamentos pesquisados foram o bloqueador muscular atracúrio, que passou de R$ 32,10 para R$ 205, aumento de 538,63%; o rocurônio, que foi de R$ 33,33 antes da pandemia para R$ 202 agora (aumento de 506,06%) e cisatracúrio, que antes custava R$ 36,12 e agora custa R$ 205 (aumento de 467,55%).

Estoque de medicamentos está no fim

Já a necessidade de utilização destes medicamentos chegou a ter alta de mais de 2.200% na pandemia, caso do rocurônio, que tinha média de utilização de 150 frascos por mês e que agora, de acordo com o levantamento da CNSaúde, chega a 3.500 frascos por mês (aumento de 2.233%). 

Por isso mesmo, segundo Monteiro, a alta do preço dos medicamentos não é só o que preocupa as entidades, mas o fato de que, mesmo com preços elevados, não está mais sendo possível conseguir comprar os medicamentos, já que está difícil encontrar os produtos para vender.

“Temos estoques que devem durar de três a quatro dias, depois disso, não teremos mais como manter os pacientes intubados porque sem sedação nenhum ser humano consegue suportar um tubo enfiado na garganta.”

“A alta dos preços era o pior cenário que vínhamos encontrando até a semana passada, mas nessa semana tudo piorou porque nossos associados não conseguem mais nem comprar o medicamento, porque não tem mais estoque.”

No site das empresas farmacêuticas Cristalia e União Química, há um comunicado informando que foram entregues medicamentos para intubação ao Ministério da Saúde, mas sem prejuízo dos contratos firmados com hospitais particulares.

A reportagem pediu esclarecimentos sobre a regulação de estoques e preços dos medicamentos ao Ministério da Saúde. O espaço está aberto à manifestação.

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Secretaria de Saúde do Rio começa a distribuir ‘kit intubação’

Com o estado do Rio de Janeiro em fase crítica da pandemia, a Secretaria de Estado de Saúde começou a distribuir neste sábado (27) medicamentos para intubação de pacientes em 22 municípios fluminenses, dentre os quais a capital – recordista de casos e mortes – e Niterói. O País enfrenta uma escassez desses insumos em meio ao agravamento dos casos de covid-19.

O chamado “kit intubação” será entregue até segunda-feira e inclui itens como atracúrio, propofol e morfina, fundamentais para o tratamento de pacientes internados em estado grave em UTI. As primeiras entregas foram feitas na manhã deste sábado, aproveitando a logística de envio das 363 mil doses da vacina contra o novo coronavírus. Os medicamentos vão abastecer dezenas de unidades de saúde das cidades fluminenses.

Os medicamentos para intubação de pacientes com a covid-19 podem faltar em 1.316 municípios do Brasil nos próximos dias, aponta levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), após contato com 2,6 mil prefeituras entre os dias 23 e 25 de março. Metade dos municípios que responderam à pesquisa indicou que há risco iminente de o hospital local ficar sem medicamentos do kit intubação nesta semana.

O Ministério Público Federal (MPF) enviou quatro ofícios na sexta-feira, 26, ao Ministério da Saúde em que cobra “providências urgentes” para conter o desabastecimento do “kit intubação” e oxigênio medicinal no Rio Grande do Norte, no Piauí, no Pará e no município de Montes Claros, em Minas Gerais.

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Governo de São Paulo inclui educação como atividade essencial

O governo de São Paulo passa a considerar a educação como atividade essencial durante a pandemia de covid-19 a partir deste sábado (27), após decreto publicado no Diário Oficial.

A gestão de João Doria (PSDB) já havia anunciado nesta sexta (26) que mudaria a classificação da educação básica em instituições públicas e privadas.

A partir de agora, a educação será priorizada dentro das ações do Plano SP de flexibilização econômica na pandemia.

Para o governo, as escolas “têm papel que vão além do ensino aprendizagem. Essas unidades contribuem para a segurança alimentar, socialização, saúde mental, integridade física e proteção social de seus estudantes”.

O secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, afirmou que avalia a decisão como necessária.

“Não sei se as pessoas conseguem entender quão importante é isso para nosso futuro como país. Estamos falando de ir além do ensino e da aprendizagem de crianças e jovens. Sem educação não há ciência, não há medicina, não há vida. Portanto, precisa ser essencial”, destaca o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares.

Os profissionais da educação já têm data para o início da vacinação: 12 de abril.

Receberão as doses do imunizante cerca de 350 mil profissionais que atuam no estado com idade a partir de 47, da educação infantil ao ensino médio, das redes pública, estadual e privada. O número representa 40% dos profissionais da educação.

No caso da rede privada, serão exigidos os contracheques dos últimos dois meses para fins de comprovação. 

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Djavan é imunizado contra a covid-19 no Rio de Janeiro

Djavan foi vacinado neste sábado (27) contra a covid-19. O cantor e compositor de 72 anos recebeu a 1ª dose do imunizante e publicou o registro no Instagram.

“Vacina, sim!!! Viva o SUS!!! Use máscara mesmo depois de vacinar!”, alertou.

No campo de comentários, os fãs comemoram a notícia. “Se sou eu dando vacina no Djavan acho que não consigo… Peço música. Muito maravilhoso”, escreveu uma moça. “Que maravilha!”, disse uma segunda. “Obrigado por protegerem essa lenda”, agradeceu um rapaz. 

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Saúde contrata seguro para eventos adversos de 2 vacinas

O Ministério da Saúde contratou seguro privado internacional para cobrir eventos adversos das vacinas contra a covid-19 da Pfizer e da Janssen. Os avisos das contratações pelo Departamento de Logística da Pasta estão publicados em edição extra do Diário Oficial da União que circula na noite desta sexta-feira (26).

Segundo o texto, a empresa Newline Underwriting Management Limited está sendo contratada por meio do Lloyds Broker the Underwriting Exchange Limited para o seguro das duas vacinas. No caso da Janssen, o valor a ser pago pelo governo brasileiro é de R$ 4,305 milhões. Para a vacina da Pfizer, o seguro contratado tem o valor de R$ 5,991 milhões.

Na semana passada, o governo federal assinou dois contratos para a compra de 100 milhões de doses que serão fornecidas pela Pfizer/BioNTech e outros 38 milhões pela Janssen, do grupo Johnson & Johnson. As duas empresas tinham como exigência para a venda dos imunizantes ao Brasil que o governo assumisse a responsabilidade por eventuais efeitos adversos da vacinação.

Projeto de lei aprovado pelo Congresso no início de março para autorizar a compra de vacinas diretamente por Estados, municípios e pelo setor privado, superou esse obstáculo, autorizando todos os entes da federação, incluindo a União, a assumir, em contratos com fabricantes de imunizantes contra a covid-19, a responsabilidade civil por possíveis eventos adversos pós-vacinação.

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